Notas iniciais
Esse, na verdade, era pra ser o segundo capítulo, mas acabei me confundindo e postei "Ignorância" antes, mas de fato não faz muita diferença.

Ao que tudo indicava para se tornar um sonserino era necessário ter algumas características básicas, dentre elas, é claro, o narcisismo parecia ser essencial.

Blaise Zabini não seria uma exceção à regra, afinal, isso seria pedir demais aos deuses.

Logo, o negro não se atava a pequenas demonstrações de modéstia, mesmo que inteiramente falsas, porque isso também seria pedir de mais.

Blaise andava como se fosse o Rei da Beleza (se não fosse, ao menos não ficava tão longe de o ser). Exibia-se sem medo e paquerava todo ser vivente que passava por seu caminho e sempre, para o desespero de Ron, que temia que o ego do Zabinni uma hora explodisse por conta disso, colhia bons frutos de seus jogos de sedução.

Entrementes, o que de fato irritava o ruivo, além da extensa lista de conquista e o supracitado ego gigantesco do sonserino, era que o maldito tinha todas as razões para se achar tanto, pois seria uma burrice monumental tentar negar que ele era muito bonito.

Estupidamente bonito, era o que Ron pensava.

E, para complicar mais ainda sua própria vida, ele, Ronald Bilius Weasley, era também um dos muitos que sofriam por conta daquela beleza em demasia e isso, os deuses deveriam odiá-lo, não passava despercebido pelo outro.

“Sei que é difícil não se abalar por minha beleza, ruivinho.”

Dizia com um sorriso malicioso na face, deixando o Weasley soltando fogo pelas ventas.

Maldito narcisista!

Notas finais
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