Notas iniciais
Quando seus olho conseguem finalmente fintar o tempo, você tenta dribla-lo, mas você não pode, como uma grande nuvem ele já te envolveu, você agora faz parte desta dimensão, você sempre fez, aí você se sente como se caísse do céu. A vida te leva a nocaute outra vez.

Melancolia desestruturada, cria mil pensadores que por seus sentimentos não mostram a cara, a razão se esconde em um interior infinito que implode, implode até chegar ao máximo. Tal máximo, em tudo se torna previsível, nada pode surpreender, pois a implosão infinita reverteu-se para explosão, onde tudo é racionalizado, até mesmo o que há de mais distante, o subconsciente e a intuição, que são o que há de mais próximo de ser considerado um sentimento. 'Pensando, criando, e seguindo a inspiração' seriamos todos iguais, se não fosse o determinismo de cada um agindo de maneira orgânica. "Quem sabe faz a hora, não espera acontecer", pois quanto antes esquecermos os conceitos de ontem, hoje e amanhã, mais rápido seremos as pessoas que precisamos ser, o tempo é único, completo, simples em sua complexidade, como um vento gelado, causa sensações nostálgicas. Não fuja do tempo, você não pode esquece-lo, fazemos parte dele, não podemos fazer com que algo que estamos dentro seja nosso epitáfio, pois ele é o criador de todos os epitáfios, seria egoísmo deixar que isso aconteça. A melancolia é um diamante que corta a ilusão, e esmaga a esperança como uma pedra de sua dureza deve fazer, mas como encontrar uma outra pedra para destruir tal diamante? Em nossos domínios não encontramos, e não há nada que faça este papel. Só restando dribles realizados de formas particulares, como se satisfazer dela, deixando a melancolia te consumir por completo; ou arriscar seu tempo em algo bom, porém que pode gerar a mesma melancolia posteriormente; ou como outros, que não se apagam à nada e à ninguém. Das três, qual a melhor? Ninguém sabe. A mais frequente? Nenhuma, porém talvez a segunda seja a menos julgada, mas é a mais inescrupulosa; não que de certa forma a rejeição dos valores naturais da terceira também não seja inescrupulosa, mas se encontra escrúpulos quando se vê progresso para a humanidade; o que tenho a dizer da primeira é que é lamentável para alguém que vê de fora, e é julgado, subconscientemente, pois sabem que pode surgir pensamentos maus, psicóticos, psicodélicos, e egoístas por causa do efemeridade do mundo, e complexidade da vida. A complexidade da vida consiste a maravilha dela existir havendo tão pequena probabilidade para ela existir, mas a decepção chega ao se ver como a vida se manifestou de maneira injusta e mesquinha havendo também tão pouca probabilidade para isso. O sentido da vida? Não um sentido dela para si própria, porém há o sentido de se viver. O sentido de viver? Ninguém sabe dizer, cada um inventa o seu, outros preferem ou não conseguem se quer pensar nisso; talvez porque ninguém sabe dizer onde a felicidade está, pois a própria felicidade quando alcançada, gera tristeza, isso é algo que poucas pessoas entendem, porque nunca pensam tão pra frente, acham que depois de alcançar todos objetivos e a felicidade, ela se manterá, pena, não sobrará nada mais do que a desilusão, e a falta do sentindo de busca pela mesma. Volta ao ciclo, e se repete, fechando o ciclo.

Notas finais
Uma abordagem sobre o intimo infinito exterior e interior. Até mais, ninguém.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.