Filha De Apolo- A Profecia Do Raio De Junho
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Meu nome é Sol Belvedere.
Tenho doze anos de idade. Sou órfão... Estou la no reformatória desde meus 6 meses, eles não falaram muito da minha vida, não falaram nada, praticamente. Ele fica em San Antonio, no Texas.
Só sei que minha mae morreu de parto, e eu fiquei no hospital mais ou menos 2 meses para ver se alguém da família ia me encontrar, depois fiquei na casa de uma enfermeira, e logo fui para o internato.
Estudo no orfanato mesmo. Tenho 2 amigos, a Vicky, e o Jake. Todos os dois também não sabem muito de seu passado e chegaram aqui 2 meses depois que eu.
Ah e Heitor, o cara que eu mais odeio no mundo. Ele chegou aqui junto comigo, no mesmo dia. Temos a mesma idade.
Brigamos varias vezes ao dia, e toda vez que brigamos tem um tempestade horrível, até mesmo quando nos tocamos. Parece que o céu sente nossa raiva, e ao mesmo tempo a suga e a forma em tempestade.
Mas acho que isso é só o acaso.
Falando um pouco de mim, não sou la tão bonita, tenho cabelos loiros ondulados e olhos cor do céu, azul, obviamente. Sou bem pálida. Sou bem extrovertida, só
fico
tímida quando percebo que alguém fica me observando de longe.
Falando nisso, tem um cara chamado Grover, ele vem sempre ali no orfanato, ele pensou em adotar uma turma de crianças, mas então ele pediu para cuidar de todos nos. Ele usa muletas, e bem desengonçado. Usa calças largas e uma camiseta laranja, lisa. O mesmo tênis de sempre, um preto com listrar brancas.
Ele é bem amigo de todos nos (todos que citei). Até com Heitor ele se da bem.
Heitor gosta de ficar isolado, não fala com ninguém a não ser com Jake e Grover. Ele é bem revoltado, ainda acredita que seu pai ira busca-lo. Sei la, talvez venha, mas acho que vai demorar bastante.
Ele tem um aspecto sombrio. Ele possui pele gélida, o olhar profundo, como de um morto. Tem cabelos pretos, comprimento até dois dedos abaixo da orelha, e uma franja desajeitada de lado. Usa sempre preto.
Enquanto estava distraídas nos meus pensamentos Vicky, estava gritando ao meu lado. Ela não é bonita, é linda para todos olharem para ela, do tipo impossível de tirar os olhos. Seus cabelos são castanhos, são extremamente lisos e crescem muito rápido. Todos dizem que ela possui um corpo escultural, eu concordo. Ela possui uma pinta no pescoço, é sua marca.
Ela é sedutora e gosta de receber olhares, diferente de mim, e se preocupa de mais com a aparência. Ela se apaixona fácil, e obvio que já esta apaixonada pelo Jake. As vezes ela é arrogante e metida, mas mesmo assim é uma ótima pessoa.
–Sol! Vamos! –gritava ela.
–Claro, claro. Levantei-me da cama, coloquei uma roupa e fui para o refeitório. Logo de manha cedo esbarrei-me com Heitor.
–Olha por onde anda, menina. –disse ele
–Cale a boca, você que esbarrou em mim. –retruquei.
–Vamos parando. –disse Grover ficando no nosso meio. –Não quero que chova de novo.
O orfanato inteiro disse que quando nos tocamos da uma tempestade, é só uma brincadeira, nada concreto, que possa ser afirmado. Mas Grover leva isso a serio.
Sentei-me junto com Vicky, ela não parava de olhar para o Jake e morder os lábios, ela era meio atiradinha, mesmo sendo mais nova que eu.
–Vamos parando. –disse
Ela voltou a olhar para a comida. A comida não era a da mais boa, mas já estávamos acostumados.
A tarde veio uma das melhores noticias da minha vida, serei adotada. Ah e o dia escureceu novamente, e esta tendo uma tempestade horrível.
Fui para frente do orfanato, a mulher que ficava encarregada de arrumar minhas mala já tinha feito isso. Agradeci muito. Quando cheguei la na frente encontrei Heitor, Vicky e Jake.
–Vamos ser todos adotados. –disse Vicky animada.
–WOW! –disse
–Pois é, nem acredito que vou sair daqui. –disse Jake.
–Vocês vão para onde? –perguntou Vicky.
–Eu vou para Manhattan, fica a 27hr daqui. –disse Jake
–Eu vou para vou para Hollywood, fica a... –disse Vicky
–22hr e 34m. –disse Heitor.
–isso. –disse Vicky e sorriu.
–Eu vou para Itália. Fica bem longe daqui. –disse Heitor.
–Eu não vou sair daqui do Texas. –disse
Logo o carro de Heitor chegou, saiu um homem, vestido de terno preto, sapatos brilhosos e pretos. Cabelo bem arrumado de lado, e com uma maleta de mão, também preta.
–Heitor... Vou te levar para a Italia, trabalho para o Sr. E Sr.Vicenti. –disse o homem.
–Ok. –disse ele timidamente.
–Tchau. –disse Jake
–Tchau, cara. –disse ele entrando no carro preto e comprido.
Logo chega o meu carro. Ela cinza, ela bonitinho. Saiu dele uma mulher com cabelos extremamente lisos e castanhos, lindos. Olhos castanhos também. As roupas eram simples, bem do jeitinho que eu gosto, roupas confortáveis.
–Oi, querida, serei sua nova mae. –disse ela
Eu nem sabia o que dizer, ela gesticulou que a abraçasse, e foi o que fiz. sua pele era macia, e cheirava como rosas. Não consegui controlar minha alegria e deixei que uma lagrima caísse.
Despedi-me de meus amigos e fui. Ela falava calmamente comigo, como uma linda melodia.
Logo entramos no meio do mato, perguntei onde estávamos indo, ela disse “ para casa”. Muito tempo depois avistei uma linda casa feita de madeira, janelas brancas, a casa por fora crescia flores e folhas por toda a parte, era magnifico.
Quando chegamos fomos recebidas por um grupo de meninas, novas, mas não da minha idade, aparentavam ter 17 e 18 anos.
–Entre. –disse a mulher. –Desculpa, mas não me apresentei sou Diana.
–Ah, Diana.
Entramos, as meninas eram bem receptivas. Todas elas vestiam camisa branca e calça de camuflagem. Um bando de lobos brancos circulava em torno dos seus pés, e muitas das garotas tinham falcões de caça nos braços.
–Oi. –disseram todas juntas.
–Oi. –disse, acho que elas são caçadoras, obvio, né.
Elas foram se apresentando, se chamavam Ericka, Pandorye, Susan, Sue, Delphine, Nina, Erin, Alicia, Lynn, Becca, Ashley, Alexis.
Elas falaram que eram caçadoras, eu não estava com medo, só um pouquinho, de não conseguir me adaptar.
Diana me mostrou meu quarto, tinha uma janela grande e debaixo dela tinha uma cama de solteiro, um armário logo a frente. Do outro lado tinha uma mesinha com canetas, lápis e folhas brancas. Tinha um violão ao lado. (eu amo tocar violão)Um espelho comprido atrás da porta.
–Obrigada. –conseguir dizer.
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