Feelings

1 Capítulo único.


Notas iniciais
Não, não era para eu estar aqui. E sim, isso que vocês vão ler (?) foi uma tentativa frustrada de escrever uma drama usando esses dois... Não deu certo, mas enfim... '-' Acontece é que eu tenho esses dois bem no meu coração e eu os amo como um casal perfeito. E isso já basta para que eu poste essa one-shot aqui agora. E sim, a capa de capítulo é apenas ilustrativa porque, infelizmente, não há muitas imagens desses dois juntos. Também sei que essa categoria é quase morta, mas tudo bem... Nada mais havendo... Boa leitura (; Nos vemos nas notas finais!~

A mais pura verdade era que aquele maldito tirava toda a sua concentração. Apenas a presença daquela figura a fazia perder o rumo das coisas. Às vezes ela até se esquecia de quem era e de onde estava e qual era o seu papel. Ele só a tirava do sério. E a fazia perder todas as linhas de pensamento. E ela era apenas a chefe da polícia de Acropolis. E ele era o príncipe legítimo daquele lugar. Ela o detestava e ele a provocava. Por traz de tudo sempre havia uma verdade oculta que ninguém nunca saberia. Motivos que ainda ocultavam verdades muito maiores. E haviam acontecimentos do passado. Um passado que nunca era para ter acontecido. Algo que ela considerava inexistente, mas era tudo tão presente. Braz e Beros não existiam para coexistir em um mesmo castelo. O dever dele era cumprir suas funções dentro do castelo, com todo aquele sangue nobre correndo pelas veias. E o dever dela era cumprir suas funções fora do castelo, zelando pela segurança de quem vivia dentro dele.

E haveria momentos de fraqueza extrema em que ela deixaria visível um sorriso triste na face ao vê-lo passar. E ele vestiria um olhar distante pelo resto do dia. E ela só queria parar de pensar. Parar de imaginar. Parar de sofrer. Parar de sonhar. Ninguém nunca entenderia. Aquele trabalho era o seu orgulho. E enfrentá-lo todos os dias era o seu desafio constante. E em noites de solidão ele pensaria nela, e imaginaria o que ela estaria fazendo ou pensando. E em noites como essa ela se permitiria chorar e se perguntar o motivo de tantas coisas. E às vezes ela imaginaria como seria ser acolhida nos braços dele, apenas uma única vez. Talvez assim ela ficasse em paz e pudesse viver sem arrependimentos. Mas Braz não era para ela. Melhor dizer que ela não era para Braz.

E ele sabia que aquele sentimento no peito dizia que ela não estava bem. Então ele se omitia, se calava e assim prevenia que estragasse tudo de vez. Mas ele deixaria tudo para trás se ela assim desejasse dele. Ele seria o homem dela, e apenas dela se assim ela pedisse. Ele queria estar nos braços dela, e apenas a ela caberia a função de cuidar daquele coração e de carregar aquele sangue. Ela só precisava pedir. Dela ele queria o abraço, o carinho, o aconchego, o calor. Ele queria a companhia. Ele a queria. E ele seria para ela tudo o que ela pedisse. Era só dizer.

E já que ela não pedia, ele se ofereceria. E que mal faria?

Nenhum.

E de repente ela se viu sendo chamada de Lady.

Notas finais
Se essa one-shot tem algum sentido? Não, não tem. Eu sei disso. Se o título faz sentido, não não faz. Eu também sei. Acontece é que estou com isso aqui desde dezembro do ano passado e como não tive ideias para continuar... Parei por aí mesmo e assim ficou. Não vi motivos para continuar guardando isso aqui e resolvi postar. Se está bom ou não, eu realmente não sei, não tenho uma opinião formada sobre essa one-shot, isso vocês que devem me dizer, por favor. E então... Gostaram? Amaram? Odiaram? Detestaram? Por favor, se você leu, deixe um review. E outra... Se isso aqui ficou uma merda, sinta-se livre e feliz em falar, não irei me ofender, okay? Já escrevi demais por aqui. Vou-me indo. E só por questão informativa, estou trabalhando em uma outra one-shot com esses dois lindos ♥~ Então, beijos e té uma próxima, quem sabe... (; E nos vemos nos reviews (?).
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!