Ferias Dos Semideuses
3 Monstro no Cristo Redentor
Notas iniciais
Depois de voltarmos para o hotel a galera se arrumou e depois iriamos ao Cristo Redentor, aquela coisa aberta, que vejo em filmes, é grande, não vejo a hora de ir la.
Almoçamos e depois fomos. Chegando la tinha uma fila imensa, e não estava afim de esperar, então me concentrei e fiquei invisível, cutuquei Victor e ele fez o mesmo. Passamos pelos seguranças e depois nos afastamos deles, e acenamos para a galera, que começaram a rir.
Primeira coisa de errado que eu já fiz em toda a minha vida. Nossa estava me sentindo incrível e ruim, não sabia se ficava feliz por ter feito algo diferente ou se triste por ter feito algo muito errado.
Victor estava normal, como se já tivesse feito aquilo. Sem peso na consciência.
Depois a galera veio até nos, e ficaram falando da nossa cara de pau. Fomos até la em cima, e tinha um coração dentro do Cristo redentor, o toquei, e quando fiz isso escutei um rugido.
-O que foi isso? –perguntou Daniele
-Não sei, mas estava vindo da escada. –disse Heitor
Logo depois apareceu um tipo de monstro horrendo, algo que nunca tínhamos vido, nunca haviam nos comentado. Algo muito feio, os olhos da criatura eram cruéis, e para a nossa sorte não estávamos com nenhum tipo de arma.
Todos nos nós concentrando, Daniela fez com que raízes de plantas quebrassem os olhos do Cristo e prendesse a criatura, mas ela não estava muito concentrada e sim morrendo de medo.
Pedro fez com que agua inundasse o lugar quase afogando a criatura, mas tinha humanos ali. Isso não ia dar certo com eles la. Vicky, tentou encantar a criatura que ficou paralisada por 30 segundo e depois reagiu.
Hugo puxou as raízes que prendiam o pescoço da criatura e tentou estrangulara-la, mas não estava aguentando os puxões do monstro, fui correndo para onde tinham os mortais e pedi para eles descerem correndo.
Alice estava tentando pensar em alguma coisa, mas estava nervosa de mais para isso. Me aproximei da escada verifiquei que não tinha ninguém nela, e como ela era de madeira tentei quebra-la.
-Preciso de ajuda. –gritei
-O que você quer fazer? –perguntou Victor
-Quebrar isso.
Ele começou a puxar a escada e tirou um bom pedaço de madeira e com uma ponta muito pontuda.
-Uma criança. –apontei para uma menininha que presenciara tudo, chorando escondida em um cato. Victor saiu correndo em direção a ela e a abraçou.
-Rápido. –gritou Hugo quase sem forças
Joguei a madeira em direção ao monstro o acertando em cheio e fazendo com que ele virasse pó.
Victor ainda estava abraçado com a menina, e logo depois chegaram alguns policiais, falamos com ele, e ele colocaram a gente como “vitimas”, ótimo, amenos eles não descobriram o que a gente é.
Descemos, chegando la em baixo a família da menina correu em direção ao Victor, a pegou no colo e disse que tinha uma divida eterna com ele. Depois de anos pensando que Victor fosse seco, não tivesse amor, ele me provou o contrario.
Saímos dali e voltamos para o hotel, chegando la a gente descansou um pouco, a tarde compramos nossas passagens para o México, e depois Vicky e Victor foram conversar la fora, assunto particular, mas todos sabiam menos eu.
Reuni os meninos, e pedi que eles me ajudassem em um plano, reencontro de Victor e Julia. Isso seria ótimo para os dois. Pedi que eles conseguissem essa tarde o endereço dela com Victor, pois ele sabia onde ela morava, só não queria vela, não sei por que e nem consigo imaginar.
...
A tarde os meninos me entregaram o endereço, e então sai a procura dela. Espero que ela fale inglês.
Fui no tal endereço, uma casa pequena, mas bonitinha. Tinha um portão pequeno, o abri fui até a porta e bati. E eu mulher me atendeu, perguntei por Julia e ela disse que era ela mesma, nossa eu sinceramente não esperava que a mae de Victor fosse nova.
Ela me convidou para entrar, passamos a tarde conversando e no final ela chorou muito quando eu disse que Victor estava no Brasil, mas não queria vela. Mas disse que estava disposta em ajuda-la, e ela me agradeceu pacas.
Expliquei tudo que eu estava em mente, e ela concordou com tudo, tudo mesmo. Depois voltei para casa para ninguém desconfiar de mim.
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