Notas iniciais
Oiiee, esse vai ser mais curtinho, pois estou postando dois cap no mesmo dia. Nao deixem de ler por favor! Boa leitura.

-Heitor?

-Sol? –perguntou ele

-Oque você esta fazendo aqui? –perguntamos juntos

-Eu perguntei primeiro. –dissemos juntos

-Para de me imitar. –dissemos juntos.

-Chega. –disse antes que ele

-Bom... não importa agora. Tenho que contar algo a vocês. –disse Quiron

Me sentei do outro lado da mesa. Ele começou contando que nossos pais... Heitor era filho de Hades, quase tive um infarto e fiquei assustada, como?... e que eles sao rivais, e nossas mães eram melhores amigas e quando elas descobriram que estavam gravidas nossos pais as afastaram e elas só se reencontraram no hospital quando estavam parindo a gente. E as duas ficaram no mesmo quarto.

E como os maridos delas tinham se mandado, elas voltaram a ser melhores amigas como foram desde a infância. E depois de 6 meses elas iam visitar a escola onde estudaram, pois queriam reviver sua infância, mas aconteceu aquele acidente que sonhei a noite.

Ele disse que éramos as crianças atrás e a mae dele era a que dirigia. E que era o primeiro dia de junho. E dizem que quando o primeiro raio cair as primeiras pessoas que se tocarem com qualquer tipo de sentimento que seja muito forte entre elas vão sofrer a profecia do raio de Junho. Eu não estava intendendo muito bem, mas...

O raio de junho é muito poderoso, se as primeiras pessoas se tocassem com o sentimento amor toda vez que tocassem novamente algum aquele dia ia se apaixonar, e o nosso foi de raiva, ódio... e bom, a tempestade explica isso. Toda vez vai haver uma tempestade, agora depende de nos da nossa raiva, se ela for muito forte alguém morre. E se não só destrói algumas coisa.

Mas ele disse que afeta até o acampamento, nunca chove no acampamento, pois ele é protegido e quando nos tocamos chove no acampamento. E as plantas morrem. E as ninfas ficam bravas, mas não é nossa culpa... ou é. Mas enfim. Temos que ir encontrar o antidoto para isso, antes que exterminamos tudo que a na terra.

Só que não é assim tão fácil. Vamos ter de atravessar o pais inteiro praticamente. E também vamos enfrentar muitas coisas, não podemos usar nenhum transporte aéreo. Pois Zeus não gosta de Hades então Heitor não poderia viajar e nos não podíamos nos afastar e nem nos tocar.

E além de tudo isso cada vez que nos tocamos perdemos um dia de vida. E basicamente se eu ia morrer aos meus 100 anos, só teria mais 2 meses de vida.

Como é maio vamos ficar no acampamento trinando e partiríamos junho, e teríamos que voltar, pois o antidoto só funciona em junho. E se não chegarmos a tempo o iriamos morrer.

Eu não prestei muita atenção no que ele falou, só uma parte, “quem estava dirigindo era a mae de Heitor” e o resto foi tudo “bla bla bla”. Comecei a lembrar novamente de nós duas falando que éramos parecida, uma lagrima escorreu pelo meu olho, e eu não sei da onde tirei tanto ódio e força.

Levantei-me e joguei Heitor no chão.

-Tais maluca? –perguntou ele

Puxei sua blusa, o levantando e depois o joguei em direção a porta, e como ela estava fechada acabou quebrando. O rosto dele era de assustado.

-Vou morrer sabia? –disse ele

Nem escutei comecei a lhe dar tapas e mais tapas. E uma tempestade começou a se formar.

-Parem! Parem! –gritava Quiron

-Não, não deixe eles. –disse Sr.D

Todos no acampamento estavam presenciando aquela sena. Eu queria mata-lo. Parecia que assim podia passar um pouco da minha raiva.

Todos gritavam para nos pararmos, mas Sr. D queríamos que continuássemos. Como se quisesse se livrar da gente, assim poderíamos morrer e nos mesmo seriamos os culpados.

-Pare! Não temos muito tempo de vida. –disse Heitor

Eu distribuía tapas, e ele tentava me segurar, mas dava um jeito de me soltar. Ele começou a correr e eu fui atrás. Ele ficava olhando para trás e esparrou na mesa de armaduras, ele pegou uma espada e um escudo. E eu um arco, foi isso que vi primeiro.

Comecei a atirar, mas ele se protegia com o escudo. Eu não estava mais conseguindo enxergar de tantas lagrimas.

Todos saíram correndo para seus chalés, pois tinha começado a tempestade. Eu não me preocupei com os pingos d’agua que caiam do céu.

-Não é culpa minha. –disse ele. –Vamos morrer, será que você intende?

-HAHAHA. Intendo, por isso mesmo estou fazendo isso. –disse

Eu não estava mais conseguindo me controlar, não era eu. Eu queria parar e ao mesmo tempo mata-lo, mas sabia que morreria.

Ele conseguiu quebrar meu arco e estava vindo em minha direção, Douglas que não tinha saído dali, jogou uma espada para mim e eu consegui me proteger dele.

Ele largou suas armas.

-Vamos, me mate. Vamos acabar com isso logo. –disse ele

Eu soltei meu arco, não tinha mais forças. Fui em direção a ele e comecei a dar socos no seu peito. Ele também já estava fraco e caímos no chão, mesmo assim não parei de bate-lo, mas era tão fracos meus socos que ele nem estava incomodado.

-Sua mae matou minha mae. –repetia enquanto chorava e batia nele.

Ele jogou-me ao seu lado e depois prendeu minhas mãos.

-Deu. Vamos morrer, e minha mae não matou a sua. Temos que parar com isso, vamos fazer o que foi pedido e deu. –disse ele

Ficamos em silencio.

-Entendido? –perguntou ele

Não falei nada, só concordei com a cabeça. Ele se levantou e me ajudou. Depois fomos para nossos chalés.

Pude desabafar com meus irmãos. Quando a tempestade passou tínhamos de treinar. E todos no acampamento esperavam que fossemos punidos. E fomos, tínhamos de limpar as armas todos os dias.

Notas finais
O que acharam? Comentem, beijoss.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.