Feelings locked

9 Simplesmente errado


Notas iniciais
Yooo, antecipando a postagem de domingo para hoje, pois estarei com visitas aqui em casa esse final de semana e, bom, como estou livre da facul por duas semanas, pois o programa de introdução aos novatos acabou, digamos que eu esteja com tempo livre - quando o trabalho não exige muito de mim - para botar os deditchos a trabalharem em conjunto com a criatividade. Uma coisa: Eu, sinceramente, não fui com a cara desse capítulo, mas sei lá, é o que tem para hoje, foi o que a mente liberou de criatividade... Mente má, muito má u.u Espero que gostem. Parei com as enrolações :x Bem-vindas novas leitoras! A fic é humilde, por isso, não reparem a "bagunça". kkkkk' Boa leitura. Qualquer erro só avisar! Mayu.

O que significa a palavra errar?

Para mim errar não tem um significado ao certo, pois é uma palavra vista a partir de perspectivas, o que é errado para mim, pode não ser o mesmo para outro. Errar é uma palavra pregadora de peças, pois às vezes, mesmo achando que está fazendo o certo, acaba se enganando e só percebendo seu erro quando o mesmo já foi feito. Assim como também, você pode evitar fazer algo que julgue ser errado e no final, esse errado é que é o certo. A palavra errar vem com uma certa incógnita junto de si. É um verdadeiro mistério, pois por mais que você tente evitá-la, de alguma forma, ela sempre aparecerá em seu caminho para lhe atrapalhar...

...

Um beijo, ou melhor, um encostar de lábios. Eu havia — pela primeira vez em minha vida -, tido meus lábios sendo pressionados pelos lábios de um homem!

Uma pena ter sido o homem errado a ter selado seus lábios com os meus...

Sim, errado, afinal de contas ser o cara certo é o que ele estava longe de ser...

A parte mais complicada de tudo isso é que por um momento bastante longo, não consegui parar de pensar em o quão novo e gostoso fora sentir minha boca tocando a sua. Mas é claro que isso durara apenas enquanto as sensações estranhas fizeram questão de tomar posse de meu interior o que, devo ressaltar, ter durado basicamente desde o momento em que estávamos no parque praticando tal ação até o momento em que consegui acalmar minhas emoções e pregar os olhos.

Na manhã do dia seguinte eu já me sentia renovada, ou melhor dizendo, já me sentia de volta a Lucy normal, sem nenhuma sensação me rondando, ao menos, até eu me lembrar do acontecido.

Felizmente, quando as sensações ainda desconhecidas por mim informaram que iriam atacar, tratei logo de me restabelecer e mandá-las pastar. Graças a Deus elas me deram uma trégua e me deixaram vencer a luta, porque se fosse igual a noite anterior ao meu encontro com meu nada simpático amigo tirano, eu estaria frita e perderia a batalha fácil, fácil...

É claro que sendo ele um verdadeiro senhor das coisas inusitadas, eu não poderia ficar mais que surpresa com sua ação no dia seguinte...

............................................. Flashback ............................................

Acordar após ser surpreendida por uma ação totalmente inesperada é como sentir-se sendo um hamster dentro daquela coisinha redonda a qual ele faz seus exercícios físicos. Você pode tentar de todas as formas pensar positivamente em conseguir escapar dali, pensar que vai chegar em outro lugar, mas no final, tudo o que acontece é que você dá voltas e voltas e mais voltas e no final acaba sempre no mesmo lugar.

Só não me pergunte o porquê de eu fazer uma comparação como esta, foi a única coisa que me veio em mente para conseguir comparar a linha de meus pensamentos que por mais que eu quisesse mudá-las para outra estação, acabava sempre voltando para a mesma, me lembrando volta e meia da cena no parque...

Tola. Só mesmo uma tola se deixaria ficar tão agitada com algo assim.

Com o intuito de querer me livrar de tais pensamentos, me arrumei numa velocidade bastante equiparável com a da luz. Nunca havia tomado um banho tão rápido em toda minha vida.

Sem pensar duas vezes, peguei Plue e juntos corremos até a guilda. Lá eu sabia – ou, ao menos torcia para que acontecesse -, que meus pensamentos seriam direcionados para outro rumo e deixaria minha mente sossegada por um bom tempo.

— Luxi! — O gato azulado de Natsu fora o primeiro a me ver e, assim que botara seus olhos em mim ele viera voando em minha direção, se jogando, como de costume, em meus braços. É claro que por mais que Happy fosse um gato irritante, eu ainda sim o amava e, somente por isso, correspondi a sua recepção a mim, agarrando-o como se fosse meu bichinho de pelúcia preferido.

— Que bom que você apareceu aqui sem que precisássemos ir até sua casa, Lucy! — Erza apareceu ao meu lado num piscar de olhos, me assustando um pouco.

— Ir a minha casa? Fazer o que lá? — Indaguei, confusa.

— Advinha, Luxi! — Happy me direcionou aquela sua expressão sapeca e eu devolvi sua fitada com uma expressão de suspeita.

— Luce, cadê sua mochila? — Dessa vez fora o afobado do Natsu quem viera todo empolgado.

Arqueei uma sobrancelha.

— Mochila? O que eu faria com uma mochila na guilda, sendo que minha casa fica a duas quadras daqui?

— Luxi, sua estranha. O mês está terminando então o Natsu pensou que você fosse precisar de dinheiro para pagar o aluguel, então ele resolveu pegar uma missão para nós. — Happy me situara.

Okay, com essa eu só pude sentir meus olhos marejarem. Eles se importavam tanto comigo!

Sem nem pensar duas vezes, puxei Natsu e Erza que estavam ao meu lado para um abraço em grupo.

Eu estava tão avoada esses dias que havia até mesmo esquecido do meu aluguel.

— Minna, eu já disse que amo vocês? — Certo, confesso que havia sido pega pelo sentimentalismo.

— Luce, você está me esmagando. — Natsu resmungou, mas eu o ignorei e continuei abraçando-os.

— Não acha que está faltando alguém aí no meio? — Uma nova voz perguntou, me virei, sem deixar de manter meus amigos presos ao meu abraço, para poder encarar o moreno que me lançava um sorriso de canto de boca.

— Gray-sama não vai ser abraçado pela rival no amor, porque Juvia não vai permitir. Gray-sama só pode ser abraçado pela Juvia. — E sem que eu tivesse tempo de responder, Juvia partiu para cima de Gray o abraçando.

Ao mesmo tempo em que Juvia o abraçava eu soltava meus amigos, afinal, não havia mais o porquê permanecer com eles debaixo de minhas “asas”.

— Você também irá conosco? — Perguntei me referindo ao moreno que ainda tentava escapar de Juvia. Ela por sua vez parou de tentar atacá-lo quando me ouviu direcionar minha frase ao seu amado Gray-sama.

— Gray-sama não vai a nenhum lugar com a rival no amor, Juvia não permitirá.

Revirei meus olhos.

— Irei. — Gray respondeu.

Sorri minimamente.

— Lucy, Lucy, que peninha de você... — Fora o que Levy murmurara ao passar bem próxima a mim, balançando a cabeça em negativa e soltando em seguida uma risada nada simpática.

Procurei com meus olhos um certo moreno dos ferros e, quando o encontrei, resolvi fazer uma azulada passar um pouco de vergonha.

— Gajeel – gritei, atraindo sua atenção para mim. — Você sabia que a Levy anda se drogando as escondidas? Fica esperto nas plantas do Droy porque a Levy deve ter mandado ele fazer uma plantação de certas coisas bem suspeitas aí...

O moreno senhor sem vocação para ser cantor apenas arqueou uma sobrancelha em minha direção e revirou os olhos.

Encarei-o chocada. Será que não havia obtido êxito no que queria? Poxa, eu precisava aprender com o senhor engraçadinho das piadas de loiras como se fazia com que uma pessoa se sentisse constrangida, afinal de contas Levy e o restante do pessoal que estava na guilda, me lançaram uma expressão de completo desentendimento, bem como me jogaram uma olhada do tipo “essa garota está bem?”

— Ah gente, deixa para lá... — É claro que corei, afinal, nada aconteceu como planejei.

Apenas uma pessoa ficou rindo e tenha certeza que não foi da minha infame piada e sim da minha cara e, essa pessoa foi nada mais, nada menos do que o senhor Ice Make.

Fuzilei-o com os olhos.

— Acho que não foi dessa vez... — Ele deu de ombros junto de mais uma risada debochada e, logo em seguida, me deu as costas e saiu andando. É claro que Juvia alguns segundos depois foi ao seu encalço.

— Gray-sama, Juvia também irá com você aonde você e a rival no amor vão. — Foi o que ouvi a azulada da chuva dizer enquanto seguia o moreno que a mandou ir ver se ele estava na esquina em vez de segui-lo.

Meneei a cabeça e os acompanhei com os olhos até que ambos ficaram fora do alcance de minha visão.

Ai, ai. Por um momento minha mente ficara livre de quaisquer pensamentos, mas logo, mais uma dose de lembranças da noite no parque me atingiu e eu me vi presa as imagens de algo que nem era nada demais, por assim dizer...

—...cy. Lucy...

A voz de alguém me chamando foi ficando cada vez mais audível para meus ouvidos e os pensamentos aos quais eu havia mais uma vez me perdido foram me deixando.

Pisquei algumas vezes para me focar a realidade e então encarei Happy que era quem me chamava.

— Diga, gatinho irritante.

— Nós já estamos partindo para a missão, Luxi estranha.

— Mas eu ainda nem arrumei minha mochila. — Reclamei.

— Então vá arrumar. Vamos esperar você na entrada da guilda, como sempre. Não demora se não o Natsu e eu iremos buscá-la.

— Gato mandão... — Mostrei-lhe a língua, em seguida corri de volta para meu apartamento.

Assim que abri a porta, tive uma surpresa que quase me fez ter um ataque e uma morte precoce. Meu coração só não pulou para fora, por algum motivo ao qual eu deveria mais tarde agradecer a Mavis.

— O que está fazendo aqui? — Ainda estava parada em frente a porta, com ela ainda aberta e minha mão direita em cima de meu coração, numa tola tentativa de fazer com que meus batimentos voltasse ao normal. — Eu quase tive um ataque por sua causa.

— Minha beleza é tão forte assim para você que chegou a te causar falta de ar, foi? — Provocou.

Revirei meus olhos e me virei para fechar a porta.

— Invadir a casa dos outros é crime, sabia?

— Não quando é a sua casa?

— Por um acaso a minha casa virou a casa da mãe Joana e eu não sei?

— Você deveria me dar um outro tipo de recepção, afinal de contas não foi tão fácil escalar todo um muro e entrar pela janela.

Não sei dizer em que momento aconteceu ou como foi que ele fizera aquilo, mas em um piscar de olhos eu o vi sentado em meu confortável sofá e no outro ele já se encontrava a centímetros quase nulos de distância de mim.

Meu coração que tentava se acalmar com o susto que eu levara com sua presença inesperada, acabou voltando as batidas carnavalescas as quais ainda não havia me acostumado.

— Você deveria ter se espatifado no chão, assim aprenderia a não tentar mais invadir a casa dos outros. — Resmunguei, tentando não só controlar a respiração, mas também a voz para que esta não saísse falhada.

— Como se essa fosse a primeira vez que invado sua casa, não é mesmo loira?! — Ele revirara os olhos. — Além do mais, você ficaria muito triste caso eu me machucasse tentando te fazer uma surpresa, porém, por outro lado eu teria uma enfermeira particular para cuidar de mim. Uma enfermeira loira é tudo de bom, você não acha?

Aquele olhar e sorriso malicioso dele, nas raras vezes que surgia, me dava nos nervos.

— Acho que você deveria tomar vergonha na cara e se afastar de mim pelos menos uns dois metros.

— Minha proximidade te deixa perturbada?

— Jamais. Tenho claustrofobia. — Menti.

Ele riu.

— Péssima tentativa, loira. — Seus olhos prenderam os meus e por uma quantidade razoável de segundos eu me permiti encará-lo, porém, assim que minhas bochechas começaram a queimar mais do que já estavam, eu não aguentei a intensidade de sua fitada e tive que desviar os olhos.

— Ah, quanto a enfermeira, sinto muito, mas você já tem uma enfermeira assídua que prontamente irá lhe socorrer e tal enfermeira não sou eu. Que triste para você. — Debochei.

— Está debochando de mim, loira? — O olhar que ele me lançara fez com que um calafrio percorresse por meu corpo, mas eu não tinha medo do perigo, afinal de contas eu mexia com Natsu o que significa que é o mesmo que mexer com fogo e, em todas as vezes que mexi com ele, nunca sai queimada.

— Eu? Jamais! — Sorri provocando-o.

— Sabe essa história de que só o fogo é capaz de queimar? — Arqueei minha sobrancelha como quem está confusa e então ele sorriu de canto de boca, para logo após continuar: — É uma mentira. Não é somente o fogo que queima. — E em mais um movimento ligeiro dele, sua mão veio parar em minha nuca, seus dedos emaranharam-se em meus cabelos e ele de uma forma não muito sutil, fizera com que minha cabeça se aproximasse da sua. Com testa colada em testa, ele aproximara mais seu rosto. Primeiro foram os narizes que se roçaram e logo em seguida, os lábios.

Um selo, dois selos, três selos e eis então que desse selo um beijo de verdade deu-se início. No começo não foi aquela coisa toda, foi delicado, vagaroso, mas com o tempo o ritmo foi ficando cada vez mais, como posso dizer... exigente. O beijo em si foi se tornando mais exigente e quente, muito, muito quente. Eu me senti inebriada nas sensações não só de sua boca explorando a minha, mas também nas sensações que suas mãos perdidas tanto em minha nuca como em minha cintura me transmitiam.

Ar... Eu necessitava de ar. Necessitava me recompor e, tal necessidade pareceu ter tido seu pedido atendido, pois num momento minha boca estava colada de uma forma meio enroscada com a do homem que a cada dia mais me deixava surpresa com sua “bipolaridade” e, no momento seguinte, eu apenas sentia o roçar de seus lábios aos meus.

Sem coragem para abrir os olhos e encarar o cara que me estava deixando mais perdida que cego em tiroteio, ouvindo os tiros e não sabendo para onde correr, fui recompondo minha respiração aos poucos. Estava um tanto quanto ofegante. Queimando por dentro.

Com as mãos ainda emaranhadas em meus fios aloirados, senti a gostosa sensação de uma carícia ali. Não pude deixar de sorrir.

Sua testa ainda estava grudada a minha, igualmente como no parque. Eu podia sentir sua respiração em meu rosto, bem como seu hálito refrescante.

— Viu como outras coisas também podem queimar? — Seu tom de voz brincalhão, me fizera desferir-lhe um soco.

— Você é idiota. Simples assim. — Sorri. Esse cara...

— Eu esperava algo mais empolgante do que um “você é idiota”, após esse beijo. — Respondeu, dessa vez, levando a mão que estava em minha cintura, até minha face, lugar ao qual ele fizera uma leve carícia. — Se você abrisse seus olhos, eu te comprovaria como eles estão queimando... Queimando de desejo por mim.

— Você pode, por favor, calar a sua boca por um segundo. Eu nem mesmo sei o porquê deixei que isso acontecesse. É errado e você sabe disso. — Disse, tentando soar convicta, em meio a toda confusão que sentia.

— Seria errado se um de nós ou ambos estivessem comprometidos, mas nós dois estamos livres, logo não há nada de errado. — Ele então afastou sua testa da minha, mantendo uma distância de nós. Ao que parecia ele não havia gostado muito do que eu dissera.

— É aí que você se engana. Há muita, muita coisa errada.

— Começando por você não querer aceitar que isso é certo.

— Começando por você não querer aceitar que eu estou certa de que isso que estamos fazendo é errado. — Sentindo a necessidade de abrir os olhos para poder transmitir a ele o quão sério eu falava, eu então os abri e o fitei.

— Você é impossível! Está estragando todo um clima...

— Não existe clima. — Rebati.

— Existia até um minuto atrás, antes de você estragar. — Respondeu, contornando meu corpo e virando a maçaneta da porta. — Sinceramente...

E com essa última palavra, sem mesmo eu me virar para trás, ouvi a porta batendo bem forte atrás de mim. Ele havia saído e ao que parecia, irado.

Não havia nada que eu pudesse fazer a respeito. Ele sabia que isso que fazíamos era errado. Não tinha como acontecer, mesmo que eu quisesse. Era impossível, simples assim e por vários motivos. Sem chances de conseguirmos ir para frente. Não seria saudável para nenhuma das partes.

Com duas longas passadas para trás, escorei-me a porta e deixei meu corpo por ela cair indo de encontro ao chão frio que me amornaria de toda a quentura que ainda sentia em meu corpo por conta de seus toques. Suas mãos másculas acariciando tanto minha cintura por cima da blusa, quanto minha nuca e face; seus lábios tocando os meus numa dança tão intima e envolvente; meu coração batendo aceleradamente e pedindo por mais.

Droga. Eu tinha que dar um jeito nisso! Não tinha como continuarmos desse jeito. Não estava rolando apenas amizade, algo ao qual eu estava disposta a abraçar com imenso prazer, pelo contrário, estava rolando algo um pouco mais que isso e, esse um pouco mais estava ferrando com todo nosso envolvimento...

Bati minha cabeça de leve umas duas vezes na porta.

Eu estou ferrada!

Não tinha como não pensar uma frase dessas num momento como este.

................................. Flashback Off ..................................

Estaria eu certa de que o que estávamos fazendo era errado, ou ele é quem estava certo em dizer que eu estava errada ao achar que o que estávamos iniciando era um erro?

Errar é uma coisa muito sinistra a qual todas pessoas um dia já passaram por isso, possa ter sido uma ou mais vezes, mas não existe uma única pessoa que nunca tenha errado nessa vida.

Penso que meu erro tenha sido eu ter me deixado envolver com você, sem me frear... Agora veja em que fui parar...

Me prove que estou errada e que isso não é um erro. Me prove que há uma saída e que essa saída é certeira. Ou melhor, não me prove nada, apenas me mostre e venha junto comigo.

Notas finais
Sem pancadas, please. Y.Y Eu sei que ficou uma sujeirinha esse capítulo, maaaas mesmo assim eu ainda espero lá no fundo, do fundo, do fundo, do fundo que alguém tenha gostado. -qqqq Galera, aviso básico propaganda no ar. Postei uma outra fic de FT. É com um casal diferente ao dessa fic. E como nessa fic, não vou contar quem é o casal principal lá, mas ele fica bem mais visível do que nessa aqui. Porque lá as coisas são diferentes ( Jura, Mayu? Sim, eu juro! u.u) Deem uma passadinha por lá e se gostarem, me deem um alozinho marcando presença. Acho que devo ser uma péssima escritora, porque tá difícil receber comentários, mas mesmo assim eu sou persistente, além do mais, gosto de escrever essas estórias, então... Enfim, se acharem algum erro por aqui, avisem-me. Partiu, escrever outro capítulo da outra fic. Beijos, beijos. Aaah, esqueci de algo hoho': Comenteeeeeem e me façam sorrir tão largo, mas tão lago de modo que possa parecer um E.T :3 -qqqq Não sou idiota, só às vezes, quando baixa o Santo.... Anyway. até o próximo!! o/ Mayu.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.