Felicidade Envolve Loucura
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Luce
Bem, agora que vocês já sabem da minha fama acho que entendem como me sinto: vida nova, pessoas novas é eu odeio mudanças.
Ágata me contou qual escola começaríamos a frequentar, e seria depois de algumas semanas. Arrumamos nossas coisas as pressas e no dia seguinte já estávamos mudando.
Nosso carro na frente e o caminhão atrás.
— Mãe....Qual é a cidade que vamos morar? — perguntei.
— Logo, logo você vai saber-dizia ela.
— Mãe...Me responde — ela não disse nada ,mas eu continuei — Mãe, mãe, mãe, mãe, mãe, mããããeeeeeee!!!!!!!
— Ah é para uma cidade onde moram Americanos e Coreanos! Agora me deixa dirigir pela mor de Deus!!!
— Oxi mulher só fiz uma pergunta.
Ela parecia se segurar para não tirar as mãos do volante e me dar um soco.
— Mãe como essa cidade se chama?- dessa vez Ágata que perguntou.
— Se chama Frank querida — ela disse calma.
— O que? Frank Stein? E isso é nome de cidade? — falei
— É só Frank sua idiota — dizia Ágata
-Tá bom sabe tudo! — eu não sabia mais o que dizer então fiquei quieta até chegarmos na nossa nova casa.
Depois de que parecia séculos finalmente chegamos na nova casa, era linda e grande.
Eu e Ágata entramos correndo na casa para escolhermos nossos quartos, subimos as escadas e corremos em lados opostos para procurarmos um quarto grande. Por sorte o meu era mas tinha um problema... Ele era todo rosa! Tá um rosa fraco ainda aceito, mas, um rosa muito muito rosa... Era insuportável.
— Ah!!! É a visão do inferno. — Eu gritava desesperada.
Minha mãe subiu as escadas e veio até mim.
— Minha querida você está bem?
- Mãe olha esse quarto.
— Eu adorei.
— Então fica com ele.
— Tá bom. Fica com o que está no fim do corredor. — Antes dela terminar eu já sai correndo.
Entrei no outro quarto e era branco, parecia ser maior que o outro.
— Vai ficar com esse Luce?- perguntou Ágata chegando atrás de mim.
— É quase morro vendo o outro e o seu que cor é?
— Preto.
— Sua... Sortuda!
— Vamos sair, as pessoas estão trazendo nossos móveis se ficarmos aqui só vamos atrapalhar.
— Ok.
Fomos dar uma volta pela cidade e um garotinho estava correndo com muito medo ele bateu em mim e caiu no chão.
— Que foi pirralho? — eu disse.
— Luce, é só uma criança. Vamos menino conte o que aconteceu?
— Ele quer roubar meu brinquedo, por favor segure-o enquanto eu fujo! — Disse o menino e saiu correndo de onde tinha vindo deixando seu brinquedo.
— Ei menino! Por ai não! — disse Ágata
— Vamos atrás dele. — Falei enquanto pegava o brinquedo.
Então fomos correr atrás do garotinho. Vimos ele parar em uma casa e não saiu do lugar, diminuímos o passo e começamos a caminhar.
De dentro da casa saiu um cara velho rechonchudo, careca e parecia doido ir na direção do garotinho.
— Papai — dizia o menino — Elas pegaram o meu brinquedo! — e apontou para nós.
— Ei! — Disse o homem e começou a vir na nossa direção.
— Seu capetinha! — Exclamei.
O garotinho deu um sorriso diabólico. Sem pensar joguei seu brinquedo que era um carrinho e acabei acertando a cabeça do velho.
— Foi mal gordão! — Falei e percebi que ele ficou mais furioso começou a correr e a gente também.
Chegamos em casa e entramos no meu quarto já com as minhas coisas.
— Será que ele vai vim?- perguntou Ágata.
— Acho que não, ele é gordo demais para chegar aqui hoje — depois que eu disse isso, olhamos uma para a outra e começamos a rir sem parar.
Depois de um tempo cada um foi para seu quarto pensando no seu primeiro dia na nova cidade.
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