Notas iniciais
E ai gente :) eu sou a Thaina e ta na minha vez de escrever

Luce

Bem, agora que vocês já sabem da minha fama acho que entendem como me sinto: vida nova, pessoas novas é eu odeio mudanças.

Ágata me contou qual escola começaríamos a frequentar, e seria depois de algumas semanas. Arrumamos nossas coisas as pressas e no dia seguinte já estávamos mudando.

Nosso carro na frente e o caminhão atrás.

— Mãe....Qual é a cidade que vamos morar? — perguntei.

— Logo, logo você vai saber-dizia ela.

— Mãe...Me responde — ela não disse nada ,mas eu continuei — Mãe, mãe, mãe, mãe, mãe, mããããeeeeeee!!!!!!!

— Ah é para uma cidade onde moram Americanos e Coreanos! Agora me deixa dirigir pela mor de Deus!!!

— Oxi mulher só fiz uma pergunta.

Ela parecia se segurar para não tirar as mãos do volante e me dar um soco.

— Mãe como essa cidade se chama?- dessa vez Ágata que perguntou.

— Se chama Frank querida — ela disse calma.

— O que? Frank Stein? E isso é nome de cidade? — falei

— É só Frank sua idiota — dizia Ágata

-Tá bom sabe tudo! — eu não sabia mais o que dizer então fiquei quieta até chegarmos na nossa nova casa.

Depois de que parecia séculos finalmente chegamos na nova casa, era linda e grande.

Eu e Ágata entramos correndo na casa para escolhermos nossos quartos, subimos as escadas e corremos em lados opostos para procurarmos um quarto grande. Por sorte o meu era mas tinha um problema... Ele era todo rosa! Tá um rosa fraco ainda aceito, mas, um rosa muito muito rosa... Era insuportável.

— Ah!!! É a visão do inferno. — Eu gritava desesperada.

Minha mãe subiu as escadas e veio até mim.

— Minha querida você está bem?

- Mãe olha esse quarto.

— Eu adorei.

— Então fica com ele.

— Tá bom. Fica com o que está no fim do corredor. — Antes dela terminar eu já sai correndo.

Entrei no outro quarto e era branco, parecia ser maior que o outro.

— Vai ficar com esse Luce?- perguntou Ágata chegando atrás de mim.

— É quase morro vendo o outro e o seu que cor é?

— Preto.

— Sua... Sortuda!

— Vamos sair, as pessoas estão trazendo nossos móveis se ficarmos aqui só vamos atrapalhar.

— Ok.

Fomos dar uma volta pela cidade e um garotinho estava correndo com muito medo ele bateu em mim e caiu no chão.

— Que foi pirralho? — eu disse.

— Luce, é só uma criança. Vamos menino conte o que aconteceu?

— Ele quer roubar meu brinquedo, por favor segure-o enquanto eu fujo! — Disse o menino e saiu correndo de onde tinha vindo deixando seu brinquedo.

— Ei menino! Por ai não! — disse Ágata

— Vamos atrás dele. — Falei enquanto pegava o brinquedo.

Então fomos correr atrás do garotinho. Vimos ele parar em uma casa e não saiu do lugar, diminuímos o passo e começamos a caminhar.

De dentro da casa saiu um cara velho rechonchudo, careca e parecia doido ir na direção do garotinho.

— Papai — dizia o menino — Elas pegaram o meu brinquedo! — e apontou para nós.

— Ei! — Disse o homem e começou a vir na nossa direção.

— Seu capetinha! — Exclamei.

O garotinho deu um sorriso diabólico. Sem pensar joguei seu brinquedo que era um carrinho e acabei acertando a cabeça do velho.

— Foi mal gordão! — Falei e percebi que ele ficou mais furioso começou a correr e a gente também.

Chegamos em casa e entramos no meu quarto já com as minhas coisas.

— Será que ele vai vim?- perguntou Ágata.

— Acho que não, ele é gordo demais para chegar aqui hoje — depois que eu disse isso, olhamos uma para a outra e começamos a rir sem parar.

Depois de um tempo cada um foi para seu quarto pensando no seu primeiro dia na nova cidade.

Notas finais
E ai o que acharam? Comentem