Fera Inquieta
Fera Inquieta
Fera Inquieta
Há dentro de mim uma fera inquieta, pronta para o ataque certeiro a qualquer instante. Uma fera que grita, desesperada, a fim de assustar qualquer ser estranho que ouse se aproximar. Ela quer ser única, quer passar por cima de todos, destruir a todos que se encontrem por se caminho. Quer se sobressair, custe o que custar. E está disposta a matar, a destruir, a roubar e a cometer qualquer tipo de calamidade cruel.
Eu não sou essa fera, mas ela vive em mim. Eu não sou essa fera, mas, por vezes, ajo como se fosse. Eu não sou essa fera, mas confundo-me, frequentemente, com ela. Meu dever é controlá-la, sem me igualar a ela. Meu dever é controlá-la, sem que, para isso, eu precise matá-la. Devo sim controlá-la mas, acima de tudo, controlar-me.
Eu não sou essa fera, mas ela vive em mim. Eu não sou essa fera, mas, por vezes, ajo como se fosse. Eu não sou essa fera, mas confundo-me, frequentemente, com ela. Meu dever é controlá-la, sem me igualar a ela. Meu dever é controlá-la, sem que, para isso, eu precise matá-la. Devo sim controlá-la mas, acima de tudo, controlar-me.
Mayumi
Sinopse
Há dentro de mim uma fera inquieta, pronta para o ataque certeiro a qualquer instante. Uma fera que grita, desesperada, a fim de assustar qualquer ser estranho que ouse se aproximar. Ela quer ser única, quer passar por cima de todos, destruir a todos que se encontrem por se caminho. Quer se sobressair, custe o que custar. E está disposta a matar, a destruir, a roubar e a cometer qualquer tipo de calamidade cruel.
Eu não sou essa fera, mas ela vive em mim. Eu não sou essa fera, mas, por vezes, ajo como se fosse. Eu não sou essa fera, mas confundo-me, frequentemente, com ela. Meu dever é controlá-la, sem me igualar a ela. Meu dever é controlá-la, sem que, para isso, eu precise matá-la. Devo sim controlá-la mas, acima de tudo, controlar-me.
Eu não sou essa fera, mas ela vive em mim. Eu não sou essa fera, mas, por vezes, ajo como se fosse. Eu não sou essa fera, mas confundo-me, frequentemente, com ela. Meu dever é controlá-la, sem me igualar a ela. Meu dever é controlá-la, sem que, para isso, eu precise matá-la. Devo sim controlá-la mas, acima de tudo, controlar-me.
Notas adicionais
Escrito por
Mayumi
Classificação Livre
Livro em andamento
Publicado em 25 de jul. de 2013, 20:35
Atualizado em 25 de jul. de 2013, 20:35
1035 palavras
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