Fatum
4 Conhece o inimigo e conhece a si mesmo
Notas iniciais
– Lembrando a todos que esta fic é uma releitura da antiga fic “O lado negro da guerra.”. Conversado e acertado com a autora que permitiu que isso acontecesse. Sendo assim não é plagio.
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“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas. ” Sun Tzu A arte da guerra.
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No capítulo anterior...
“Chamada pela curiosidade Hermione chega perto da luz, um livro na estante estava brilhante. Sua mão é chamada para ele. Levemente sua mão vai de encontro a ele e o puxa. Foi quando algo acontece, a estante começa a brilhar, cada vez mais forte, a luz é insuportável aos olhos. Quando consegue abrir então ela vê.”
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Hermione pensava que isso apenas acontecia em filmes Hollywoodianos, porém aqui estava ela. Há poucos minutos estava colocando o coração para fora e agora se tornou uma mocinha do filme 007. Era inacreditável!
Ao findar da claridade ela pôde ver que a estante se abriu, tal como acontece no beco diagonal. Só que, ao invés de abrir para uma cidade, uma porta apareceu. Parecia ser bem velha, de acordo com a madeira, porém o que chamava a atenção eram suas formas esculpidas e sua maçaneta feita de ouro maciço. No centro da porta havia o desenho de uma Águia-real e uma serpente frente a frente. Ao contrario do que se esperava a águia não estava caçando a serpente, ela estava apenas a encarando como se a desafiando fazer alguma coisa.
Sua intenção foi levantar a mão para tocar o desenho, porém antes que tivesse a chance o desenho mudou. Agora a Águia e a serpente estavam entrelaçadas. E neste momento um click se foi ouvido. A porta se abriu.
Seguindo o instinto e a curiosidade ela abriu vagarosamente se deparou com uma série de escadas iluminadas por tochas, deixando-se levar pelos instintos desceu as escadas. Sentiu-se como Christine Daaé em o Fantasma da Ópera. Seu coração estava a mil, assim como sua cabeça. “Onde será que isso dará? Quem será que fez isto? Morgana? Talvez Salazar? Porque isto não tem cara de ser coisa de Godric. E porque isso se abriu?”
Ao final das escadas havia mais uma porta. Porém esta era completamente diferente das demais, parecia ser da época gótica, pois lembrava os portões da catedral de Notre-Dame de Paris, que possui arque voltas, as quais dão ideia de profundidade. Também chama a atenção nos detalhes encontrados em volta das portas eram escritas e desenhos os quais não se conseguia distinguir, tão bonito e tão imponente que chegava a dar medo. Ela apenas estendeu a mão com o intuito de abri-la e a porta empurrou, como se a reconhecesse. Com receio, abriu a porta .
Pela segunda vez no dia ela ficou sem reação. O local era simplesmente perfeito. A decoração se assemelhava muito com a do seu quarto. As paredes eram de um vinho profundo em alguns locais quase preto, o piso inteiro de madeira. Ao centro havia uma lareira acessa, com arquitetura semelhante a da época colonial. Em cima da mesma um relógio também antigo e acima o quadro O Nascimento de Vênus do pintor italiano Sandro Botticelli. Havia um tapete que cobria toda parte perto da lareira com uma mesa de centro de sala. Um sofá preto como a noite e macio, ao lado dele uma mesa de canto. Todos os mobiliários eram de madeira maciça e mogno. O que definitivamente a encantou foram às paredes. Todos os lados eram repletos de livros. Livros raros... caros...muitos deles já havia visto na biblioteca e alguns que, certamente, ela nunca ouviu falar. Era o paraíso da leitura, uma biblioteca particular.
Caminhando lentamente, estante por estante reparou em uma porta que se encontrava na parede a sua direita. Abrindo, outro susto. Era o seu sonho. Cada detalhe, suas paredes negras como a noite, em uma delas havia livros e outra o armário com ingredientes. As bancadas eram as mesmas feitas de granito negro. As banquetas eram de um tom púrpura profundo. Os únicos detalhes que não estavam lá eram as poções, pois o laboratório estava perfeitamente limpo.
“É exatamente como eu sonhei. Será que é... ISSO! Este é o quarto de Morgana. A professora estava certa! Foi ela! Mas ele me reconheceu por quê? Hermione, sua anta! Você é da família dela agora, você é uma Verum! Será que era isso que a Irma queria me falar?”
Voltando para a biblioteca, sentou-se estarrecida no sofá. “Isso é real? Bem, se isso for um sonho vou acordar agora” e se beliscou. “AI! Sim, isso é real”.
Olhando ao redor, ela não conseguia acreditar onde estava. Quando novamente foi olhar para a lareira reparou em um livro prata, uma pena e tinta em cima da mesa de centro. “Ei... Aquilo não estava ali antes.”
Abrindo o livro para ler se deparou com uma simples frase: “Identifique-se” escrita em azul marinho. Sentindo um leve dejavú da história de Ginevra pegou a pena, molhou na tinta e escreveu:
“Meu nome é Hermione Granger.”
Naquele momento as letras foram desaparecendo e um texto se formou no local:
“Hermione Jean Granger, 18 anos. Nascida no dia 19 de setembro de 1979, a filha única dos trouxas Sr. e Sra. Granger, ambos dentistas em Londres. Descobriu, aos onze anos, que era uma bruxa e que fora aceita na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Começou a frequentar a escola, em 1 de setembro de 1991, quando tinha onze anos, quase doze, e foi colocada na Casa Grifinória. Passou por seu primeiro crescimento mágico. Foi escolhida para fazer parte da família Verum por seu caráter e nível mágico nunca visto.”
Assim que terminou de ler o texto desapareceu e surgiu outra frase:
“Por favor, aponte sua varinha para este livro.”
Ainda receosa, Hermione fez o que foi pedido. E assim que o fez, um som foi ouvido. Uma porta apareceu ao lado da porta do laboratório, e do outro lado da mesma, uma tapeçaria com uma enorme águia que chamou muito a atenção dela.
Recolhendo sua varinha, notou que um novo texto surgiu.
“Esta tapeçaria foi feita por mim, nela esta o brasão de nossa família, seu simbolismo e história será contado depois. Agora vamos aos negócios. Estes são os aposentos de Morgana, eles apenas são detectados por pessoas pertencentes à família Verum. Esta é a biblioteca onde se encontram livros sobre todos os assuntos existentes. Cada membro que passou por esse lugar adicionou um pouco mais a esta biblioteca. A entrada a este aposento é permitida apenas ao proprietário atual e a quem ele desejar trazer. O laboratório de poções sempre se mantem limpo e organizado, com uma dispensa de poções única. Quando um ingrediente está para acabar, um elfo pertencente a família o repõe, nada é cobrado do membro que está utilizando os aposentos no momento, pois já há uma reserva monetária para tal. Atrás da tapeçaria existe uma área de treinamento, aonde qualquer magia pode ser praticada, inclusive magia das trevas e imperdoáveis, sem ser detectada. Em casos de emergências, ou não, existe uma saída pela área de treinamento que dará em uma ala isolada de Hogsmeade. A porta ao lado da tapeçaria é onde fica o banheiro dos aposentos, os utensílios de lá também são trocados pelos elfos. Este livro deve permanecer nestes aposentos para sempre.”
Ao final deste parágrafo surge uma adaga na mesa de centro. A mesma que estava no sonho de Hermione.
“Por gentileza, derrame uma gota de seu sangue neste caderno”.
Sem pestanejar Hermione fura delicadamente seu dedo e uma gota solitária escorre por seu dedo e cai sobre o livro. Seu corte é fechado imediatamente.
“A partir deste momento Hogwarts e os criados da família Verum juram proteger Hermione Jean Granger. Sua história será contada de geração a geração, seu nome constará neste livro, juntamente com seus prodígios.”
Naquele instante o livro se transforma em um tom vinho e letras em um dourado ouro.
“Passado as formalidades, seja bem vinda, Hermione. Sei que deve estar atônita com todas as informações passadas. E sentindo quase como se isso fosse inacreditável. Eu também me senti assim. Em sua jornada várias pessoas entrarão em contato com você através deste livro. Serão seus guias por entre as grandes descobertas mágicas que lhe foram destinadas. E podes crer, minha menina, muito mais pessoas gostariam de lhe falar, você causou uma impressão enorme aqui. Seus guias serão: Merlin, Joana D´arc, Salazar e não menos importante eu, Morgana le Fay. Eu serei sua primeira tutora, mas quando quiser falar com qualquer uns dos outros basta escrever o nome a quem deseja falar que será respondido. Você me entendeu?”
"Sim. Entendi. Porém, por que disse que nunca se viu alguém como eu? Como vocês sabem tudo isso de mim?"
"Quando algum novo membro da família é acrescentado, seu nome é imediatamente colocado em nossa lista de descendentes. E este livro chega imediatamente até as mãos do novo membro. Porém sua magia a guiou diretamente aos meus quartos. Nunca se foi visto um descente com tamanho potencial mágico. Irei lhe contar um pouco mais sobre nossa família e nossas magias. A família Verum é uma das mais antigas famílias. Começou-se com um homem chamado Dagda, o deus bom celta e sua filha Brígida. Muitos vieram após eles. Como provavelmente já sabe, os descendentes da família raramente são descendentes diretos, pois, são escolhidos não pelo seu sangue e sim pelo seu nível mágico. Eles serão homens e mulheres com um poder sem igual em sua geração. E exatamente por isso, são pessoas que se destacam após descobrirem seu nível de poder. Seus feitos ficam marcados, sejam para o melhor ou para o pior.
Houve um tempo que os Verum eram vistos com muito prestígio e carinho, o brasão era exposto nas cidades como honraria. A águia real simboliza o poder e a glória dos deuses. Porém com o passar do tempo muitos tentavam entrar em nossa família e não eram aceitos. O que causou muita raiva, inveja e por consequência guerras e sacrifícios tolos e, exatamente por isso, que após algumas discussões, decidimos nos esconder. Sobrevivemos até hoje escondidos, apenas nos conhecemos através deste livro, que conta nossas histórias de geração a geração. Os homens, naturalmente, ficam sabendo mais rapidamente sobre sua nova posição, já as mulheres têm que esperar os seus crescimentos mágicos.”
Parando um pouco a leitura Hermione senta-se mais confortavelmente pega a pena e escreve:
“Crescimentos? Não é apenas UM crescimento mágico?”
“Não. Nós, mulheres Verum, passamos por algumas transformações durante nossa vida. São quatro crescimentos mágicos, porém não se engane, eles não são gratuitos, eles nos custam algo. O primeiro crescimento é o que nos revela nossa verdadeira família, vem devido a um rompimento com a inocência mental. Muitas bruxas, inclusive eu, passaram por um trauma ou um choque de realidade, e isto fez com que a inocência mental fosse perdida. O segundo crescimento nos é dado quando perdemos nossa inocência mágica, o que acontece ao lançar uma imperdoável ou magia das trevas. O terceiro é quando perdemos a inocência física, que ocorre quando perdemos a nossa virgindade. E o quarto quando temos nosso primeiro filho. A cada crescimento mágico nos é dado um aumento de nossos poderes e um novo dom. Não se pode saber antes dos crescimentos quais são os dons que nos são dados porém depois dele cria-se uma lista aqui neste livro com os devidos dons. Gostaria de saber quais são os seus até o presente momento?”
“Sim” – responde Hermione ansiosamente. Em seguida em letras pratas surge uma lista.
“ Hermione Jean Granger:
Legilimência e Oclumência total e espontânea;
Animagos Totalis;
Ligação com os quatro elementos;
Poderes de Cura;
Egregie intellectus – Inteligência sobre humana.”
“Esta lista demonstra o qual especial você é, Hermione, pois o normal que é na primeira transformação se receba apena um dom e, conforme os outros crescimentos aconteçam, surja uma lista. Já você, minha querida, já nasceu com uma lista de dons. O que a torna espetacularmente rara e poderosa. Estamos todos ansiosos para saber o que acontecerá com você até o final. E de acordo com o Sr. Albert Einstein aqui, nunca devemos ensinar os pupilos, apenas tentar fornecer as condições para que eles possam aprender, então iremos lhe passar uma série de livros para ler e, em seguida, praticar. De acordo com a lista inicial, você tem poderes semelhantes aos meus, de Joana e Merlin. E de acordo com Salazar para quando tiver o seu segundo crescimento terá os dele. E por isso ele irá te ensinar, já que artes das trevas é sua especialidade. Não se assuste com isso. Todo Verum pratica e utiliza das artes das trevas. Isso não quer dizer que seu caráter irá mudar, isto dependerá unicamente de você. Lembre-se, conhecimento não tem bem ou mal. Bem, Hermione, creio que por este momento seja isto. Descanse, amanhã iniciaremos suas aulas.”
Ainda aturdida com as novas informações Hermione levantou os olhos para o relógio e infelizmente viu que teria que se arrumar para o jantar. Pensava no asco em ter que encontrar seus “amigos” e continuar a farsa. Em um momento de brilhantismo resolveu perguntar sobre um assunto.
“Morgana só uma pergunta, de acordo com a lista eu possuo o dom de Legimência espontânea correto?”
“Correto minha querida.”
“Como exatamente eu posso utilizá-lo? Isto é, eu sei que para realizar legimência você deve estar em contato com os olhos da pessoa, e verbalmente ou não, pensar em “Legilimens”, mas como seria o este feitiço espontâneo?”.
“Bem, minha querida, aqui está a graça do nosso dom. Não precisamos de contatos e nem de feitiços. Basta se concentrar mentalmente na pessoa. Ela pode estar perto ou não e pode ser uma pessoa ou mais. É como se abrisse uma porta em nossa mente e ela pudesse ser dividida, assim podemos ter nossos pensamentos e os deles separados para analisar. De início apenas os pensamentos imediatos serão fáceis de abordar. Mas com tempo e prática, poderá vasculhar a mente toda da pessoa.”
Ela já ia fechar o livro quando palavras escritas em verde começaram a surgir
“Se deseja ver algo ainda hoje, sugiro uma tática de manipulação. Faça a pessoa pensar naquilo que deseja. Deixe cair uma frase ou uma palavra que a faça lembrar. Assim a memória virá para superfície e você poderá ver sem ter que recorrer a magia mais profunda. Ass. Salazar”
Após isto, com um plano de ação Hermione fecha o livro, sobe as escadarias e volta para seu quarto. Em cima de sua cama ela encontra um pergaminho, ao abri-lo ela lê.
“Regras de uso do quarto dos monitores:
Não é permitido entrada de pessoa do sexo oposto, mesmo que da mesma casa.
Não são permitidas festas ou confraternizações.
Não é permitido entrada de outro aluno a não ser que seja monitor de uma casa. A não ser por expressa liberação de algum professor.
É permitida a entrada de animais de estimação. Incluindo corujas.”
Hermione não poderia estar mais feliz após ler esta lista. Seria impossível que “seus supostos amigos” tentassem se entocar em seu quarto agora, ela teria privacidade afinal.
Rapidamente pega as lições dos meninos que já havia adiantado e sai para o grande salão. O que seria muito difícil, porém com o plano em mente, sentia certo prazer.
Ao chegar ao local seus amigos já estavam em seus devidos locais.
– Hermione, onde você esteve? Te procuramos na biblioteca mas a “cara de urubu” não deixou a gente ficar lá. – disse Harry.
– Oi Harry, Oi Ginny. Tudo bem com vocês também? Eu fui a biblioteca, mas depois fui conversar com a professora McGonagall. Mas cadê o Ron? – disse ela olhando ao redor.
– Já deve estar chegando Mi, ele... Ele estava conversando com... Ah, aí está ele. – disse Ginevra tentando disfarçar.
– Oi Amor. Onde você esteve? – disse ele se sentando ao lado da moça.
– Oi Ron, estava justamente falando isto para Gin, eu estava...
Naquele momento duas coisas aconteceram. A primeira, Lavander chegou também atrasada e se sentou com sua amiga Parvati. E a segunda, o diretor Dumbledore se levantou para dar um recado.
– Alunos, antes de começarmos nosso jantar tenho um comunicado a dar. Hoje a tarde foi nos lembrado de uma tradição, algo que não se é utilizada por uns bons anos. Mas decidimos retomar esta tradição. Então, a partir de hoje, os alunos monitores terão a disponibilidade de ter um quarto separado da sala comunal. – neste instante começa o murmúrio de todas as mesas. – Silêncio, por favor. Como estava dizendo, apenas os monitores terão este direito, caso queiram, não será necessário se mudar se não tiver este desejo. Os que assim desejarem procurem seus chefes de casa. Ah, é valido lembrar que haverá regras para o uso do quarto, não tentem quebrá-las, pois há magias protegendo e a tentativa poderá causar a perda do seu crachá. Dito isto vamos jantar.
O falatório se instalou após aquilo, os monitores ficaram ansiosos pelo novo quarto, os amigos dos monitores riam e conversavam e a fofoca corria solta.
Na mesa dos professores, alguns conversavam amenidades, outros sobre esta nova mudança e Severo Snape apenas avaliava tudo, enquanto comia sua janta.
“O que raios está acontecendo neste castelo? Aliás que raios está acontecendo comigo? Porque eu estou contente pela Granger? Porque raios eu me importo que a menina Granger tenha seu quarto? Merlin estou enlouquecendo. Ao invés de me preocupar com o Draco que agora vai ficar mais insuportável com o quarto, e aprontar mais e eu terei que amenizar tudo... estou aqui pensando que a Granger vai se ver livre da peste do Potter? Como se a menina tivesse inteligência suficiente para abandonar esses pestes. Severo Snape você realmente precisa de ajuda. Um bom Wiskhy e sono devem ajudar” Pensou ele voltando os olhos para o salão novamente.
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Logo ao terminar o comunicado seus amigos de Hermione a interrogaram.
– Hermione! Era isso que você estava conversando com a Professora? Oh meu Deus, o seu próprio quarto! Será que eu poderei visitá-la?
– Infelizmente não, Ginny. As regras são de que apenas os monitores e professores podem entrar em meus quartos. Nenhum aluno pode. – vendo a cara de desanimo da outra acrescentou – São as regras Gin, não quero pagar pra ver e perder meu crachá. E Ronny, por favor, coma mais devagar assim você vai engasgar! – Rindo seus amigos começaram a comer e conversar entre eles.
Aproveitando que todos se distraíram, Hermione começa a testar seus poderes. Pensando profundamente em Ginevra tenta fazer conexão com a mente da moça. De repente tudo se abriu, era como Morgana falou, como se uma porta fosse aberta e ela poderia ouvir e ver o que se passava.
“Por que tudo de bom acontece com ela? Se EU tivesse ganhado o quarto eu poderia dar um jeito de ficar com quem eu quisesse sem ter que me preocupar. E o que ela vai fazer? Ficar lendo? Ficar se matando de estudar? Que perda de tempo! Ela não se arruma, não tenta ser mais sociável. Não vejo a hora de meu irmão acabar com ela para que eu possa ficar de papo com a Lav. Ela sim é mulher para meu irmão. Não é uma vadia frígida. Ela me entende, me ajuda, não fica com gracinha de bancar a irmã mais velha, Cruzes como se eu precisasse de mais irmãos! Ah o que me mata é ter que ficar conversando com ela. Os papos são tão... ai... chatos. Como diria o Harry “pergaminho falante!”... Ah Harry, meu namorado. Meu herói! Todas as meninas querem ele. Mas ele é meu! Sofram suas putas! Meu Harry... como ficará quando nos casarmos... Ginevra Potter! Isso soa tão lindamente.... A Mídia vai me amar! Serei tão famosa que todos que um dia falaram Weasley pobretão vão morrer! Talvez, depois que nos casarmos, eu consiga fazer ele mudar por que só sexo básico não dá... ele é tão meloso! E o oral? Deuses! Eu não consigo acreditar que ele realmente falou que tem nojo de sexo oral! Já o Terêncio... Como ele falou? Ah sim não se entra em campo sem beijar o gramado! Ele é hilário! E esse menino sabe pegar uma mulher... aquela mão descendo sobre mim... E o pau? Rosinha... deve ter o que uns 15 cm? Ele faz loucuras! E deuses o que é aquele oral?!...”
Não aguentando mais saiu da mente da menina. Tentando manter a compostura, respirou mais profundamente que poderia para ninguém perceber.
“Então aquela putinha acha isso de mim? Eu que a tratei como uma irmã? Quem é ela pra falar algo? Sim, eu não penso em sexo, mas e daí? Eu tenho outras prioridades, e não quero ser uma puta que nem ela! Ah Harry, que corno manso você é amigo. E pelo jeito mal de cama. Vou usar isso ainda... Bem, ela já sabia do Ronald, isso é fato. Ela tentou acobertar ele em algo hoje, mas o quê? Vamos descobrir já, já... Mas será mesmo que Harry... Que Harry pensa tudo isso de mim? “pergaminho falante” como ela falou? Bem só há uma maneira de saber...” Se concentrando procurou abrir para a mente de Potter.
A mente dele era mais difícil. Aparentemente havia um bloqueio... Não na verdade não era um bloqueio, era como se outra mente estivesse lá... Ah sim... Voldemort. “Não eu não quero que ele saiba que eu estou aqui ainda... Ainda?! Sei lá, depois eu penso nisso... agora Harry...” Indo com mais cautela conseguiu chegar à mente do rapaz. Foi como uma cirurgia, porque qualquer contato alertaria Voldemort.
“Não aguento mais ficar aqui, não aguento mais essas pessoas olhando para mim. Não aguento mais o assédio das meninas e dos meninos... Se bem que tem horas que hum... Calma Harry, não fique de pau duro! Pense em outra coisa... Terêncio! Xirra! Que ódio desse moleque... ele não pode ficar em cima dela. Eu estabeleci o limite ele sabe disso. E outra, eu não vou meter minha boca no mesmo lugar em que ele nela! Já basta eu ter que meter nela coisa que faço com muito sacrifício. Mas oral não. Não coloco minha boca naquele negócio mas nem...”
Naquele instante Hermione se engasga com o suco que estava tomando. “HARRY POTTER É GAY! E O MELHOR A BICHA ENRUSTIDA ESTÁ SENDO COMIDO PELO MESMO CARA QUE COME A MULHER DELE! OU SEJA, É CORNO DUAS VEZES! Obrigado Deuses! Obrigado Senhor, acabei de receber meu presente de aniversário adiantado! O testa rachada é a testa purpurinada! Oh Deus purpurinada e enfeitada!! Preciso comprar um vestido lindo vermelho para ele afinal não sou eu quem transo com Hagrid? Ele ficaria lindo de mulher... MEU DEUS HARRY POTTER TRAVECO! Calma Hermione calma! As pessoas vão desconfiar! Calma! Merlin! Socorro! Foco! Foco Hermione... a sua meta era saber sobre a fidelidade de Harry Potter e não sobre sua sexualidade.”
Vendo que Harry não pararia com estes pensamentos, e por mais que ela gostaria de saber os podres do menino, agora não era a hora. Hermione se lembra das palavras de Salazar. Manipular... “Como? Será que só chamando atenção para mim já basta? Não custa tentar.”
– Harry, será que você poderia me passar o pão?– Chamou a menina e vendo que o mesmo não respondia insistiu– Harry?
– Ah Sim... Tá aqui Mione. – Disse ele passando o pão para ela. E então imediatamente a mente do menino muda.
“Menina chata do caralho... Nem me deixar pensar ela deixa... outra que não aguento mais... nem ela e nem Rony... Não aguento mais ele também, pedindo pra eu falar com a Mione... por que ele não acerta logo isso! Fica logo com a Lavander. Pô ela não é bonita, mas é mais tragável. É tipo a Gin, você dá um pouco de atenção, o mundo fica rosa. Já a Hermione... Oh menina chata! Enciclopédia ambulante. Eu peço pra ir comigo passear, ela já fala de normas e regulamentos. Eu falo que preciso ir a tal lugar, ela já pensa em morte e sangue! Pô, eu sei que estamos em guerra e que o Voldemort quer me matar, mas precisa jogar isso toda hora na minha cara?! E custa abrir a perna pro Rony? Cara, homens precisam disso! Se bem que, com aquela aparência, se ele encarar é só com um travesseiro na cara. Ela bem que podia se arrumar, e pelo amor de Merlin dar um jeito no cabelo! Aquilo é um ninho! Ninho! Essa é boa daria um ótimo desenho. Se ela soubesse dos desenhos. É um melhor que o outro! Um ninho combinaria com quê? Um ninho na cabeça... um bico de papagaio e perninhas de galinha! Um desenho perfeito. Preciso mostrar pro Rony, vamos rir muito. Espero que ela aceite o quarto, porque daí eu posso ficar mais livre sem esse encosto, sem ter que mentir para o Rony.”
Naquele momento, Hermione sai rapidamente da mente dele. Sua mão fecha... Seus olhos dilatam... Sua respiração começa a acelerar... “Eu vou matar! Eu vou esquartejar esse menino! Não será necessário Tom vir. EU MESMA FAREI! Filho de uma puta, desgraçado!” ela ora a todas as divindades para que consiga se controlar, pois a vontade de matar alguém estava cada hora subindo mais. Fazendo um esforço épico e pensando em uma morte lenta e muito dolorosa que daria para ele, finalmente se controlou. “Vamos Hermione, você irá se vingar. Ainda não... deixe para desmoronar quando chegar ao quarto... força! Você pode! Ele não sabe quem é você. O que você pode fazer. Aliás, nenhum deles. E o Ronald? Meu “namorado lindo” o que pensa? O que ele estava fazendo que se atrasou para o jantar?” Com muita facilidade ela entra na mente do menino.
“Essa carne de porco está tão boa. Comer é bom demais... Só perde pra sexo... Sexo... Lavander com aquela perna deliciosa, essa menina me deixa louco. Flexível e gostosa! Não é a mais bonita, mas é boa de cama. E faz um boquete... aquela boca me leva a loucura. Mal vejo a hora de poder trepar com ela de novo. Ela fode bem... pena que teve que ser tão rapidinho agora... se não a Mione desconfiaria. Ah Mione... se você não fosse tão chata eu ficaria com você na boa! Mas tem que ser uma puritana! Eu tenho que dar um jeito de acabar com isso logo... Domingo... Domingo eu meto o pé nela. Ate lá ela já fez as lições do final de semana e eu posso ficar sossegado. Aí a Lav para de me encher o saco, ela está ameaçando fechar as pernas. Não dá! Será que a Mione tem tesão por alguma coisa? O Harry fala que ela tem por livros... que tem um orgasmo quando compra livros. Isso seria cômico! Imagina, ela indo na livraria e tendo um orgasmo ali quando abrisse o livro...” – de repente Ronald começa a ter uma crise de tosse/riso enquanto comia.
Saindo da mente do rapaz rapidamente, suas mãos fecham por baixo da mesa. Ela estava começando a ver tudo vermelho de ódio. Ela iria fazer uma besteira se não fosse pela voz que surgiu de repente em sua mente.
“VAGABUNDA! Se ela encostar um dedo nele, ele e ela morrem! Aliás, ele morre! Ela eu mato depois.”
Tentando se concentrar procurou a dona do pensamento. Ela não sabia como, mas tinha que achar. Isolando os barulhos, pouco a pouco. Apenas a voz que falou teria que restar.. “Onde está?... ACHEI!” E não poderia ser outra a não ser Lavander Brown.
“Não aguento mais isso. Ronald, você tem que se decidir! Porra, não aguento mais. Por que ele ainda está com ela? Será que ele não vê? Era para EU estar com eles sentados lá e não ela. Não teríamos que correr para nos encontrar como fizemos agora pouco, poderíamos continuar nossos amassos. Me da asco pensar que ele me beija e depois a beija. Aquela boca tão horrível. Espero sinceramente que ela fique com o quarto, assim eu e a Parvati podemos conversar tranquilamente sem esse estorvo! Fique no quarto e morra lá! E deixe o Ronald para mim... ELE é MEU! Ronald Weasley, não se atreva a tocar nela!”
Imediatamente Hermione pensa em uma mini vingança. “Se essa vagabunda esta tão incomodada de eu estar sentando ao lado dele, agora ela morrerá”. Virando com um olhar adocicado ela fala com seus amigos.
–Bem, como vocês já sabem, eu tenho que falar com a Prof.ª McGonagall. Então eu vou indo, mas vejo vocês no café da manhã. Ou almoço, afinal amanha é sábado. E vocês sabem que eu gosto de estudar no sábado de manhã. – e para surpresa geral, se inclina dando um beijo demorado, apaixonado. Um beijo a francesa com muita paixão em Ronald.
Três olhares acompanham a cena, dois assustados, pois não era normal dela beija-lo assim e um beirando ao assassinato. E Ronald que estava estático. Imediatamente duas vozes surgem na mente de Hermione.
“EU ESTOU MORTO!” – Pensa Ronald.
“EU MATO ELE!” – Pensa Lavander.
Assim que termina o beijo, Hermione levanta como quem não fez nada de mais, e se retira com um sorriso no rosto.
Ao sair respirou profundamente e rapidamente foi em direção ao seu novo quarto. Não teria que conversar com Minerva, pois ambas já haviam se acertado. Assim que entrou, se atirou em sua cama. Com os olhos fechados pensou e, tudo que ouviu e viu. E o que começou com uma crise de risos pela cena anteriormente vista, se tornou uma crise de choros e lamentos. Ela deixaria ir toda a dor, toda mágoa... Tudo! Ela não sentiria mais nada em relação a eles, não os deixaria a abaterem mais. Ela iria lavar a alma, e como sempre ela precisava de um bom banho de espumas. “Para isso eu terei que ir ao banheiro dos monitores... eu amo ir lá, mas eu não queria sair daqui... É isso! Os aposentos de Morgana!”
Pegando seus utensílios para o banho, foi em direção à porta da entrada dos aposentos. Descendo as escadas novamente abriu a porta central e foi diretamente ao banheiro.
Lá chegando à visão era maravilhosa, como todo o aposento era. Ao contrário das paredes vinho que vinham na decoração, o banheiro trazia paredes brancas com alguns candelabros suspensos. Ao centro do teto havia um enorme lustre. Havia apenas uma parede preta cravejada de diamantes e nela uma imensa banheira, maior que a do banheiro dos monitores. Aproximando-se, a encheu, colocou espumas. Retirou seu roupão, deixou sua varinha próxima à beirada e entrou. A temperatura era a ideal, imediatamente seus músculos relaxaram. Sentada na beirada, deixou seu coração acalmar. Se acostumar com o ambiente. Com um simples aceno de varinha, a iluminação sumiu, ficou apenas as velas dos candelabros acesas, e o som de uma música se fez presente e, conforme a música corria, as imagens iam se formando: (N/A: Eu sugiro que coloquem a música Eccentric – After Forever. Para lerem este pedaço https (://) www( .) youtube( .) com (/)watch?v=Rw908jkEYKE#t=83 )
What do they see when they look at me
O que eles veêm quando olham para mim?
Who are they to judge me if they never spoke with me
Quem são eles para me julgar, se nem ao menos falaram comigo
Never looked without laughing, never tried to see, see me
Nunca olharam sem gargalhar, nunca tentaram enxergar… me enxergar
” pergaminho falante!”
“Frigida” “Rainha do Gelo”
I can't believe that it is only me, the person to hate, the only left out.
Eu não posso acreditar que eu sou a única, a pessoa para odiar, a única deixada de fora
I can't believe how they can be so mean
Eu não posso acreditar em como eles são cruéis
If they could feel the brutal stings of their words
Se eles pudessem sentir as ferroadas brutais de suas palavras
And the bitter cold when they laugh
E o frio amargo quando riem
Once more I'm
Mais uma vez estou
“Enciclopedia ambulante”
Running, running away I must hide
Correndo, correndo para longe, tenho que me esconder
Can't take it anymore
Não aguento mais isso
A fight, to free me from an endless struggle with life
Uma luta, para me libertar de uma guerra sem fim com a vida
Running, tell me how far should I go if they're all the same
Correndo, diga me o quão longe devo ir? Se eles são os mesmo
This fight, I am fighting my way through
Essa luta… Estou lutando pelo meu caminho do ínicio ao fim
“Eles riem… Eles riem de mim! Há anos... eles riem de mim! Eu sempre fui chacota! Deus, meu coração não aguenta mais essa dor! Eu preciso de ajuda! Eu preciso que alguém me salve! Mas eu sei que ninguém virá...
Ninguém se importa com meus sentimentos. Ninguém se importa comigo! Sou apenas mais uma. “ Um estorvo” “ um peso”. Eles nunca me viram... eu sempre fui apenas a escravinha que fazia lições para eles. Um meio para um fim.
Ronald nunca me amou. Ginevra nunca foi minha amiga. E Harry... Harry Maldito Potter. Ele é o que mais tenho ódio. Eu o salvei inúmeras vezes... Eu ajudei ele. Eu o protegi! Eu usei meu maldito primeiro feitiço no mundo mágico para consertar a porra do óculos dele! EU O ODEIO!!!”
I don't really want to be like them, the way they behave
Eu realmente não quero me tornar um deles, o jeito que se comportam
The way that they live
A maneira como vivem
I don't really need someone, no people like that
Eu realmente não preciso de ninguém, não de pessoas como aquelas
But someone in a world with warmth and respect
Mas alguém no mundo com zelo e respeito
A world without the feeling I must be
Um mundo sem a sensação do que eu devo ser
“Eu não irei permitir que isto continue a me afetar, eu prometi a mim mesma!
Hoje foi a última noite. E esta é a última lágrima.
Eles me fizeram de gato e sapato. Fui a idiota por muito tempo!
CHEGA! Eu não vou ser mais palhaça de ninguém! Vou fazer eles pagarem! Para mim, Harry e Ronald morreram! E logo logo irão definitivamente morrer nas minhas mãos.”
Tomada por uma raiva, Hermione sai do banho. Vai até o espelho do lavatório, levanta sua varinha e pronuncia um feitiço “inveniet mea pulchritudo”. Naquele momento, seu cabelo de indomado passa para um cacheado controlado. Sua pele fica mais saudável, com brilho. As bolsas formadas a partir das lágrimas nos olhos somem. “Hoje morreu Hermione Granger, a tola. E esta nascendo uma nova Hermione. Mais forte. Mais sábia. Descendente dos Verum. Digna de seus poderes. Hoje eu durmo. Amanhã, com ajuda dos Verum, começarei a me preparar.”
Saindo do banheiro e voltando para seu quarto, Hermione pega as fotos que tinha deles em seu quarto, todos os bilhetes e lembranças. Rasga tudo, pedaço por pedaço ela coloca em uma caixa e então, queima. “Chega, eles não são meus amigos, eu não posso ter dó! Eu não preciso disso, eu não preciso nada deles!”
Deitando em sua cama, repassava seus planos em sua cabeça. Ela teria que mudar quase tudo. A vontade que ela tinha era dar na cara de todo mundo, mostrar que ela sempre foi superior a eles e foda-se a porra toda, mas não. Ela teria que esperar... Teria que treinar. Teria que se aprofundar em coisas que, de início não cogitou. Ela precisaria da ajuda de Salazar. Mas mais que isso. Ela teria que se tornar o que ela nunca foi. Ela teria que endurecer o coração, se tornar quase um Snape. “De rainha do gelo para Rainha das Trevas.”
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N/A: Acho que todos repararam que alterei algumas coisas, e outras não. Será esta a ideia de agora em diante.
Quero agradecer a minha amada Leyla Poth que tem me ajudado com algumas coisas. Vc é Diva.
Agradecer à linda Mel que tem me ajudado e dado ideias, e a minha nova pequena Rose.
Minha beta Divonica que tem me auxiliado e surtado comigo.
A minha irmã Loma que aguentou esperar aqui do meu lado.
A minha filha linda Mandy. Que sempre será minha SONSERINA do coração, não importa os testes. (foi um complô contra amor. Relaxa) Te amo minha vidinha. Beijos da Momzinha.
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Agradecimentos:
Mikipetrova: Olá querida. Fico feliz que esteja apaixonada pela fic como eu estou. O Severo afinal é o “mocinho” da história não é?! Nada mais justo do que ele aparecer.
Liv: Agradeço imensamente as palavras. Espero que esteja gostando e tenha entendido o motivo de tudo ir vagarosamente acontecendo.
MaahZinhaah: Aqui esta o próximo kkk Eu pretendo manter uma media de um a dois cap por semana por enquanto. Já que estou apenas ajustando os cap já postados. Logo qd entrar na parte jnova terá outro cronograma.
Linda Snape: Minha querida, eu também me espanto por tamanho controle emocional, mas como vc vê ela não tem um pingo de normalidade em sua veia kkk então esta explicado como ela pode não chegar dando uma voadora nos meninos. Kkk Fico feliz que esteja gostando. E mais ainda pelo review. Obrigada.
sakurita1544: Olá linda! Vou anotar a ideia, obrigada! A mione ainda vai aprontar bastante pode crer q vai. Kkk Beijinhos e obrigada por ler e me deixar um comentário.
Suzi Fanfics: Ola! Muito obrigado pelo comentário. Fico feliz que esteja gostando da história.
Tatacarlinha: Obrigada pela motivação! Eu sou uma eterna apaixonada por essa fic e não poderia permitir que ela ficasse sem terminar. Continue comigo e de sua opinião sobre ela sempre. Beijinhos
Bibi Swan Cullen: Obrigada pelo carinho! Continue comigo nessa aventura da fic. E deixe seus comentários do que esta achando.
Gabsgermano: Fiquei emocionada pelo seu comentário. Fico feliz que esteja gostando da nova versão da história. Eu acho que a Irma é um personagem pouco explorado, e fiz questão de colocar ela na história. Fico feliz de ver as leitoras embarcando comigo nesta aventura. Obrigada e continue comigo.
Luana Snape: Uffa! Fico feliz que esteja agradando. A antiga autora me falou muito bem d vc. Obrigada pelas palavras de incentivo. Esteja comigo.
Ava Black: Oi Ava Black, tudo bem? Obrigada pelo review, isso é bem importante pra nós, autores. Levarei em consideração sua crítica, mas gostaria de esclarecer uns pontos. Nada na fic é por acaso, tudo se encaixa de alguma forma, a parte de descobertas é crucial para o entendimento dos leitores sobre quem é a nova Hermione Granger. A minha proposta é fugir das mesmices das fics, onde tudo ocorre rápido demais, na vida não é assim. Quanto à outra autora: Ela está passando por problemas pessoais. E não iria dar conta da fic, e para não deixar os leitores sem a história pedi para continuar a história. Novamente, agradeço seu review e tentarei melhorar em alguns aspectos, tudo bem? Beijos.
Aos que estão acompanhando ou favoritaram a fic. (Akemi Nagatani/ Ava Black /Luana Snape,/ Gabsgermano/ Bibi Swan Cullen/ Tatacarlinha/ Suzi Fanfics/ sakurita1544 /Linda Snape/ MaahZinhaah/ Liv/ Mikipetrova/ Miris FNT/ driellealves77/Lyrica Vascenchin/ Leyla Poth/Alice Liddell/Katita Malfoy)
A todos os que leram e não deixaram review e aqueles que estão seguindo esta fic. Os meus mais sinceros agradecimentos.
Peço que se puderem deixem sim um review ou venham falar comigo. É muito ruim escrever e não saber o que seus leitores pensam. Mas desde já obrigado!
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N/B: Estou surtadíssima com esse capítulo, eu simplesmente morro de rir com o ataque da Lavander hahaha, enfim espero que gostem. Deixem reviews L , a autora é boazinha e responde todos eles, um por um.
Agradecimentos:
À autora linda, que confiou em mim pra betar a fic. Ao meu mozão que teve paciência de me ver betar enquanto fica quietinho haha.
E a vocês leitores/as lindos ♥
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Léxico
Musica Eccentric – After Forever. https (://) www( .) youtube( .) com (/)watch?v=Rw908jkEYKE#t=83
Águia-real – A Águia-real é a maior espécie de Águia que se pode encontrar na Europa. A sua plumagem é castanha escura. Apenas a parte superior da cabeça e a nuca são de um tom mais claro (castanho claro a amarelo dourado). A sua cauda é escura com a base mais clara. As suas asas também são escuras apesar de encontrarmos exemplares com amarelo dourado. http(:) // aves.mundoentrepatas (.) com (/) aguia-real (.) htm
Brígida é uma deusa celta, representada por três mulheres, Brígida, a poetisa, Brígida, a médica, e Brígida, a ferreira, sendo conhecida com a deusa da Tríplice Chama, pois o fogo alimenta as forjas, esquenta os experimentos dos alquimistas, e incendeia a mente dos poetas. É filha do deus supremo Dagda, e um dos Tuatha Dé Danann.
ODagda é um deus celta , uma figura paternal, protetor da tribo. Contos irlandeses descrevem Dagda como uma figura de força imensa, armado de uma clava e associado a um caldeirão (o Caldeirão de Sangue, que continha diversas propriedades mágicas).
inveniet mea pulchritudo do latim encontrar minha beleza
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