Notas iniciais
Esses capítulos que se seguiram podem muito bem ser parte da nova saga que chamo de: A saga da calmaria. pois serão pouca coisa de ação e sim interação entre eles. O drama que escrevi que teria esta dissolvido, e aparece mais nos dois próximos capítulos. E eu...digamos que nunca escrevi algo assim, então não esperem boas coisas.( Sei escrever ação por influencia de Jogos Vorazes.) Não tenho uma contagem de quantos capítulos serão dessa vez, mas espero estejam comigo até o fim. -Seja bem vindos a essa nova saga e espero que gostem. -Boa leitura até as notas finais.

Narração Dukan:

O voo depois de tudo foi meio divertido. As meninas se acomodaram nas poucas poltronas disponíveis do grande compartimento e eu me sentei em qualquer lugar daquele Avião de carga.Cadius foi o caso; Como foi um dos últimos a entrar não tinha uma poltrona e ele não tinha coragem para tirar uma das garotas dos lugares. Eu apenas o assistia se agarrando nas redes de proteção nas laterais tremulo e nem estávamos no ar. A coragem de entrar no avião sumiu rapidamente e ele mal se moveu quando levantamos voo carregando aquela criatura.Pra lá da metade da viagem dava para nota-lo branco e concentrado em algo. Até que Diana perguntou se ele estava bem e sem uma reposta ela tentou ajuda-lo dando seu lugar e o ajudando com o cinto de segurança. Foi fácil ele me encarar depois de acomodado e eu ri dele. Éramos os únicos garotos naquele avião e ele não estava sendo um bom exemplo. Mas depois...me lembrei de quem estava controlando aquela maquina e parei quieto.

Leno deixou a criatura em um tipo de jaula que tinha no salão subterrâneo da mansão. Tinha sido construída há meses atrás para um Difusor, mas não estava completamente terminada.E a nova criatura quase ocupava o retângulo inteiro e teria que permanecer deitada a maior parte do tempo. Aos poucos Leno expressava que não gostava de tê-la, me perguntando como íamos alimenta-la, que teríamos que fazer uma jaula maior, que a criatura podia ter doenças e que poderia fugir e nos dar mais trabalho. Enquanto nos dois andávamos conversando indo até os elevadores o grupo nos seguia.

Na mansão Leno já tinha mandado os empregados arrumar todos os quartos e disse para todos escolherem um quarto para aquela noite, tomassem um banho e depois teriam um jantar antes de irem dormir.

Eu tinha que ir para a casa resolver o guincho para a van e ver como as meninas estavam. Diana foi comigo para reencontrar a irmã. No taxi ela confessou que queria ficar lá e conhecer aquela mansão imensa.Quando chegamos em casa, assim que entrei quis sair. As duas ruivas estava na sala e já me atacaram com perguntas querendo saber da irmã e de todo mundo. Afinal eu voltei apenas com Diana, nada de Destiny, Derek, Fineu e nem Philipe. Tomei um banho e fui atrás da irmã delas como prometi para que elas ficassem mais sossegadas.

A entrada do Hospital Central de Runa estava cheia, muitos familiares buscavam por noticias dos alunos que estavam na escola, apesar de ser quase onze horas da noite. Fiquei um pouco perdido na multidão e de longe via a infeliz recepcionista tentar dar atenção á todos. Não estava nada animado para ir até lá. Olhando sobre as muitas cabeças agitadas procurei alguém, medico ou enfermeiro qualquer um, até que achei Aaron indo para a saída.

–Você encontrou Flecher?

–Não. A ambulância chegou antes de mim.

–Onde eles estão?- Ele me encarou e respondeu sem enrolação: o andar, o quarto e falou que ia para o hotel dele, mesmo eu dizendo que Leno o esperava.

Em um banco no corredor estava Destiny vendo uma revista sem nenhum animo e ao lado dela estava Yan. Os quartos dos nossos feridos eram próximos e no mesmo corredor. Sentei-me ao lado de Yan e conversamos sobre como todos estavam.Fineu foi atendido às pressas pela perda de sangue e depois dos exames foram feitos os curativos que eram necessários, mas naquele momento devia descansar.Então a porta mais distante do corredor se abriu com um rangido e Philipe saiu cabisbaixo e sério com o rosto avermelhado. Encarou-nos de longe e veio em nossa direção. Parecia abatido e magoado.

—-Fineu disse que quer vê-lo. – ele me olhou rapidamente ao passar. Levantei-me prontamente para ir ao quarto e ele parou. — Não hoje. Ele precisa descansar.

Depois o menino de cabelos bagunçados continuou pelo corredor sem mais nenhuma palavra. Philipe estava estranho, não o estranho de sempre um estranho diferente do que ele é todo dia e a todo o momento.

Os outros dois no banco se entreolharam também sem saber o que aconteceu. Voltei a sentar e Yan continuou a dizer dos outros: Flecher teve o osso trincado pelo tiro, mas ia ficar bem. Ele e Beatrice foram diagnosticados com cansaço excessivo e estavam em um sono induzido para se recuperarem.Jalaska iria ficar bem, após uma cirurgia para retirar estilhaços e remendar melhor os cortes. Derek era o caso que tornava a nossa ação a pior que já tivemos.Após receber todos os procedimentos para amenizar os ferimentos internos ele continuava sem acordar, e nenhum dos exames mostraram o por que dele continuar no estado de coma.

Depois de saber de tudo isso eu me sentia mal. Tinha trazido a maioria para aluta e,apesar de meus avisos, não fiz nada para deixa-los bem. Quanto a Flecher, eu não entendia como ele podia ter levado um tiro. Ele sempre saia ileso de tudo, sabia se esquivar e estava sempre atento nas batalhas. Provavelmente foi minha ação de trazer todos que o perturbou.

–—VamosDestiny.Suas irmãs querem te ver. – disse me levantando do banco. A ruiva arregalou os olhos ao se lembrar delas e já estava de pé.

—-Yan, você vai ficar aqui sozinho?

—-Sim. — disse ele com um sorriso forçado. — Ainda posso aguentar isso. Se você puder voltar amanhã, ficaria feliz. — concordei. Ele tinha o padrasto e mãe, mas eles não sentiriam falta dele. -Qualquer coisa eu aviso.

Enquanto andávamos pelo corredor a expressão de Destiny mudou. Provavelmente pensando em como as irmãs iam querer saber de tudo durante a noite.

Encontramos Philipe sozinho deitado em um banco na área que tinha as maquinas de refrigerante e lanches.

–—Você esta bem?- perguntei.

Ele levantou o braço que impedia a luz de atingir seus olhos rapidamente para me ver e começou a resmungou qualquer coisa os cobrindo novamente.Continuava falando e eu não entendia nada, pois fala baixo e contra o braço. O interrompi:

–—Sei... Bom, estamos indo para casa. Vai ficar aqui com seus primos?

–—Não!- disse ele mais claramente ao saltar do banco. — Eu vou com vocês. — secou o rosto e seguiu para os elevadores na nossa frente.

Notas finais
Carro Dukan: http://carplace.virgula.uol.com.br/wp-content/uploads/2014/01/mercedes-sls-amg-electric-drive-01.jpg Olá, Então capitulo xarope, não? Mas não dava para simplesmente não o escrever, seria um buraco. E é uma peça para os dois capítulos a seguir. Que por questão ainda não são ligados diretamente ao Fato desta Saga. (o que seria algo para poder descarta-los e ir direto a ação, mas quero dar um tempo para os personagens, para mim e para vocês. Como algumas leitoras sugeriram.) Os comentários são ótimos e divertidos. Amo que os deixa. (E quem não, amo da mesma forma, só de poder imaginar que esse mundo vive e acontece em você que imagino que exista). Obrigada por deixarem suas opiniões e sugestões e me fazer companhia. No proximo: ai sim, o drama surge... (se é que eu consegui expor meu lado dramático em texto) Até lá. Sucesso a todos. =^.^=