Notas iniciais
Nota previa: Como havia falado, postei o cap. 9.3 novamente, NO ENTANTO, Eu achei que valia apena continuar ele. Sim queridos leitores, o cap. continua. Vamos à jornada do nosso amigo Draco Malfoy até ele tomar a marca. Sendo assim, quem já leu LEIA NOVAMENTE, pois tem novidades nesse cap. .................

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“Se você me conhece baseado no que eu era há um ano, você não me conhece mais. Minha evolução é constante, permita-me me apresentar de novo.” Autor desconhecido.

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No capitulo anterior...

– Mamãe! Papai! Que saudades! – ela agarrou aos dois e não soltou mais.

– Nós também estávamos minha querida. – Disse Morgana, sorrindo animada.

Fazendo uma mesura que arrancou mais risada, Hermione começou seu interrogatório. – Agora me contem tudinho! Como vocês conseguiram isto? Aliás, mamãe você ficou bonita! E você também, papai! Mas porque não me contaram quando eu perguntei se vocês poderiam me ver e...

– Hermione... Respira! – Exclamou Salazar, com os olhos arregalados.

– Eu... Desculpe, pai! – Disse Hermione se soltando de seus pais.

Rindo Morgana falou – Amor, deixe a menina. Mas, tudo bem, vamos com calma filha. Primeiro vamos nos sentar e depois temos muito a conversar.

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Em algum lugar de Londres

Ele havia voltado há pouco tempo, os elfos o haviam recepcionado calorosamente, e embora muitos deles ainda se surpreendiam com sua nova aparência, todos estavam felizes com sua nova vitalidade.

Ele estava sentado avaliando seu plano. Muita coisa ainda não havia acontecido, e muita coisa diferente do que ele imaginou inicialmente aconteceu. "O tempo tem sua própria rota afinal."

Ele sabia que teria que tomar uma série de decisões e principalmente ações. Retomar a fortaleza e projetar a cidade... Retomar velhos aliados e fazer outros mais... Planejar as despesas... Seria um trabalho árduo, mas ele sabia que teria que realizar. "Para começar... Poções. Vou precisar de alguns lotes. E entrar em contato com ela... Como será a reação dela ao me ver? Bem... vamos pela ordem... agora com minha força de volta, creio que algumas horas na frente de um caldeirão serão bem vindas."

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Quarto de Hermione

Olhando ao redor Salazar sugeriu para que fossem para a biblioteca para conversar. E eles foram, e entre risadas e brincadeiras ela colocou-os a par das recentes novidades.

Logicamente houve uma notória gargalhada geral quando ela, detalhadamente, contou sobre a reação de todos com a mudança de casa. E um abraço caloroso de Salazar pelo mesmo assunto.

O clima ficou mais sério quando ela abordou sua conversa com Severo, ocultando o beijo é claro.

A princípio ambos ficaram reticentes com a ideia. Entretanto conforme Hermione foi explicando, viram o potencial que o plano tinha. Na realidade, havia um brilho nos olhos de ambos. Algo entre orgulho, medo e felicidade.

– Então o que vocês acham? – Questiona a menina.

– Eu acho – disse Salazar pegando a mão de Morgana – Que eu tenho orgulho de ser seu pai.

– E eu de ser sua mãe. – Disse Morgana pegando a mão da jovem a sua frente e dando um imenso sorriso.

– Entretanto – Salazar continuou – Tem alguns detalhes que temos que arrumar. E outras coisas que queremos sua opinião. Por exemplo, a questão de estar aqui em Hogwarts. Por mais que eu ame a sensação de estar de volta, eu não me sinto confortável estando aqui. Há muitas lembranças.

— Eu entendo pai. – Disse Hermione.

– E por isso que antes de ajustarmos seu plano eu quero trazer algo a sua informação, porque será útil. Voltando um pouco no tempo... Quando estávamos construindo a escola, descobrimos um feitiço interessante chamado “da viață”, que em romeno significa Animar. Ele faz com que possamos dar “vida” a objetos inanimados, para que eles que se nos ajudem a organizar. Isto surgiu porque Godric e eu estávamos tendo nossas divergências quanto à localização do salão comunal das casas. Então quando Morgana chegou nós conversamos, e discutimos sobre o uso desse feitiço.

– Na época eu ainda “namorava” o Godric e queria manter a paz entre todos – acrescenta Morgana.

– Exato, ela queria ser a boa samaritana, então ela disse para que fizéssemos o feitiço– Disse ele piscando para Morgana – E como ela conhecia muito bem o feitiço, pois já havia feito em seu castelo, a deixamos realizar. Foi maravilhoso, pois Hogwarts surgiu digamos assim, e se auto arrumou praticamente. Morgana acrescentou um feitiço chamado “Dominus” que dá o controle dele apenas aos proprietários no caso, os fundadores e aos futuros diretores para caso haja algum motivo eles possam controlar as salas de aulas, e no caso de alguma guerra a escola possa ter uma forma de se defender.

– O que eu me “esqueci” de dizer foi que como EU realizei o feitiço. EU também tinha o controle da escola e outros detalhes a mais... – Disse Morgana piscando para Salazar – Mas quando Salazar e eu nos apaixonamos, decidi contar todos os detalhes.

– O que Mog não contou é que além do básico de organização, o Hogwarts era real. Ele poderia se comunicar conosco caso desejássemos, ele poderia ser nosso aliado. Depois da briga, eu e Morgana decidimos que juntos iriamos ativar este lado dele, e para que mais ninguém pudesse se comunicar. Além dele se tornar nosso aliado, porque não nosso... Cúmplice. Pois foi com ajuda dele que a biblioteca de Mog foi criada e várias, senão todas as passagens. Por isto que estou te contando isso porque quero que você também seja uma Dominum Hog, e que possa se comunicar com Hog. Tenho certeza que isso será muito necessário.

– Pera... Você esta me dizendo que o Castelo é uma pessoa? – disse Hermione pasma.

– Eu não diria uma pessoa... Mas aí eu poderia sofrer a ira de Hog – Disse ele rindo.

– Mãe... Pai... eu...

– Amor, acho que é mais fácil mostrar a ela. Venha minha filha, me dê à mão. – disse ela levantando, pegando a mão de Hermione ela a acompanhou ate o centro da sala, então a soltando se juntou a Salazar entrelaçando sua mão com a ele enquanto o mesmo pegou sua varinha.

“Sum accipiet Hermione at Genus Hogwarts” – disse ele e Hermione rapidamente traduziu como “Eu tomo Hermione Granger na família Hogwarts” e então algo espetacular aconteceu, ela foi envolta por uma nuvem dourada de magia. E então ela pode ouvir uma voz em sua mente:

“Fi binevenit familie Hermione! O lungă perioadă de timp te-am ceas, dar în cele din urmă putem comunica. Numele meu este Hogwarts, dar poți să mă suni Hoge. Și da, eu sunt castelul. ” ** “Seja bem vinda à família Hermione! Há muito tempo eu vigio você, mas finalmente podemos nos comunicar. Me chamo Hogwarts mas pode me chamar de Hog. E sim, eu sou o castelo.”

A língua era Romeno. Porém Hermione se sentia fluente nesta língua, pois conseguiu facilmente entender e comunicar de volta.

“Multumesc foarte mult. Sper să fie demn de astfel de onoare.” ** “Muito obrigado. Eu espero ser digna de tal honra.”

“Sunteți acum familie. Și am proteja mea.” ** “ Você agora é da família. E eu projeto os meus.”

“Mulțumesc” ** “Obrigada”

Então Salazar interveio – “Prieten mai târziu a vorbit. Pentru moment pot fi dori să informeze Hermione condițiile de școală curent.” ** “Amigo mais tarde conversamos. Por enquanto se puder gostaria que informasse Hermione das atuais condições da escola.”

“Desigur!” ** “Claro”

Naquele instante a mente de Hermione foi inundada por imagens. Era planta baixa da escola com todas as entradas e saídas, passagens e afins... Era o mapa do maroto só que melhorado, pois haviam passagens ali que ela jamais soube.

“Domnul se face. Cred că ai despre mai multe de două ore încă înainte de a veni.” ** “está feito Senhor. Creio que vocês tenham cerca de mais duas horas ainda antes que ele venha.”

– Quem venha?

– Alvo – responde Morgana para ela enquanto Salazar se despedia de Hog.

“Mulțumesc Hog” ** “Obrigada Hog”

Aranjați Domnul” ** “Disponha senhor”

Então Hog se foi, ou melhor, apenas se calou já que ele nunca iria embora.

– Bem minha filha, como pode ver Hogwarts é mais que um castelo. E acho que não preciso dizer, mas você pode confiar sua vida nele. – Disse Morgana.

– Sim, eu... Oh Circe! Não sei por que ainda me espanto, afinal, estamos em um mundo mágico – disse ela rindo.

– Exato! – Disse Salazar – Agora, vamos falar sobre esse seu plano. Afinal, você terá muita coisa a fazer quando sua mãe e eu formos embora.

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Nos aposentos de Severo

Alvo havia acabado de avisar via flú que os tios de Granger haviam chego à escola. Severo estava uma pilha de nervos. A conversa por mais que seja algo apenas formal, seria algo interessante. “Afinal, eles podem ser seus futuros familiares? Merlin de onde essa ideia veio? E porque eu ainda estou aqui pensando nela com tanta coisa para corrigir, e amanhã já é segunda.”

Com esse pensamento ele foi corrigir os trabalhos dos alunos durante a tarde. Porém por volta das cinco da tarde, sua lareira se torna verde e a voz de Alvo ressoa “Severo venha a minha sala urgente.”

“Oh Merlin, o que foi dessa vez?” Saindo imediatamente ele foi para a sala de Alvo.

Lá chegando se deparou com uma cena inédita. Estava Alvo em pé e em sua frente Antonio Dolohov .

— Ah Severo finalmente, talvez você possa fazer algum senso ao seu amigo. – Disse Alvo.

— Não comece Alvo, eu já falei para você. Eu estou fora! – Disse Dolohov.

— Fora? – Questiona Severo.

— Sim Severo, chega. Ele... Eles foram longe demais dessa vez – o homem parecia transtornado– Não há nenhuma possibilidade que eu volte para a mansão, que eu volte para ele novamente. Ele quer minha filha Severo. Eu pedi, implorei... Mas ele a quer.

— Antonio, você sabe o que ele faz com desertores não é? – Questiona Severo.

— Eu sei Severo. E é por isso que eu não pretendo voltar. Já tomei as providências – Disse ele desdobrando a manga da camiseta e mostrando a enorme cicatriz que havia ficado, no lugar onde deveria haver uma marca negra. – Eu paguei o preço necessário.

— Mas... Como? – Questiona Alvo.

Vendo a cara de espanto de Alvo, Severo explica – Alvo, sempre houve uma maneira de retirar a marca negra, porém ela é tão cruel quanto um Dementador. Há um feitiço antigo, negro, que retira o poder e o controle dela, entretanto, ao fazê-lo metade de sua magia e alma são consumidas. O mago fica condenado a uma semivida.

— Ainda podemos dar um jeito. Nós vamos protege-la, aliás a vocês dois – Disse Alvo – Você acha mesmo que eu iria ceder sua filha, ou qualquer aluno assim?

— Assim como protegeu Malfoy? – rebate ele – Sim, eu sei do menino Malfoy. Lucius não para de falar sobre isso.

— Deixe os Malfoy fora disso – rebate Severo.

— Ora Severo, vai ficar bravinho agora? Só porque Lucius é seu cachorrinho e faz tudo o que você manda, não quer dizer que eu farei. Não sou idiota como ele.

— De fato, você não é como ele. – diz Severo em um tom de voz baixo, como só ele poderia dizer– Lucius não é covarde.

— Covarde? Eu? Você não sabe o que é se preocupar com seu filho, noite após noite. Você diz isso porque não tem coração, não ama ninguém. Aliás, ama... AMA uma sangue-ruim morta. Naquele instante o sangue de Severo ferveu. Ele em dois passos calculados, estava segurando Antonio pelo pescoço.

— Covarde Sim, Antonio. Por abandonar tudo porque não consegue ser homem o suficiente para aguentar os atos de suas escolhas. Covarde, egoísta e mau caráter. Ou você acha que não sei que em sua pequena ação você não esta levando alguma vantagem? Eu te conheço melhor. E não me venha com o discurso de papai superprotetor, que não vai passar. Você fez uma merda, uma merda muito grande, algo que vai deixar o Lord bravo. Algo que vai fazer você perder o direito de ser chamado irmão. – O outro havia se calado – O que foi Antonio? Cadê a historia de papai agora?

— Severo, eu...

— Ah, agora é Severo. É sempre assim, vocês fazem a merda e sobra para eu concertar. Só que dessa vez eu não vou. Se você quer ser um covarde, que seja. No entanto sabe muito bem o que vai acontecer.

Soltando o homem, Severo deu um passo para trás.

— Deixe-o ir Alvo.

— Mas Severo – Diz Alvo.

— Deixe – Diz Alvo – A menos que você queira uma repetição de Pettigrew, só que pior, já que pelo menos Pedro ficou. Esse aí é tão bom como morto.

Vendo a seriedade de Severo e agora tendo a certeza que não havia volta, Alvo chamou um elfo e pediu para que trouxesse Makenna e suas coisas. Quando a jovem chegou, atirou-se em seu pai que retribuiu o abraço.

— Pai, mas o que está acontecendo? – Questiona ela.

— Vim te buscar. Estamos indo embora – Diz ele.

— Embora, mas – virando-se para Severo ela olhava desesperada – Professor o que?

— Apenas ouça seu pai Senhorita. Ele sabe o que faz, e as consequências dos seus atos. Eu não vou mais proteger ninguém. – Disse Severo “ Apenas vá menina! Chega de drama por hoje”

— Estamos indo embora Kenna, chega dessa guerra. Vamos – disse ele pegando as coisas da jovem.

— Você sabe, Antonio, a senhorita é maior de idade. Se ela quiser ficar eu... – Mas antes que Alvo terminasse a frase Makenna se interpôs.

— Professor, diretor. Senhores, foi um imenso prazer tê-los conhecido. O voo foi bom enquanto durou, como diria o ditado bruxo. Esta guerra nunca foi minha, eu nunca quis e não vou lutar por isso. Porque sei que morreria em vão. Então Adeus.

Juntos ela e seu pai se foram, para nunca mais voltarem ao mundo bruxo.

Alvo e Severo ficaram em completo silêncio por um tempo. Ambos retirados em seus pensamentos. Alvo se questionava sobre a alteração de seus planos agora que não tinha mais Dolohov e Severo... Severo sentiu-se dubio. Se por um lado estava se sentindo livre por não carregar mais duas vidas em suas costas, por outro ele estava triste por ter perdido um companheiro. Ele sabia que não ia durar, sabia que o Lord iria encontrar um jeito de acha-lo e matar a ele e a menina. Mas não havia o que fazer, todos somos responsáveis por aquilo que escolhemos. Ele escolheu ir embora, fugir. “Agora só resta saber quando a merda baterá no ventilador, porque Ele pode colocar a mascara de bom pai, mas de bom ali não há nada. Tenho certeza que meu afilhado irá sofrer com a saída da menina. Ela talvez pudesse ser sua consorte. Isso é se narcisa deixasse, o que era pouco provável. Entretanto, era uma jovem promissora, pena ter levado a isso. Tanto potencial jogado no lixo... Tinha seus problemas, como ser rebelde, mas quem sabe com maturidade... Agora, não há o que fazer. Se tivesse sido inteligente teria escolhido ficar. Ela poderia, inocente ela não é. Afinal, a própria já foi em algumas reuniões do Lord. No entanto, covarde como pai... O problema desses jovens é isso. Trocam boas escolhas por más. Trocam bons valores por insignificâncias... Se ao menos ela tivesse um bom juízo... Ela me lembra Hermione. no entanto, faltou nela atitude. Hermione jamais deixaria ser lavada pelo pai ou deixaria seus “amigos” sejam eles falsos ou não Nela há fogo, os olhos dela trazem briga... E lá vai eu pensar nela de novo... E por falar nisso como será que estão as coisas com a sua nova família? Como será que eles são?”

— Alvo? – Disse Severo tirando-o de seus pensamentos – Você ainda precisa de mim?

— Na verdade Sim, Severo. Estou indo agora buscar os Viperinilor agora, e gostaria que você esperasse aqui para que eu os apresentasse a você. E se puder, chame Minerva. – Diz ele saindo via flú.

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Nos aposentos de Hermione.

A Família Le Fay Sonserina, já havia voltado ao quarto de Hermione. E estavam rindo de alguma história quando Alvo apareceu.

— Vejo que vocês conseguiram se conhecer melhor. Fico feliz por você minha filha– Disse Alvo sorrindo.

— Sim diretor. – disse ela.

— Alvo, creio que esteja na hora de nós irmos. Afinal, temos que dar a Hermione a chance de descansar também. Foi muita coisa em pouco tempo. – Diz Morgana.

— Isso mesmo, venham vamos para minha sala. – Diz ele apontando a lareira ao casal e virando-se para a jovem complementa – Descanse minha filha, conversaremos amanhã.

— Boa noite Hermione – diz Salazar e Morgana dando um sorriso a ela.

— Boa noite tios – diz ela dando um aceno e um tímido sorriso aos dois.

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Sala do Diretor

Alvo havia chego com Baltazar e Morgan e encontrou Severo sentado e em pé no canto da sala, uma Minerva levemente brava.

— Esplêndido. Baltazar, Morgan, esses são Severo Snape e Minerva McGonagall. Minerva é nossa professora de transfiguração e era a chefe de casa de Hermione e Severo é o nosso mestre de poções e o atual chefe de casa dela – disse ele os apresentando ao casal.

— Muito prazer – Disse Morgan ao cumprimentar aos dois enquanto Baltazar apenas fez uma leve reverencia com a cabeça.

— Severo, Baltazar também é mestre em poções – disse Alvo com os olhos brilhando por detrás dos óculos.

— Meu mestre foi senhor Valentin. Creio que o conheça – diz Baltazar.

Severo estava espantado. Basilio Valentin, foi um grande bruxo. – Claro, ele fez algumas visitas ao meu mestre em algumas épocas. Meu mestre é Melinus Myrddin.

— Sim, grande mestre. O melhor eu diria – Os olhares de Baltazar e Morgan se cruzaram rapidamente, quase imperceptivelmente. Porem ambos sabiam o porquê deste olhar e o melhor, o porque da piada interna.

— Minerva, Morgana ensina Magia Magnum, veja que interessante. Eu havia falado para ambos da nossa necessidade de professores na escola e como ficaríamos felizes se eles se juntassem a nós.

— Seria um prazer recebê-los – Diz Minerva com uma alegria forçada.

— Alvo, nos perdoe, mas ainda não podemos lhe dar uma resposta. Queremos conversar com a Hermione melhor... conhecer ela primeiro. E principalmente saber a opinião dela, porque estaríamos digamos que invadindo sua vida. – Disse Baltazar.

— Alvo, eles têm razão. Creio que o melhor é esperarmos um pouco. – Disse Minerva rapidamente.

—Sim, é claro. Já havia comentado que não havia tanta pressa assim – Disse Alvo.

— Alvo, gostaria de fazer um pedido a você, se possível é claro. – disse Morgan.

— Diga, minha filha. – Disse ele docemente.

— Nós gostaríamos de passar o final de semana com Hermione. Mostrar nossa casa, deixar com que ela monte seu quarto, enfim... Conectar-nos mais com ela. Será que isso seria possível? – Disse ela.

— Claro meus filhos. É muito bom isso acontecer mesmo. Ela precisa mais do que nunca do apoio de vocês. – Disse Alvo, com os olhos brilhando de felicidade.

—Ótimo, então esperamos ela no sábado de manhã. Obrigada Alvo. – Disse Morgan.

— Não há de que meus filhos. Agora vão descansar, vocês devem estar cansados, foi uma tarde de emoções.

— Obrigada. A todos. – Disse Morgan que juntamente com Baltazar foram via flu embora.

Após um minuto de silencio, Alvo sentou-se e virou para ambos professores a sua frente.

— Viu, não foi tão ruim como vocês imaginaram. – Disse ele.

Minerva apenas bufou, virou as costas, marchou para a porta e saiu sem deixar com que Alvo falasse mais alguma coisa.

Severo apenas revirou os olhos – Alvo, você ainda precisa de mim?

— Não Severo. Por hoje eu quero apenas descansar. Nos vemos no jantar.

— Sim Alvo– Disse ele saindo rapidamente da sala.

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Grande Salão

O jantar de domingo normalmente é o mais tranquilo de todos os jantares. Muitos alunos optam por não comerem no salão e ficam nas salas comunais de suas casas. Hermione havia chego um pouco atrasada para o jantar, pois havia cochilado a mais após muito pensar, entretanto ela já notou algo diferente quando foi se sentar-se à mesa e viu que havia apenas Draco a sua direita e não mais a Makenna.

— Boa noite Draco – disse ela.

— Boa noite Hermione – respondeu ele.

Hermione embora não fosse tão íntima de Draco, percebeu que ele estava chateado com algo. Porém pelo mesmo motivo ela não comentou nada. O jantar correu com aquele clima pesado no ar. Ela poderia ter invadido a mente do menino, era simples, mas ela não se viu no direito. Uma coisa é ler a mente com um proposito, outra é invadir a privacidade alheia.

Olhando para a mesa dos professores ela pode ver que, como sempre, a maioria ainda olhava para ela com espanto e por que não, medo. Minerva se recusava a olhar para ela, como sempre, e quando olhava era com nojo. Alvo estava... bem om olhar de Alvo era místico dessa vez, porque se por um lado era divertido, por outro havia o peso da guerra em seu olhar. E Severo... o olhar de Severo fez a jovem se arrepiar, pois ao mesmo tempo em que ela olhava, sentindo o olhar dela, olhou de volta.

Não, não havia nada daquela coisa de nós nos olhamos e nos apaixonamos ali. O olhar de Severo Snape era uma coisa complexa de se apreciar. Ele sempre foi complexo, e isso atraia Hermione como imã. Os olhos de Severo poderiam dizer tudo e ao mesmo tempo nada. Havia medo, saudade, solidão, tristeza... e ao mesmo tempo orgulho, soberba, luxúria...

A mente de Hermione estava a mil, mas foi trazida a terra por um Draco Malfoy.

— Hermione você me ouviu? – Disse ele.

— Não, me desculpe Draco. – Disse ela humildemente “Que merda Hermione. Presta atenção! Se a tia Joana visse isso agora.”

— Teremos uma reunião de casa após o jantar. – Disse ele.

— Reunião de casa? – Questiona ela.

— Sim. Aparentemente algo deu errado em nossa casa de novo. – Disse ele se levantando – Vamos?–Ambos saíram e foram para a sala comunal da Sonserina.

Lá chegando encontraram uma certa animosidade no ar. Todos esperavam, fofocando como sempre, o professor Snape chegar. O que não tardou.

—Muito bem, estamos nós de novo nesta cena. Dessa vez é para informar a saída de um dos nossos. Nesta tarde o pai da senhorita Dolovoh resolveu retirá-la da escola. Sendo assim eu peço total discrição para o caso. – disse Severo se retirando rapidamente.

Assim que ele saiu a fofoca começou a correr. Algo em Hermione borbulhou ela então levantou sua varinha evocando o feitiço sonorus, ampliando sua voz.

— E eu peço o Praesidio Mors– disse a voz de Hermione do outro lado da sala, fazendo todos virarem e olharem para ela. Hermione não sabia por que, mas quando viu já havia falado.

Todos da sala ficaram em silêncio absoluto, e Draco olha assustado para ela.

— Você o que? Praesidio Mors ?– Grita Pansy – Você não tem esse direito! Eles nem estão mortos! Acorda!

— Eu tenho e eu o fiz. – Diz Hermione – Eu tenho o direito porque EU sou monitora juntamente com Draco, Eu sou, ou melhor, era amiga dela. E eu sou colega de casa dela. Não posso e não vou permitir, que difamem uma colega de casa.

— Colega de casa? Ela é uma covarde! Não há lugar para covardes na nossa casa – Diz Pansy.

— Realmente e que maior covardia há do que falar mal de alguém que não está presente para se defender? Não se engane Parkinson isso é tão covarde quanto a ação que eles tomaram– virando para todos ela continua– Eu não concordo com o que ela e sua família fez mas, seria uma injustiça muito grande se deixasse que isso acontecesse. Eu não tomaria parte disso.

— Ela não teria essa misericórdia – Disse Parkinson

— No entanto, eu não sou ela. Se ela não tem caráter, não serei eu que terei essa mesma atitude. Agora quanto a finitude deles, é claro que eles não estão mortos, mas não preciso dizer a ninguém aqui que eles assinaram uma sentença de morte. – um silêncio sepulcral caiu sobre a sala naquele instante, muitos rostos se abaixaram – por isso o Praesidio é válido e será usado para ela e sua família. Deixemos com que os mortos enterrem os seus, não tocaremos nos nomes deles. A partir de agora os Makenna e sua família não existiram mais. –Uma onda de magia varreu a sala, deixando todos silenciados.

Hermione depois de suas palavras saiu da sala, não sem um Draco Malfoy atrás dela. Ela sabia que ele estava a seguindo por isso parou a porta de seu quarto e o esperou

— Hermione, apenas quero dizer... é... Obrigada. – disse o menino humildemente, pela primeira vez na vida Hermione via aquele lado dele. E isso quebrou um pouco mais do paradigma que tinha dele.

— Não há o que agradecer Draco, Makenna era minha amiga também. Eu nutria um certo apreço por ela. Jamais esperaria essa atitude e imagino sua decepção. – Disse ela tocando levemente ele no braço.

— Eu... sim, eu não esperava. Mas como minha mãe sempre diz, quando a tocha se aquece, é a hora de vermos o verdadeiro teor das pessoas. Makenna mostrou o dela, e você o seu. Será uma honra tê-la como companheira de casa. – Disse ele se retirando.

Hermione voltou ao seu quarto com o coração na mão. Ela havia perdido uma amiga, mas havia conquistado um novo amigo. Ela sabia que agora Draco seria fiel a ela. Sabia que por consequência Lucius também seguiria, já que seu filho é sua luz. Afinal, ela nem precisou de um pedaço do plano. O destino estava do lado dela. Com esse pensamento Hermione foi dormir.

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Hogwarts

A semana em Hogwarts começou tranquilamente. Segunda e Terça feira foram relativamente normais a quase todas as semanas. Muitos alunos atrasados no café da manhã, muitos estudos e as devidas rivalidades entre casas. Apesar de tudo o que aconteceu no final de semana, e das rivalidades entre Sonserina e Grifinória terem aumentado, pairava um clima de pseudo-tranquilidade no ar. Hermione estava se adaptando, mudando sua rotina, já que o horário da Sonserina é diferente do que ela tinha e também acostumando com os professores errem na entrega de pontos a ela. Ainda era difícil a muitos associar ela a casa sonserina, principalmente na aula de Minerva, que pessoalmente fazia ela se sentir humilhada com apenas o olhar dirigido a ela.

Entretanto na quarta-feira, houve algo que mudou um pouco a rotina de nossa amada Hermione.

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Quarta Feira, após o jantar

Hermione havia combinado com Madame Pince de se encontrarem após o jantar. As duas precisavam ter uma conversa. Ela ainda não conseguia entender como ela se tornou uma comensal.

As portas da biblioteca se abriram Hermione foi invadida pelo sentimento de familiaridade. Era como se algo no meio desse vendaval de acontecimentos, ainda fosse normal.

Ao ver Madame Pince, e sabendo que não havia ninguém mais lá a não ser as duas, ela abraçou carinhosamente a mulher a sua frente. O que levou a um sorriso carinhoso da mesma.

— Hermione querida – Disse a mulher.

— Irma, desculpe demorar tanto a lhe ver, mas...

— Shiu querida, eu entendo– disse a outra acariciando os cabelos da jovem – venha, vamos tomar uma xícara de chá.

Ambas foram aos aposentos de Irma, onde puderam conversar mais calmamente. Hermione foi pondo Ima a par das atuais novidades enquanto a outra apenas ouvia.

— ... eu ainda não consigo entender o porquê de tudo isto estar acontecendo. E sinceramente Irma, não me leve a mal, mas como Circes você se enfia nessa história toda? E porque calcinhas de Circe você é uma comensal?

— Bem Hermione, Já havia lhe contado do inferno da minha vida, e de que eu havia pedido ao Alvo me ajudar. Pois bem, os anos foram se passando e eu finalmente vi que Alvo era um tremendo filho da puta. Ele não estava protegendo o meu bebê, como deveria. Então eu fiz o que toda mãe deve fazer, arrumei o meu jeito de protegê-lo. Em uma noite eu me apresentei ao Lord pedindo sua ajuda. Sim, Hermione eu sabia muito bem o que estava fazendo, mas era um mal necessário. Eu não mediria escrúpulos enquanto meu filho era quase morto. Eu assisti a vida de meu menino de longe, e quando ele não sabia, eu o ajudava. Tornei-me o seu anjo protetor silencioso. Quantas vezes intervi por ele, me submetendo as provações para ele não sofrer. Eu posso ter essa cara de mulher fraca, mas sou uma torre quando se trata de cuidar dos meus. Enfim... foi dessa forma que me tornei comensal.

Ela tomou um momento antes de continuar.

— Agora quanto minha associação aos Verums... isso é uma coisa de família também. Minha família faz parte de uma geração de pessoas que sabe e ajuda os Verums. Não posso te dar mais detalhes neste momento. Um dia... espero eu não tão distante, eu poderei te contar toda a história das mazelas de minha família. Por agora eu quero falar sobre coisas mais urgentes. – Disse ela arrumando sua postura e olhando mais profundamente para a jovem a sua frente – Você minha filha está fora da influencia dos óculos rosas do Alvo, mas eu não posso permitir que você coloque os óculos pretos do Lord. Hermione, o Lord é um homem poderoso e porque não dizer sedutor, mas ele é como o próprio diabo. Tudo o que ele dá com a mão direita, ele retira com a mão esquerda. Você deve saber que todo Verum tem uma tendência às trevas e eu não quero que você se machuque. Por isso peço que use de sua razão, minha querida. Use sua lógica tão privilegiada em todos os momentos. E mais, se possível, peça para que o Lord me coloque em sua equipe. – vendo a cara de espanto da jovem ela completou – Sim eu sei sobre a equipe, posso não sair muito da escola, mas tenho meus meios. Peça Hermione, deixe-me estar com você. Serei seu braço esquerdo. O braço da ponderação e juízo.

— Eu pedirei Irma. Afinal você é uma das poucas e raras pessoas em que confio.

— Ah Hermione – A mulher então a abraçou – eu não peço que me chame de mãe, pois Morgana me mataria, mas pode contar comigo como sua parente também.

Hermione estava assustada – Como você sabe sobre a Morgana?

— Já disse que tenho meus meios – disse ela rindo da cara de espanto da menina – Agora acalme-se se não Salazar vem aqui pessoalmente me matar por não cuidar da menininha dele.

Ambas riram da piada.

− Agora moça eu quero que você vá para seu quarto e descanse. Tenho certeza que a semana tem sido cansativa e pelo que soube o final de semana será mais puxado ainda.

− Obrigada Irma. Por tudo. – Diz Hermione abraçando a mulher e indo para seu quarto.

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Hogwarts

A quinta feira amanheceu normalmente, porém houveram momentos complicados. Na aula de Poções conjuntas com a grifinória, Ronald deixou uma piada escapar, dizendo que Hermione agora estava “namorando” Malfoy e digamos que Hermione deixou, discretamente, algo cair no caldeirão do menino. Porém isso não foi o acontecimento do ano...

Flashback on

− Alguém pode me dizer qual é a função do ingrediente escrito na lousa? – após um momento no qual ninguém se pronunciou – Granger responda a pergunta.

− As penas da ave Dedo Duro são usadas em para a poção Veritaserum e na poção de Memória – respondeu ela categoricamente.

− Qual o tempo de maturação de ambas as poções? – Questiona ele.

− Um mês, Senhor – a responde.

− Muito bem Granger. Dez pontos para Sonserina. – naquele momento Hermione poderia se importar menos com o que ele estava falando. Finalmente depois de anos ela estava recebendo o valor do seu trabalho na sala de aula dele.

Flashback off

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Hogwarts

Finalmente, sexta-feira. Todos os alunos estavam mais agitados, afinal, sexta era dia de campeonato Quadribol. Sonserina versus Corvinal. Não era tão competitivo quando Grifinória e Sonserina. Mas sempre que envolvia uma das duas casas a rixa entre elas corria solta.

Hermione não era muito fã do jogo, mas por solidariedade a casa, e também para sondar novos aliados ela resolveu ir.

O jogo estava acirrado, Corvinal estava empatada com Sonserina e o tempo estava acabando. O empate nesse caso favorecia a Corvinal.
Então o inesperado aconteceu, Malfoy avistou o pombo. Rapidamente ele e Cho Chang estavam em uma disputa para pegar... uma cabeça de diferença entre eles e o pombo.

Então... Malfoy capturou o pombo. Sonserina havia vencido.

Todos haviam ido para o Salão comunal comemorar. A festa rolava solta, entretanto Malfoy não estava de olho na festa e sim na sua iniciação. Ele teria levado uma menina para acompanhar, mas ela havia quebrado sua confiança e agora ele precisava reconsiderar. Ele sabia que era primordial ele levar uma acompanhante, de preferencia uma comensal, seu pai contava com isso. Era o momento de ele mostrar que cresceu.. E apenas uma pessoa vinha em sua mente, mas seria impossível levá-la, não seria?

Contudo, quando ele saiu de seu momento contemplativo, pode reparar que a jovem de seus pensamentos estava, discretamente, chamando atenção dele.

− Finalmente Draco! Será que você poderia me acompanhar, preciso conversar com você. – Disse ela.

Ele apenas acenou e ambos discretamente saíram da bagunça do salão comunal e foram para a sala de reuniões. Lá chegando sentaram-se e Hermione pôs-se a falar.

− Draco, temos vivido juntos em paz desde minha mudança de casa, e eu sei que você tem se controlado para me questionar sobre as coisas passadas. Sendo assim, achei que seria um modo de mostrar minha gratidão e confiança o chamando aqui para conversar. Entretanto, para que eu possa conversar abertamente com você, vou precisar de um juramento mágico.

− Hermione você sabe muito bem que eu não iria contar nada – Disse ele.

− Eu sei Draco, porém há segredos a serem revelados que não pertencem apenas a mim – disse ela.

Então ele se levantou , pegou sua varinha e disse:

− Eu juro por minha vida e magia de que nada do que Hermione Granger me contar eu irei comentar, espalhar ou cogitar com ninguém sem a devida permissão dela.

Um laço magico surge entre Draco e Hermione. Estava feito.

− Obrigada Draco. Agora se sente pois o que eu vou lhe contar provavelmente irá abalar suas pernas. – Ele elevou uma sobrancelha para ela, mas nada disse. Após o jovem se sentar ela continuou – Draco quero que você leve em consideração tudo o que aconteceu antes de eu continuar. E por favor, não me interrompa. Eu irei lhe dar uma versão rápida do que anda acontecendo. Mas primeiro, deixe-me tirar isso.

Com um acendo de sua mão, ela havia retirado o glamour que a envolvia, seu corpo havia tomado a sua nova forma. O que deixou Draco Malfoy de queixo caído.

− Mas... como? – Disse ele balbuciando.

− Draco você já ouviu falar sobre uma família chamada Verum? – questiona ela.

− Sim, mas isso é apenas uma lenda... NÃO! Não é possível! – disse ele estupefato.

− Sim, é possível Draco. Eu sou uma Verum.

− Ma... Mas meu pai sempre me disse que era apenas uma lenda. – Disse ele.

− Bem, se é uma lenda, então estamos vivendo uma. – disse ela rindo – Eu sei que é meio inconcebível Draco, mas pense racionalmente. Qual seria a outra explicação para que eu me tornasse... bem... essa aqui. – disse ela apontando a ela mesma.

− Eu... eu não sei – disse ele.

− Bem, não há. Eu sou uma Verum. Eu descobri isso há uns dias atrás, na verdade parece meses mas enfim... Eu ainda não sei a totalidade de meus poderes. Porém sei que sou mais poderosa que muitos bruxos.

− Merlin Hermione! – desabafa ele – quem sabe sobre isso? O diretor sabe?

− Aí, entra mais uma parte da bomba – disse ela rindo novamente da cara do jovem – Poucas pessoas sabem sobre isso. O professor Snape, Madame Pince, você agora e... bem... o Lord.

− O Lord? O que? – Os olhos de Malfoy pareciam que iam saltar da face dele.

− Sim Draco, eu me tornei uma comensal.

Naquele momento o menino parecia que ia desmaiar. Estava mais branco do um fantasma.

− Draco, respira – disse ela rindo.

− Mas... mas você é uma sangue ruim... como?

− Quem disse que eu sou? – questiona ela brincando.

− Ah já chega Granger aí já é demais. Agora você vai me dizer que não é uma nascida trouxa? – disse ele fechando a cara.

− Não exatamente. Eu realmente nasci de dois pais que não tem sangue bruxo. Porém não é totalmente verdade de que minha família não tenha. Eu tenho uma tia que é bruxa, tia que não sabia da existência, até a morte de meus pais.

− Como posso eu acreditar em tudo isso sem pensar que é uma grande brincadeira? – Pergunta ele.

− Primeiro, eu não faria você jurar por algo tolo. Segundo por que eu vou te mostrar. Creio que você saiba que existe apenas um feitiço que comprova a existência de um Verum. – ele acena positivamente – e você pode lançá-lo em mim?

− Eu nunca fiz mas posso tentar – responde ele

− Pois bem. Lance-o.

Ele então desembarga sua varinha e diz:

− revelabit terra sanguinem suum ** Revele o sangue.

Então uma aura dourada recobre o corpo de Hermione. Estava provado, realmente ela era uma Verum.

− Pelas cuecas de Merlin! – exclama Draco.

Essa exclamação tira uma longa gargalhada de Hermione.

− Então quer dizer que você é uma Verum, e uma comensal? – Diz ele.

− Exatamente isso.

− Então o diretor não sabe de nada?

− Não. Ele não faz a menor ideia. – responde ela.

− Por quê? Isso é Porque você se virou contra ele. Contra Potter?

− Bem Draco, vamos dizer, como a Irma diz”: “ Eu tirei meus óculos rosa”. Parafraseando, eu vi a verdadeira faceta de Alvo. E o que eu vi não me encantou. Ele é um velho, manipulador. Eu não vou deixar que minha vida esteja nas mão dele, porque para ele só uma coisa importa. Potter. E sim eu me voltei contra Potter pelo mesmo motivo. Eu vi a verdade atrás de Harry. Harry, pode ter tido uma infância infeliz, mas isso não dá o direito dele ser cruel e inconsequente. Eu tentei, Circe sabe que eu tentei ajustar eles no caminho correto, mas eles sempre saiam do caminho. Nunca pensavam em nada além deles. E o pior, eles seram a pior espécie de amigos. Amigo é aquele que te ajuda, te ama. Eles riam comigo e assim que eu me ia eles riam de mim. Ninguém merece passar por tal humilhação. Por isso impedi que fizessem isso a nossa ex amiga. Ela não merece. Nenhum ser humano merece sofrer assim

− Eu entendo. – disse ele – Bem Hermione, você tem meu juramento e agora você tem minha lealdade. Nos os Malfoys não tomamos isso de animo leve, então tenha certeza que eu não faria algo assim com você.

− Eu sei Draco, por isso eu resolvi lhe contar. Principalmente também pois sábado haverá uma festa em minha homenagem em sua casa. E eu gostaria que você me acompanhasse.

− Com todo prazer Hermione. Entretanto, eu tenho um pedido a fazer. Hoje à noite eu irei tomar a marca. – com isso ela se surpreendeu. Para ela ele já havia tomado a Marca. – Eu tenho que levar uma acompanhante, é tradição. E eu iria levar a .... bem ela. Porém, gostaria muito que você me acompanhasse.

− Eu ficaria honrada Malfoy.

− Obrigado Granger

A conversa com Draco fluiu naturalmente após isso, ele a instruiu para os eventos da noite, afinal era um marco de passagem para ele. Iria enfim, dar o passo como homem feito, perante os olhos do Lord. A tarde correu rápido e quando eles deram por si, já estava mais do que na hora de cada um seguir a vida.

– Você tem certeza que não quer que eu peça para meu padrinho? – Questiona ele.

– Eu tenho. Não vamos estragar a surpresa. – Vendo a fisionomia do menino ela acrescenta – Fique tranquilo Draco, eu tenho os meus meios para ir. Afinal, eu o fiz até agora não?! Ah e Draco se alguém perguntar, nós comemos algo por aqui e eu não estava me sentindo muito bem, por isso fui dormir mais cedo– Disse ela piscando para ele então saiu da sala.

Com a mente a mil, saiu para seu quarto e se viu planejando seu futuro. Ela não imaginava que teria que se encontrar com Voldemort, pelo menos não naquela ocasião. Isso iria mudar um pouco as coisas que havia planejado. Em seus aposentos, ela sentou-se em sua cama e começou a refletir como faria tudo. Como iria dar um jeito para que tudo corresse como ela havia imaginado. Então uma ideia lhe surgiu. Abrindo caminho foi até seu closet, abriu e olhou. Sim haviam muitos vestidos, mas não para aquela ocasião. “ Teria que ser algo entre o discreto e o sensual. Algo que desse um toque de mistério, porém revelasse que ela era perigosa... algo como... ESSE! ”

Pegando rapidamente o vestido ela foi para o banho. Teria que correr para conseguir fazer tudo conforme planejou.

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Aposentos de Severo Snape

As horas passaram rapidamente para Severo. Ele passou a semana toda avaliando como agir perto de Granger, ou melhor dizendo, fugindo dela. Ambos haviam entrado em uma brincadeira sem fim de gato e rato. Trocavam olhares durante o jantar, porém nada além disso. Ele sabia que tinha que aborda-la sobre os fatos. O baile era amanha afinal. Mas ao mesmo tempo, ele sabia que se ficasse muito tempo sozinho com a menina, ele não iria resistir ao ímpeto de beija-la e isso, por mais prazeroso que fosse, não poderia acontecer novamente. Aquele ato, aquele momento, foi único.

“Ora Severo a quem está enganando? Você deseja a menina, e pela reação dela, estava gostando... e muito... Aquele corpo, aquele beijo... e não se esqueça do olhar... Ah o olhar, quando eu finalmente dei os pontos, merecidos, pela inteligência dela... os olhos dela nunca estiveram mais brilhantes de excitação. Não negue, você Severo, também viu que ela estava excitada, foi o mesmo olhar que ela deu aquele dia... Não seria mais fácil aceitar a profecia? NÃO SERIA! A profecia é uma mentira. O amor é uma mentira! E mesmo se ele existir, já foi mais do que provado que isso não é para mim” – Sua mente o havia traído, novamente, essa brincadeira de conversar com ele mesmo estava perdurando a semana toda. – “Culpa de quem? Daquela maldita mulher! Agora além dos sonhos, molhados, ela era dona de seus pensamentos. Ora Severo, você não é um adolescente Homem! Pare com isso. Hoje seu afilhado precisa de você. Amanha cedo você conversa com ela. Já chega de prolongar isso. Se ela não veio ate você, você vai até ela. Por hoje, Draco e sua iniciação ”

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Mansão Malfoy – Sala de Voldemort

Voldemort estava se preparando para a cerimonia de Malfoy, não era costume ele dar tanta pompa para a entrada de um novo seguidor, entretanto o jovem Malfoy era filho do seu servo mais fiel, sendo assim seria de bom tom ter algo especial. Agradar ao ego de Lucius era fácil e requeria pouco, apenas umas palavras de agradecimento bastariam. “Igualzinho a minha amada Bellatrix, que apenas com um olhar um pouco mais acalentador, faz qualquer coisa por mim... Ah Bella, faz uma semana que não a chamei para mim... quem sabe se ela se comportar hoje? Afinal, é seu sobrinho que estará se juntando a nós. Já consigo até imaginar a forma que ela poderia me agradecer por essa honra...”

Voldemort foi retirado de seus pensamentos por uma batida em sua porta. A magia havia identificado imediatamente quem era seu visitante, e a pessoa que estava lá o havia deixado intrigado. Com um aceno as portas foram destrancadas e ela pode entrar.

– Hermione, venha se aproxime minha filha – Disse ele

– Boa noite Voldemort – Disse ela cordialmente, fazendo uma breve mesura e sendo agraciada com uma outra – Me desculpe vir sem avisar, entretanto coisas aconteceram, e na verdade eu não sei o que fazer. – ela parecia aflita e isso deixou ele mais interessado ainda.

– Minha filha, você sabe que não tem que se preocupar em vir aqui. As portas sempre estão abertas a você independente da hora. – Disse ele indicando uma cadeira para ela se sentar – Agora me diga o que se passa?

– São tantas coisas que eu acho mais fácil mostrar. Se você puder? – Ela disse olhando nos olhos dele.

No mesmo instante ele havia soletrado o feitiço e estava em sua mente. Ele foi agraciado com o mesmo local acolhedor que a ultima vez, a sala espaçosa, as paredes eram pretas, a lareira acesa e duas poltronas macias, uma em frente à outra, próximas à lareira. Hermione estava sentada nela ,segurando um livro, o esperando.

— Creio que minhas palavras seriam vazias, ao contrario que as imagens de uma memória sempre são mais fieis. – Disse ela entregando o livro a ele.

— Compartilho deste pensamento, minha cara. – respondeu ele pegando o livro e sentando-se frente a ela.

Ele abriu o livro e novamente foi tomado por imagens, sons e emoções.

Enquanto isso Hermione apenas o olhava. Ela havia escolhido a dedo o que mostrar. Ela havia elaborado um plano. Primeiro de tudo iria mostrar sua mudança de casa: Qual assustada ela ficou com isso e o qual feliz ela também o ficou. Segundo, ela iria mostrar sobre Draco: Sua crescente amizade com o garoto, sua conversa e a lealdade dele a ela, e o pedido dele para ela estar esta noite com ele. E por ultimo e talvez o mais importante, ela mostraria a presença de Morgan e Baltazar na sua vida: Quem são e principalmente, a cena que eles montaram para este momento.

Flashback on

— Hermione, eu sei que é muita coisa para processar, a morte de seus pais. A mudança de casa aqui na escola... são varias quebras de paradigma minha querida. – Disse Morgan

— No entanto temos que colocar mais um encargo em suas costas. Agora que estamos sozinhos, temos que conversar como família e queremos que você pense sobre isso. As vezes a vida nos coloca em situações que precisamos abrir nossa mente – Disse Baltazar

— Como assim abrir a mente? – Pergunta ela meio receosa.

— Bem, agora que você fará parte integrante de nossa família, você deve saber algumas coias, ainda mais que você é amiga do menino Potter.

— ERA – Disse ela enfaticamente

— Era? – Questiona Morgan

— Sim, eu era amiga dele. Mas não mais. Muita coisa mudou, como puderam reparar – Disse ela apontando para o quarto.

Isso aparentemente retirou um suspiro de alivio de ambos. O que levou Hermione a ficar curiosa.

— Isso pode facilitar um pouco as coisas – disse Morgan

— Bem, vamos lá. Como você sabe minha família vem de tradições de bruxos puros sangue. E há coisas em nossa família que são consideradas importantes se manter. E uma delas, bem... uma delas é o motivo dessa briga entre, bem seu ex amigo e você-sabe-quem.

— O que meu marido está tentando dizer é que, nós por mais que não estejamos ativos na guerra, acreditamos nos ensinos de nossas famílias.

— Vocês são partidários de Voldemort então? – Disse ela simplesmente

— Você diz o nome, isso é bom, significa que não o teme – Disse Baltazar

— Entenda Hermione, nós não estamos pedindo para que você se alie a ele ou algo assim, apenas estamos dizendo que, repito, embora não estejamos aliados a lado algum, nós acreditamos no que ele acredita.

— Alvo Dumbledore pode e tenho certeza que irá tentar nos trazer para o lado dele, e talvez até iremos, mas isso seria por sua causa e não porque acreditamos nele. Minha, alias nossa, família é conhecida dentre os bruxos que tomaram a marca negra. Além do que, meu pai é de fato muito conhecido por entre os magos mais velhos. – Disse Baltazar

— Seu pai? – Questiona Hermione levantando uma sombrancelha a isso

— Sim, meu pai ainda é vivo. Ele se mantém mais afastado, entretanto é um mago poderoso. Tremendo conhecedor das artes das trevas– Disse ele

– Querida, o que estamos enrolando para dizer na verdade é que, se você for se envolver na guerra de fato, iremos te apoiar. Contudo, como você agora faz parte de nossa família, você deve entender nossas ideologias.

– Eu entendo. Antes de tudo isso acontecer eu não pensaria em um segundo para dizer que eu daria minha vida por Potter. Porém agora tudo mudou. Eu ainda não fiz minha mente para onde irei. Por isso preciso de tempo para definir para onde minha lealdade irá. — Disse ela ao mesmo tempo em que seus pensamentos corriam “ na realidade eu sei onde está, mas ainda não confio em vocês para lhes dizer. Tenho que consultar Voldemort para isso. E se ele não gostar?” ela saiu de seus pensamentos quando a mão de Morgan tocou as dela, em seu colo.

– Nós entendemos querida. – Disse Morgan a ela.

Flashback off

Enquanto Hermione relembrava os momentos para sí. Voldemort estava vendo todas as cenas estupefato. A mudança de casa foi uma cena que ele definitivamente pagaria para rever inúmeras vezes. Afinal, não é todo dia que ele poderia ver a cara de Alvo Dumbledore em total surpresa. A nova amizade com o jovem Malfoy, foi... esperada. Afinal, o garoto tem a mesma índole que o pai, e ambos sabem aproveitar as oportunidades da vida. Ter uma aliada como Hermione seria algo fantástico para o rapaz.

Agora o que realmente espantou foi a “nova família” da menina. No inicio ele não havia ligado o sobrenome a ninguém, porém quando o rapaz citou seu pai... no mesmo instante a imagem dele veio a sua mente. O sobrenome citado de fato não seria nada demais para qualquer um. Porém Voldemort nunca foi qualquer um. Ele sempre teve uma curiosidade tremenda por bruxos poderosos , e por isso, no mesmo instante ele associou o nome a pessoa, ,mesmo com o sobrenome correto faltando.

Melinus Viperinilor, mais conhecido como Melinus Myrddin, era de fato um homem a se temer. De fato, muitos julgavam o bruxo em questão pela aparência, já que ele aparentava ser apenas um velho senil, porém ele era um homem de ferro. Era um mestre de poções, para muitos comum em sua arte, no entanto muitas das poções mais escuras vieram de sua mente brilhante. Comandava boa parte do mercado negro da Travessa do Tranco, poucos eram os homens que atravessavam seus limites, e para eles não havia amanhã.

Voldemort tentou traze-lo como seu seguidor. E embora ele se recusasse em tomar a marca, eles haviam chego a um consenso. Afinal o homem era definitivamente um homem de negócios. Um não interfira ou atrapalharia o trabalho do outro. Melinus acreditava em sua ideologia, apenas era mais rentável a ele permanecer assim como estava E isso era conveniente a Voldemort, já que Melinus era um doador de armas mortais expendidas. Sim, ele tinha Snape em sua manga, no entanto, mesmo Severo sendo brilhante, ele nunca foi tão genial quanto o velho.

"Agora tudo se torna interessante. Melinus havia sido meio receoso com minha poção nova, agora com a Hermione aqui quem sabe ele ficaria mais... maleável em fazer negócios? Acho que uma visita estaria em ordem... E Quem sabe até um convite deva ser feito? Sim... Isso seria interessante. Agora o que fazer com o sentimento que eu senti na ultima memoria? Não creio que ao menos ela reparou nisso, no entanto eu ouvi os pensamentos dela. Talvez eu deva mostrar que estou ao lado dela? Ah... jovens e seus desejos de agradar... sim isso será interessante."

Voldemort então fecha o livro e olha para a jovem a sua frente.

– Minha cara, não consigo parar de me surpreender com você. – Diz ele finalmente a ela, entregando o livro – Eu não consigo imaginar o quão assustada você deva estar com tudo isso acontecendo, porém eu retifico que pode contar comigo. A mudança de casa deve ter sido um choque.

Voldemort reparou que a menina havia soltado o folego, como se estivesse realmente temendo desaponta-lo. Mas rapidamente espantou, para evitar que ele visse sua reação. “Perfeito, isso esta ficando cada vez melhor”

– Na realidade eu não estava assustada. Apenas fui pega de surpresa. Porém parando para analisar, meu lugar não era mais na minha antiga casa. Na realidade eu nada tenho mais a ver com aquele lugar. Estar na Sonserina agora me honra, é como se fosse de fato e verdade, o meu lar.

– Assim como eu lhe garanto que aqui será – Disse ele.

– A cada dia tenho mais certeza que será. – Disse ela sorrindo.

– Devo lhe felicitar por isso e pela nova aliança que fez. O jovem Malfoy tem um caminho brilhante dentro de minhas fileiras. Creio que será muito útil manter esta aliança. Contudo, devo dizer que ainda acho necessário que fique mais próximo de alguém com um nível magico maior. Por isso gostaria de pedir para que agora que esta na casa certa, dê uma chance ao Snape. Ele tem uma casca grossa, mas tenho certeza que ele poderia ajudar em alguns estudos.

– O Professor Snape ainda é algo que tenho que considerar, é difícil depois de todos esses aindos ainda. – Disse ela olhando para ele – Contudo, se eu puder... tem uma pessoa a quem eu confio e gostaria muito que estivesse comigo. Irma Pince, se você permitisse, é claro, tem sido uma pessoa a quem eu confio. Ela esteve ao meu lado por algum tempo.

“Ora, não é que a Pince me serviu para alguma coisa afinal? Creio que uma reunião com ela estaria em ordem, mas ela me tem sido fiel por todos esses anos. E se não for... eu sempre tenho seu querido filho em minhas mãos afinal.”

– Pince... Sim, ela é uma ótima serva. Eu lhe dou permissão, incluvise se você quiser, posso coloca-la em sua equipe, o que acha?

– Isso seria Maravilhoso! Obrigada – Disse ela.

“Ah, a inocência dos jovens... se contentam com tão pouco” – Agora, creio que temos uma cerimonia a ir. – disse ele se levantando, assim como ela.

Quebrando o contato mental, ambos estavam sentados novamente na sala dele. Voldemort se levantou e tomou sua mão.

Ela então aceita sua mão e se levanta

– Vamos? – Diz ela

– Claro.

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Mansão Malfoy – Sala de estar

A sala tinha as paredes pintadas de cinza chumbo, haviam dois sofás e uma poltrona verde-escuro, colocadas como em um circulo perfeito. O único som ouvido era da lareira que crepitava. Todos estavam sentados em seus lugares aguardando. Narcisa ainda estava fraca, porem como sempre, sua classe imperava. Sua roupa escolhida a dedo era impecável, era um preto simples de mangas compridas com uma fenda lateral que ia até o inicio de sua coxa esquerda. Bellatrix que sentava ao seu lado vestia um vestido da mesma cor que a irmã, porém ousava em seu decote que era no mínimo provocativo. De certa pretendia cair nas boas graças de Voldemort. As mulheres davam todo o luxo que o momento trazia, já os homens, davam todo o peso da noite, pois usavam suas túnicas de Comensais. Draco usava pela primeira vez a roupa, parecia que havia ficado com alguns anos acima de sua idade normal, pois sua postura estava mais ereta e mais seria que o normal.
Naquele momento o pensamento do Jovem era um. “Onde estava Granger?”

Todos estavam em um silencio tranquilo, quando as portas foram abertas e as duas figuras adentraram ao local. Voldemort seguido por uma pessoa vestida com uma túnica preta. Parecia ser uma mulher, mas não dará para ter certeza, pois a roupa tampava todo seu corpo.

Assim que ele entrou, todos ficaram de pé. Voldemort foi ao centro da sala e a pessoa que o acompanhava ficou no canto da sala.

Os olhos de Draco voltaram-se a mulher no canto. “Seria possível que fosse ela?” no entanto ele não pode continuar a pensar pois Voldemort começou a falar.

– Boa noite, meus fieis amigos. Estamos reunidos hoje aqui, homenagear um momento importante para o Jovem Senhor Malfoy. Narcisa, Lúcios, sua criança cresceu e hoje se apresenta a mim como um homem pronto para assumir seu lugar no meu império. Venha aqui Draco. – Disse ele olhando para o jovem.

Draco então se levantou e parou ao lado de Voldemort, que puxou seu queixo para cima para que o encarasse.

– Você está pronto para aliar a mim, meu jovem? – Questionou ele olhando diretamente nos olhos do rapaz.

– Sim meu Senhor. – Disse o rapaz

Voldemort arregaça a manga da túnica do rapaz, ergue a varinha, toca-a sobre o braço esquerdo do mesmo e começa a balbuciar as palavras do encanto.

“Mark sum servus meus. ** Eu marco o meu servo.

As palavras iam jorrando dos lábios de Voldemort, e a marca começou a aparecer no braço do rapaz. A face do menino era de pura dor. A magia continuou...

Animam suam mea est. Bene quomodo in vita ipsius. ** Sua alma é minha. Bem, como sua vida.

Os olhos de todos estavam voltados para a cena a sua frente. Os olhos de Narcisa nunca deixaram o local onde seu filho estava, ela orava aos Deuses para ser rápido. Ela não conseguia suportar isso. Já os dos dois homens estavam como estatuas, eles sabiam a dor que jovem estava passando ambos desejavam que pudessem ajudar o rapaz, no entanto, nada poderiam fazer. Bellatrix estava pouco se lixando para a cena a sua frente, os olhos da mulher estavam apenas na pessoa que estava encostada contra a parede vendo a cena desenrolar.

Hermione não conseguia tirar os olhos da cena à frente, ela sabia a dor que Draco estava passando, ela mesma havia experimentado. No entanto ela estava mais preocupada com o que viria asseguir. Seria uma jogada arriscada, mas ela precisava fazer. Voldemort pronunciou-se novamente

Mark sum servus meus. ** Eu marco o meu servo.

Ao final frase a dor que Draco era lancinante, porém ele sabia que se gritasse ou demonstrasse iria ser pior. A única coisa que ele poderia fazer era aguentar firme até passar. Mordendo o lábio para conter a dor ele continuou firme.

Quod per illa verba adveho verus ** Estas palavras se tornam realidade

A marca escura estava em seu braço, havia terminado. Ele então se ajoelhou aos pés do seu novo mestre. Com mais um feitiço, a máscara de comensal havia sido colocada no rosto do jovem. Estava feito.

Tocando o ombro do rapaz, Voldemort deixou com que ele se levantasse para continuar a falar.

–Muito bem feito meu jovem. Hoje você honrou seus pais e a mim. Tenho certeza que será um servo exemplar. Pode retirar sua máscara agora meu rapaz, vamos a parte mais amena. – Disse ele sentando-se na poltrona central da sala. – Creio que seus pais tenham um presente a você.

Lúcios se levantou, tomou a mão de Narcisa e ambos foram à frente de seu filho.

– Filho, hoje você nos deixou orgulhoso. Por isso eu e sua mãe lhe damos como presente isto – disse ele entregando uma chave às mãos do menino – A partir de hoje você, como um homem de nossa família, tem acesso ao seu cofre em Gringotes para bem usar como queira, você se tornou senhor de si. Use com sabedoria.

O menino segurou a chave com um sorriso no rosto. Assim que eles se sentaram Severo se levantou.

– Como teu padrinho, minha função é protegê-lo e prepara-lo para a vida. Por isso meu presente para você é esta varinha. – Disse ele entregando ao jovem. – Ela está livre das sondagens do Ministério ficando mais simples para que você possa atuar como um dos nossos.

Bellatrix foi à próxima.

– Querido sobrinho, finalmente virou um homem. – Disse ela rindo– Fique calmo, eu não irei ser sentimental como minha irmã, ou tão paternal como nosso querido Severozinho. O meu presente para você é simples, e acho que bem útil já que vejo que não tem acompanhante para noite – Disse ela entregando um cartão para o jovem– Este cartão lhe dará acesso a uma conta que criei em seu nome na casa de Victoria. Ela lhe dará qualquer menina que queira por um mês inteiro. Este é meu presente querido sobrinho, afinal um homem tem que ter sua diversão– Terminou ela rindo e voltando ao seu lugar.

Então a mulher no canto avança e fica a frente de Draco. Um silencio sepulcral se instalou. A mão direita de Hermione se levantou formando uma bola ar, que brilhava no tom de azul. Na outra mão um brilho vermelho surgiu.

Todos os quatro – Narcisa, Bella, Severo e Lucius – e levantaram rapidamente com as varinhas em punho. No entanto foram parados pelo comando de Voldemort. Que ficou quieto, vendo o que a jovem iria fazer.

Ela fechou seus olhos, uniu as mãos e um clarão roxo se fez. Palavras que ninguém conseguia entender foram pronunciadas pela boca da jovem. Um forte vento tomou a sala apagando as velas do lustre e da lareira, deixando-os no escuro. No entanto, logo em seguida, as velas e a lareira foram acesas e a luz na mão dela sumiu.
Ela sabia que todos os olhares estavam sobre ela, mas não se acovardou.

– Draco, este momento é especial para você. E eu não poderia deixa-lo com algo menos especial. Sei bem que é costume das famílias antigas saber lutar de todas as formas, sendo assim... –Ele havia reconhecido a sua voz, ela sabia, pois imediatamente sua postura mudou estava mais relaxado. Alias, ela sabia que Draco não era o único que reconheceria sua voz, Severo também iria reconhecer, mas ela não iria perder tempo pensando nisso. Ela abriu a mão mostrar seu presente. Era uma adaga. Os olhos do menino ficaram arregalados

– Esta adaga foi feita por duendes de minha família, as runas de seu cabo significam “morte ao inimigo” e a lamina dela é inquebrável. Ela ainda é leve e pequena, por isso pode ser escondida em qualquer lugar. – Algo ocorreu na mente dela naquele instante. Ele não poderia dizer sua identidade, não ainda. Isso atrapalharia tudo. Por isso, rapidamente, usou sua legilimência para transmitir uma mensagem ao menino.

“Draco, sou eu. Não diga meu nome, o Lord não quer que saibam.”

“ Hermione? Como?” – questiona ele

“ Verum, lembra? Apenas jogue comigo, amanha todos saberão.” — disse ela fechando a mente novamente. Antes que ele pudesse fazer algo a voz de Voldemort quebra o silêncio.

– Muito bem feito, minha querida. – Disse Voldemort a ela, que apenas balança a cabeça em agradecimento.

Draco não sabia se estava mais espantado com ela ou com a troca entre seu mestre e Hermione.

– Obrigado, sua vinda aqui me honra – Disse ele olhando a ela. Ela apenas balança a cabeça e volta para seu local de inicio, perto da parede.

– Muito bem meus servos. Espero que esteja tudo certo para amanha – Diz Voldemort olhando para Narcisa que balança a cabeça positivamente – Severo, espero que tenha feito sua desculpa para não retornar a escola– Questionou ele ao seu servo, que prontamente confirmou que não iria retornar.– Sendo assim, lhes desejo boa noite.

Ele vai em direção das portas e Bellatrix vai atrás, no entanto, ele vira e a olha, fazendo-a parar seus passos. Ele continua andando e para ao lado de Hermione, dando o braço para que ela pegue. Ela o faz, e eles se vão deixando para trás quatro pessoas estupefatas e uma fervendo de raiva.

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Quartos de Hermione

Hermione estava deitada, passava em sua mente os últimos acontecimentos. Ela e Voldemort haviam tido uma pequena conversa sobre o baile de amanha, o que era esperado dela e também havia oferecido para que ela ficasse na mansão, porém Hermione declinou dizendo que Alvo poderia verificar seu quarto e no outro dia ela iria para casa de seus tios pela manhã.

Ela estava drenada. Havia sido difícil se manter aquém dos sentimentos dúbios. Por um lado ela estava assustada com tudo e por outro ela queria mais. Ela intensa a magia que ela havia realizado, apesar de ter sido um plano feito de última hora, veio muito a calhar. Agora ela estava mais alicerçada com os Malfoy, Voldemort estava mais confiante e ainda estava a tratando como... “pai”. Isso sim era algo cômico. Ele estava cuidando como um bichinho de estimação quebrável. O modo que ele se colocou ao lado dela ao invés de Bellatrix foi, impagável. “Só quero ver qual será a reação dela ao me ver amanhã... ah amanhã é O Dia. Quero ver as caras, isso será indescritível. Eu a “sangue-ruim” Estarei acima de todos. Inclusive de Snape... Ah ele sim deve estar uma fera, eu fiz tudo o que ele não queria que eu fizesse... Como se eu fosse seguir as “ordens” dele. Veja só. Chega querendo mandar em mim... só porque eu tenho uma atração por ele. Eu assumo tenho mesmo, não adianta negar, aquele maldito beijo não sai de minha cabeça. Mas não é por isso que eu vou ser submissa a ele. ELE que vai ser submisso a mim. ELE. E amanha eu vou mostrar a ele.”
Com esse pensamento ela dormiu.

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Mansão Malfoy

Após a saída de Hermione e o Lorde, um silêncio havia se instaurado na sala. Pelo menos temporariamente até Bella começar a declamar todos os palavrões existentes.

– Você! – Disse ela apontando para Draco

– Você sabe quem é ela! Diga-me! –Bella estava fora de razão.

– Eu não posso dizer tia. – Disse Draco

Então, ela avançou em cima dele, puxando-o pela roupa. Isso finalmente levou com que todos os outros ocupantes da sala saíssem do transe.

– Bellatrix, solte meu filho neste instante – Mandou Lúcios puxando-a pelo braço, afastando o menino dela, e Narcisa puxando o seu filho para trás dele.

– Ele sabe! Ele sabe quem é a vaca que esta roubando o Lorde de mim! – Bella gritava tentando chegar perto do menino. Lúcios ainda mantinha o aperto contra ela, mas ele estava perdendo o caminho, já que Bella começou a se debater. As varinhas não tinham sido levantadas ainda, mas em questão de segundos isso iria acontecer. Era um caos.

– CHEGA! – Disse Severo. Sua voz sibilou por todo quarto, todos ficaram parados. No entanto Bella foi a primeira a se recuperar.

– Olha aqui Severo, você pode mandar nas suas crianças mas aqui...

– Aqui, eu continuo mandando. – Disse ele imponente– Obviamente, você esquece seu lugar. Se o Mestre não falou para nós quem era a mulher, é porque não devemos saber. – Ela ia falar novamente, mas foi cortada pela voz dele– Se Draco diz que não pode dizer a você, é porque foi ordenado pelo Lorde. Sendo assim, ele não pode, não deve e NÃO VAI, dizer a ninguém. Ele não ira falhar na primeira missão que lhe foi concedida. O Lorde não aceitaria isso e você sabe muito bem o que acontece com quem falha com o Mestre.

Ela então bufou, virou as costas a todos e saiu batendo a porta atrás dela.

– Obrigado Severo. – Disse Narcisa

– Não se preocupe, eu já aguentei coisas piores de sua irmã – Disse ele.

– Mesmo assim, ela passou dos limites. Veja só querendo com que meu filho falhe. – Ela falava e afagava o menino – Creio que chega de agitação por hoje, amanha o dia será cheio e eu não posso me desgastar mais se não – Ela treme– Vamos meu filho, vamos pra cama.

Ambos se levantam, Draco se despede de todos e eles saem, deixando Severo e Lúcios a sós.

– Você sabe quem estava aqui não é? – Disse Lúcios

–Sim, eu sei. – Responde ele convocando um copo de Whisky. “Só não sei que merda essa menina tem na cabeça! Depois de tudo o que eu falei! E agora, depois do intimado do Lorde, também não posso voltar a escola. Amanha. Amanha tenho que dar um jeito nisso!”

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Hogwarts – Sala do Diretor

Alvo estava ansioso para que o final de semana chegasse ao fim. Granger iria passar o final de semana com sua nova família e ele tinha esperança que após isso ela iria voltar ao modo normal de ser, quer dizer na medida do possível, já que agora ela estava em outra casa.
Isso ainda não tinha saído da cabeça dele, como? Nunca se ouviu na história de Hogwarts, um aluno que mudou de casa depois de ter sido selecionado. No entanto, ela era uma Verum, isso também fugia de todos os precedentes.
“Como Merlin eu posso fazê-la voltar às boas com Harry?” – Ele sabia, no fundo ele sabia que era algo impossível. Mas ele tinha esperança que isso possa se resolver. Ou pelo menos contornar. Ela poderia odiar Harry, contanto que ela lutasse com ele. Por isso que ele ansiava pela ida dela com os tios. Isso iria reestruturar a menina, mostrando que ainda há esperança.

Esperança. Uma palavra tão pequena, mas tão útil em tempos de guerra. Dê as pessoas uma causa, mostre que tem uma luz no fim do túnel, e elas farão tudo para salvar isto.

Alvo ouviu uma batida na porta, era ela. Estava na hora.

– Entre minha menina – Disse ele a Hermione quando ela abriu a porta.

– Diretor, obrigada por me permitir ir. – Disse ela se aproximando

– Não se preocupe minha filha. È o mínimo que eu posso fazer por você. Seus pais mandaram uma coruja informando que a lareira estaria aberta hoje. Basta dizer Casa dos Viperinilor. – Disse ele entregando um pouco de pó de flu a ela. – Ah, e Hermione, de-lhes uma chance de te conhecer. Tenho certeza que segunda você voltará outra.

“Pode apostar Diretor” – pensou ela

Casa dos Viperinilor!

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N/A : GENTE FINALMENTE O FINAL DESCENTE HAHAH
Bem espero que tenham entendido, eu não queria colocar um cap novo apenas para a marca do Draco, afinal eu sei o quanto vocês estão ansiosas pelo cap do baile, que esta quase na metade kkk E será longo e cheio de emoções. Se houverem erros é por conta que não esperei minhas betas que estão na loucura de inicio de ano, e como recebi quase ameaça de morte resolvi postar antes.

Para quem lê minha outra fic Ameno Primum, peço um pouco de calma. Eu sou chata pra escrever historias, e como ando sem inspiração, não quero fazer merda. Kkk Por isso estou dando andamento na Fatum primeiro pq sei que essa eu consigo escrever. Mas peço que continuem comigo lá tbm, pq vai sair.

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Quero agradecer as meninas que deixaram recomendação para a fic. Vcs não imaginam o quanto eu choro quando chega isso no meu e-mail. Esse é um dos sinais de que estou no caminho certo e que vcs estão gostando do que leem. Obrigada! Palavras me faltam para agradece a NaaaiPrince, Helo Drummond, Bruna Amaral. De coração muito obrigada.

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Quero deixar claro que estou retirando a personagem Makenna Dolovoh da minha fanfic. Já que a autora da personagem original não é mais beta desta fanfic. Agradeço a Amanda por ter me emprestado a personagem dela.

Quero desde já dar as boas vindas a Thaiana que irá ser minha nova beta, juntamente com a Mylenar que é minha beta diva! Vcs são minhas asas no voo dessa fic. Ela não sairia sem a colaboração de vcs. Obrigada ! J

A fanfic esta prevista para acabar próximo de julho de 2016. Se Deus quiser então aguentem seus corações pq o ano de 2016 promete.

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N/B Mylenar:

Hi, gente linda. Estou de volta e bem feliz betando tudo aqui. Devidamente de férias e longe de qualquer outro assunto acadêmico, apenas eu e meu Netflix. Meus agradecimentos são para todos meus amigos que fiz com a fanfic , pros leitores que são o motivo de eu continuar betando e pra minha mãe que paga minha internet (Beijos mãe!).

Agradecimento especial ao meu Bear, que sempre fica do meu lado enquanto eu beto. Amo você, amor.

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CARTA AOS LEITORES

LEYLA POTH: Ley sua amiga esta meio loka mas te amo ♥ Minha eterna amiga confidente que me socorre qd eu empaco na fic kkk Obrigada miga, pela paciência.

naiarab9 : Seja bem vinda linda!! Fico feliz que esteja gostando da fic!

Juliana M( eterna Fornim): Meu amor, minha vida. Amo vc! Obrigada pelos reviews via Whats e por me “encher sempre” pra eu postar cap novo. O próximo é o baile amor. Te garanto! Não vou prolongar pq vc já tem spoiler demais kkk bjs

Betadizi: oi amore. A Mi agora virá com uma vertente bem diferente. Chega de ser boazinha kkk Sim a Makkena se foi. Nunca mais voltará a fic. Quanto os sentimentos do Loiro, ele sentia algo por ela sim, no entanto não era amor. Era mais um sentimento de compromisso... ele é jovem... Vc entenderá o enigma que falo agora, mais pra frente. Kkk

Sakurita1544: Olá flor. Que bom que gostaste dos cap. Minha intenção eh essa viu?! Kkk Agora qt a burrice de Alvo... digamos que será útil a partir de agora kkk E a Minnie... essa sim vai levar a dela.

Tsuki: Criatura, vc quase me fez dar um spoiler com esse review hahahah Sim nos temos Merlin d volta!!! Logo terá o reencontro emocionante da Mione e ele. Severo ainda vai sapatear na mão da mione kkk Agora qt ao Vold... gente so espera pq terão muitas emoções ainda. Até um futuro a... opa sem spoiler kkk bjss

Lari394: SIM!!! Sabia que teria alguém que reconheceria. Temos varias citações do Criminal Minds, no entanto temos tbm frases que eu amo. Tem autores citados que eu sou apaixonada, e frases que baseiam minha vida. Como o livro de Maquiavel e a Arte da Guerra. Eu sempre pesquiso muito pra escrever, por isso frases surgem kkk Qt a Fic... Alvo ainda vai se surpreender muito e Meu casal, Mog&Sal são meus queridinhos então aguenta pq vem muita coisa por ai.

Camila Shacklebolt: Magali! Que saudades. Não me mande Crucios, eu ainda preciso escrever kkk A kenna saiu da historia, mas não sou tão malvada o Draco terá seu Shipp e vc vai AMAR garanto kkk
Jurei que vc ia escrever um beijo pra Xuxa kkk Mas é isso ai um beijo pra Xuxa kkk

Tsuki: Ola!!! Ficamos felizes por estar gostando da fic desse jeito. (Eu estou lisonjeada!) E os Malfoys... cara não sei se dou risada ou choro. Eles são foda. Mas eu acabei gostando deles.

Bella_alice_3: Bellinha flor! Vamos lá, ela ainda não sabe sobre Merlin, mas chegara o momento que ela saberá... ai sera lindo o reencontro. Quanto a lealdade dela... digamos que ela seguira seu futuro marido... kkk Agora a profecia ainda demora um pouco, tem um motivo que você vai entender mais pra frente, mas ainda demora um pouco E Por fim O baile é no próximo cap kkk FINALMENTE!

The Queen Sweet Natty: Ola amore! Feliz 2016! Mande-me depois eu whats pra nois prozear, qd vc tiver numero kk Eu entendo vc no quesito ver perto de pessoas kkk É complicado. Gente eu assumo que sempre imaginei o Sev meio diferente, tah meio notório na fic acho haha Ai gente posso falar que eu fico toda tímida quando alguém fala que ama Mog&Sala... eles são meus personagens afinal. Kk Eu sou meio contra a correr de uma Guerra. Mas deixemos a Kenna de lado, Praesidio. kkk Hog eh meu xodó, serio. Vocês vão ver que ele tem uma personalidade bem definida, e quase Sonserina kkk E Eu sempre me divirto com seus reviews. Então continue kkk

Saviaferreira: Fico muito feliz ao perceber que as leitoras realmente se apaixonaram pela história. Ainda mais contente ao receber inbox por isso. Obrigada mesmo pelo carinho. Tem vezes que nós autores sofremos umas baixas na vida, mas ver o carinho que vcs leitores tem, nos dá forças.

CRS: Seja bem vinda!! Obrigada!!! Fico feliz que vc esteja gostando da historia. Deixe seu review contando o que tem achado viu ;) amo essa interatividade com os leitores.

Sabrina Masen Riddle: Seja bem vinda!!! Eu tento fugir o máximo dos clichês, eu prometo que vou tentar sempre surpreender. Kk Obrigada por mandar um review e deixe-me saber o que esta achando.

Stefany Campbell Targaryen: Ste!!! Obrigada por passar aqui amore. Mande-me noticias de vc e talz. Obrigada, eu prometo tentar sempre surpreender vcs na historia.

Bruna Amaral: Bru ♥ meu amorzinho ♥ Vc não sabe o quanto eu fico emocionada lendo seus review e tbm sua recomendação como já falei. Vc é meu novo anjinho sabia?! Tem horas que vc sabe é duro.

BiaWritter: Bia não seja assim... não sou tão má, okay sou kkk Mas tudo tem um porque nessa historia. Fiquem ligadas. Agora o que vc sugeriu da apresentação... isso acontecerá, e pode ter certeza sera COMICO! Hahaha

yane_chu: Desculpa a demora nas atualizações mas minha vida esta uma loucura kkk Estou feliz que vc gosta meus meus amores Mog&Sal. Eles são meu casal, logico que Mione&Sev tbm são kkk E Draco&... não vou contar hahah Mas Obrigada mesmo pelo carinho.

MárciaBruxinha10: Fico muito lisonjeada pelo elogio. Eu me esforço para que vocês vejam o que eu vejo quando eu imagino a cena. Quero muito que vcs amem a ideia, pq eu estou amando escrever. E fico muito feliz quando vcs me escrevem contanto que estão gostando.

CatrinaEvans: Feliz ano novo pra ti tbm amore. Fico feliz que vc esteja amando a fic.

Naida: Amore!! Obrigada, sinceramente muito obrigada pelo elogio. Eu fico muito contente que estão gostando da fic assim. É um belo de um esforço para sair do clichê, mas vale a pena ao ler reviews assim.... Qt a questão de mostrar a dubiedade humana, digamos que essa é uma vertente minha. Eu acho que o ser humano tem muito disso, apenas tenta esconder. Kkk Então, pode ter certeza de onde veio o hot, virá muiiito mais. Kkk Agora a coisa começa a pegar nessa fic. Kkk Agora, te falo, se vc acha que o Sev é manipulador espere ver Salazar kkk Ele vai ser muito bom. Ele e Morgana kkk Alias eles são O meu casal kkk Merlin de volta foi um presente pq esse personagem é muito fofo, ou não Sem spoiler. Kkk

Luana Snape: #Fatum♥ (Luh AMO VC MIGA)

Lu vc sabe que vc é minha estrelinha neh?! Amo vc demais. Mas.... vamos lá kkk

1 . Pra começar quero dizer que esse casal é meu kkk Sim eu amo meus personagens e estou em êxtase pq tds estão gostando deles.

2 e 3 Digamos que não sei se essa possibilidade virá acontecer, agora kkk Agora Hog, bem ele vc vai ver que é único mesmo. Tem uma personalidade que olha vou falar ta pra nascer alguém assim..

4 e 6 Sim pulei o 5 pq o 4 e 6 a resposta é a mesma: Sem Spoiler Lu!!! Hahaha

5 a Irma é Fogo cara, vc ainda var ler o que ela vai aprontar por ai. E mano eu amo essa personagem dark kkk

7 Ai ai... olhares, pegação... Tan... opa não sem spoiler ahahah

8 Calma Mulher não conta ainda as coisas kkk Draco vai ser nosso Nolan Fim kkk

9 e 10... SIM CARAMBA EU QUERIA MUITO ESSA CENA! HAHAHAH Eu juro que me vi la qd ele deu os pontos hahah

11 O baile... calma não me mata é no próximo cap... okay pequeno spoiler... Moulin rouge! Hahaha Se mata ai pensando nessa dica hahah

Por fim FELIZ ANO NOVO!!!

Aos que estão acompanhando ou favoritaram a fic:

lalaphantohive/FlaviaFernandes/Dione Kurmaier/Camila Shacklebolt/Renea/ Lyrica Vascenchin/ PaulaSocorro/ estellitaichi/ juju black/ Lady Rosier Black Riddle/ Suh Domingues/ Tina Filha de Poseidon/Akemi Nagatani/ Ava Black /Luana Snape,/ Gabsgermano/ Bibi Swan Cullen/ Tatacarlinha/ Suzi Fanfics/ sakurita1544 /Linda Snape/ MaahZinhaah/ Liv/ Mikipetrova/ Miris FNT/ driellealves77/Lyrica Vascenchin/ Leyla Poth/Alice Liddell/Katita Malfoy/ Izabela Aurum Snape/ Carolaine Marques/ Martthaynnie Parkewacle/ Patrícia Kelly Ferreira/ Suh Domingues/ Saviaferreira / Mia Oliv / Iza Evans Snape/ Izabele Lopes/ ingridwt/ Lady Clara/ Lady Rosier Black Riddle/ Martthaynnie Parkewacle/ Queen Targaryen/ Angelique Lewis/ Tsuki/ Filha do mar/ Carolaine Marques/ Patrícia Kelly Ferreira/ Suh Domingues/ Lady Clara/ PaulaSocorro/ danicxpotter/ juju black/Niinha/Renea/ Lari Toledo/Stefany Campbell Targaryen/Angelique Lewis/Queen Targaryen/kesia/Nymph Erin Pendragon/BiaWritter/ bella_alice_3/ CatrinaEvans/ AnnaRoseMalfoy/ yane_chu/ Iza Evans Snape/ Emaluela/ kesia/ / Lady Queen/ Lari Toledo/ The Queen Sweet Natty/ PaulaSocorro/ Lari394)

A todos os que leram e não deixaram review e aqueles que estão seguindo esta fic. Os meus mais sinceros agradecimentos e meus big beijos.

Peço que se puderem deixem sim, um review ou venham falar comigo. É muito ruim escrever e não saber o que seus leitores pensam. Além do que seu nome estará na fic, e é tão bom ver seu nome em um cap. Eterniza o momento.... rsrs Mas desde já obrigado!