Fim de jogo
1 Capítulo único
Fim de jogo, assassino.
conto.
Um grande detetive na rua pensando sobre a vida, quando senti o vibrar do celular indicando que chegou uma mensagem do chefe da polícia. O texto dizia que ocorreu três assassinatos. O grande detetive Elias, foi até a o departamento de polícia atrás de informações sobre o crime que ocorreu na noite.
Já no local Elias avistou o seu chefe abordou o mesmo afim de conversar sobre o novo caso.
— Onde ocorreu os assassinatos? Como foram cometidos os crimes? — Questionou o detetive ao seu chefe.
— A cena de crime foi na casa 510. — Os dois entraram na sala do chefe para que a conversar seguisse de forma mais tranquila.
— Não tem nenhuma forma que indique algum padrão? — Elias perguntou ao seu chefe afim de entender melhor o caso.
— Encontramos marcas de três tiros em cada um dos corpos achados. — O chefe colocou em cima da mesa fotos com os corpos e os locais para que o detetive pudesse vê-los.
— Não tem nenhuma testemunha? Que por um acaso tenha ouvido algo? — O detetive questionou o chefe.
— Somente os pais dos três irmãos assassinados estão no hospital, felizmente não correm risco de vida, então assim que liberado poderemos interrogar os dois. — Elias se encostou na cadeira pensativo sobre o crime de fato.
XxX
Os dias se passaram rápidos como o vento, porém nada de nenhuma pista sobre o criminoso cruel que assassinará três irmãos inocentes em suas casas restando somente os pais dos meninos.
Em uma noite chuvosa e fria o detetive ainda encucado com o mistério retorna ao seu lar por volta das 22h30m. O mistério perdurou a noite toda em sua cabeça, portanto não deixando que o detetive dormisse em paz.
Não conseguindo adormecer o homem resolveu tomar um café da “manhã” ou talvez da madrugada na padaria. Enquanto tomava o seu adorado desjejum o detetive notou uma pessoa passando atrás de si dando-lhe uma pancada em sua cabeça.
XxX
Após acordar em um local desconhecido, porém assim que os olhos se localizaram em uma fábrica de metais, avistando um homem a sua frente trajando uma máscara para ocultar-lhe o rosto.
— Então, o senhor é o assassino de três crianças? — O detetive ainda na cadeira amarrado por cordas perguntou.
— O que você acha, Einstein?! — O assassino disse ao detetive com sarcasmo carregado em sua voz já fora do normal. — Vou te matar, detetive! E não vai demorar para acontecer, apenas espere e verás.
— Se o objetivo de todas as mortes era chegar até mim, então qual o sentindo à em ceifar vidas inocentes? — Elias ainda amarrado a cadeira falou com o assassino.
— Sabe o desejo que tens por café? Então, é o mesmo desejo e vontade que tenho em fazer as pessoas sangrarem até a morte. — O assassino disse com seu tom irônico ao detetive como se fosse algo natural.
— Seu cretino! — Elias proferiu com a sua voz passando dos limites da raiva.
— Sabes que daqui não sairá andando, apenas carregado na maca e morto! — O tom de voz utilizado pelo homem beirava ao terror.
— Sim, estou ciente de que um dia morrerei, entretanto não será hoje. Para o assassino és um pouco desprovido de inteligência. — Agora era a vez de Elias soltar ironia.
— Qual o motivo dessa afirmação estapafúrdia? — O desdém em sua voz quase era palpável.
— Como disse e afirmo a sua inteligência tem um limite e estes já foi descoberto, pois nesse exato momento entendes que estou sendo rastreado, caro assassino. — O rosto de indignação do senhor que prendia o detetive era algo muito complicado. — Desde o começo estou sendo vigiado com o fim de te encontrar.
O assassino correu para onde guardava a sua garrafa de gasolina afim de matar o detetive e explodir a grande fábrica. Após espalhar o liquido em lugares estratégicos. Quando a polícia invadiu o local Elias, já comemorava a sua vitória.
— Fim de jogo, assassino! — O que ele não esperava era que o homem fosse realmente colocar fogo no rastro da gasolina, assim começando um incêndio grande.
Felizmente todos conseguirão sair a tempo, mas no meio da confusão o criminoso escapou, assim não dando chance de ninguém prendê-lo.
Ninguém nunca mais ouviu falar sobre o assassino,
não até agora!
Fale com o autor