Filha da Fama

41 Boyfriend & Girlfreind


Notas iniciais
GENTE EU ENDOIDEI QUANDO VI QUE ISSO TINHA VOLTADO ATÉ AGORA TO TREMENDO QUE EMOÇÃÃÃÃÃÃÃÃO

A festa na casa do meu pai já tinha começado. Para minha felicidade, Jessica tinha ido passado o Natal com sua família, ao menos fora isso que ela havia dito.

Como havia muitas crianças na festa, tivemos que fazer um Papai Noel, que era o tio Eric. Não teve outra: todos zoando com o pobre homem, e o bom velhinho também zoou. Chamou todos para sentarem-se no seu colo, inclusive eu. Ganhei o livro Romeu e Julieta e Vampiros que tanto queria. Houve também o amigo oculto, que eu havia tirado meu avô e meu pai havia me tirado, dando-me um Iphone 6.

Estava dando cinco e meio da manhã quando começaram a se recolher. Eu observava a claridade despontar entre as montanhas quando ouvi o barulho de um carro estacionando. Sorri e fui abrir a porta para que Justin não precisasse apertar a companhia.

Me recebeu com um beijo cheio de saudade e ternura, me empurrando até cairmos no sofá rindo.

– Desculpe só chegar agora, não pude sair mais cedo. – desculpou-se ele, sem sair de cima de mim.

– Tudo bem. Agora me deixe ir lá ao meu quarto pegar seu presente. – falei lhe ando um selinho e saindo debaixo dele. – mas você tem que prometer que vai ficar de costas e olhos fechados.

– Está bem. – falou ele, revirando os olhos e virando-se de costas.

Corri até o quarto e peguei o presente com cuidado e controlando-me. Antes de voltar à sala, verifiquei se ele estava olhando, e não estava. Aproximei-me dele.

– Pode se virar e abrir os olhos. – falei, contendo a animação. Ele se virou e abriu os olhos.

– Meu Deus, o que será?! – ele brincou ansioso, pegando nos braços o minúsculo filhote de bulldog com um laço vermelho no pescoço. Tirou a fita e fez uma adorável expressão de surpresa e felicidade, realmente como uma criança que ganhou o que queria de presente.

– Que nome vai dar à ele? – perguntei, maravilhada com a cena de Justin brincar com o cachorrinho.

– Unh… Zig! – ele falou, depois de olhá-lo criticamente. Depois o pôs no chão, virando-se para mim. – também tenho um presente para você.

– Oh Deus, o que é? O que é? O que é?1 – perguntei pulando no sofá. Ele riu.

– Feche os olhos. – pediu e eu os fechei. Tentei saber o que era pelos sons que ele fazia, mas não consegui, então só me restou esperar. – pode abrir.

Quando os abri, Justin segurava uma caixinha de veludo negro aberta. Dentro dela, havia um anel de diamantes e ouro branco. Delicado, lindo, intimo. Eu estava boquiaberta, encantada.

– Você quer namorar comigo? – ele perguntou, convicto e gentil. Mil fogos de artifícios explodiram dentro de mim, a sensação de felicidade intensificada pela surpresa.

– Sim!! – respondi, sem esconder alegria e pulando em cima dele. O beijo tinha uma nova perspectiva. Era o mesmo sabor, só que mais gostoso, mais… viciante. Ele era intenso, apaixonado.

– E aqui está o seu anel. – disse ele, pegando a minha mãe esquerda. Colocou o anel delicadamente no anula e depois o beijou. – e se quer saber, também tenho um anel para mim, e também tenho outro presente para você.

– Deixe pra depois. – falei, levantando-me. – você quer ir para o meu quarto ou quer ficar aqui?

– Prefiro ir pro seu quarto, a sala está começando a girar. Vem Zig! – falou ele, pegando-o no colo. Não pude deixar de pensar em que ele seria como nosso… filho.

Ficamos deitados, brincando com Zig e conversando, observamos o sol sair dentre as montanhas. Estava com muito sono, mas não dormiria enquanto pudesse desfrutar da companhia e atenção de Justin.

– Nossa, já está tão tarde! Tenho que ir. – falou, sentando-se vacilante na cama.

– Você não vai a lugar nenhum desse jeito, vai ficar aqui. – ordenei, deitando-o de volta na cama.

– Eu tenho que ir! – protestou, mas sem hesitar. Pus meu corpo sobre o dele e me inclinei para ele.

– Mas não vai. Você sabe como eles pegam no seu pé quando está dirigindo, e não quero que você por uma vergonha. Vai dormir aqui e ir quando acordar, pode ser? – falei, o rosto colado ao dele, olhando fundo em seus olhos mel-esverdeados, que não se desviaram dos meus. Incrível como aquelas íris me puxavam para si com mais força do que a correnteza em alto mar.

– Tem como negar uma ordem sua? – ele perguntou sorrindo, pondo uma mecha do meu cabelo para trás. Percebi que estávamos perto… muito perto…perigosamente perto.

– Não. – falei convencida, saindo de cima dele. – só não quero que se sinta obrigado a ficar.

– Não mesmo, você tem razão. E vai ser ótimo passar a noite aqui com você. – falou encantador. Dei-lhe um rápido beijo e fui trocar de roupa, tirar a maquiagem. Voltei e pulei na cama.

– Uau. – falou ele de repente.

– O que foi? – perguntei confusa.

– Você é linda sem maquiagem. – falou ele sorrindo. Sorri, pega de surpresa pelo elogio.

– Awn, obrigada por reparar. – respondi, deitando-me ao seu lado. Ele se sentou e tirou o tênis e a camisa, deitando novamente. Ficamos em silêncio um instante. – eu transaria com você agora, se não estivéssemos tão cansados e um pouco bêbados.

Ele se virou para mim e me olhou extremamente malicioso.

– Tem certeza? Eu sou um Gorilla, e posso transar a qualquer momento. – falou, fazendo-me rir.

– Mas eu não, pelo menos ainda não. Trate de dormir. – respondi sem perder o humor. – vai fazer igual aquela foto com a Jazmyn e dormir de boné?

Ele deu uma gargalhado e tirou o boné, jogando-o na estante.

– Boa noite, bons sonhos. – falei, apagando as luzes.

– Boa noite, durma bem. Eu te amo. – sussurrou calorosamente.

– Eu também te amo. – sussurrei de volta. Ficamos alguns segundos em silêncio.

– Isso não está dando certo. – resmungou ele, me puxando para o círculo de seus braços, apoiando minha cabeça em seu peitoral. – bem melhor. Acho que me viciei em você.

Dei uma pequena risada sonolenta, ajeitando-me em seus braços. O perfume dele me acalmava, seus braços me davam uma sensação de segurança.

– Uma ultima coisa? – ele perguntou, me puxando de volta à sanidade.

– O que? – perguntei zonza.

– Quando eu te pegar, vou fazer você gritar loucamente. – ele sussurrou entre dentes, bem perto da minha orelha. Estava sonolenta, mas ainda conseguia dar uma resposta à altura.

– Não aceito nada menos que isso. – respondi, e lhe dei um beijo no peitoral. Conseguiu sentir tremores passarem por seu corpo, antes de cair na inconsciência.

Notas finais
Me mostrem se estão vivas, COMEEEENTEM FAMERS! Bjoo rarah