Feel The Love

14 2ª Season: Chapter 4 - Losing Himself.


Notas iniciais
Yaaaaaaaaaay, pessoinhas! GENTE, EU TÔ FELIZ DEMAIS. Recebi uma recomendação linda de uma leitora linda no dia das crianças, FIQUEI E ESTOU AINDA VIBRANDO DE FELICIDADE! E é óbvio que esse capítulo vai ser dedicado pra linda da Snow e pras leitoras lindas que comentaram! Amei, amei, amei ♥ E, antes de tudo, perdoem-me qualquer erro, eu fiquei com preguiça de procurar meus óculos . E deem um desconto pra mim, é a primeira vez que eu escrevo pra postar um capítulo desse jeito UAHAUHS Sim, sim :x Sorry! Até lá embaixo ♥

Have you got colour in your cheeks?

Do you ever get that fear that you can't shift the type

That sticks around like something in your teeth

Are there some aces up your sleeve

Have you no idea that you're in deep?

POV Parrish.

Joguei-a na cama, não me importando exatamente com o impacto que isso poderia ter causado. Mas, vendo a expressão de desejo inundar as feições de Lydia, estava claro que ela sequer parecia sentir.

Tirei minha camisa sem deixar de desviar meus olhos dos dela e joguei para um canto qualquer do lado. Logo aproximei-me da cama, e seus olhos enegreceram-se conforme ficávamos mais pertos um do outro.

– Tem certeza disso? – perguntei em um sussurro.

– Vou querer se você também quiser. Se você verdadeiramente quiser, Parrish – disse ela, um pouco irritadiça.

Esbocei um sorriso torto ao ver suas feições enrubescerem agora de irritação. E, conforme fiquei sobre ela na cama, apoiei minhas mãos no colchão ao lado dos cabelos ruivos espalhados sobre a cama.

– Como quiser – murmurei, aproximando meus lábios do pescoço dela.

POV Lydia.

~♥~

Eu nunca havia me sentido assim com ninguém.

Parrish saiu de minha linha de visão assim que seu rosto afundou-se em meu pescoço. Não era fraca ali como a maioria das pessoas, mas, com Parrish, tudo se intensificava mais. Minha pele arrepiou-se ferozmente apenas com os lábios dele roçarem meu pescoço, e mordi meu lábio inferior para conter um suspiro.

Infelizmente, ele percebeu.

– Nunca pensei que veria Lydia Martin... – ele sussurrou, mordiscando levemente meu pescoço – Reprimindo-se...

– Eu não me reprimo – resmunguei, irritada por ouvir minha própria voz falha.

Pude sentir seu sorriso em minha pele.

– É claro que não – e, com isso, ergueu-me um pouco pela cintura e, enquanto nossas intimidades chocaram-se com tal ato, Parrish ergueu minha blusa e, por instinto, levantei meus braços, ajudando-o a tirá-la com mais facilidade. Após ele fazer isso, nossos olhares encontraram-se novamente, e os olhos dele mostravam um brilho malicioso.

Seus lábios voltaram a se roçar em minha pele, em minha clavícula. Minha pele estava visivelmente arrepiada e eu tinha que me controlar para que nada indicasse que eu estava gostando, quando todas as células do meu corpo imploravam por mais. Senti o bico de meus seios entumecidos, e era quase doloroso a luta que eles travavam por baixo do sutiã. Sentia-me presa em meu próprio corpo enquanto Parrish provocava-me, cada vez mais.

– Pare de protelar – implorei, pouco importando-me com a respiração ofegante que assumi.

– Impaciente, Lydia Martin? – Parrish perguntou em um murmuro, mordiscando levemente meu busto.

Soltei um gemido impaciente conforme ele o fizera, e, surpreendendo-me, puxou-me bruscamente para deixar-me sentada sobre a cama enquanto tirava meu sutiã com habilidade. Assim que o tirou, voltou a me deitar na cama e eu deixei, contorcendo-me por dentro de ansiedade. Seus lábios deixaram de ser cautelosos e logo ele passou a beijar e a mordiscar meu seio direito, enquanto sua mão fechava-se em meu seio esquerdo. Fechei meus olhos com força, entregando-me a um estranho prazer que nunca possuíra com ninguém naquele ato, além de Parrish.

Ele repetiu o processo no meu seio esquerdo, e mordi meu lábio inferior com tanta força que pude sentir o sabor de ferrugem do sangue que acabara saindo daquela mordida.

Logo ele parou e, assim que abri meus olhos para ver o porquê, pude notar agora o brilho de desejo em seus olhos enquanto ele mesmo me observava. Retribuí o olhar no mesmo silêncio que ele assumira, e ambos não falamos nada, embora tudo pudesse ser dito ali, naquele momento.

Fiz uma expressão confusa quando Parrish abaixou-se mais, mas, assim que senti seus lábios descendo por minha barriga, apertei os lençóis da cama com minhas mãos, com os lábios entreabertos enquanto o sentia em uma das partes mais sensíveis de meu corpo. Tentei evitar de morder os lábios enquanto suas mãos desciam habilmente minha saia, e não demorou para que eu estivesse quase despida ali, para ele. Assim que seus lábios estavam prestes a invadir minha intimidade, ele se afastou e o olhei, sentindo meus olhos se arregalarem.

– Parrish... – sussurrei.

Ele deu um sorriso malicioso.

– Não vai pedir? – indagou, umedecendo os lábios. Soltei um suspiro denso.

– Do que diabos está falando?

Mas, antes mesmo que ele respondesse, compreendi, e ele percebeu. Ele queria que eu pedisse. Dei um sorriso e balancei a cabeça negativamente, embora meu corpo ainda implorasse por ele.

– Como quiser – sussurrou.

Antes que eu pudesse sequer pensar em algo inteligente para dizer, seu rosto voltou a se afundar entre minhas pernas e, institivamente, as abri. Meus lábios ficaram entreabriram-se, a espera do que ele faria em seguida, e soltei um gemido sufocado em minha garganta quando sua língua esfregou-se em meu clitóris. Senti minha intimidade úmida e, do mesmo jeito que começou ele parou, de supetão.

– Que porra...

Ele me interrompeu, e senti seu sorriso roçar em minha pele.

– Você não pediu.

– Por favor, Parrish... – murmurei, franzindo o cenho.

Surpreendendo-me mais uma vez, Parrish levantou-se da cama na metade de um segundo e observei-o enquanto terminava de se despir. Assim que o fez, pude notar sua ereção. Mordi meu lábio inferior novamente, esquecendo-me da dor de outrora enquanto meus olhos encaminhavam-se pela visão dele em meu quarto, completamente nu. Mal imaginava que, na verdade, esse era um dos meus desejos mais profundos, escondidos no fundo de minha mente. Só aquela visão aumentara o meu desejo por ele, e, quando nossos olhares encontraram-se, pude notar a mesma coisa em seus olhos que devia estar nos meus.

Desejo.

Parrish voltou a inclinar-se para mim, e nossos corpos encaixaram-se perfeitamente. Nossos rostos estavam tão próximos que pareciam transgredir as leis do espaço, e eu sentia sua ereção entre minhas coxas.

– Não deveria fazer isso, Lydia – ele disse, fechando os olhos antes mesmo que eu fechasse os meus.

– Faça. Quero você dentro de mim.

Ele soltou um gemido baixo.

– Não atice desse jeito minha libido – ele disse, levando suas mãos para as minhas.

Prendeu-as junto com as dele na cama, e nossos dedos entrelaçaram-se. Quando voltei a abrir meus olhos, os deles me encaravam, mais escuros do que parecia ser normal. Embora nada fosse normal. Parrish deslizou mais uma vez seus lábios pelo meu pescoço e beijou-o lentamente, aumentando o fluxo do sangue em minhas veias. Meu coração estava cada vez mais acelerado, e tudo o que eu queria era que minhas ideias – nossas ideias – lascivas tornassem reais. Já havia passado tempo demais.

Ele pareceu perceber o mesmo, e, sem hesitar, penetrou-me por completo, com facilidade. Entretanto, não consegui me concentrar com sua investida brusca, gemendo ainda mais alto do que o normal. Apertei suas mãos na tentativa de soltar-me, embora tal fato tenha feito Parrish apertar mais minhas mãos.

Estava presa, na teia.

– Perdendo-se, Lydia? – sussurrou em minha pele, e percebi sua respiração levemente desregulada.

Impedi-me de falar enquanto tentava me acostumar com suas calmas investidas dentro de mim. Sentia o calor que vinha de seu corpo, estranhamente confortável, mesmo que tentasse me soltar dali. Uma parte ainda gostava de irritar Parrish – mesmo naquele momento — mas a outra parte... A outra parte não se importava com o peso sobre meu corpo, com o calor, com as respirações desreguladas e as mãos presas. Mal preocupava-se com as investidas dentro de mim.

– Perdendo-se...?

– Em mim – ele completou, voltando a investir bruscamente dentro de mim, arrancando de nós dois gemidos altos. Suas mãos prendiam-me cada vez mais, mas eu mal sentia. Só o sentia ali, invadindo-me em partes intocáveis para qualquer outra pessoa, inclusive a mim, e seu membro duro arrancavam-me sons ininteligíveis. Seus lábios traçavam uma corrida ofegante em minha pele, arrepiando-me, mesmo que meu corpo espalhasse calor.

E foi mais brusco. Parrish mordeu com força meu busto, e minhas pernas, ainda livres, envolveram-se em sua cintura, apertando-o mais em meu corpo até que não existisse espaço algum entre nós.

Parrish fodeu-me, com força. Invadiu-me e senti seu membro preenchendo-me inteiramente. Meus gemidos tornaram-se mais altos e, junto aos dele, faziam um som incrível, excitando-me cada vez mais. Suas mãos passaram a esfregar-se em meus braços, ainda os prendendo na cama. Não havia fuga, e eu não queria que houvesse. Eu nunca havia me sentido assim com alguém. Eu nunca havia sentido isso.

POV Parrish.

Conforme ia adentrando-me cada vez mais dentro dela, as paredes de sua intimidade apertavam-me, e os sentidos aguçavam. Eu a queria mais do que a um segundo atrás, e enquanto os segundos se passavam, eu a desejava cada vez mais. Sua pele estava febril, quente, enrubescida em todos os cantos. Seus lábios estavam mais inchados que o normal, e os cabelos ruivos espalhavam-se no lençol claro da cama. Seus olhos estavam apertados e os lábios formavam um incrível “o” cada vez que me movia dentro dela. Queria ser calmo, queria findar as investidas bruscas dentro dela, mas de repente o controle não estava mais ao meu alcance.

Em outras palavras, eu estava fora do controle.

Assim que soltei minhas mãos de seus braços, Lydia os envolveu ao meu redor, e suas mãos apertaram minhas costas com força, provocando-me gemidos roucos com os arranhões que desciam em minha pele. Minhas mãos deslizaram-se para sua coxa, e meus dedos apertaram-na mais forte do que eu desejava. Senti os arrepios vindos da pele dela, e, no instante em que a adentrei por completo, ela cravou as unhas em mim, seus gemidos tornando-se roucos, embora sua voz ali estivesse, penetrando-se em minha mente.

Meu membro estava preso ali enquanto sua intimidade apertava-se cada vez mais, devido aos espasmos, e não demorou para que o orgasmo nos atingisse. Foi rápido, embora a sensação tivesse se prolongado, deixando-nos ambos ainda mais ofegantes.

Depois de alguns segundos, ela sussurrou:

– Você fodeu a minha mente.

– E você... A minha.

Afundei meu rosto no pequeno espaço entre seus seios, que ainda continuavam rígidos com a excitação de outrora, presumi. Sua pele continuava arrepiada. Beijei-a ali e ela balbuciou.

– O quê? – sussurrei.

Não me faça sentir algo.

POV Stiles.

Após ajudar meu pai a se deitar quando chegamos em nossa casa, fechei a porta de seu quarto. Todas as luzes estavam apagadas enquanto seguia para o meu quarto, olhando para baixo. A expressão bem animada que era expressada em meu rosto quando estava perto de meu pai se esvaíra completamente, eu sentia. Não havia nada além de vazio e compreensão. Simplesmente nada.

Tranquei a porta. As luzes de meu quarto permaneciam apagadas, e só a luz da lua cheia iluminava ali. O tempo nos havia enganado. Houvera uma chuva mais cedo, mas fora completamente substituída pela noite limpa. E eu mal sabia o que queria.

Peguei minha caneta amarela e olhei para o quadro de vidro. Antes que fosse pensar mais, decidi enfim escrever:

Derek Hale.

Jordan Parrish.

Notas finais
Gente, o que vocês acharam? Eu tenho que melhorar muito nisso, eu sei, eu sei :( HAUAHS Esse capítulo foi mesmo pra, vocês sabem, né... (Aquela carinha). E eu não sei quando escrever o próximo, talvez venha semana que vem ou só na outra :/ MAS EU ESTOU PLANEJANDO FAZER UM ESPECIAL DE HALLOWEEN! O que acham? Vai ser bom, eu juro hauwhas Ah, eu estou com uma One aqui do Leo e da Calypso, de Os Heróis do Olimpo! Posto ou não? Até o próximo capítulo/comentários (talvez?) E MEU DEUS, VOU FICAR RELENDO ESSA RECOMENDAÇÃO PRA SEMPRE! P.s.: Alguém de vocês assiste Sense8? HAHAHAH