Notas iniciais
Olha eu aqui de novo postando mais um cap da fic !!!!!!!!! E então como vão vocês? Espero que bem... Sem muita enrolação porque eu sei que vocês querem e ler o cap então espero que gostem e nós falamos lá em baixo nas notas finais...

Estava na minha editora em Nova York, já faz oito meses que assumi de volta a cadeira da presidência da minha Editora. Kate que estava no meu lugar há dois meses tirou licença maternidade sem prazo de volta a trabalha há um ano ela encontro um cara no Brasil ele se chama Elliot e eles ficaram juntos, mantiveram conta mesmo e parece que dois meses depois minha amiga apareceu grávida.

Elliot e Kate estavam morando aqui em Nova York, mas parece que Elliot vai teve que volta pra Seattle ele está querendo abri sua própria empresa de construções e como ele não quer deixa Kate principalmente nesses últimos meses de gravidez eles vão viajar juntos e não sabem quando voltam pra Nova York. Sou tirada dos meus pensamentos pelo toque do meu celular.

–Ana Steele...

–Oi Steele, já almoçou? Estou naquele restaurante italiano perto da editora e pensei que poderíamos almoçar juntas antes de eu viajar pra Seattle. –Diz Kate ao telefone.

–Tudo bem, já estou indo. –Pego minhas coisas e aviso a Hannah que estou saindo pra almoçar. Nem preciso pegar táxi, já que o restaurante fica a um quarteirão dali então posso ir andando. Assim que chego ao restaurante falo com a recepcionista e ela me guia até a mesa que Kate estava me esperando.

–Muito gentil de sua parte não me espera... –Falo quando chego à mesa e vejo que ela já estava comendo uma gororoba.

–Oi Ana, desculpa não ter esperando, mas e que eu tive desejo de comer cebolas fritas com muito queijo e sabe como e desejo de grávida...

–Tudo bem.

—Gostariam de fazer o pedido, senhoras? —Interrompeu a garçonete.
— Dê-nos apenas um momento. —Disse Anastásia, e a garçonete apressou-se em servir outra mesa.

–Ana, a mãe do Elliot vai fazer um leilão de caridade no sábado e eu pensei que você pudesse vim, o que acha?

–Hum, não sei se terei tempo Kate... Não posso deixa à editora.

–A editora não abre aos finais de semana e você pode viajar na sexta-feira à tarde e volta no Domingo à tarde... anda vai ser legal.

–Tudo bem... vou compra as passagens e nós encontramos lá no sábado a noite.

–Melhor, Elliot e eu passamos no hotel aonde você vai fica hospedada e você pode vim com a gente pra festa.

–Ok. Agora chega de fala disso Kate. —Disse Anastásia de maneira firme. — Vamos voltar ao negócio principal que estávamos aqui. Comida. Vamos nos comportar como meninas más que somos e pedir algo que engorde? — Anastásia e Kate pegaram o cardápio e começou a lê-lo avidamente. — Meu Deus, esse cardápio e muito tentador! Faz meses que comi uma pizza. Uau...! Veja só! Tem torta de queijo com cobertura de morango de sobremesa. Droga! Sem dúvida que vou pedir isto. Com muito creme de chantilly.

–Ei vai com calma a grávida sou eu... –Elas rirem como o comentário de Kate.

–Bom, você pode eu vou fica no filé bem passado com salada, os meus desejos geralmente são muito calóricos da ultima vez que fui me consultar a minha médica falou que tinha engordado cinco quilos e até o ultimo mês posso engorda mais ainda. –Elas chamam de volt a garçonete que anota seus pedidos rapidamente e leva pra cozinha.

–Então Kate, quando Elliot vai te pedi em casamento? –Pergunta Ana.

–Não sei, mal tivemos um namoro e pulamos logo pra parte dos filhos, mas não me importo se algum dia ele vai ou não me pedir em casamento. –Kate faz uma careta de dor se curvando um pouco pra frente.

–Tudo bem com você Kate? –Pergunta Anastásia.

– Com exceção da azia e as ocasionais dores nas costas e quando essa menina chuta... E maioria das minha roupas nem estão mais cabendo em mim. Estou bem sim foi só ela chutando e tem vez que ela chuta muito forte. -Fala Kate tomando um pouco de água. –Meus pais mesmo não são casados legalmente e tem um casamento que já dura trinta e quatro anos.

–Meus pais se casaram muito novos e até hoje tiveram seus altos e baixos da relação mais continuam juntos. –Kate nem acreditava no que tinha ouvi o que Anastásia falou. Ana nunca falava dos pais e sempre que alguém toca no assunto ela logo fugia dele. Kate supôs que ela tivesse afastada da família ultimamente, a vida de Anastásia e muito agitada principalmente quando ela não está trabalhando na editora, está viajando pelo mundo visitando suas cinco sede da Ong Livros sem fronteiras. Kate sabia pouca coisa sobre a família de Ana, sabia que o pai dela era um ex-militar aposentado e a mãe era dona de casa e que eles moravam em Portland.

— Você se parece com seu pai ou com sua mãe? —Perguntou Kate, curiosa.
— Com os dois, na aparência. Mas na personalidade, sou mais parecida com meu pai... minha mãe de doce demais. Posso agir de maneira suave e doce, mas no fundo sou muito difícil na queda... — disse ela, rindo em seguida. — Mas você já deve ter percebido isso em nossos anos de amizade, não é?
— Com certeza que sim... — respondeu Kate, estarrecida. — Você joga duro em questões de negócios, mas tem seu ponto fraco. Já conheci pessoas extremamente difíceis e você pode acreditar em mim, Anastásia, que você não é uma delas. Para início de conversa, posso lhe dizer que uma pessoa assim não trabalharia tanto em prol da caridade.
— Mas este é meu único ponto fraco. — disse Anastásia com uma aparência triste e pensativa por um instante. — Crianças... Posso suportar quando a vida é impiedosamente cruel e injusta com os adultos. Mas não com as crianças. Elas não merecem este destino. Ainda mais quando não fizeram nada para merecer isso. Anastásia engoliu em seco pensando consigo mesma.
“Você não vai chorar, vai? Chorar não adianta nada. Chorar é coisa para os fracos e para os de coração partido. Você não é fraca e seu coração não está mais partido, Anastásia. Foi mais do que colado e nada o partirá novamente.”.

–Desculpa te deixa assim, posso entender como e isso... –Diz Kate. Anastásia se controlou para não rir dessa declaração. Como Kate poderia compreender? Sem ter passado por isso, ninguém seria capaz de compreender. Ver uma criança sofrer e morrer. Uma criancinha doce e inocente. Anastásia sim sabia o que e esperava que a amiga nunca passasse por isso, pois pode ser destruidor para uma pessoa.

— Vão fazer o pedido agora? — A garçonete se aproxima novamente perguntando.
— Sim... — respondeu Anastásia e pediu um hambúrguer de carne ao estilo americano com batata-frita e salada, uma torta de queijo com cobertura de morango com muito creme de chantilly e limonada.

–Pra mim um frango grelhado com salada cozida no vapor e um suco de laranja. –Perdi Kate e a garçonete anota o pedido.

–Não acha melhor pedir algo mais saudável...? Não quero que tenha um ataque do coação, aqui na vinha frente... –Elas riem.

–Não se preocupe, posso está comendo de tudo agora, mas amanhã estarei me matando na academia para perde todas essas calorias. — Sofro mais que um pouco. Sofro muito todo santo dia. E muito mais. -Tudo bem, vou mudar meu pedido então... por favor, traga o peixe do dia, grelhado, acompanhado de uma salada. Sem molho. E de sobremesa um sorvete light. Que tal...? — perguntou Anastásia a Kate que riu.

— Perfeito...

Notas finais
Então o que acharam do cap? O próximo promete um reencontro entre o Christian e a Ana. Não sei se vocês ficaram sabendo mais a tia E L James vai relança o 50 tons de cinza versão Grey, ou seja, o Christian vai narrar AH, AH.... Como disse no meu twitter vou vender m pedaço do meu fígado pra compra o livro kkkk... Comentem e me digam o que estão achando da fic ou do cap que postei. Favoritem e mandem suas recomendações meus amores... Beijos e até mais...