Fim Dos Tempos

51 Capítulo 51 - Modo bélico


Notas iniciais
Capítulo novo,
obrigada pelos comentários, eu sei que é complicado tanta correria,mas agradeço quem comenta.
Só de lerem eu já fico feliz.

Pov — Katie

Acordo desanimada com a ideia de ter de sair, deixar meus filhos e mais uma vez enfrentar as ruas, o mais próximo que conseguimos foi uma cidade a três horas de carro, com algumas fazendas no meio.

O plano era ir até lá parando onde fosse seguro, quem sabe se tivéssemos sorte ficaríamos mais tempo em casa agora que o inverno começava a nos atingir.

Meus pequenos acordam, e depois acordam o papai, descemos assim que Carl se aproxima da cela, o garoto nem sabia que quase tinha perdido a namorada, teria sido um drama ainda maior, me dou conta.

Depois do café ficamos no refeitório para organizar a saída, iriamos eu, Daryl, Glenn, Maggie e Michonne o que seria um problema para Nick que não confiava em mais ninguém, as crianças conversavam numa mesa próxima, eu dividia minha atenção entre as discussões sobre a saída e os rostinhos preocupados dos três, porque Carl também se preocupava conosco.

Assim que acabamos meus pequenos se aproximam, Nick senta no colo do pai meio abatido.

–Se a Michonne vai, quem vai cuidar de mim? Ele pergunta.

–O Carl a Megan e... – Olho em volta procurando alguém que parecesse forte para ele – O Rick!

–O Rick? Nick pergunta – Ele sabe disso?

–Vou dizer a ele agora! Aviso – Ele cuida da Bravinha, vai saber o que fazer e depois quero que obedeça a ele, se tiver qualquer problema ele vai ajudá-lo.

–Certo! Nick suspira resignado e Rick se aproxima rindo.

–Pelo que ouvi sou a babá da vez! Ele brinca.

–Exato! Aviso.

–Podem ir tranquilos, seus filhos estão sempre na minha lista de prioridades, independente de com quem eles ficam quando saem.

–Sabemos disso! Daryl agradece – Os seus também estão.

Rick se afasta, Nick, Megan e Carl continuam a nossa volta, Daryl olha para Carl e Megan muito sério.

–Acho que sabem que as regras são as mesmas mesmo quando estamos fora não é?

–Nós sabemos, vamos cumprir todas elas! Megan responde olhando para os pés e Carl afirma com a cabeça.

–Ótimo, as suas também ratinho! Ele diz a Nick que sorri muito contente.

–Pode deixar papai, cuido de tudo! Ele olha para a irmã entregando seus planos de vigia, Daryl pisca para ele e por mais que quisesse repreendê-los aquilo me parecia impossível.

–Agora arrumem o que fazer que vamos nos aprontar vemos os três lá fora para nos despedir.

Nos reunimos a Glenn e Maggie na sala das armas, e nos preparamos, depois eles vão na frente para pegar o carro nos despedimos dos pequenos, aquilo era sempre dolorido, e o mais difícil era fingir que tudo bem, que estávamos tranquilos.

Nos reunimos próximos ao carro, Glenn dirigia a Dodge Ram, era de longe o maior carro que tínhamos, com uma boa carroceria e espaço para todos.

–Está otimista hoje? Daryl brinca com Glenn, seria mesmo muito bom se conseguíssemos encher o carro e voltar para casa em segurança.

–Vamos caçar Daryl, esse é o meu jeito de caçar! Ele brinca.

–Nossa! Beth se aproxima de nós – Armados até os dentes! Ela brinca sem esconder a tensão.

Era mesmo uma visão impressionante, eu tinha meu cinto de facas, mais duas facas na cintura, uma pistola na perna esquerda, minha besta e um fuzil, Daryl estava exatamente como eu, apenas seu cinto de facas era diferente, com lugar apenas para uma, e ele levava também um machado,

Glenn e Maggie usavam coletes e estavam tão armados como nós, mesmo Michonne que costumava achar que sua espada era mágica mesmo e nunca levava mais nada, estava carregando um fuzil.

–Estamos no modo bélico! Eu brinco antes de abraça-la – Dá uma olhada neles para mim? Peço quando me afasto ela faz que sim e depois de acenar mais uma vez para meus ratinhos que estavam na porta do nosso bloco de celas entro no carro ao lado de Daryl, Michonne senta do meu lado e Maggie e Glenn vão na frente.

–Vamos nessa! Glenn dá a partida e nos afastamos, não desgrudo os olhos de meus pequenos até sumirem de minha linha de visão, depois me recosto em Daryl e fico distraída olhando a estrada.

–Espero que respeitem minha completa falta de romantismo e se comportem os quatro! Michonne reclama antes de qualquer um de nós abrir a boca acabamos rindo, mesmo sem muita vontade por que a estrada nos deixava tensos.

Uma hora depois paramos, quatro carros no acostamento nos chama atenção e decidimos limpar os tanques, fico de guarda, tudo muito tranquilo e voltamos para estrada, pegamos uma estrada menor que nunca nenhum de nós tinha estado e redobramos a atenção, uma fazenda começa a surgir com seus campos de plantação abandonados e o cheiro de frutas podres caídas na pequena estradinha que levava até a casa principal, uma construção antiga pintada de branco com suas janelas de madeira com detalhes em azul, tão típico que parecia um clichê.

Descemos atentos, sempre em formação avistamos o celeiro logo mais à frente e decidimos investigar a casa antes.

Estava vazia, e parecia ter sido abandonada logo no começo, coisas tinham sido levadas como quadros e porta-retratos, nada de zumbis ou vestígios de sobreviventes, Michonne estava na varanda que circundava toda a casa garantindo nossa segurança, encontramos apenas meia dúzia de potes de doces caseiros e algumas latas de pêssego, pegamos tudo e decidimos subir, os quartos estavam todos revirados, roupas espalhadas pelo chão e armários abertos, Maggie recolhe alguns cobertores pesados, e travesseiros, amarra tudo num lençol, não havia grande coisa e descemos, Michonne nos aguardava na varanda, seguimos para o celeiro, nenhum de nós gosta de celeiros, aquele parecia razoável, nenhum cheiro vindo de dentro, nenhum som assustador, a porta estava apenas encostada e entramos. Nada de importante, um galão de combustível, algumas ferramentas que decidimos levar e um saco grande de ração de animais, o que era bom agora tínhamos animais.

Voltamos para a estrada, minha mente segue de novo para a prisão e meus pensamentos ficam em meus ratinhos que agora deviam estar muito preocupados, mais uma hora de viagem vimos outra fazenda, mas tanto a casa quanto o celeiro haviam sido queimados, Maggie se emociona se lembrando da própria fazenda.

Voltamos para estrada principal, o dia apesar de frio estava claro e tínhamos uma boa visão de tudo, a estrada a nossa frente seguia vazia, nada de carros fechando nossa passagem pelo menos nos próximos quilômetros e nenhuma horda em nenhuma direção, duas horas na estrada e nada de zumbis, não tinha como não estranhar, depois de alguns minutos vejo um caminhando a esmo pelos campos de milho, quase me alegro.

Glenn diminuiu sem aviso e ficamos atentos.

–O que foi? Daryl pergunta.

–Estão vendo aquela placa do Walmart mais a diante, essas lojas de departamento de beira de estrada são muito comuns costuma ter de tudo, porque atendia os fazendeiros e as vilas da região, o que acham?

–Segue mais um pouco, vamos ver melhor antes, quem sabe dar umas voltas! Daryl decide.

–Será que ainda vamos encontrar alguma coisa? Eu pergunto esperançosa, quem sabe com um pouco de sorte nos dávamos bem e depois podíamos simplesmente voltar para casa.

Glenn se aproxima pega a pequena estrada que levava a grande loja agora totalmente visível e seguimos uns dez minutos de carro, damos a volta, tudo parecia vazio e tranquilo, alguns carros no estacionamento, um pequeno acidente entre dois numa das saídas e as grandes portas quebradas.

–E então entramos ou não? Glenn pergunta parando diante da loja muito perto das portas.

Nos olhamos e decidimos tentar a sorte, tínhamos uma ótima visão da estrada dos dois lados e de tudo a nossa volta seria fácil enxergar uma horda ou sobreviventes, a menos que estivessem lá dentro é claro.

Michonne desce e retira sua espada, todos empunhamos nossas armas.

–Enquanto vão as compras eu fico de guarda! Ela diz olhando em volta, entramos os quatro de cara com o departamento de roupas, estava tudo revirado, remexido, corpos pelo chão denunciando que muita luta já se desenrolara naquele lugar.

Muita coisa havia sobrado e eu e Maggie erguemos dois carrinhos caídos decididas a pegar tudo que fosse útil, acho roupas infantis, jaquetas acolchoadas, gorros, luvas forradas com pele, botas de inverno de vários tamanhos, íamos recolhendo tudo enquanto os dois faziam a proteção, chegamos a um setor diferente, higiene e beleza, também recolhemos tudo que podemos, algumas coisas caídas no chão, na farmácia era impossível entender aquela bagunça, mas recolhemos tudo que encontramos, não se via muitos analgésicos e ansiolíticos tinham sumido na primeira semana, todos querendo se livrar do medo e da dor, mas encontramos coisas úteis, inclusive epinefrina, para uma parada cardíaca e anestésicos, os carrinhos já estavam lotados, saímos as duas, Michonne nos ajuda a colocar tudo no carro enquanto os dois faziam a segurança na porta da loja, voltamos mais uma vez para dentro.

As prateleiras de alimentos estavam quase todas vazias, mas nas partes mais altas ainda havia muito, Daryl me ajuda a recolher já que eu não alcançava e mesmo em meio a toda aquela tensão ele acha um jeito de rir de mim, faço careta.

Recolhemos latas de sopa, manteiga de amendoim, passas, sempre as passas, espaguete, é claro, macarrão, molhos, café, chá, barras de proteína e até carne seca, o cheiro dos corpos e dos alimentos perecíveis estava quase insuportável, mas eu estava exultante.

Maggie recolhe aveia instantânea e algumas latas de fórmula, apenas meia dúzia de pacotes de bolachas e açúcar mascavo, recolhemos cordas e óleo de motor, anticongelantes e material de pesca, nada de armas, ou munição nas prateleiras dos fundos.

–Vamos entrar mais? Pergunto quando recolhemos tudo que havia nas prateleiras a nossa volta, olho para os fundos da loja e aquela escuridão era assustadora.

Ficamos calados, entre o medo de encrenca e a vontade se descobrir o que tinha atrás das portas escuras, uma curiosidade um tanto mórbida eu diria.

–Primeiro vamos guardar tudo e ver como estão as coisas lá fora, temos mais do que pensamos conseguir, foi um dia fantástico! Daryl diz e seguimos os quatro para fora.

Guardamos tudo e olhamos me volta, em dúvida.

–O que foi? Michonne pergunta.

–Pensamos em entrar no deposito mais ao fundo, estamos em dúvida se é uma tolice! Eu respondo.

–Não tem nada que não seja tolice hoje em dia, mas não sei temos muito aqui, talvez seja melhor voltarmos, perdemos muito tempo na estrada, estamos fora toda a manhã e ainda temos mais algumas horas de estrada se tudo ficar bem.

–Você está certa, ainda nem chegamos na cidade que pretendíamos ir, então podemos vir uma outra vez e quem sabe entrar –Maggie concorda.

Então sinto aquela angustia, aquele cheiro de morte que sempre precedia o caminhar arrastado, sinto um arrepio, e olho em volta, acho que todos percebem, porque me olham tensos.

–Melhor irmos de uma vez! Daryl anuncia.

Voltamos para os carros e assim que Daryl dá a partida, agora ele era quem dirigia, uma movimentação vinda dos fundos chama nossa atenção, olhamos todos e pelo lado direito da loja meia dúzia de zumbis surgia com seus passos lentos e sua fome robótica, caminhando em nossa direção.

Daryl pega a estrada e ainda vemos três dúzias deles tomarem o estacionamento do Walmart, suspiramos aliviados, teria sido uma grande encrenca se tivéssemos entrado no depósito.

O caminho de volta é feito mais tranquilo, eu estava muito satisfeita com as roupas que consegui para as crianças, eles teriam um inverno razoável se ficássemos e se por um acaso tivéssemos de partir estariam prontos para os dias frios na estrada.

A estrada principal se anunciava a um quilometro, num grande T devíamos pegar a direita e seguir por ela por três horas e então estaríamos em casa, mas uma visão nos assusta.

Uma grande horda caminhava pela principal muito lenta, estávamos próximos e Daryl tem de acelerar para pegar a direita antes de nos encontrarmos, todos ficamos tensos e cruzo os dedos, eles parecem notar o carro e começam a se agitar, talvez pelo ronco do motor, pegamos a direita quase ao mesmo tempo que eles, ainda sentimos o toque de um zumbi no vidro do carro e Daryl cantando pneus ao acertar um zumbi que rola pela estrada, passamos e meu coração volta a se acalmar, seguimos em silêncio, uma horda como aquela não era nada agradável de se encontrar, juntos podiam facilmente virar o carro e teríamos problemas, vinte minutos depois começamos a avistar mais zumbis caminhando pela estrada, vindos em nossa direção, duas dúzias talvez, era sempre difícil ter certeza.

Daryl para o carro, não podíamos voltar porque encontraríamos a outra horda e não tínhamos naquele ponto nenhuma estrada paralela, nada que nos desviasse de encontrá-los.

–O que vamos fazer? Maggie pergunta enquanto os zumbis caminhavam em nossa direção ainda distantes, uma cena tão inacreditável que era difícil de entender seu real perigo.

Pego o Fuzil e olho para todos, não tinha outro jeito precisávamos eliminar aquele grupo e seguir nosso caminho, estávamos de carro a uma boa distância deles e o barulho não seria problema estando tão longe da prisão.

–Vamos fazer barulho! Eu digo e todos descemos, fechamos a estrada, um ao lado do outro e erguemos nossas armas, uma sucessão de tiros ecoa pela estrada e zumbis vão caindo um a um, como um pelotão de fuzilamento, dois minutos e nosso problema parecia resolvido, voltamos para o carro e Daryl segue a estrada, passa por cima dos corpos e sentimos um solavanco, aquilo era no mínimo desagradável.

Levamos mais de uma hora para voltarmos a falar.

–Aquela horda está caminhando nessa direção, se nada os distrair vão acabar chegando a prisão, tinha mais de cem! Eu comento.

–Vamos ficar atentos, eles demorariam pelo menos dois dias para chegar e muita coisa pode mudar o rumo deles, sobreviventes, animais na floresta, algum som distante – Daryl pondera, todos concordam.

–Dê todo modo acho que temos que ficar atentos nos próximos dois dias, se nos encontrarem será uma bela confusão! Glenn nos lembra.

–Os tiros que demos atrairão mais deles e a horda pode ficar ainda maior! Michonne comenta – Esse é um dilema difícil de resolver, ali não tínhamos escolha, ou atirávamos ou nunca sairíamos dali.

–Nem sinal de sobreviventes! Maggie comenta – Será que existe mais algum grupo, onde, quantos? Ela se pergunta.

–E vida em outro planeta? Glenn brinca e acabamos por rir.

–Aposto que tem muita gente por aí, gente vivendo muito bem e segura, milionários, presidentes, essa gente está segura, cheia de proteção e muita comida! Daryl responde e concordo com ele, podia até imaginar pequenos oásis, protegidos por soldados armados com infraestrutura, comida e luxo.

–Espero que ao menos estejam buscando uma cura, um jeito de essa coisa acabar! Maggie comenta.

–Quem sabe! Glenn continua – Sei de uma coisa, não somos os únicos, acho que tem muita gente por aí lutando.

Voltamos a ficar em silêncio, felizes por estarmos voltando, alguns com esperança de um futuro, outros apenas aceitando.

–Com saudade? Daryl me pergunta um tempo depois com a mão na minha coxa, sorrio.

–Muita! Respondo apertando sua mão – Sempre, e com um pouco de medo também, como de costume.

Ele puxa minha mão sem tirar os olhos da estrada e beija meu anel, depois me solta e mais uma vez ficamos quietos até enfim os muros da prisão surgirem logo mais à frente, suspiramos e acabamos por rir.

–Somos um bom time! Maggie brinca quando Rick abria os portões – Ao menos sempre voltamos! Ela ri e descemos muito felizes.

Busco meus pequenos com o olhar e logo os dois corriam para nós me enchendo de alivio.

Depois dos abraços e beijos entramos juntos, Daryl fica, precisava contar a Rick e os outros sobre a horda na estrada, eu afasto meus pequenos para não preocupá-los.

Beth vem comigo, aliviada por termos chegado bem e sem nenhum acidente, nada de feridos, prisioneiros, e visitantes indesejados, um dia perfeito.

–O carro está lotado! Ela sorri – Foi um dia bom pelo que vi.

–Foi e aqui, tudo bem? Pergunto olhando para as crianças.

–Estão bem, Nick passou a manhã toda em volta do Rick, eles cuidaram dos porcos, e da vigia e Nick pelo que vi contou muitas histórias! Ela ria e fico pensando que Rick deve ter ficado cansado – Megan ficou sentada quase o tempo todo esperando vocês, o Carl ficou com ela, mas não vou entrar em detalhes por que sei que Nick vai fazer isso.

–Pode apostar! Eu brinco, nos separamos no refeitório e subo com os dois, Carl estava lá em baixo ajudando a recolher tudo.

–Mamãe o que acha de irmos todos juntos da próxima vez? Nick diz quando entramos em nossa cela.

–Um dia pequeno, um dia! Eu respondo me desarmando, Daryl entra em seguida e começa o mesmo processo, depois nos sentamos com eles.

–Senti saudade! Megan diz – Cumpri todas as regras.

–Eu também, e a Beth disse que sou muito inteligente, conversei com o Rick também, ele é legal!

–Ótimo! Eu comento.

–Mas temos um problema! Nick conta seu sorriso sumindo ficamos atentos – Eu ouvi o Hershel dizendo que já poderiam pegar um dos porcos e... vocês sabem.

Olho para Daryl ele me encara, eu sabia que esse dia chegaria.

–Nick, você sabia que isso aconteceria, é preciso, eles estão aqui para nos alimentar, e depois ainda vão ficar outros.

–Eu sei, mas não quero ver e nem comer! Ele diz triste – Eu prometi hoje cedo, quando fiquei sabendo, contei aos porquinhos e falei que não vou comer nenhum deles.

–Nem vamos obrigar! Eu aviso, talvez nem eu pudesse fazer isso sabendo o quanto ele gostava dos bichinhos, ele se senta no meu colo um tanto triste, eu o abraço.

–Quando os zumbis forem embora podemos ter um cachorro?

Eu olho para Nick, talvez devesse dizer a ele que os zumbis não iam embora, que cachorros não existiam mais, mas apenas o olho nos olhos, os lindos e esperançosos olhos do meu ratinho.

–Podemos! É tudo que consigo dizer.

Notas finais
Espero comentários.