Fatum

12 Cap 9.1 O acaso é uma palavra sem sentido. Nada pode existir sem causa


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“O acaso é uma palavra sem sentido. Nada pode existir sem causa.”

Voltaire

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No capitulo anterior...

– O... Oque? MERLIN! HERMIONE, O QUE VOCÊ FEZ? – Gritou Minerva.

– E... Eu ... Eu não fiz nada. Eu apenas. Apenas...

– Não importa. Vamos para diretoria imediatamente.

Mas quando Minerva abriu a porta, outro susto.

Elas não estavam mais na torre da grifinória, e sim, nas masmorras. Hogwarts a havia mudado.

– O terremoto. Merlin! – Balbuciou Minerva. E virando para Hermione, ela simplesmente disse – VAMOS, AGORA!

Ambas saíram apressadamente para a sala de Alvo.

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Alvo e Severo estavam conversando. Eles não sabiam exatamente o que fazer a partir de agora. A atitude de Hermione no almoço havia deixado ambos assustados. Alvo não imaginava que ela pudesse se voltar contra os próprios amigos. E Severo... Bem, Severo não sabia o que mais poderia acontecer. Tudo o que ele sabia sobre Hermione Granger em poucas horas acabaram desmoronando diante dos seus olhos. Ambos estavam tentando imaginar o que seria após estes acontecimentos quando a porta da sala de Alvo abruptamente é aberta e uma Minerva McGonagall entra arrastando pelo braço uma Hermione assustada.

“Meu Merlin o que é isso?”– Minerva o que... – Ele começa, mas ela não o deixa terminar sua frase.

– Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore, ou você dá um jeito nisso ou eu não sei o que eu farei. – Disse Minerva, empurrando Hermione sentada na poltrona em frente ao Diretor.

– Minerva, por Merlin, mulher, se acalme. – Disse Severo. “E por Merlin, Deixe Essa menina em paz! Nós precisamos dela!”

– Severo, cale-se, porque de alguma forma isso deve ser culpa sua também – Disse ela rispidamente a Severo.

“Vai começar...” E revirando os olhos, diz – Ora do que irá me acusar agora Minerva?

– Acusar? Eu não acuso Severo, eu sei! De alguma forma você contaminou a menina, tenho certeza disso. Ou você ou algum dos seus, provavelmente aquele moleque Malfoy. – Disse ela elevando o tom de voz.

– Ora Minerva pare de ser...

– SILÊNCIO! – Bradou Alvo, fazendo com que todos se calassem.

– Agora Minerva, será que você pode me dizer o que está acontecendo? Porque você veio a minha sala tão desesperadamente trazendo uma aluna da forma que fez? – “E Principalmente a menina que tem as nossas vidas nas mãos? Maldição Minerva, pare com isso imediatamente!”

– Alvo, após a incrível cena que a Senhorita aqui protagonizou, eu fui até ela para colocar um pouco de juízo na mente dela, coisa que foi impossível, já que ela provavelmente perdeu todo o juízo que tinha. Mas, quando eu ia rigorosamente penaliza-la, ela de alguma forma, e não me pergunte qual, fez um feitiço e bem... Merlin, eu nunca vi isso antes, Alvo! Estávamos em uma hora discutindo, na outra a sala começou a tremer. A tremer Alvo! E então o brasão dela de monitora mudou... E... Merlin, Alvo, ela mudou de casa! Ela saiu da Grifinória! E MAIS! O QUARTO DELA MUDOU! ALVO, POR CIRCE, O QUARTO DELA SAIU DA TORRE E AGORA ESTA NAS MASMORRAS! COMO ISSO É POSSIVEL!? – Minerva estava histérica. Ela não conseguia se controlar. Todo o seu autocontrole se esvairá.

“O QUE? O que faço agora? Pense, Alvo! Primeiro, devo acalmar a Minerva, depois acalmar a Granger, depois, acalmar o Severo... E quem vai me acalmar? Merlin me ajude! Meu plano está indo pelo ralo! ”Alvo então disse lentamente, sem deixar sua confusão ser notada. – Acho que todos nós deveríamos nos sentar e nos acalmar.

–ACALMAR, ALVO!? –Disse Minerva, como se fosse reiniciar toda a história, mas foi interrompida por ele.

– Minerva, eu entendo seu desespero, afinal, isso nunca aconteceu. Mas, se você não conseguir sair deste estado catatônico, vou ter que pedir para se retirar. – Disse ele severamente, arrancando um olhar maligno de Minerva que simplesmente sentou-se calada. – Muito bem, Hermione, será que você poderia nos contar o que aconteceu?

– Mas eu lhe disse Alvo! – Disse Minerva, ainda revoltada.

– Eu sei que disse, Minerva, mas gostaria de ouvir a Senhorita Granger. – Disse ele a bruxa, e olhando para Hermione, acrescentou – Minha querida, você poderia?

– Cla... Claro Senhor. –Hermione se endireitou na cadeira. Naquele momento, todos repararam que não estavam de ante de uma jovem qualquer, a postura dela havia mudado. Não, eles não estavam falando com uma adolescente, e sim como uma mulher. – Bem, como a professora disse, estávamos discutindo sobre meu ponto de vista dos recentes acontecimentos. Nossa discussão acabou ficando acalorada – com esse comentário a professora bufou contrariada, mas ninguém na verdade deu importância – Eu lhe garanto diretor, eu não fiz magia nenhuma.

– MENTIRA! VOCÊ FEZ ALGUMA COISA. – Disse Minerva a interrompendo, convicta.

– Mas eu não fiz! – Respondeu Hermione na hora, a raiva novamente crescendo.

– Minerva, silêncio! – Disse Alvo rispidamente – Continue Hermione.

– Bem... Então eu apenas... Eu disse que desejava não estar na Grifinória. – As próximas palavras dela saíram quase como se fosse uma revelação, e seus olhos se arregalaram – Na verdade, eu disse que eu renegava estar naquela casa. Disse, exatamente assim: Eu Hermione Jean Granger, renego minha casa. Renego que fui colocada na Grifinória. E sim, eu gostaria de todo meu coração ter sido colocada na Sonserina. Mas, diretor, eu não imaginei que isso fosse possível! Eu não fiz...

– Claro que não minha querida. – Disse Alvo e antes que Minerva dissesse algo, ele acrescentou – TODOS nós sabemos que você não fez nada. Mas seria possível que você me desse à liberdade de eu mesmo ver os acontecimentos? Eu estou tentando entender o que se passou. – “Como ela pôde simplesmente mudar de casa? Será mesmo que os Verums têm esse poder? Eu preciso entender... e principalmente, entender o que eu vou fazer com essa menina. Merlin, se eu não fizer algo direito eu vou perder essa guerra! Maldita seja Minerva!”

– O senhor diz Legilimência? – Questiona ela.

– Sim, a menos que você não se sinta confortável.

– Ou esconda algo... – Minerva murmura baixo.

– Eu não escondo nada. – disse Hermione, fria. “Na verdade eu escondo muito! E agora?”

– Talvez... – Disse Severo, se pronunciando pela primeira vez até agora – Talvez, Granger ficaria mais confortável se apenas retirássemos a memoria e usássemos a penseira. Assim Minerva poderá ver com os próprios olhos também. “E eu também. Como é possível que ela tenha mudado de casa? Se bem que eu já não sei mais o que pensar de Hermione Granger”

–Brilhante, Severo! –Disse Alvo “Merlin, porque eu não pensei nisso?!”– Hermione você sabe como funciona?

– Sim senhor. – Respondeu ela. “Snape, te devo uma!”

– Muito bem – disse ele, dando a volta na mesa e se aproximando dela. Com um simples Accio a penseira surgiu e foi colocada na escrivaninha a frente de todos. Parando do lado dela com a varinha em seu templo. – Muito bem, minha filha, basta pensar no momento que você quer que venha a memória.

Então um fio prata começou a sair da têmpora dela até a memória inteira estar na varinha dele.

– Muito bem, minha querida, você espera um momento? – Disse Alvo a ela.

– Claro senhor.

Então Severo, Alvo e Minerva se curvaram e mergulharam suas cabeças no líquido.

Cinco minutos depois, eles retornaram. Alvo e Severo trocavam olhares, já Minerva, se sentou, mas sua cara era pior do que antes.

– Hermione, o que presenciamos não tem precedentes nesta escola. Mas antes de dizer exatamente o que faremos será que eu posso fazer uns testes com você? – ao ver a cara de desconfiança da menina ele acrescenta–Hermione, como sabe sou o diretor desta escola, e como eu disse, isto nunca aconteceu, eu preciso ter certeza que é o que eu estou pensando mesmo.

– Claro senhor. – Ela disse, com receio na voz.

Ele então empunha a varinha para ela e diz: – “Verum aperiat, abscondi non possunt. Ostende domuiquae fides Hogwarts” – Imediatamente a mente de Hermione traduziu “Revele a verdade que não pode ser oculta. Mostra sua lealdade e a casa que pertence”.

Uma luz começou a brilhar ao redor de Hermione. Ela então levantou seu braço e viu que ao redor dele havia uma nuvem, que a recobria. Uma luz verde.

– Minerva, Severo. Vocês outorgam este teste?

– Sim. – Ambos disseram, embora Minerva ainda estivesse contrariada.

Uma luz dourada então saiu da varinha de Alvo, e se transformou em um rolo de pergaminho, o qual ele guardou.

– Alvo, minha parte esta feita, eu vou me retirar. – Minerva disse acenando para ele e sem dizer mais uma palavra, se retirou.

Após a saída de Minerva, Alvo tomou a palavra – Bem, feito isso, agora vamos conversar, Hermione. – Disse ele se sentando.

– Creio que deva estar se perguntando o que foi isto. Bem, como você rapidamente deve ter reparado, Hogwarts ouviu seu pedido. Nunca houve isto, mas aparentemente você foi à primeira. O feitiço que você viu é para atestarmos a classificação de algum aluno. Às vezes alguns dos pais não ficam satisfeitos com a casa de seus filhos, então este feitiço atesta a classificação, mostrando a idoneidade da classificação. No seu caso minha filha, ele atestou que realmente você mudou de casa, passando de grifinória a Sonserina. – Se virando para Severo, ele continua – Severo, creio que tenha reconhecido o local pela penseira, então,por favor, acompanhe a Senhorita Granger até o quarto dela. E talvez seja sábio fazer uma reunião com os alunos de sua casa, para evitar maiores escanda-los. E se possível que o monitor ajude-a na transição.

– Sim, Alvo.

– Muito bem. Hermione, Severo irá lhe chamar e levará para uma reunião ao seu novo salão comunal. Peço que até lá não saia de seu quarto. Durante o jantar eu irei fazer o comunicado oficial de sua mudança. Creio que por hora seja isto. Severo acompanhe-a e quando terminar, já sabe aonde me encontrar. – “Eu preciso pensar, preciso convocar a Ordem, no Largo Grimmauld de preferência, e mais do que nunca, preciso de uma bebida”.

Dito isto, Severo se levanta, e para surpresa de Hermione, ele oferece a mão dela para que ela levante. Assim que ela o faz, ele se afasta, se vira e ela o acompanha em direção as masmorras. Os alunos que passavam ou a olhavam como se tivessem pena dela, ou simplesmente aceleravam os passos para não ficar próximo ao professor. Ambos iam em silêncio, cada um com seus próprios pensamentos.

Quando finalmente chegaram em frente a porta dos aposentos dela, Severo falou:

– Senhorita, eu volto daqui a meia hora. – Disse ele arrancando um aceno de Hermione. Ele já ia sair, quando sua razão pareceu ir pelos ares, e ele disse:

– Você se arrepende? – Questiona ele deixando-a confusa.

– Você se refere à mudança de casa, a briga com a professora ou com meus ex-amigos? – Replica ela.

Ele levanta a sobrancelha para ela.

– Embora devo admitir que a cena que vi com Minerva causou-me uma enorme curiosidade, me refiro a mudança de casa.

– Não. Eu não me arrependo. – Disse Hermione, suprindo um sorriso fraco que insistia sair, mas ela não permitira, Não ainda.

Ele apenas acenou para ela esse virou, porém, antes que ela entrasse, ele a chamou.

– Ah... Senhorita Granger?

– Sim, professor?

–Dez pontos para Sonserina por finalmente conseguir me surpreender. – Após esta frase, ele sai deixando para trás uma Hermione atônita, porém dessa vez o sorriso não foi suprido, afinal, quantos anos ela esperou esta frase dele...

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Aposentos do Monitor da Sonserina.

Draco Malfoy estava sozinho sentado em sua cama com a carta de seu pai na mão. As palavras da carta de seu pai não saiam da cabeça dele. O fato dele se tornar comensal, não era algo que ele não sabia que aconteceria uma hora. Ele já havia nascido com este destino traçado. Ele já havia acostumado com a ideia de que, mesmo não sendo tão favorável com algumas atitudes, ele teria que servir ao Lord. Seu pai já havia lhe ensinado e o preparado para o dia em que ele teria que tomar a Marca. Sabia que seria uma solenidade, e que iria inevitavelmente a primeira de muitas dores que sofreria. Não, não era este o fato que tirava o sono de Draco Malfoy.

O fato era o pedido que seu pai havia lhe feito, a forma que seu pai falou e principalmente, o desgosto de ter que obedecer a seu pai.

“Eu Draco Malfoy, terei que me tornar amigável com a sangue- ruim? Eu terei que conquistá-la... Eu terei que obedecer ao que ela falar? Como meu pai pode me pedir isto? Ela é uma sangue-ruim! E mais ela é um Grifinória! Eu JAMAIS irei me sujeitar a uma sangue-ruim! Sou um MALFOY. Os Malfoys não se rebaixam. Se não fosse pelo escândalo de ontem eu acharia que meu pai perdeu a sanidade. Mas... Ela renegou Potter... terminou com tocha humana... e sim... por Merlin! Ela está incrivelmente sexy. É inegável que algo mudou... mas o que? Primeiro ela muda completamente, depois meu pai fala que irei tomar a marca e então ele me pede isto? O que Raios está acontecendo? Será que o padrinho sabe de algo...? Mas se soubesse será que ele iria falar para mim? O padrinho é tão chato. Ele sempre fica sabendo de tudo e nunca compartilha... eu sempre consigo tirar coisas do meu pai, mas o padrinho... é um túmulo.” Suspirando, ele se senta mais retamente na cama. “Mas mesmo que me seja contrário, eu vou ter que obedecer. Quando meu pai pede algo, ele não pede... ele manda. Assim como a Marca. Eu nunca tive opção, e não vai ser agora que eu terei. Afinal, receber a Marca não era algo ruim... Se pensar pelo lado bom, é claro. Eu seria ainda mais respeitado, faria parte de algo maior do que eu mesmo... e principalmente traria honra aos meus pais. Mas, bem, quanto a Granger, pode não ser tão ruim como seria antes... Posso até ser “amiguinho” da sangue-ruim, mas não vai passar disso. Não posso me contaminar com uma sangue ruim. Amigos, até vai. E Merlim, ainda terei que falar para aqueles dois atrapalhados do Crabbe e Goyle não me estorvar. E ainda tem a Pansy... essa vai dar trabalho. Ela sempre acha que pode mandar em mim, que é minha namorada. Ah até parece. Se, eu digo SE eu tivesse que namorar alguém, seria Makenna Dolohov, filha do Antonio Dolohov. Primeiro, por ela ser filha de um bruxo respeitável, segundo, porque ELA é uma bruxa respeitável. Eu jamais firmaria uma aliança com uma mulher que fica com qualquer homem, e o pior se vangloria disso. Não! Minha esposa será uma mulher inteligente, perspicaz e que sabe se portar. Mesmo que fosse mandona como é.”

Antes que ele pudesse continuar seu pensamento, sua lareira acendeu e a voz de seu professor apareceu:

– Draco, reúna os alunos na sala comunal em quinze minutos. Reunião urgente. – Então a voz some.

"Ora, mais essa!" Pensa ele se levantando e indo para a sala comunal.

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Quarto de Hermione.

Hermione entrou em seu quarto, ainda meio atordoada com os acontecimentos atuais. Ela precisava pesquisar, e principalmente, falar com seus pais. Ela teria que ir até ao quarto e... “ORAS! E agora? Como vou ao quarto de mamãe?”

Instantaneamente a parede do quarto se ilumina e a porta aparece. Se aproximando, ela reparou que os desenhos da porta haviam mudado. Agora, havia um terceiro desenho. Um Leopardo estava calmamente deitado, enrolado nele havia a cobra e sobre ambos a águia estendia suas asas como sinal de proteção. Rapidamente ela conseguiu entender os desenhos. Eles eram uma família agora, não importa o que os outros pensassem dela dali pra frente, seus pais a apoiariam incondicionalmente.

Saindo deste momento contemplativo, ela desceu as escadas e assim que abriu a porta, viu Lyse e esperando.

– Senhorita, a senhora Morgana pediu para avisar que ela estará aqui à noite. Ela e o senhor Salazar.

– E agora? O que devo fazer?

–Bem – Disse a elfa, mexendo na roupinha e olhando para baixo– Lyse pode levar um recado, se a senhorita quiser.

– Isso Lyse! Eu vou escrever agora, e você, por favor, leve a ela. – Ela foi atrás de um pergaminho e uma pena, começou a escrever a carta e quando acabou deu a Lyse.

“Bem agora é esperar que mamãe responda. Enquanto isso,vou tomar um banho, o professor falou que levaria meia hora para voltar, então, deixe-me aproveitar um pouco da calma antes que venha a tormenta.”

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Salão Comunal da Sonserina

Todos os alunos estavam esperando o professor chegar, a fofoca corria solta. Ninguém entendia o que era tão urgente, afinal, nenhum dos alunos havia ido para diretoria dessa vez, ou transgredido algo tão grave.

Finalmente o Severo entrou na sala, e todos se calaram.

– Todos devem estar se perguntando por que da reunião urgente, e antes que comecem as justificativas, não vim aqui para punir ninguém.

Uma onda de alivio transpassou em muitos alunos presentes, porém também deixou vários curiosos. Inclusive Draco Malfoy. Que estava com a cabeça a mil. “Primeiro meu pai, agora isso? Mas que MERDA ESTA ACONTECENDO?”

– Esta tarde houve uma ocorrência um tanto inusitada, e que requererá de nossa casa uma atitude impar e o mais importante, união. Nossa casa tem que ser unida neste momento, qualquer elo fraco pode nos desmoronar perante as outras casas. – Os alunos começam a murmurar, porém, com apenas uma levantada de sobrancelha, Severo retomou a atenção. – Hermione Granger foi transferida para Sonserina, a partir de hoje ela será colega de casa de vocês.

Um berro foi ouvido, provavelmente de Pansy Parkinson, e várias vozes se elevaram.

– Silêncio! Uma palavra a mais e pontos serão retirados! – Disse Severo – Sei que muitos estão assustados com esta noticia, porém, é um fato. Hermione Granger agora é de nossa casa, e por este motivo eu evoco para toda casa Sonserina o Praesidio para Senhorita Granger.

Outra onda de caras assustadas surgiu. Há muitos anos que ninguém precisou usar o Praesidio dentro da própria casa.

– Senhor Malfoy e Senhorita Dolohov, por favor, me acompanhem, o resto pode voltar aos afazeres diários.

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Quarto de Hermione.

Hermione havia conseguido sair do banho, com certa relutância, já que a água estava maravilhosa, e estava se trocando quando Lyse retornou.

– Senhorita Mi, a Senhora Morgana pediu para te entregar isto – Disse ela entregando uma carta – E o Senhor Salazar pediu para entregar este– Entregando uma caixa de veludo a ela e logo em seguida saindo do quarto deixando-a sozinha.

Hermione sentou-se na cama e abriu a carta.

“Querida Filha,

Seu pai e eu ficamos assustados com a novidade que nos contou, entretanto não preciso nem dizer que seu pai esta praticamente cantando de orgulho, não é?! Afinal de contas agora você pertence a casa dele. Mas vou deixar que ele diga algo no final da carta, isso é, se ele parar de puxar o papel!

Quanto às perguntas que fez:

Primeiro de tudo, não. Isso não altera Muito nossos planos.

Mas eu preciso que você mantenha a calma, postura e principalmente o controle. Tenho certeza que os companheiros de casa sua irão te ajudar, se não por bem, com certeza Voldemort irá fazer algo. Mas eu e seu pai pedimos para que você tente achar alguém para te ajudar, algum aluno, de preferência. Neste momento, quanto mais aliados você fizer, melhor.
Seu pai e eu infelizmente ainda não iremos te encontrar hoje, minha querida, assim como aconteceu com você, houveram imprevistos. Espero que entenda que estamos fazendo nosso melhor para nos encontrarmos rapidamente.

Bem, é isso. Qualquer coisa não hesite em mandar Lyse nos encontrar. E, filha, aproveite.

Beijos de Mamãe.

Agora, escreve Salazar!

Obrigada, Mog.

Bem, minha filha, como sua mãe lhe disse, eu estou muito orgulhoso de você. Como minha herdeira, eu fico contente que finalmente esteja na casa aonde foi predestinada a estar. Sempre soube que você seria mais adepta a Sonserina. Sua personalidade mudou, minha filha, você deixou de ser uma menininha e agora é uma mulher de fibra, e apenas a nossa casa poderá entender seu novo lado. Entender e ajudar. Porque agora sim eu tenho certeza que terá aliados bons. E se não forem de inicio, podemos sempre fazer com que sejam.
Dito isso, eu suponho que você merece algo para comemorar. Estou enviando pela Lyse um presente. É um anel que gostaria muito que usasse em seu dedo indicador da mão esquerda. Vou lhe explicar porque usar especificamente neste lugar. O dedo indicador ajuda a impulsionar o poder de liderança, já a mão esquerda ajuda a liberar os impulsos da magia das trevas. Sim, minha filha, este anel será de muita utilidade para você.
Ele é ajustável a você e apenas a você. Ninguém nunca conseguirá tirá-lo a força, e caso você precise de ajuda, ele ira fornecer a nós (eu e sua mãe) a sua localização precisa, e nos a ajudaremos.

Além disso, se você prestar atenção, dentro no anel, há gravado um símbolo: O infinito.

Essa é a parte que sua mãe mais ama. Significa que algo que não tem começo e não tem fim. Assim como nosso amor por você, que pode ter sido acaso ou simplesmente destino, mas nossa família hoje esta completa por você. Apenas por você.
Agora chega de melação, mocinha. Beijos, papai.”

Após ler a carta, Hermione abriu a caixa de veludo, dentro havia um lindo anel de ouro branco com uma esmeralda no centro, e vinte pontos de diamantes cravejados. Os encontros dos diamantes formam um coração em ambos os lados da esmeralda.
Hermione pegou silenciosamente o anel, e colocou no dedo, assim que o pôs, a voz de Salazar ecoou pela sala: “Parabéns, minha filha, tenho muito orgulho de você”.

Lágrimas silenciosas corriam pelos olhos de Hermione. Nunca ela imaginou que pudesse ser tão feliz como esta estava se sentindo agora.

Então, uma batida em sua porta, estava na hora.

Do lado de fora, Severo Snape, estava esperando com Draco Malfoy e outra moça que Hermione nunca havia reparado. Ela tinha por volta do meu tamanho, seus olhos eram um tom de castanho mais escuros que os meus e seus cabelos eram lisos e tinham o mesmo tom de seus olhos. Ela usava um vestido preto de manga de renda. Roupa que contrastava com a de Draco que usava uma blusa branca e a capa Sonserina por cima.

– Bem, senhorita Granger, todos os Sonserinos agora sabem de sua nova casa. Eu tenho uma reunião, porém, deixarei ao encargo do Senhor Malfoy e Senhorita Dolohov para lhe explicar como funcionam as coisas na nossa casa. Porém, antes de tudo preciso fazer as formalidades.

Severo retira a varinha, toca na cabeça dela e evoca

Exspectata e Prosapia. Disceremysteria Slytherins! – Mentalmente ela traduziu: “Bem-vindo a Família. Aprenda os segredos Sonserinos.” Uma áurea a recobriu dos pés a cabeça, como outra pele no seu corpo, e então os sentimentos desapareceram.

– Muito bem. Confio que o Senhor Malfoy possa te explicar tudo isso. Sugiro que vão para sala de reuniões. Se me dão licença, eu tenho um compromisso. – ele simplesmente virou e saiu.

Virando para Draco ela questionou.

–Sala de reuniões?

– Claro Granger, ou você acha que só vocês tem uma sala precisa? – Ela apenas levantou a sobrancelha e rindo deste gesto, ele continuou – Seja Bem-vinda a Sonserina, Granger, vamos.

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Largo Grimmauld, 12

Alvo havia convocado uma reunião de emergência, Minerva foi, porém contrariada.

Assim que eles chegaram, a sala ficou em completo silêncio. Todos estavam preocupados, já que, raramente se fazia uma reunião de urgência. Sentando-se a ponta, Alvo da inicio a reunião.

– Queridos amigos, sei que estão todos preocupados, então, irei direto ao assunto. Severo me trouxe uma informação nova que mudará o rumo da guerra. Creio que muitos aqui, se não todos, já conhecem a historia da família Verum. – vendo a resposta afirmativa nos olhares ele continua – Pois bem, venho hoje dizer que temos um novo Verum em nosso meio.

Dito isto, houve um tumulto de “como?” “isto é impossível”, Minerva que estava quieta naquele momento arregalou os olhos, sua mão foi à boca tamanha era a surpresa, então sua voz sobressaiu à multidão.

– Por favor, não diga que... Como pode?– questiona ela.

– Sim, Minerva. Agora você entendeu?

– O que? Quem, Alvo? – Disse Molly Weasley, com os olhos arregalados e as mãos no colo.

– A Verum que estamos falando é Hermione Jean Granger. – Esta frase foi seguida de mais comentários e murmúrios.

Quando novamente Minerva interrompe.

– Amigos, eu seria a primeira a dizer que Alvo está louco, como disseram alguns aqui, mas, devo admitir que isto explicaria muitas coisas...

– Como assim, Minerva? É impossível que a nossa Hermione seja uma Verum. – questiona Molly, com aquele sorriso que remeteria a calma aos estados em guerra.

– Na verdade não, Molly. Como todos sabem, para ser um Verum, não é necessário ser um sangue puro. Basta apenas que a magia a escolha. Há alguns dias ando observando minha pupila, e devo dizer que ela mudou da água para o vinho. Sua aparência mudou, ela se tornou mais atraente de repente.

– Ora, Minerva, você sabe que ela esta na fase da puberdade... — rebateu Molly, ganhando como resposta aquele terrível e famoso olhar de Minerva.

– Eu dou aulas em Hogwarts Molly, obviamente eu sei o que é a puberdade. Mas não é apenas isto...

Molly a interrompe novamente – Então, Minerva, você deve saber que garotas mudam, elas crescem...

– Pelo que eu saiba, Molly... – disse Severo que havia chego há poucos minutos, mas estava discretamente acompanhando a conversa – Em sua puberdade, você não ganhou em um dia um par de seios invejável, coxas torneadas e se tornou o sonho de consumo de todo homem. Se não me engano, com você, foram sardas e espinhas... Mas ao contrario de você, aparentemente “da noite para o dia” a senhorita Granger saiu de uma jovem para o nível de mulher atraente, e isto foi pura magia. Não há formas naturais de isto acontecer.

As palavras de Severo silenciaram a todos e uma sutil tosse de Alvo chamou atenção de todos para ele novamente.

– Como eu estava falando, a senhorita Granger, é a nova Verum. E o que poderia ser um motivo de alegria, hoje, se tornou um motivo de preocupação.

– E porque isto, Alvo? Ela é amiga de Potter, já está do nosso lado. – Questiona Arthur Weasley, tenso.

– Exatamente por isto. Aparentemente eles deixaram de ser “amiguinhos”, como você mesmo citou, Arthur. Já que, conforme todos viram no jornal, ela acaba de perder seus pais e culpa Potter por isto – Disse Severo.

– Ora, que absurdo, Severo, Harry não tem culpa de nada! – rebate Molly, em defesa do menino.

– Mas não é o que ela pensa. Alias se quer mesmo saber as palavras exatas dela foram: “Harry Potter; Meu querido-testa rachada, Eu sinceramente espero que você morra.” – Isso tirou suspiros de horror de toda a sala. E voltando-se para Minerva, ele acrescentou – E Minerva, creio que agora seja sua ex-pupila não é?! Ou sua raiva já passou?

– Severo, creio que não seja o momento para isso. – Disse ela quase como gaguejando.

– Ao contrário Minerva creio que seja a hora perfeita, afinal, não foi você mesma que me acusou de ter manipulado ela? Ou melhor dizendo, ter contaminado a menina como você mesma disse.

– Eu não sabia de todas informações, Severo! Por Merlin! Como eu ia adivinhar que ela era uma Verum e com um simples desejo ela poderia mudar de casa de Hogwarts como quem troca de roupa!? – Gritou Minerva.

Todos na sala ficaram estáticos, não se ouvia um pio sequer.

Então o pigarro de Alvo se fez presente

– Bem já que os dois amavelmente tocaram no assunto, essa era a segunda coisa que eu iria comunicar a todos. Embora eu ia informar primeiramente a comissão da escola.– Acrescentou ele olhando severamente aos professores.– Hermione Granger não mais pertence a casa Grifinória, agora ela pertence a casa Sonserina.

A voz de um auror foi ouvida, como de muitos outros, se questionando como isso foi possível.

– Bem, todos nos sabemos que uma vez o aluno selecionado para casa, não há mudança. Inclusive temos o teste fides Hogwarts para garantir que não houve qualquer magia negra envolvida e que o aluno foi corretamente colocado na sua devida casa, e sim Alastor eu fiz e verificou a veracidade da mudança da menina. Aparentemente a Senhorita Granger decidiu que não queria mais pertencer aquela casa e a escola aceitou o desejo dela.

– Mas Alvo, como isso é possível? Ninguém nunca mudou de casa! – Exclama Molly ainda assustada com os acontecimentos.

– Assim como ninguém nunca renegou a casa que pertencia. – responde Severo.

– Ela o que? – Exclama Molly.

– Ela renegou a casa, Molly. – responde Minerva quase como um sussurro.

– Oh Minnie, você deve estar arrasada! – Diz Molly abraçando a outra.

Alvo novamente pigarreou chamando atenção.

– E devido a essa mudança, e a nova situação de Hermione, é que eu estou pedindo o reforço para a proteção dela. Pois Tom fez a estratégia certa e agora ela se não tutoreada corretamente poderá cair em mãos erradas

– Alvo, aquele-que-não-deve-ser-nomeado já sabe sobre a ela ser uma Verum? – Questiona Arthur.

– Infelizmente sim. Segundo Severo, ele foi informado hoje, e exatamente por isto estamos aqui. Temos de protegê-la a todo custo. E, infelizmente, ela terá que ser colocada para dentro da ordem – Molly já iria debater, mas a mão de Alvo a interrompe– Molly, sei sobre seus receios de colocar as crianças para Ordem, mas a situação mudou. Ela terá que se juntar a nós. Precisamos contar com ela agora.

– Alvo – disse Alastor Moody– Já que ninguém até agora perguntou, eu irei. E se ela se voltar contra nós?

– Alastor, não creio que isto ocorra. Ela esta sem rumo neste momento, mas eu creio que...

– Alvo– Disse Moody, mais efusivamente – Vamos supor que o mundo não é tão cor de rosa como você imagina. Se ela não nos apoiar, o que faremos?

Olhando profundamente nos olhos de Moody, ele responde:

– Então nós teremos que matá-la.

– ALVO! – Grita Minerva, Molly e surpreendendo a todos, Severo.

– NÃO, ouçam a todos. Se “na remota possibilidade” – fixando seu olhar em Alastor – Hermione Granger se voltar contra nós, teremos que matá-la. Não podemos correr o risco de termos a solta outro Grindelwald. – recebendo um aceno de Moody, ele continua sua fala, agora olhando para os demais– Mas, não se preocupem, isto não ocorrerá. Tenho fé na menina. “E no plano que eu acabo de bolar” Agora vamos pensar em uma forma de protegê-la.

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Masmorras


Eles caminharam em direção à sala comunal da Sonserina, porém uns dois metros antes, Draco parou. Para uma pessoa qualquer, seria apenas uma parede. Porém, assim que Draco se colocou a frente, uma porta apareceu, e ele pediu para que ela entrasse primeiro.
Assim que entrou, ela pode ver que realmente que de fato agora ela estava na casa certa: A sala trazia um toque do rústico e do moderno. Ela estava iluminada por um lustre de candelabro marrom bem ao centro. O chão de piso frio branco possuía um tapete marrom que acompanhava as paredes de pedra. Ao redor da sala havia pendurado nas paredes candelabros acesos. Dando um clima mais natural que lembram uma vida no campo, trazendo uma paz, porém não deixando de transmitir seriedade que uma sala de reuniões deve trazer. Ao centro uma mesa de reuniões oval de cor tabaco, com sete cadeiras estofadas ao redor. E sobre a mesa, três xicaras de chá postos.

Draco sentou-se na ponta, e Makenna ao seu lado direito. “Será que eles estão juntos? Eu nunca soube que Malfoy tinha uma namorada...”

– Ora Granger vai sentar-se ou vai ficar aí parada? – Questiona ele, arqueando as sobrancelhas.

– Ora Draco deixa a menina ver o lugar – falou Makenna, pela primeira vez – Se eu me lembro bem, você é um dos que acham o ambiente daqui maravilhoso. – ela então puxou a cadeira ao lado dela para que Hermione se sentasse. – Mas, venha... Sente-se aqui.

Hermione então se sentou, embora ainda se mantivesse em alerta, ela começou a criar uma simpatia pela menina ao seu lado.

– Bem, Granger... – Começou Draco, tomando a palavra.

– Hermione. – Disse ela interrompendo ele, o que levou a uma nova arqueada de sobrancelha dele – Bem, já que agora estou mudando de casa, acho válido deixarmos nossa rivalidade para trás.

– Muito bem, Hermione. Afinal agora você é nossa companheira de casa, devemos manter a cordialidade, só não espere que eu vá ser como Potter ou Weasley, porque isso não vai acontecer.

– Na verdade, Draco – Disse ela frisando o nome dele – Eu espero que você seja exatamente o oposto deles. Potter e Weasley para mim, eu desejo mortos.

– Então as coisas realmente mudaram? – Questiona ele.

– Bem, se mudar de casa não for uma prova suficiente disso, eu não sei o que fazer para lhe mostrar. – Disse ela rindo. O que gerou uma risada de todos.

– É Draco, você estava errado. Ela é engraçada! – Disse Makenna rindo e isso gerou um olhar mais açucarado de Hermione para a menina.

–Bem, Hermione, o professor pediu para que nós viéssemos aqui te explicar como funcionam as coisas em nossa casa. Todo aluno que é escolhido por nossa casa, no dia de sua chegada, recebe algumas normas de como conviver dentro de nossa casa.

– É como se fosse regras e costumes para conviver bem. – Disse Makenna, completando.

– Normalmente é o professor Snape quem faz isso, mas hoje por ele ter uma reunião, ele permitiu que nós o fizéssemos.

– Bem, primeira coisa que eu devo te dizer, é sobre a magia que foi realizada em você quando o professor estava conosco. Aquela magia libera todas as outras, e te qualifica como uma verdadeira Sonserina. Dando acesso a essa sala, a sala comunal e a sala do Professor Snape.

– É como se fosse um selo de qualidade, que te identifica como Sonserina – Disse Kenna.

– Acho que ela entendeu, Kenna. – Repreendeu Draco fazendo a menina sorrir de lado.

– Só estou querendo ajudar – Disse ela dando os ombros.

– Continuando. – Disse ele, após rolar novamente os olhos– Após essa magia realizada você deve conhecer as três principais. A Praesidio, Deditionem e a conscium. Falando um pouco fora de ordem, a Deditionem que deve ser usada quando um irmão de casa precisa de ajuda ele dirá esta palavra e o outro ajudará. Mas, creio que essa você já sabe, embora eu ainda não saiba como. –“E nem vai saber, Draco.” Pensou ela – A Praesidio é para ser usada como proteção. Ela deve ser usada apenas por monitores ou o chefe de casa. Quando acionada todos os que foram convocados por ela devem proteger a alguém.

Makenna vendo a cara da menina, interrompeu Draco antes que ele continuasse.

– Só um minuto Draco, me deixa exemplificar para que ela entenda melhor. Se no caso de alguém da nossa casa aprontar algo, ou fizer algo grave que vai criar uma repercussão a todos os demais companheiros. O chefe de casa ou um monitor faz uma reunião e diz: “Praesidio para tal pessoa”. E toda a casa tem o dever de proteger aquela pessoa contra qualquer contra ataque ou difamação.
– Exatamente – Disse Draco – E se algum sonserino for pego indo contra essas regras, ele passará por julgamento com o chefe de casa, que irá julgar de acordo com o código sonserino. Não há nada pior para nós do que um covarde em nosso meio. – Disse ele com cara de nojo e a mesma cara era refletida na face de Makenna.

– Bem, agora fala o melhor de todos, Draco. – Disse Makenna piscando para ele. “Bem se eles não são namorados eles vão ser num futuro bem próximo.”

– Calma Kenna por Merlin! – Disse ele ralhando com ela e fazendo Hermione rir. – Por último e digamos que o mais importante é o Conscium.

Makenna o interrompeu – Esse na verdade não é bem um encanto, é mais um estilo de vida, Hermione.

– Eu vou ter que tampar sua boca? – Disse Draco – Bem, como eu estava dizendo o Conscium, não é um feitiço, é um estado natural de todo sonserino. Todo grupo que você escolher estar dentro de nossa casa é unido. Um primeiro ano é devidamente protegido por um do segundo e assim por diante. Sendo assim, quando alguém resolve pregar uma peça em alguém, todos se tornam cumplices. O Conscium indica exatamente isso, se no caso você quiser fazer uma brincadeira inocente com alguém, basta dizer Conscium para tal pessoa que a todos vamos entender, e na medida do possível, apoiar.
Makenan levantou a mão e Draco apenas revirou os olhos e fez um sinal para que ela dissesse o que queria. Arrancando um leve riso de Hermione. “Essa menina é impossível”

– Isso não quer dizer que nós não somos individualistas, porque somos. E muito. Porém, nós cuidamos dos nossos. E também não quer dizer que sempre que quiser brincar com alguém você deve avisar. Porém, nunca foi bom aprontar sozinho. Draco sabe bem disso. – Disse ela piscando para Hermione.

– Aquilo não conta, está bem?!E não é minha culpa que os abestados estavam doentes – Ele disse emburrando instantaneamente, fazendo as duas rirem. – Tá, dito isso o resto é mais fácil. Como você tem seu quarto não precisarei informar sobre as normas dos quartos. A sala comunal aos finais de semana fica mais cheia por isso sugiro que a evite. Makenna poderá te ajudar a se localizar com as meninas e quanto aos meninos, se houver problemas basta me chamar.

– Ou a mim, acho que Draco sabe como reajo quando alguém mexe com os meus.

–Os seus? Já colocou ela na sua estante, Kenna? – Disse ele tentando irritar a menina.

– Claro, meu querido. Afinal, meu lema é “os fortes juntos”. Só falta você para minha coleção. – Disse ela piscando e fingindo uma cara travessa.

Hermione então pigarreou.

– Eu ainda estou aqui só para vocês saberem.

– Nós nunca esquecemos Hermione, Creio que essa foi a intenção de Makenna, correto?

– Intenção? – Pergunta Hermione.

– Makenna, você faria as honras? Afinal, foi você que começou com isso e eu tenho outro lugar para ir – Disse ele se levantando e cruzando a sala.

– Claro, Draquinho, querido. Ah, Mande um beijo pra falsificada, sim?! – Disse ela, com uma falsa voz melosa, tirando uma risada do menino que apenas assentiu, e saiu deixando-as sozinhas.

– Bem, Hermione, como Draco disse, eu apenas quis mostrar que nós Sonserinos somos normais. Sei que você vem na grifinória e eles têm costume de dizer que nos somos maléficos, e maquiavélicos. Mas na verdade somos como qualquer adolescente. Apenas mais contidos e com nossas “peculiaridades”. – Disse ela, fazendo as aspas com as mãos.
– Eu já sabia, Makenna. Posso ter estado naquela casa, e por um tempo ter compactuado com o pensamento deles, mas hoje vejo que a vida não é bem cor de rosa como eles me ensinaram. – Disse Hermione

– Isso mesmo. Bem, como Draco disse, o que precisar, pode contar comigo. Tirando umas ou outras, nós mulheres Sonserinas somos unidas e apoiamos nossas irmãs de casa. E para começar eu quero pedir que me deixe acompanhar você no jantar hoje. Serei como se fosse sua dama de companhia por hoje, pode ser?!

– Claro, seria um prazer.

– Então está combinado. – Disse ela se levantando e fazendo um sinal para que Hermione fizesse o mesmo. Ambas foram para a porta, porém antes de sair Makenna virou-se para Hermione.
– Sei que Draco e você tiveram uma história antes, mas peço que deixe que forme um pensamento sobre ele a partir de agora. Você vai ver como pode ser tudo diferente agora que você esta em nossa casa. Antes que Hermione pudesse dizer algo, a menina a puxou levemente para que saíssem da sala e do lado de fora ela se despediu, deixando Hermione sozinha para voltar ao seu quarto e se preparar para o Jantar.

Chegando a seu quarto ela suspirou. “Que dia. E o pior ainda não acabou! Por Circe!”

Ela sentou-se em sua cama, porém ao olhar para sua penteadeira ela se surpreendeu, havia um lindo vaso com uma tulipa negra com um cartão. “Quem teria deixado? Isso esta me cheirando papai.” Pegando o cartão ela se surpreendeu ao reconhecer a letra.

Granger. Desculpe-me por não estar em sua estreia no salão comunal, mas, tenho outra reunião urgente.

Atenciosamente

Severo Snape”

Hermione não sabia por que, mas aquele gesto a fez ficar com o coração mais pulsante e incrivelmente mais calmo. “O que mais eu perdi todos esses anos nesta escola? Draco Malfoy sociável, Severo Snape atencioso, essa menina Makenna que eu nunca reparei! Circe, onde eu estava todo esse tempo?” Ela ainda não acreditava no que estava acontecendo, mas, algo no fundo, a dizia que ela estava no caminho. Sem pensar muito, foi se trocar para o jantar. “Se eu vou ter que passar por isso, vou passar com classe! Essas flores me deram uma ideia!”

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Masmorras — Quarto de Severo

Após a reunião, Severo estava conversando com Alvo, ambos ainda não haviam chegado a um consenso sobre alguns tópicos.

–Eu já lhe disse, Alvo, que acho pouco provável ter sido o Lord que realizou o ataque aos Granger. A menos que, ele em pessoa, tenha feito algo contra eles. Ontem os comensais de ordem maior estavam de reserva. E os de classe menor não seriam capazes de realizar tal ação sem deixar rastros.

– Severo, você dá pouca importância a alguns membros. Tenho certeza que alguém de lá poderia ter realizado.

– O único que poderia era Lucius. Porém, se ele tivesse realizado, já teria me contado. – disse ele pegando seu sobretudo.

– Talvez seja isto que ele irá te contar agora.

– Talvez... Alvo, se me permite, devo ir.

– Claro Severo. Espero você em minha sala quando voltar.

Se despedindo rapidamente, Severo foi para fora em direção ao ponto de apartação e então diretamente a mansão.

Ele havia acabado de aparatar, quando sentiu sua marca arder. Rapidamente avisou Lucius, mas antes que o mesmo pudesse dizer algo ele já o interrompeu
– Infelizmente, Lucius, nossa conversa será adiada, o Lord me chama.

Não dando sequer tempo para que o loiro dissesse algo, ele saiu a passos largos e foi para a Sala do Lord.

As portas forma abertas imediatamente. Com uma mensura ele se aproximou de Voldemort.

– Severo, não esperava sua presença tão rapidamente. – Disse Voldemort.

– Meu Senhor, eu já estava a caminho da mansão quando recebi eu chamado. Narcisa precisa de sua medicação.

– Ah, Narcisa­ – disse ele tomando um gole de seu licor­– Bem, Severo, sente-se. Temos que conversar.

Assim que ele se sentou, Voldemort iniciou o procedimento de sempre. Legilimência.

Imagens da semana de Severo passavam rapidamente. Porém desta vez, Voldemort não averiguou sobre Alvo, ele procurou saber sobre Granger. As imagens das aulas dela, das notas dela... Da briga com o ex-namorado cabeça de fósforo... E então a briga com o Potter.

Ao contrário do que Severo imaginava a briga de Granger com o Potter, não foi uma total surpresa para o Lord. Era como se ele esperasse que isto acontecesse. E isto obviamente o intrigou. Dado por satisfeito Voldemort sai da mente de Severo.

– Muito bem, Severo. Como pode perceber, eu me ative a uma pessoa diferente hoje. Hermione Granger.

– Sim, Mestre.

– Meu caro amigo, você já vai entender o porquê, pois o que vou lhe contar é deveras extraordinário. – disse ele se servindo de uma taça de Whisky de fogo para ele e para Severo. – Há algum tempo eu ando intrigado sobre o desaparecimento de uma das famílias mais poderosas que já existiu. Creio que já conheça a história dos Verums. Segundo a história sempre em que o mundo bruxo estava em um momento de grandes mudanças um Verum surgia para trazer o equilíbrio, e eu não conseguia entender o porquê de até agora nenhum Verum ter sido identificado. Sendo assim comecei algumas buscas sobre o motivo disto, e conversando com alguns, descobri que na verdade existe um Verum. Lucius tratou de averiguar se a história era condizente e descobrir a identidade. Mas como incompetente que é, ele foi incapaz de me dizer o nome rapidamente. Apenas que era uma jovem mulher, estudante de Hogwarts. – Voldemort começa a divagar e enquanto isso Severo refletia sobre o que ele contava – O que me leva a pensar o quão incompetente é Lucius... Se bem que estou cercado por incompetentes. Idmon é outro. Esteve frente a frente com a Verum, mas a deixou escapar. – Isto chamou atenção de Severo “Como assim Idmon esteve com ela? Que tipo de jogo essa menina esta brincando?”– Mas ele terá a lição dele, e Lucius também. Agora, Severo, espero que você não me decepcione.

– Não, meu senhor. Mas ainda não compreendo. O que a menina Granger tem a ver com tudo isso?

– Sim, como eu estava falando. Lucius não pode me passar a informação completa apenas que era uma jovem estudante de Hogwarts. O que me irritou muito, pois se frequentava a escola, seria muito provável que ela caísse nas mãos de Alvo. Mas, os deuses estão do nosso lado, meu caro amigo. Porque para minha surpresa, ontem recebi uma visita inesperada. Uma mulher extremamente bela veio pedir para que pudesse se juntar a mim. Agora, imagine minha surpresa ao ouvir que ela era a Verum que tanto procurei e que quando finalmente ela retira a capa que vestia, me deparo com nada mais, nada menos, que Hermione Granger.

– Neste momento Severo fica estático. “ELA FEZ O QUE? EU VOU MATAR ESSA FEDELHA!” –De início imaginei sendo uma grande mentira, já que uma sangue ruim poderia ser uma Verum? Mas contrariando toda lógica, sim. Ela é realmente uma Verum, e isto eu não posso refutar. Eu a testei. Agora quanto a ela se oferecer a estar ao meu lado... Isto, meu querido amigo, foi coisa dos Deuses! Aparentemente, nosso querido Escolhido, e seus amiguinhos, não souberam tratá-la como deveria. Sendo assim, ela tomou a decisão mais sabia e resolveu se juntar ao lado, que quem notoriamente, irá vencer a guerra. Sendo assim, sábado iremos realizar o baile de boas vindas a Hermione Granger, a Verum. Antes que me pergunte Severo, sim eu pensei que poderia ser uma armadilha. E exatamente por isto que eu averiguei profundamente, ela me parece sincera. Veja bem, caro amigo, ela é jovem... Está se descobrindo como uma mulher forte e importante. Mesmo se for uma armadilha, temos todas as oportunidades de virar o jogo a nosso favor. E foi exatamente por isto que eu lhe chamei.

– De que forma posso ser útil meu Senhor?

– Severo, você mais que qualquer um sabe o que é ser rejeitado, humilhado e abandonado. A Verum esta passando por estas mesmas coisas neste momento. Ela precisa de pessoas que mostrem que ela é “querida”.

E Exatamente por isto criei a nova marca e a equipe V. Mas você sabe muito bem que Idmon, Bella, Rebastan são competentes, mas muito volúveis. Para ajudar a segurar as loucuras deles pedirei que Rodolfo e... Dolohov, assim que voltar da viagem. Os auxilie. Mas você e Lucius devem ser os cabeças da operação, vocês precisam trazê-la para o nosso lado. Obviamente não precisa ser um doce com ela, mesmo porque conheço sua paciência. Porém, deixe que ela veja o lado que apenas os comensais veem de você. E assim como você favorece o seu afilhado, faça com ela. Mostre que nós somos uma família. Que a apoiamos. – Se levantando Voldemort vai em direção a janela da sala em silencio, então subitamente se vira – Creio que está na hora de você ter uma pupila. – “EU TER O QUE? ELE NÃO ESTA SUGERINDO O QUE EU ACHO QUE ESTÁ” – Os Verums tem uma boa afinidade com poções se não me engano, e pelo que vi em suas memorias ela não é uma jovem ruim... Severo quero que você ofereça a ela para ser sua pupila em poções.

– Mas meu Senhor, isto pode levantar suspeitas...

– Ao contrário, não irá. Já que além dela você irá oferecer para o jovem Malfoy. Pelo que vi em sua mente, ambos são monitores. E isto será como uma luva já que minha intenção é aproximar os dois.
– Meu Senhor? – Severo estava apreensivo. Granger e Malfoy? Isto seria como um fosforo e pólvora. Uma equação prestes explodir.

– Sim, Severo. Uma das missões de Malfoy como comensal será auxiliar a Verum dentro da escola. E por falar nisto. Quero que prepare o menino. Sexta ele irá tomar a marca. Já chega deste rapaz ser uma criança, está na hora dele se tornar um homem e assumir seu lado nas minhas fileiras. – “Pobre Lucius, creio que era este o assunto urgente então.”

– Antes de ir, Severo, tenho mais dois assuntos a tratar. Preciso que você tenha uma licença da escola neste final de semana. Afinal, sexta seu afilhado irá se tornar um homem. Sábado iremos realizar o baile de boas vindas a Verum. E no domingo... Eu quero apenas os meus mais leais servos comigo, pois estaremos realizando uma missão extremamente importante, e você está convocado. Não irei lhe dar os detalhes Severo, apenas se prepare, pois a equipe V e ela estarão convocados.
– Sim, meu senhor.

– Agora, meu querido amigo, pode ir. Creio que Narcisa precisará mais do que nunca de suas poções. Já que tem um baile de honrarias para produzir.

Severo se levanta e com uma mensura, sai. Deixando Voldemort sozinho com seus pensamentos.

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Grande Salão

Boa parte dos alunos já estava sentado quando Hermione e Makenna chegaram.
Muitos se espantaram quando a viram. Não apenas por estar acompanhada de Makenna Dolohov, mas principalmente pela roupa que ela estava. Hermione vestia uma calça de couro preta, uma camiseta branca, e um blazer preto, afinal, estava frio.

Todos estavam atentos esperando a aproximação de Hermione com Harry , porém, para o espanto geral ela não apenas não foi falar com Potter, como foi se sentar com Makenna na mesa da Sonserina. Aquilo foi o ponto inicial de muito murmurinho e fofoca. Que piorou quando Malfoy chegou e se sentou ao lado dela.

O quarteto de ouro da Grifinória também não tirava os olhos de onde Hermione estava. Os olhares pareciam que iriam matá-la. Mas Hermione se mantinha firme, com a cabeça erguida.

Makenna reparou no estado de espirito de sua nova colega de casa e disfarçadamente colocou a mão por baixo da mesa e apertou a mão de Hermione e deu uma sutil piscadela, mostrando que estava ao seu lado. O que levou Hermione há relaxar um pouco.

– Obrigada – Disse Hermione sutilmente à menina. “Pelos Deuses, eu preciso me acalmar antes que mate alguém aqui. Será que essa gente não pode olhar para outro lugar, ou pelo menos, disfarçar? Não... tem que ficar olhando pra mim como se eu fosse um bichinho no zoológico”

Hermione tentava acalmar o coração, mas principalmente sua mente. Era uma luta constante com sua legilimência que tentava acompanhar os pensamentos mais gritantes. Mas para sua salvação, o diretor se levantou e foi para frente fazer um comunicado.

– Atenção! – Disse Alvo– Tenho um comunicado a fazer. Senhorita Granger, você poderia vir até aqui?

“Maldição, Diretor! Agora que eles haviam se esquecido de mim...” Pensou ela, se levantando e indo até a frente onde o diretor estava. Assim que ela chegou, ficando ao lado direito dele, ele continuou.


–Esta tarde eu fui surpreendido com uma incrível noticia. Algo que eu jamais imaginei possível foi realizado. Como todos sabem, quando um aluno é selecionado para uma casa, no primeiro dia da escola, é algo imutável. Mas assim como toda regra há sua exceção, hoje eu conheci a exceção. E não poderia ser por alguém menos preparada. A nossa querida senhorita Hermione Granger, que é a nossa aluna mais brilhante , foi novamente brilhante. Ela conseguiu a realização dos tempos. Então tenho o orgulho de dizer que a partir de hoje Hermione Granger não é mais monitora chefe e não mais faz parte da Casa Grifinória. – Disse ele, causando um tumulto de murmúrios dos alunos– Silêncio, Silêncio! – Assim que os alunos se calaram, ele continuou – Como eu estava dizendo, Hermione Granger não faz mais parte da Casa Grifinória, mas a partir de hoje ela será monitora chefe adjunta com Draco Malfoy, pois fará parte da Casa Sonserina. Parabéns, Hermione! –Disse ele colocando um novo emblema de monitora em sua roupa. E isso, para surpresa geral, causou uma serie de assobios e palmas da casa referida – Pelo que você vê minha querida, será muito bem recebida. E para tal demonstração de afeto, eu concedo a casa Sonserina, cem pontos. Agora, vamos jantar. – Disse ele voltando ao seu acento e mostrando para que Hermione fizesse o mesmo.

Ela voltou a sua mesa, porém, ao contrario do sentimento que estava na ida, ela se sentia orgulhosa e porque não... Querida?

Quando ela passava para seu lugar, os alunos levantavam seu copo em demonstração de aceitação. Quando ela chegou ao seu local, Makenna a e Draco a esperavam.

– Começou bem Hermione, cem pontos? – Disse Draco levantando o copo em comemoração.

– Pois é Draco, é como dizem, se vai fazer algo, faça bem feito. – Disse ela levantando o dela em retribuição.

– É Draco, acho que você achou alguém a altura de seu sarcasmo. – Disse Makenna rindo e retirando risos dele também.

O jantar continuou naquele clima de alegria na mesa da Sonserina, Makenna Draco e Hermione conversavam sobre algum assunto. Porém na mesa da grifinória... O quarteto parecia que iria morrer, ou algo bem semelhante.
Era uma bomba prestes a explodir...

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Mansão Malfoy

Severo ainda estava em choque com tudo que havia ouvido. “Hermione Granger comensal da morte? Que tipo de brincadeira é essa? Que MERDA é essa que se passa na cabeça desta menina? E o que eu faço agora? Eu falo pro Alvo? Mas se eu falar ele vai querer matar a porra da menina! Mas se eu não falar…”

Severo foi interrompido de seus devaneios por Lucius que estava o chamando.

– Severo, caro amigo, achei que tivesse morrido lá dentro.

– Ainda não foi desta vez que você se livrou de mim Lucius. Vamos, precisamos conversar.

Ambos foram para um aposento restrito, era o escritório de Malfoy. Embora o escritório maior ficasse para o Lord, Malfoy ainda matinha um escritório sobressalente, e de uso exclusivo dele, o que trazia paz, pois na mansão o que não faltava era pessoa querendo ouvir conversas alheias.

Abaffiato! – Severo disse apontando para a porta – Bem, agora apodemos falar a vontade.

– Sim, caro amigo. – disse Lucius entregando um copo de Whisky a Severo e sentando em sua cadeira.

– Antes que a rainha do drama comece seu show. Eu já estou sabendo sobre Draco e Narcisa. E Por falar em Narcisa... Aqui está. – disse ele entregando uma poção rosa e outra azul para o loiro – você deve dar a ela. A rosa primeiro, seguida pela azul. De preferência, hoje mesmo. Não tem gosto bom, então não permita que ela desperdice. Eu irei preparar algumas outras para auxiliar ela a, pelo menos, não morrer enquanto prepara o baile. Lembrando que estas poções são paliativas. Ela ainda está doente. E sinceramente Lucius, eu não sei por que você ainda insiste em não levá-la ao Mungus.

– Ela não quer, Severo. Você sabe como Cisse é. Está morrendo, mas não irá ao hospital. E eu confio em você, caro amigo. Você vai achar a cura para ela.

– Lucius, você me dá crédito demais. Já falei que um medibruxo não é confiável, tem que ir a mais de um... e eu não sou medibruxo.

– Não. Não é. Mas se nem os medibruxos sabem o que ela tem... Poções sempre salvaram os bruxos. E poções salvarão a Cisse. – Disse o loiro sem piscar.

Severo assentiu e mudou de assunto, não adiantaria nada continuar contrariando o outro.

– Naturalmente a carta que me mandou entregar a Draco o avisava sobre sexta.

– Sim. Oh Severo! Eu não queria que Draco se envolvesse mais do que já foi. Cisse quando souber...

– Ela vai ficar chateada, e é por isto que você irá dar a ela as poções primeiro antes de contar e fazer menos drama – Disse Severo a Lucius.

– Sim, Severo. Mas eu preciso que você, como padrinho, o auxilie. Você sabe como o garoto é temperamental.

– Sim, Lucius. Eu sei. Vou fazer minha parte como padrinho, e preparar o menino para a cerimonia. – disse ele revirando os olhos – Agora Lucius, eu realmente preciso ir. Amanha é Segunda e você sabe como Alvo fica se eu me demoro demais. – disse Severo se levantando.

– Claro meu amigo. Fico aguardando as poções.

– Amanhã a noite eu as mando a você. Tenha uma boa noite, amigo. – Disse ele abrindo a porta.

– Você também, Severo.

Severo saiu e for para a ala de apartação, fora da mansão. Rapidamente chegou a seus dormitórios.

Respirando profundamente. Sabia que tinha segundos para tomar uma decisão. Com a mente formada pegou o pó de flú entrou na lareira

– Sala de Alvo.

E com um clarão verde, se foi.

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Hogwarts

Harry e Ronald não estavam acreditando no que haviam escutado, e por este motivo quando Hermione estava saindo do grande salão, eles a interpelaram puxando-a pelo braço fazendo com que Draco e Makenna também parasse sua caminhada.

– O que pensa que esta fazendo Hermione? – Questiona Harry.

Rapidamente soltando-se dele ela responde: – Primeiro Potter, NUNCA mais me agarre dessa forma, eu não sou uma de suas vagabundas. Segundo, eu não penso, eu ESTOU indo para meu quarto.

– Que porra Mione! Que merda toda é essa? Seu quarto não é pra esse lado! – Diz Ronald, irritado.

– Oh, quanta eloquência – Diz Makenna tirando uma risada de Draco e Hermione – Ele está te incomodando, Mi? Podemos dar um jeito nisso... – Ela disse, quase avançando sobre o ruivo, que deu um passo para trás e corou instantaneamente. Draco segurou a menina pela cintura enquanto ouviam Hermione dizer:

– Ah, Makenna, é o máximo que esse aí consegue. Não há necessidade de sujar suas mãos com ele. – Disse ela, piscando para a menina – E, Ronald, como o diretor disse agora EU pertenço a Sonserina. Então, logicamente meu quarto agora é para cá.

– Então você realmente nos traiu? – Questiona Harry, boquiaberto.

– Ora, Potter, para de ser um mal perdedor. Ela, ao contrário de você, soube fazer a escolha correta. – Disse Draco, colocando sua mão em cima do ombro de Hermione.

– Exato – Disse Makenna fazendo o mesmo. Essa ação que deixou bem claro para Harry e Ronald a posição de Hermione.

– Vamos Ron, não temos mais o que fazer aqui. – Disse Harry, desistindo.

– Mas Harry...

– Não! Ela não é mais nossa amiga. – Disse Harry puxando Ronald, que o seguia contrariado.

“ Escolha sábia Potter” pensou ela, vendo-os ir embora.

– Eles são sempre simpáticos assim? – Questiona Kenna tirando uma risada de todos. “Essa menina é impossível!”

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Mansão Malfoy

Após a saída de Severo, Lucius respirou profundamente. Não haveria jeito hoje ele teria que falar tudo para Narcisa. Levantando foi em direção ao quarto de Narcisa. “Primeiro as poções, depois a festa e por ultimo Draco. E Merlin me ajude”

O quarto estava escuro, não apenas porque as luze estavam apagadas, mas o sentimento que havia nele era escuro. Parecia que Narcisa havia se entregado, e isto era o que Lucius temia. Pois Cisse era uma mulher guerreira, mas ate mesmo as mais guerreiras desanimam de antes de uma luta contra algo que não se sabe bem o que é.

A doença de Narcisa não havia sido diagnosticada por nenhum curandeiro até agora. O que começou com apena uma pequena enxaqueca e indisposição, piorou com as crises de epilepsia e enjoos. Lucius viu uma mulher tão forte se abater rapidamente, tornando-se fraca. E para piorar, fraca e orgulhosa, pois quando viu que seu quadro havia piorado, pegou suas coisas e mudou de quarto. Deixando Lucius sozinho em seu antigo quarto. Quando ele foi questionar, ela apenas disse que se não pode ser mulher integral para seu marido, prefere não ser nenhuma.

A partir daquele dia Lucius começou uma corrida contra o tempo para achar um modo de ajudar sua mulher, sim ele ainda tinha algumas amantes, porque nenhum homem é de ferro. Mas ele gastaria tudo para ter sua esposa de volta. Por isso pediu para que o amigo fizesse alguns testes. Já que Cisse não queria ir ao Mungus pelo menos aceitava que Severo fizesse algo para ela, pelo menos por enquanto.
Então lá estava ele. Frente à cama de Narcisa, vendo sua esposa deitada dormindo calmamente. Mais magra do que já foi em qualquer tempo, mas sem deixar de ser bela. Sentou-se ao lado dela, e calmamente a chamou

–Cisse? Ci... Acorda amor eu trouxe seus remédios – Disse ele, sorrindo e a tocando levemente.

Abrindo os olhos Narcissa o viu, e muito vagarosamente sentou-se.

– Já falei para mandar pelos elfos. – Disse ela, tentando cobrir o rosto com o edredom.

– Pare com isso, já disse inúmeras vezes que você está linda. – Ele disse, fazendo-a sorrir. — Primeiro a rosa, depois a azul – Disse ele entregando as poções e esperando que ela tomasse para continuar.

Assim que ela tomou o remédio,primeiro penou que fosse jogar tudo para fora, mas depois se sentiu melhor. Os olhos e a pele tornaram-se mais saudável. “Severo havia conseguido novamente”

– Nosso amigo está melhorando a formula Cisse, logo você estará melhor – Disse Lucius a ela, sorridente.

– Espero Luh, a única pessoa em que confio é Severo. Sei que ele é competente. E logo tudo vai voltar ao normal, ou pelo menos acabar de uma vez.

– Não diga isso meu amor, vamos dar um jeito. Lembra-se? “Na saúde e na doença.” — Narcisa sorriu largo com a citação do marido, e balançando a cabeça, tentou mudar de assunto:

– Mas diga-me como foi em sua missão? Conseguiu o que Ele queria?

– Sim Cisse, ele está satisfeito. Inclusive nos premiou. Nós iremos realizar um baile este final de semana. Mas você sabe como eu sou inseguro para fazer essas coisas, e sua irmã aprontou alguma que está de castigo no quarto.

– De novo? Ela não tem jeito... – Questiona ela, negando com a cabeça novamente.

– Sim amor, de novo. Será que você poderia...? – Pergunta ele olhando como cachorro pidão.

– Okay, Luh. Eu faço isto. Apenas precisarei saber depois o motivo do baile para arrumar tudo.

– Essa é minha Cisse. – Disse ele dando um beijo na testa da esposa. E então começou a contar tudo o que havia acontecido. Conto que foi por diversas vezes interrompido por exclamações de surpresa de Narcisa.

– Então quer dizer que aquela amiga do Potter é a Verum, que agora está do nosso lado, e o baile é para apresentá-la para todos?

–Exato. E por isso preciso que me ajude. Você sabe como ele é com essas coisas.

– Sei sim amor. Pode deixar farei o baile mais lindo que você já viu, e sim, seu pidão, eu vou ser a anfitriã mais correta. Apenas peça para Severo manter o estoque dessa poção, pois estou me sentindo muito melhor.

Ambos ficaram em silêncio um olhando para o outro, então Narcisa quebrou o silêncio.

– Mas algo me diz que tem mais coisas. – olhando para os olhos dele continua – Você nunca foi bom em esconder as coisas de mim. Diga.

–De fato, para você meu amor eu sou um livro aberto. – Disse ele sentando mais retamente e pegando nas mãos dela continuou – Amor, infelizmente, o Lord também me informou outra coisa. Amor, há um bom tempo nos conversamos sobre isto, e no fim nos dois sabíamos que iria acontecer, e ...

– Fale de uma vez, Lucius. Você esta me assustando, alguém morreu? Você vai sair em outra missão?

– Não amor. Ninguém morreu. E eu não vou sair em outra missão.

–Então o que? – Diz ela olhando nos olhos de seu marido. Seria duro, mas ele tinha que fazer aquilo.

– O Lord informou que sexta Draco irá tomar a marca. – Ele disse rápido, arrependendo-se instantaneamente.

– NÃO! LUCIUS NÃO! – Disse ela se debulhando em lágrimas.

– Cisse Calma! – Disse ele abraçando fortemente a esposa – Não há o que fazer, meu amor. Ele já estava envolvido nisso desde o princípio. Nós sabíamos que esse dia ia chegar, calma amor.

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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!

– Meu filho... Meu filhinho... Nesta guerra... Não! O que será dele Luh... O que será de meu filhinho? – Dizia ela soluçando.

– Amor, nós vamos protegê-lo. Eu vou protegê-lo ou morrer tentando. Você sabe disso.

– Eu sei, eu sei. – Disse ela se recompondo – Logo agora que eu estou assim, MERLIM! EU preciso melhorar! Preciso proteger Draco! Amor, peça para ele... Peça para ele me marcar também.

– NÃO! Cisse não! Você não tem condições. Você esta fraca demais.

– Não tem nada a ver! Você não entende? É a única forma de estar de olho nele.

– Não cisse. Você vai piorar. A marca machuca, e toma energia de nós. Você não tem condições...

– Eu vou melhorar! Severo via em ajudar, os DEUSES vão me ajudar. Mas MEU FILHO NÃO VAI MORRER NESSA MALDITA GUERRA! – Disse Narcisa, a voz alta.

–Calma, amor. Nós vamos dar um jeito... – Disse ele abraçando a esposa que havia começado a chorar de novo – Nós vamos dar um jeito. Mas por enquanto. Draco terá que ser preparado, já falei com Severo e ele vai prepara-lo. Sexta estaremos lá por ele... E se Merlin ajudar e você melhorar, mais pra frente converso com ele e você toma a marca. Por agora, se acalma.


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Sala de Alvo Dumbledore

Assim que Severo chegou encontrou Alvo sentado em sua mesa, escrevendo profundamente.

– Alvo, atrapalho?

– Não meu caro. Apenas estou colocando uns papeis em ordem. Ser diretor de uma escola como Hogwarts tem suas desvantagens. Muitas formalidades e burocracia. Mas diga-me, o que Lucius queria?

– Infelizmente não era nada referente à Verum. Mas sim que o Lord resolveu fazer cerimônia de Draco. O rapaz irá tomar a marca na sexta feira. E para comemorar Lucius foi incumbido de realizar um baile em honraria a marca do filho e aos novos associados no sábado.

– Baile? – Disse Alvo, fitado os olhos de Severo.

– Sim, Alvo, baile. Aparentemente Lucius, mesmo com a Narcisa doente ainda é o mesmo. “Desculpe-me caro amigo”

– Ah sim. Bem... A marca do jovem Malfoy era algo que já prevíamos. Ele já esta se tornando um adulto. Logo Tom iria querer tê-lo.

– Sim. Por isto sexta e sábado estarei com eles.

– Muito bem, Severo. Amanhã pela manhã eu vou ter que ir visitar os novos guardiões da Senhorita Granger.

– Novos Guardiões? – Pergunta Severo levantando a típica sobrancelha.

– Sim. Aparentemente os Grangers deixaram a guarda dela com um casal de parentes. Terei que ir visita-los amanha. Sendo assim preciso deixar esta papelada pronta para que eu tenha a manhã livre.

– Claro Alvo. – Disse Severo a ele indo em direção à lareira. – boa noite.

– Boa noite Severo

– MEUS APOSENTOS.

Saindo de volta em seu quarto Severo sentou-se em seu sofá e suspirou.

Havia tomado à decisão de não contar sobre a tomada de decisão da menina. Mas o que fazer agora? Que eu deveria fazer? Teria que falar sobre o plano que o Lord teve. Teria que ter não apenas um, mas dois pupilos. O Pivete do Malfoy e a Intragável, mas Sexy, Sabe-tudo.
Porque ele poderia não gostar, mas ela estava realmente sexy naquele vestido hoje. E ao colocar o menino Potter no devido lugar... Deuses. O sangue desceu todo para um lugar que não deveria... SEVERO SNAPE VOCÊ NÃO DEVERIA ESTAR PENSANDO NELA ASSIM! Mas... Eu posso... Não posso? Afinal... Tem a profecia... QUE VOCÊ SABE MUITO BEM QUE NÃO VAI ACONTECER! AINDA MAIS QUE AGORA ELA É SUA ALUNA... MERLIN COMO EU VOU ME CONTROLAR?

Saindo de seus pensamentos ele levantou e foi para seu quarto. Ele precisava dormir, afinal, logo pela manha teria que dar aulas.

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Quarto de Hermione

Hermione havia conseguido chegar a seu quarto sem grandes repercussões depois da cena de Potter. Ela trocou de roupa e se deitou, porem sua mente ainda lembrava-se das ultimas palavras de Harry.

“Amiga? Eu nunca fui amiga deles. Quem eles querem enganar? Isso é ego machucado. Eu consegui algo que eles nunca conseguiriam. Agora eu sou aceita e amada... Aliás, eu sou tão famosa aqui como Harry. Ele deve estar com medinho... e na verdade, ele deve ter mesmo medinho... Amanha... Amanha começo a falar com Draco sobre minha vingança a esses imundos. Esta na hora de alguém colocar Potter no seu devido lugar!” E pensando nisso, ela dormiu.

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Nota AutoraMere: Peço desculpas pela demora. Mas quero deixar um novo cronograma. A Fic será postada de quinze em quinze dias. Pode haver algumas vezes que ela venha ser att antes. Mas para que vocês não me matem se não conseguir att ela toda semana.
Nota Autora Sofia: Gente que capitulo é esse? To bege! To rosa! Eu quero só ver a vingança da Mi. E paro gente! Que foi aquela tulipa que o Severo deu a Mi. Eu quero Tulipa tbm! L

É isso minhas flores, vamos ver o que vem pela frente. PS: gente quem puder deixa ai a recomendação na fic. (Não custa pedir não é?! Rsrs) Kiss da Sofi

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Nota BetaMandy: WOOOOOOOOOOW, aplausos pq esse cap merece! HAHAHHA a autora deu duro danado pra ele sair, e eu realmente amei a particupação da Makenna ali! Minha neném ;3 hehehehe, beijocas e deixem reviews, amo responder eles e.e

Nota BetaMylena: Oi gente, estou de volta! Andei sumida devido à problemas na faculdade e pessoais também, mas agora voltei. Estou empolgadíssima com este capítulo. Admito que fiquei chocada com a Mione na Sonserina. E o romantismo do nosso lindo, Severo? Apenas esperando as próximas cenas! Deixem Reviews, Mylenar ama vocês.

Repara q sou foda Minhas betas são M kkk

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LéxicoAbaffiato:

Abaffiato: Permite que outras pessoas não ouçam nada do que está acontecendo dentro de uma barreira de proteção

Makenna Dolovoh: Personagem da Fic: Piramide Imortal, escrita pela minha beta e filha Mandy Malfoy ( Dra/Oc) Leiam pq sou beta hahaha

A tulipa negra simboliza a elegância e a sofisticação. É chamada "a rainha da noite".Uma lenda conta que a tulipa negra teve origem no drama de uma jovem persa que nutria um grande amor por um jovem de sua região, porém, seu amor não era correspondido e ao ser rejeitada, a jovem fugiu para o deserto e desesperada chorava muito. Conta a lenda que em cada local da areia onde caia uma lágrima, nascia uma tulipa negra.

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CARTA AOS LEITORES ( as coisas escritas em negrito é da outra autora a Sofia.)

LEYLA POTH: FINALMENTE RESOLVEU APARECER NEH VACA! AHAHAH TE AMO AMIGA LINDA! DIVA DO MEU CORAÇÃO! MINHA AMIGA AMADA ... OK CHEGA HAHAHA TE AMO!! TE AMO!

Juhcervoni: SEJA BEM VINDA! Ficamos felizes que você esteja empolgada com a Fic. Ela é meu xodó. (Nosso! Rsrs) Deixe seus comentários sempre do que esta achando da fic. ( as vezes usamos as ideias que vcs dão rsrsr)

Duda Oliveiira Marinho: Ficamos muito contentes que você se surpreendeu com a fic. A ideia é meio essa... surpreender vcs com um enredo novo e único. Estamos felizes pois conseguimos atingir nosso objetivo. E fique a vontade em deixar seus pensamentos nos comentários.

Lari394: Seja bem vinda!!! Estou amando sua empolgação com a fic. Isso ai flor deixe-nos saber o que tem achado e o que mais tem gostado. (Agradecemos os elogios flor.)

Tina Evans Filha de Poseidon: Ola amore. Que bom que vc apareceu. Acho q já deu pra reparar no SSHG se formando hahah eu amo esse Shipp ( Eu tbm! Rsrs) Agradecemos seu apoio e continue nos dizendo o que esta achando. Beijinhos Mere e Sofi

Sakurita1544: Olá amore. Acho que a Mi agora vai começar a mostrar pra que veio hahah . (Oi flor! Não sei vc, mas eu sinto cheiro de zuera no ar rsrs)

Tsuki: Acho que vc pegou o espirito da coisa. MIONE NA SONSERINA PORRA!! Hahah Ela divando na sociedade. E a Minerva terá o que é dela ahhah so digo isso

Safira: Hello Darling! Seja bem vinda e fique conosco. Fico feliz que esteja gostando.

Bibi Swan Cullen: Bem eu não digo todos os Grif pq minha irmã é uma, mas boa parte deles podeia morrer hahah so acho. Hahah ( Oi flor! Eu apoio a matança geral! Que cortem as cabeças!)

Naida: Acho que posso falar por nós duas quando digo que eu ri lendo seu review hahahah (Agradecemos os elogios Flor. Espero que você continue amando a fic assim como nós amamos)

Liv: Liv (LIVINHA!! SIM PQ TO TE CHAMANDO ASSIM AGORA! ) Acho que a Mione agora vai ser A melhor hahah As coisas vão começar esquentar ( Spoiler? Vinganças galopantes... e chega) Quanto ao baile... acho que no cap 10 ele vem... ( E sim vai ler Épico, e diferente, não espere um baile simples... opa spoiler rsrs ) Eu amo a Minne mas na minha fic eu a odeio hahah Owwwti... ( Q LINDA VC!!!) Nós ficamos lijongeadas com isso. Nós amamos nossa fic de coração. E ficamos contentes qd alguém ama ela tbm.

Luana Snape: #Fatum♥ (Luh AMO VC MIGA)

Primeiro Mog&Salazar Meu shipp again hahah ! Segundo, Acho que vou ser legal... Algo haver com Draco.... hahaha só (spoiler? Rsrs). Terceiro pedindo Spoiler? Esse não posso falar pq se não estraga a história so espera hahah Quarto. O Lord... bem deixe ele pensar...ele pensando assim é mais seguro... por enquanto. Quinto Draco e Mi serão grandes aliados... agora amante só o sev mesmo me recuso DraMione (EU TBM !!) Sexto O mistério da Cissa só pos baile (spoiler d novo! Rsrs) Mas espera q vai ser fofo! Sétimo, NÃO ESSE EU RESPONDO! BAILE VAI SER MARAVILHOSO! E NÃO ESPERE NADA CONVENCIONAL PRONTO FALEI! Bem já que a Sof falou digo mais nd hahah Oitavo: Apenas ahahhahah Apenas pq meu vc mitou agora ( Eu ri muito tbm) Nono : filha ela é minha prole é claro que tinha que ter elegância (Falo a sociality rsrsr ) DECIMO: Okay responde o reto Sofi again (vlw Mere!) A Mione é Diva Lu, vc vai ver o que vem durante a semana ... A Decimo primeiro: Esse foi so o começo com as paradas de Legilimencia rsrsrs Decimo segundo: Esse sonho foi o primeiro de muitos... não apenas dele... opa spoiler?rsrs Decimo terceiro: Morte a Minerva fim! Rsrs DECIMO QUARTO E Quinto e Sexto: VC É FODA E AMAMOS VC RSRS VOLTA MERE! (Amamos vc Lu! Fim!) Beijos

Tsuki: Ola!!! Ficamos felizes por estar gostando da fic desse jeito. (Eu estou lisonjeada!) E os Malfoys... cara não sei se dou risada ou choro. Eles são foda. Mas eu acabei gostando deles.

AnnaRoseMalfoy: Aninha ♥ ARRASOU COM O A FELICITAÇÃO DA MIONE! ADOROOOO (Aninha amamos você! E Sim agora a mione esta em boas mãos )

Izabela Aurum Snape: Mana não me mata. Hahah A Irma é Foda meu. Relaxa q vcs ainda vao falar muito CARAI IRMA hahahh na fic Fique a vontade de palavrões no proxi review hahah Pq neh eu sei que será necessário. Hahah te amo mana

bella_alice_3: Bellinha! Amoreco, acho que a reação do Alvo qd a mione der o pé na bunda dele vai ser impagável e bem o sshg será divo logo logo

CatrinaEvans: Acho que você acertou em cheio hahahah O Sev vai ser o nosso lindo como sempre mas... tah Sof pode falar ( Ele vai ser foda!!! Espere e verá o que ele e o Lucius vao conversar rsrsr) Chega d Spoiler...

yane_chu: Oi amore! Acho que já resparou na nova aliança sendo formada na Sonserina entre Draco e Mi não é?! E o Sev... digamos que ele vai observar as coisas e planejar. (Mais Spoiler? Vc está muot boazinha Mere... aproveita a deixa povo rsrs)

Saviaferreira: Que bom q esta gostando. E agora o sshg entra com td na história. Beijinhos

Lady Rosier Black Riddle: Acho que já deu pra sentir o tamanho das loucuras que vem por ai... E vc reparou que esta sendo formado um novo trio sonserino não é? (Spoiler Mere?) hahah pq não? Ela é gente boa merece spoiler hahah ;)

Gabsgermano: Acho que você vai ter que esperar o baile no cap 10 ahahah Mas não espere coisas normais. Hahah (Pq não somos normais rsrs) Qt ao SSHG espere q vai ser fofo e ao mesmo tempo não hahah So espera hahah

Aos que estão acompanhando ou favoritaram a fic:

Renea/ Lyrica Vascenchin/ PaulaSocorro/ estellitaichi/ juju black/ Lady Rosier Black Riddle/ Suh Domingues/ Tina Filha de Poseidon/Akemi Nagatani/ Ava Black /Luana Snape,/ Gabsgermano/ Bibi Swan Cullen/ Tatacarlinha/ Suzi Fanfics/ sakurita1544 /Linda Snape/ MaahZinhaah/ Liv/ Mikipetrova/ Miris FNT/ driellealves77/Lyrica Vascenchin/ Leyla Poth/Alice Liddell/Katita Malfoy/ Izabela Aurum Snape/ Carolaine Marques/ Martthaynnie Parkewacle/ Patrícia Kelly Ferreira/ Suh Domingues/ Saviaferreira / Mia Oliv / Iza Evans Snape/ Izabele Lopes/ ingridwt/ Lady Clara/ Lady Rosier Black Riddle/ Martthaynnie Parkewacle/ Queen Targaryen/ Angelique Lewis/ Tsuki/ Filha do mar/ Carolaine Marques/ Patrícia Kelly Ferreira/ Suh Domingues/ Lady Clara/ PaulaSocorro/ danicxpotter/ juju black/Niinha/Renea/ Lari Toledo/Stefany Campbell Targaryen/Angelique Lewis/Queen Targaryen/kesia/Nymph Erin Pendragon/BiaWritter/ bella_alice_3/ CatrinaEvans/ AnnaRoseMalfoy/ yane_chu/ Iza Evans Snape/ Emaluela/ kesia/ / Lady Queen/ Lari Toledo/ The Queen Sweet Natty/ PaulaSocorro/ Lari394)

A todos os que leram e não deixaram review e aqueles que estão seguindo esta fic. Os meus mais sinceros agradecimentos e meus big beijos.

Peço que se puderem deixem sim, um review ou venham falar comigo. É muito ruim escrever e não saber o que seus leitores pensam. Além do que seu nome estará na fic, e é tão bom ver seu nome em um cap. Eterniza o momento.... rsrs Mas desde já obrigado!