Felizes para sempre
1 Capítulo 1- No Trigal
Notas iniciais
Ferdinando chega com Gina ao trigal que os dois fizeram nascer, mas não foi só trigos lindos e grandes que nasceram ali, mas também o amor que um sentia pelo outro floresceu ali, juntamente com os trigos.
Gina estava vendada, se sentindo um pouco incomodada pela situação, e foi logo dizendo:
_ Ah, Nando! Acho que vou cair!
_ Carma Gina. Já chegamos. Agora vou tirar sua venda.
E assim, Ferdinando pôs suas mãos na venda que estava nos olhos de Gina e a retirou. Gina olhou a sua volta e viu uma cama, com lençóis brancos e azul, no meio do trigal da propriedade dos Falcão, seus olhos começaram a lacrimejar e foi em direção a cama, olhando sua volta, encantada com tudo.
Nando vinha em sua direção, também com os olhos lacrimejantes, segurou a mão de Gina e a levou para sentar – se na cama. Ferdinando olhava bem nos olhos de Gina ao dizer:
_ Gina ... Eu nasci pra lhe amar.
Gina sorri envergonhada e desvia o olhar. Nando percebe e decide mudar de assunto, para não deixa-la tão nervosa.
_ Sabe, Gina, teve uma coisa que eu não gostei no nosso casamento.
_ Araa! O que que ocê não gosto no nosso casamento?
_ O Padre. Ele não falou: “ Ocê já pode beijar a noiva”.
Gina riu e falou:
_ É verdade. Isso ele não disse mermo.
_ Então, não vamos perder mais tempo... Menininha.
Ao terminar a última frase começou a beijá-la no rosto, depois beijando-a na boca e em seguida deitou-a sobre a cama juntamente consigo, ela não deitou completamente em cima dela, mas deitou o suficiente para que continuasse beijando-a. Os beijos começaram a ficar mais intensos, Ferdinando colocou sua mão no enfeite que estava no cabelo de Gina para tentar tirá-lo, mas sem deixar de beijá-la, mas não deu muito certo, ele teve que interromper o beijo para que pudesse retirar o enfeite com as duas mãos.
Gina estava concentrada no beijo que nem havia percebido que ele estava tentando tirar o enfeite de seu cabelo, apenas quando Ferdinando interrompeu o beijo, pode perceber o que ele estava tentando fazer.
Então, quando enfim, conseguiu tirar o enfeite do cabelo da amada , deixando-os livres e soltos, voltou a beijá-la intensamente. Ele começou a segurá-la pela cintura, movimentando sua mão por toda a lateral do corpo dela e foi em direção ao zíper do vestido dela.
Gina percebeu a intenção do marido e interrompeu o beijo e o olhou meio encabulada, enquanto ele a perguntava.
_ O que foi, Gina?
_ Num sei, Nando... quer dizer... ieu sei o que temos que fazer na nossa primeira noite como maridu e muié, só que ieu estou com medo de fazer argo de errado, purque ieu sei que ocê já tem arguma experiência nesses assunto, ieu num sei nem como é que se faz isso tudo.
_ Ara, minha minininha, ocê não precisa ficar cum medo, ieu te amo, e o que vai acuntecer aqui hoje, vai ser a mior coisa do mundo tanto pra ieu quanto procê . Quanto a ocê achar que vai fazer argo de errado ieu lhe digo que não estou preocupado com isso, ieu entendo que é sua primeira vez, estou disposto a lhe ensinar tudo, ieu inté gosto da ideia de ser seu primero e único home, intonce não fique preocupada e lhe digo mais, tire essa ideia de que ieu tenho mais experiência,e por isso vou lhe julgar sobre algo, pense que apenas que as experiências que ieu tive foi apenas pra chegar aqui com ocê essa noite e lhe fizesse a muié mais feliz desse mundo pra sempre, SEMPRE, se ta me entendendo?
_ Sim. Disse Gina baixinho com os olhos lacrimejados.
_ Gina, ocê quer que ieu continue dispois, quando ocê tiver mais carma?
Gina respirou fundo e disse:
_ Não, Nando, ieu quero que ocê faça o que tem que fazer.
_ Ieu num vô fazer tudo sozinho, ocê também vai trabaiar e muito.
Disse Nando com sorriso malicioso no canto de sua boca e deixou Gina sem entender nada, pois ninguém conversara abertamente com ela sobre o assunto, apenas Juliana conversava alguma coisa com ela, mas não dava muito detalhe sobre o que fazer, como se comportar nessa hora, e agora Ferdinando dissera que ela também iria “trabalhar”, e algumas perguntas lhe surgiram em sua cabeça “O que ieu faço?”, “O que acontece?”, mas decidiu parar de pensar e se concentrar naquilo que Ferdinando iria fazer com ela.
Enquanto esses pensamentos à assombravam, Ferdinando a olhava apaixonadamente e ia acariciando seu rosto, descendo até seus ombros, braços , até que sentiu que ela voltou a se concentrar naquilo que estavam fazendo, pois ele a conhecia e sabia que aquele momento o pensamento dela, agora era só ele e naquele momento que era só deles.
Com esse sinal, Ferdinando começou a beijá-la, chegava cada vez mais perto dela e passava a mão por toda a lateral do corpo dela, até sua cintura, pois não queria assustá-la ainda mais. Voltou a por a mão onde estava até ser interrompido por ela, no fecho de seu vestido e no momento em que pôs a mão no início do fecho. Ele parou de beijá-la para ver qual seria a reação dela quando o abrisse. Ela o encarava sem piscar, ia apenas sentindo o fecho de seu vestido sendo aberto por ele, sentiu um arrepio por todo seu corpo e fez com que seu olhar desviasse do dele por um instante, até que ele voltasse a beijá-la, em seguida, a segurou pelo ombro e a fez sentar na cama a sua frente. Interrompeu o beijo novamente e pegou em sua luva direita e a tirou delicadamente e o mesmo fez com a luva esquerda, logo após, ele se levantou , estendeu sua mão para ela e prontamente ela a segurou, levantou-se e se pôs a frente dele, com a outra mão segurava a parte de cima do vestido que estava aberto e que estava escorregando de sue corpo. Nando chegou mais próximo dela e também segurou a mão que estava sobre o vestido, fazendo com que seu vestido escorregasse, expondo assim seu busto.
Ferdinando na mesma hora direcionou seu olhar para os seios da ruiva que eram pequenos, lindo e firmes. Enquanto isso, Gina ficava vermelha de vergonha por ficar tão imposta, só de calcinha.
_ Gina, ocê é tão linda, não imaginava que debaixo de toda aquela roupa, havia uma muié com esse corpo maravilhoso... disse Nando com uma voz rouca de tanta excitação em vê-la só de calcinha. _ que bom que ocê guardou isso tudo só pra ieu. Disse chegando perto dela e dizendo em seu ouvido.
Gina olhou para baixo nesse momento, tentando disfarçar a vergonha sobre as palavras de Ferdinando, porém achou algo volumoso dentro da calça dele e o encarou assustada. Ele entendeu o porquê daquela reação, a olhou e pronunciou baixinho.
_ Carma, não fique assustada.
Ela sabia o que aquilo significava, porém só tinha visto aquilo nos animais quando estavam acasalando, não sabia como era na relação homem e mulher, e logo se tranquilizou (dentro do possível).
Ferdinando levou as mãos dela até sua gravata e pediu que ela a irasse e então depois de se atrapalhar um conseguiu finalmente tirá-la. Depois, pediu para que tirasse seu paletó. Em seguida , pediu que desabotoasse e tirasse sua blusa.
Ela pensava “ ele quer que ieu tiro a blusa dele. Comu deve de ser o peito dele?” Mas logo foi interrompida de seus pensamentos por ele pedindo que ela tirasse sua blusa e ela prontamente levou sua mão em direção a gola da blusa dele e foi desabotoando um a um dos botões. Ela começou a ver a pele branca, o peitoral e o abdômen definido dele, ma continuava tirando a blusa do amado sem encostar um dedo no corpo dele. Quando terminou de tirá-la, pôde ver além do peitoral e abdômen, o braço forte dele.
Ele foi se aproximando dela para mais um beijo, mas não só com a intenção de beijá-la , mas queria sentir a sensação de estar encostando seu peitoral nos seios dela, sentir a pele macia dela sem aquelas roupas pesadas.
Gina sentiu seu corpo queimando e se arrepiando inteiro somente com o contato de seus corpos, até quando ele teve a brilhante ideia de prolongar o beijo até seu pescoço, o que a fez soltar um gemido involuntário, o que fez Ferdinando pegar mais fogo, fazendo algo que não queria fazer agora, que era por um de suas mãos em um dos seios dela, ela já estava tão entregue, que nem percebeu a carícia mais audaciosa que ele estava fazendo, porém soltava mais um gemido baixo.
Ele interrompeu o gesto, e decidiu que já era hora de ficarem nus, então se afastou um pouco e pediu para Gina.
_ Tira a minha calça agora, Gina.
Gina já nem estranhava mais, pois agora ela queria tanto quanto ele e foi rapidamente em direção ao botão da calça e a pressa era tanta, que até se enrolou com o botão da calça, e cada vez que mexia e mexia a calça, o excitava mais ainda, fazendo-o soltar um gemido baixinho, por isso não se propôs a ajudá-la a tirar a calça, até que depois de alguns segundos ela conseguiu desabotoar e abrir o zíper, e abaixando logo em seguida a calça até o chão.
Ele se aproximou dela, pôs a mão na borda da calcinha dela e a olhou como se quisesse uma aprovação que veio prontamente com os olhos dela se fechando, como forma de que queria sentir a sensação de ficar nua na frente dele. E então, ele foi abaixando a calcinha, olhando para as partes dela e obsevando toda a região a qual vinha cobiçando a tempos e não podia acreditar no que via, vê-la nua era melhor do que imaginá-la, pois nem em seus melhores sonhos eróticos com ela poderia imaginar tal visão de suas partes, “ela é linda, maravilhosa, perfeita...”, pensou. Se recompôs e se pôs a frente dela e falou:
_ Agora é a sua vez, meu amor.
O coração de Gina disparou, suas partes começaram a pulsar e umidecer de uma forma que jamais sentira, era algo novo e estranho, porém era maravilhoso e foi em direção a Ferdinando e fez o mesmo que ele, colocou a mão da cueca dele e o encarou até abaixar um pouco, até que sentiu algo se projetando para frente, duro e ereto em sua direção, ela direcionou seu olhar diretamente para aquela área, fixou seu olhar na região e permaneceu olhando até retirar a cueca e deixá-lo totalmente nu.
Ferdinando percebendo olhar dela em seu membro, sentiu seu corpo queimando somente com o olhar dela sobre aquela sua região, então não aguentou mais de tesão, agarrou-a e a jogou sobre a cama, fazendo ela dar um gritinho com o impacto com a cama e ele percebeu que teria que ir com mais calma para não machucá-la. Foi em direção a ela, que já tinha se ajeitado na cama se posicionando no meio dela, apenas o esperando.
Nando foi de encontro a ela, beijo-a fervorosamente , ia descendo seus lábios pelo queixo, pescoço, até chegar a um dos seios dela e uma de suas mãos em direção ao outro seio, ia fazendo movimentos com uma das mãos e dando uns chupões e mordidinhas no outro seio e ia alternando as caricias entre os seios, enquanto um estava na boca o outro estava entre seus dedos, esses movimentos faziam com que Gina desse gemidos cada vez mais frequentes, de acordo com que sua excitação aumentando. Ele decidiu abandonar momentaneamente a parte de cima dela e foi em direção a parte íntima dela, chegando a seu clitóris, colocou primeiramente seus dedos nele fazendo pequenos movimentos, depois foi com sua boca até lá e permaneceu fazendo os movimentos com a boca, lambendo, chupando e mordiscando, isso fez com que ela voltasse a dar gemidos cada vez mais altos e movimentando seu quadril com tamanha excitação, Ferdinando segurou seu quadril para que pudesse continuar com as carícias.
Ele parou, deitou-se ao lado dela na cama, queria que ela fizesse o mesmo com ele, então pegou seu pênis em suas mão e começou a movimentá-los de baixo pra cima e de cima para baixo, Gina olhava sedenta cada movimento dele naquela região, então ele disse:
_ Agora, você faça esse mesmo movimento com sua boca aqui, pur favor.
Então Gina segurou o pênis dele, e primeiro começou fazendo o mesmo movimento que ele estava fazendo anteriormente, então fez o que ele pedirá colocou sua boca, envolvendo-o com o calor de sua boca e fazendo os mesmos movimentos que a mão de cima pra baixo e de baixo pra cima, fazendo Ferdinando soltar gemidos entre cortados, que se intensificavam a cada vez que Gina aumentava a velocidade e intensidade dos movimentos. Nando, colocou sua mão na intimidade dela, enquanto ela continuava os movimentos nas partes dele, e cada vez que ela sentia seu prazer, dava um impulso maior no pênis dele o fazendo gemer junto com ela.
Come que por um impulso, jogou-a na cama e se pôs entre as pernas dela e decidiu que a faria sua mulher agora, porém sabia que tinha que ir com calma, pois era a primeira vez dele, e então olhou para ela e disse:
_ Meu amor, ieu vou fazer o que tenho que fazer, tudo bem procê?
Gina olhou para ele, e disse:
_ Tudo bem, estou preparada, pode continuar , meu frangotinho.
Essas palavras só fizeram Ferdinando ficar com mais fogo do que já estava, então pegou seu membro em mãos, começou fazendo movimentos no clitóris dela, a preparando para o que vinha a seguir, em seguida quando percebeu que ela estava preparada, posicionou o seu pênis na abertura dela e o introduziu lentamente, até encontrar a tal barreira que a fazia moça pura, sabia que aquilo podia ser dolorido, então decidiu dar um beijo nela, no mesmo momento em que romperia essa barreira, pensando que fosse possível amenizar a dor que poderia vir e o fez. Quando introduziu seu membro até rompê-la, a sentiu dar um impulso com o tronco e a cabeça em um gemido bem forte, que parecia um pequeno grito. Ele se preocupou, mas ela o segurou pelo pescoço e lhe deu um beijo apaixonado. Quando o beijo terminou eles se olharam, ela estava com os olhos lacrimejantes, ele ficou preocupado e então perguntou.
_ Ocê tá bem, menininha?
_ Tô sim, Nando, é que ieu to feliz.
Essa resposta fez Ferdinando continuar os movimentos de entra e sai que começara e cada vez mais, ia aumentando a velocidade e intensidade dos movimentos, e entre gemidos e mais gemidos de ambos, eles chegaram ápice de seu prazer juntos.
Ferdinando não quis sair da posição que estava, dentro de Gina, e também porque esta muito cansado, então apenas recostou sua cabeça no corpo dela, eles estavam ainda respirando ofegantemente e se deixaram descansar um pouco, e começaram a fazer os carinhos nas mãos um do outro como sempre faziam enquanto estavam namorando.
Depois de alguns minutos de descanso, Ferdinando retirou-se de dentro dela, deitou-se do lado esquerdo dela, de frente pra ela e ela de frente pra ele, ambos se olhando.
_ Ieu não imaginava encontrar por aqui o amor da minha vida, pra lhe falar a verdade, eu nem pensava em ficar muito tempo por aqui, até purque ieu sabia que meu pai jamais aceitaria ieu ter vortado engenheiro agrônomo. Mas sabe tudo isso me levou a ocê.
Gina a olhava sem entender a última frase do amado, mas gostou da declaração inicial do amado e abriu um largo sorriso.
_ Como assim, Nando? Te levou pra ieu?
_ Sabe menininha, é nessas horas que a gente vê Deus fez tudo certo. Se ieu não tivesse me formado engenheiro agrônomo, meu pai num tinha me colocado pra fora de casa, num tinha ido morar na vossa casa, num tinha talvez me apaixonado por ocê e não haveria de ter hoje o melhor dia de minha vida inté agora, purque sei que ieu vô ter muitos dias felizes ao vosso lado, menininha.
Gina sorriu para ele com os olhos cheios da lágrima e não conteve uma brincadeirinha.
_ Ata, intindi. Intão foi culpa de ocê ter vortado formado engenhero gronomo que fez virar minha vida de cabeça pra baixo. Antes de ocê ir morar cum nós, ieu nunca que tinha reparado em ninhum arguem du jeito que ieu reparei em ocê, e isso me deixava cum argum medo doce, ieu nunca que gostei de nunhum arguem e ai ocê veio cum aquelas coisas que me deixava cum medo doce.
_ Medo d’eu?
_ Sim. Ocê me fazia sintir coisas que ninhum arguem me fez sintir, ieu num sabia o que era isso, me dava medo, toda vez que ocê chegava perto d’eu.
_ Agora ocê não sente mais medo d’eu, né?
_ Agora não, frangotinho, se ieu sentisse medo doce ieu num tinha me casado cocê, i ieu hoje sei o que era aquilo tudo e num tenho mais medo.
_ Ah é, então o que era?
_ AMOR, ieu num sabia o que era tudo aquilo que ieu sintia toda vez que ocê chegava perto d’eu, mas agora ieu sei que é amor, mas ocê me mostrô.
As palavras de Gina fizeram os olhos dele encherem de lágrimas, pois sempre quis ouvir de Gina essa declaração de amor.
_ Ieu gostei muito do que ocê disse, e ocê pode ter certeza de que ocê num vai se arrepender de ter me escolhido para ser seu maridu, purque ieu lhe prometo te fazer feliz do mesmo jeito que ocê ta me fazendo hoje.
Ferdinando a puxo para perto de si e recostou a cabeça dela em seu peito, e quando ela encostou sua cabeça no peito dele pôde sentir o coração dele batendo fortemente e como uma música de dormir, ela pegou no sono em seguida e Ferdinando percebendo que a ruiva havia dormido, decidiu fazer o mesmo, mas antes, deu um beijo na testa da amada e disse baixinho.
_ Boa noite, minha menininha linda, ieu te amo.
Fale com o autor