Fatum

8 Cap 6. Caixa cheia de escuridão


Notas iniciais
Lembrando a todos que esta fic é uma releitura da antiga fic “O lado negro da guerra.”. Conversado e acertado com a autora que permitiu que isso acontecesse. Sendo assim não é plagio. -------------------------------------------------------------------------------

“Alguém que amo um dia me deu uma caixa cheia de escuridão. Levou anos para entender que aquilo também era um presente.” Mary Oliver

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No capítulo anterior...

– Senhor Idmon.

– A...Aurora?

– Eu mesma. Eu preciso de algo, Senhor Idmon. Preciso que me leve a seu mestre.

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Sala de Alvo

Assim que Alvo chegou a sua sala encontrou Severo sentado o aguardando.

– Severo. Então, Kingsley soube algo a mais?

– Não Alvo. Nem ele e nem eu, e como eu já lhe disse quando você me chamou. Eu disse que não pude identificar nenhum M.O conhecido. Aparentemente o Lord não nos comunicou este ataque... Já havia lhe falado que ele anda se esgueirando.

– Neste momento o que eu não precisava era isto. A Senhorita Granger já teve a desavença com o Senhor Weasley hoje, como ela vai aguentar isto.

– Desavença? – Disse Severo levantando a sobrancelha

– Severo. Você sabe muito bem que eu não posso tomar este falto como o que deveria ser. E meu querido eles são jovens, e sobre tudo, amigos. Tenho certeza que perante as atuais circunstancias o passado será esquecido e que os meninos irão ajudar a Senhorita Granger a superar.

– Se você diz Diretor. Quem sou eu para dizer o contrario não é?! – Diz Severo logicamente já dizendo o oposto – Bem, se é só isto, eu tenho outro lugar a ir.

– Severo...

– Não Alvo. Hoje não. Já conversamos sobre isto. E se você pode fazer concessões a estes... Alunos... Você deve, e irá, me permitir também.

– Eu sei Severo, eu sei. Apenas não gosto, você sabe.

–Eu sei Alvo, eu sei. – Disse ele se retirando. – Boa noite Alvo

– Boa noite Severo

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Voldemort estava inquieto, as coisas estavam demorando demais para seu gosto, fazia horas que Lucius havia saído e ainda não havia retornado com a resposta, agora, para completar, Bellatrix estava mostrando-se instável de novo. Ele teria que mandar ela o mais breve possível para um ataque, antes que ela começasse atacar os membros mais novos... De novo. “Essa mulher é insana. Gostosa, mas insana.” Tocando em seu braço ele a chama.

– Bellatrix, venha aqui.

Minutos depois, as portas se abrem e ela adentra com o mesmo aspecto, porém seus olhos aparentavam uma loucura um pouco maior. Se ajoelhando a certa distancia perante ele, ela espera um sinal. Então ela chega mais perto, como ele estava sentado em sua cadeira, ela se posiciona como um cãozinho próximo seu dono ou uma submissa a seu Mestre. Ajoelhada aos pés; Ele levanta seu braço e acaricia a cabeça da mulher, em uma situação completamente íntima.

– Bella, minha querida, você fez um trabalho magnífico com o espião, estou orgulhoso de você. Por isto, resolvi te dar um “presente”. Você vai liderar um ataque no lugar de Idmon esta noite. Poderá brincar com as vítimas da forma que achar melhor. Os demais que a acompanharão estarão em sua escolta hoje. Fique o tempo que achar que deve, com segurança é claro. Não queremos ter que arrombar Azkaban novamente não é mesmo?! Depois, encontre Severo e os outros em Camden Town. Tenho uma encomenda que preciso que pegue com Severo.

– Você me constrange com tamanha bondade, obrigada, Mestre.

– Você merece, Bella.

Ele toca a cabeça dela, fazendo-a olhar diretamente em seus olhos. Com a mão no queixo, ele a puxa até que seus lábios estejam próximos... Olha nos olhos dela, e a beija.

O beijo foi o estopim para que a luxúria viesse à tona. Eles se tornaram dois apaixonados ensandecidos. Os lábios praticamente a devoravam, ele a puxa para seu colo, as pernas dela o contornam como uma cobra enrolando sua vítima. Os lábios se separavam apenas para morder os da mulher, que soltava gemidos incontidos.

–Me... Mestre... Por... Por favor...

Os lábios dele descem para o pescoço da mulher, deixando sua marca, enquanto a unha dela deixava marcas nas costas dele... Ele amava fazê-la implorar. Ouvi-la gemer, urrar por ele. Suas mãos descem para as nádegas dela, e apertam, fazendo-a gemer profundamente.

– Mestre... Por favor... Eu preciso...

Com um sussurro as roupas dela somem. Nua... Completamente nua ela estava. E ela era dele... As mãos dele vão de encontro ao pescoço dela asfixiado. Os olhos dela se dilatam... Mas, ao invés de lutar, ela apenas se entrega. Ela estava à mercê dele, e ele poderia fazer o que quisesse com ela. Esta ideia o excitava mais do que qualquer coisa. Deixou as mãos escorregarem uma em direção aos seios apertando, outro em direção ao centro de sua feminilidade.

Ela estava molhada por ele. Implorando por ele... Seus dedos começam a brincar com ela, em um vai e vem incessante. Ela gemia... Cada vez mais alto... Se encurvando para trás o ajudando nos movimentos... Ela estava bem perto... Penetrando o segundo dedo ele sussurra o feitiço: “Copulam”. Agora eles eram um, o prazer dela agora passava para ele. Ele poderia sentir o orgasmo dela, quase como o sexo habitual... Seus dedos simulavam seu membro, em um vai e vem frenético. Bella estava muito próximo ao clímax... Ele podia senti-la, sua musculatura o começar a apertar...

– Mestre! – ela grita ao mesmo tempo em que ele urra – Bella!

Depois de um tempo se recuperando ele invoca as roupas dela, vestido-a inteiramente, e com um ultimo beijo se despede.

–Agora vá, Bella e divirta-se. Honre-me esta noite.

– Sim, mestre. – Disse a mulher saciada, saindo da sala.

“Em pouco tempo não terei que recorrer a feitiços banais, poderei fazer isto da forma correta. Severo terá minha poção e a Verum irá me proporcionar o resto. Terei meu corpo de volta.”

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Enquanto isso no Riza zmiya....

– Meu... Meu mestre?

– Sim, seu mestre. Eu sei quem é seu mestre. Preciso vê-lo agora.

A... Agora? – repetiu ele. Pois estava estupefato. Ele não precisou ir atrás dela e nem mesmo tentar escolher o lado dele na guerra. Nem em seus doces devaneios imaginou que seria tão... fácil.

– Você vai repetir tudo que eu falo? – disse ela, ficando impaciente.

– Desculpe-me Aurora, mas, eu realmente não esperava vê-la novamente e... Ainda mais com este pedido. Embora planejava revê-la, o mestre estava realmente querendo te ver.

– E então, vamos? – Diz ela apontando para a porta.

– Agora? – pergunta ele ainda perdido.

– Eu realmente tenho que responder? Agora, sinônimo de “imediatamente”... Sinônimo de “levanta essa bunda daí”... Conhece o “agora”?

Ofendido, ele engoliu a vontade de lançar uma imperdoável nela, pois, o que viria a seguir, seria pior do que aguentá-la... Seria morto por seu mestre ou ela. Ele não sabia a extensão dos poderes dela... Os Verums não são pessoas que você queira ofender. Sim, por ora, seria mais fácil aguentá-la...

– Então vamos– disse ele se levantando, deixando o dinheiro em cima da mesa– Acompanhe-me para fora que juntos apartaremos para a mansão.

Saindo do bar juntos, ela vestiu sua capa novamente tampando-lhe o rosto. Viraram a esquina, ele lhe tomou o braço e, juntos, desaparataram.

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A entrada a mansão foi tranquila, pois atualmente poucos comensais ficavam nela, e os que permaneciam não interferiam no trabalho um do outro. Hermione estava assustada com o local, era imponente... Passava ao mesmo tempo riqueza, nobreza e temor. Ao chegar às portas do escritório de Voldemort, ela sentiu uma magia diferente. Era como se o clima estivesse mais tenso... Era uma magia superior.

Idmon tocou com sua varinha na maçaneta da porta e virou-se para ela:

– Aurora, me espere aqui irei informar ao mestre que está á espera dele.

– Creio que não será necessário Idmon. Eu mesma irei entrar, e você, fique.

– Não creio que seja uma boa ideia, o mestre não gosta de surpresas e acabo de me anunciar a ele. “Estou fudido, se eu desacatar o Lord eu morro, e se ela se irritar, eu morro também.”

– Não se preocupe, tenho certeza que ele ira gostar desta “surpresa”. Eu irei entrar, pois quero que seja uma conversa particular, e você fique aqui na porta para evitar que alguém entre.

– Eu ainda acho que...

– Você não tem que achar nada. E ah já estava esquecendo. Me pediram para entregar-lhe esta carta. No tempo que eu estiver com ele, use para ler. – Disse ela dando uma piscada a ele. Não esperando uma resposta, tocou a maçaneta e entrou.

Quando Hermione entrou, encontrou um homem sentado em uma cadeira, tomando uma taça de vinho. Ele ainda não havia notado que não era Idmon que ali estava. Mas não demorou a acontecer à surpresa, levando-o a ficar em pé com a varinha apontada para ela.

– Então Idmon, conseguiu? Mas... Quem é você? E como conseguiu chegar aqui?

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Enquanto isso em Camden Town, mais especificamente em um bar chamado Hobgoblin.

– Severo, meu amigo, achei que não viesse mais – Disse Rebastan.

– Grifinórios malditos, crianças malditas. Eu odeio ter que aguentar aquelas cabeças ocas, e aquele maldito velho... E agora com mais problemas...

Rindo, Rebastan serviu o amigo de um Whisky de fogo enquanto o mesmo se sentava mais confortavelmente – Ah, Severo, lembre-se das coisas boas da vida... Como aquela putinha... Qual o nome dela mesmo?

– Você se refere à Pansy Parkinson ou a Dafne Greengrass? – Pergunta ele tragando um cigarro.

– Qual das duas ninfetas foi que subiu em sua mesa com as pernas abertas?

– Ah... Senhorita Greengrass... Uma tentação... – Disse tomando um gole da bebida e se recostando na cadeira.

– Me explica de novo, porque você não cai de boca nessa “tentação”? – disse o moreno.

– Eu não lhe devo explicações, Rebastan. – Disse ele fechando a cara.

– Eu não estou dizendo que deve Severo, por Merlin! Apenas estou curioso, se você consegue se safar com as saídas para vir aqui, porque não consegue pegar uma ninfeta que esta toda arreganhada?

– Você sabe muito bem, Rebastan, que eu vivo no limite, um passo em falso, e o velho desconfiaria. Ele é compassivo para com minhas saídas e minhas atuações nos ataques, mas as alunas estão fora de cogitação... Diria que seria pedofilia ou eu estaria abusando do meu poder de professor, mas mal sabe ele que elas, como você mesmo me lembrou, sobem na minha mesa, levantando a saia, sem nada por baixo... Eu fico tentado, mas para evitar a ira de Alvo, eu declino a tentação, mando a aula embora e depois... Bem... Eu pago muito bem as nossas “amigas”... Agora o que me espanta é a sua súbita curiosidade para com minha vida. O que há, Rebastan esta me espionando agora?

– Não Severo, homem, por Circe! Para com isto! Apenas quis tirar um sorriso de você...

– Sim, porque eu sou uma pessoa extremamente alegre, que dá risada para todos e vive contando piada... Rebastan, eu sou sério, e sinceramente, você acha que eu não tenho motivos? O Velho está me pressionando para obter informações e o Lord também. Eu sou apenas um peão nesta guerra maldita. Um passo, Rebastan, um passo! E eu viro farelo. Bem, ainda acha que não tenho motivos?

– Eu sei que você tem Severo. Não estou dizendo isto. Você leva tudo a ferro e fogo também... Relaxa, homem. Estamos aqui para beber e jogar... Está bem não me olhe assim... Beber e fumar. Esquece o “jogar conversa fora” senhor seriedade. Ainda não sei por que sento com você neste bar. Com você é sempre trabalho. Por falar nisso... Você ficou sabendo do ataque de hoje? Daqui a pouco Bella deve estar para chegar. Segundo Rodolfo, ela iria liderar o ataque de hoje no lugar do Idmon, acho que o Lord reparou que ela estava instável.

– Outro ataque? – Questiona ele.

– Outro? Meu amigo, você deve estar enganado, este será o único ataque de hoje.

“Então ele também não sabia?” – Meu caro amigo, bom saber que não fui o único mal informado. Houve um ataque hoje, atacaram um casal trouxa, ou melhor, O casal trouxa. Os pais de Hermione Granger.

– O cérebro de ouro? – Questiona ele.

– Exato. Mataram e incendiaram a casa. E sim eu sei que foi trabalho nosso porque havia a marca, Rebastan, Agora resta saber quem foi... Não havia assinatura de nenhum dos nossos.

– Isto é interessante. O Lord não nos chamou quem será que foi escalado? – Questiona o outro.

– Isto é o que me pergunto, o M.O era diferente – Disse ele tragando seu cigarro– Agora quanto a Bella... Ainda bem que o Lord resolveu colocar ela em ação, sua cunhada estava ficando instável de novo.

– E quando ela não esta instável? ! Depois que ela voltou de Azkaban as coisas só pioraram. – disse o outro rindo,

– Mas seu irmão não pode reclamar. Graças a ela que o Lord é compassivo as tranqueiras que ele faz, e ele pode não ter a esposa que tinha antes, mas a quantidade de amantes que Rodolfo tem...

– Sim ele é um cretino de sorte, nem precisa pagar para tais divertimentos... Falando da louca... Olha lá...

Naquele instante, Bellatrix e mais cinco comensais entraram no bar. Todos aparentavam cansaço e loucura. Ela estava com seus cabelos mais bagunçados que o normal, e seus olhos brilhavam com a loucura pós- ataque.

– Boa noite, senhores. – disse Bellatrix chegando à mesa deles.

– Boa noite cunhadinha, e aí,como foi o ataque?– Disse Rebastan.

– O ataque? – Perguntou ela se sentando e servindo-se de um copo de Whisky de fogo – Foi sublime, fazia tempo em que não me divertia tanto. Ah... Torturar sempre me abre o apetite, Reré meu querido, peça algo nessa espelunca pra comer e Severinho, me passa um cigarro aí.

– Nunca te dei tal liberdade Bellatrix, ponha-se em seu devido lugar – disse Severo fechando a cara, mas entregando um cigarro a morena enquanto Rebastan pegava uma porção de salgados.

– Ah, Severo, nem seu mau humor hoje atrapalhará minha noite. – acendendo o cigarro e dando uma tragada– Hoje estou saciada companheiros, vamos comemorar!

– Saciada Bellinha? Viu meu irmão por ai, foi? – Pergunta Rebastan.

– Não enche Reré... Se não, irei falar para Victorine não deixar que as meninas venham o atender... Você sabe que ela tem certo apreço por mim– disse se comendo o salgado da mesa– Mas, mudando de assunto, Severo, o Lord me mandou aqui para pegar uma encomenda, então pode ir me passando.

– Aqui esta, Bella, não preciso lhe dizer para tomar cuidado com isto não é?! E se algo acontecer com isto... –Disse ele entregando uma caixa a ela.

– Eu sei, Severo. Pare de tentar me dar um sermão. Agora, meus queridos, eu irei deixa-los à vontade. Vou voltar para mansão... Preciso descansar.

– Bellinha, não nos tente enganar. Você trouxe brinquedo pra casa, não é?!

– Perspicaz querido Cunhadinho... Perspicaz... – disse ela se retirando.

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Enquanto isso na mansão...

"É a hora da verdade, Mione Vamos lá!".

– Meu Senhor, por favor, me conceda um minuto que irei lhe explicar... – Disse conforme tira a capa e remove o glamour, deixando que ele veja sua verdadeira identidade.

– O que? Você não é...? –Ele estava atônito. “Impossível!”

– Hermione Granger, a própria.

– Ora, ora, Se não é a sangue ruim amiga de Harry Potter na cova das serpentes. Agora Alvo está mandando humanos como corujas? “Que tipo de brincadeira é essa?”

Hermione em um ato totalmente humilde se ajoelha perante Voldemort, e com convicção diz:

– Meu Senhor, eu quero receber a marca.

– Você quer o que? Que tipo de brincadeira é essa? Você enlouqueceu, ou Alvo enlouqueceu... Como pode ele acreditar que eu iria cair em algo assim? – disse ainda com a varinha apontada para ela.

– Não é uma brincadeira, o diretor não sabe e nem deve saber de minha presença aqui. E eu não sou apenas a “amiguinha”, ou melhor, a “ex-amiguinha” de Potter, sou Hermione Granger, a Verum.

– Você? Você é a Verum? – “Inconcebível! Ela não pode ser a Verum!”

– Sim. E com o sei que é algo inconcebível, por favor, fique a vontade de olhar minha mente.

E foi exatamente o que ele fez.

Quando ele chegou à mente dela estava em choque. A mente normalmente é algo desorganizada, poucos bruxos mantém uma barreira protetora e raros organizam a mente de uma maneira aceitável. A mente de Hermione era impecável.

Ele estava em uma sala espaçosa, as paredes eram pretas com tecidos roxos que formavam uma espécie de tenda no teto. Havia uma lareira acesa, um tapete felpudo preto que contrastava com a madeira do piso à frente e duas poltronas macias, uma em frente à outra, próximas à lareira. Hermione estava sentada nela ela o esperando.

– Seja vem vindo, meu Lorde. Sente-se... Aceita uma taça de vinho? – disse ela apontando para a cadeira a sua frente e servindo uma taça a ele.

Ele acenou positivamente e se sentou. Estava espantado com tamanho poder.

– Muito bem organizado e muito bem decorado, está de parabéns. Não há duvidas quanto você ser uma Verum. Nunca presenciei tal nível de Legilimência. Agora, estou curioso... Como descobriu seu parentesco? Como aprendeu? E porque a melhor amiga de Potter quer se juntar a mim?

Ela bebeu de seu vinho e o respondeu.

– Meu Lord, suas perguntas já serão sanadas. Como pode reparar minha mente é organizada, se eu quisesse lhe ludibriar poderia, mas não é meu desejo. Irei lhe mostrar como de fato aconteceu e irá entender porque peço para me juntar a você.

Ela se levantou e entregou um livro verde para ele.

– Este livro contem todas as memórias que necessita ver. Eu copilei-as para ficar mais fácil.

Ele pegando o livro das mãos dela ele olha para os olhos dela estupefato

– Organização de memórias em livros... Sensacional. – ao abrir o livro os olhos vermelhos de Voldemort ficam pretos. As imagens... Os sons... Tudo era colocado diante dele. As memórias, uma pro um, iam aparecendo...

Enquanto ele revia a memória dela ela se lembrava da conversa que tivera com seus tutores.

Flashback On

– Quando você estiver com ele seja simples, porém demonstre poder. – Disse Grindelwald — E você deve o deixar ver sua memória, coisas verdadeiras e coisas que iremos criar.

– Mas Mor... Mãe, eu não quero que ele veja minhas memórias.

–Será necessário. – Diz Morgana praticamente a ignorando – Mas, Grinde, devemos tomar cuidado, ele não pode nos ver ou saber a forma que trabalhamos.

– Por isso vamos criar novas memórias. Ela deve mostrar que aprendeu tudo sozinha... Ou melhor, quase sozinha... Que leu sobre coisas que havia no seu quarto Mog, e... Que leu uma passagem falando de Idmon... E principalmente, deve demonstrar de início, apenas metade de seus poderes.

– Exato! Acho que assim ela consegue credibilidade inicial, depois podemos entrar com a parte B do plano. Você entendeu tudo minha filha?

Hermione olhava meio perdida para os dois.

– Na verdade, não.

– Minha querida, você deve mostrar a sua mente para ele. Para que ganhe a confiança dele. Não será fácil ele crer que você deixou o lado do “bem” para ir para o lado do “mal”. Não estou dizendo “aumentar o que aconteceu”, pois você, infelizmente, já tem motivos de sobra. O que você ira alterar é apenas a forma que aprendeu a lidar com seus poderes. Para isso, iremos inventar que quando Irma lhe mostrou o quarto, você encontrou um diário meu que descreve como passei por minha transformação... E você, como uma boa autodidata, aprendeu com ele. E lá também esta a árvore genealógica da família de Idmon então você soube que teria que encontrá-lo. Iremos te ajudar na montagem destas falsas lembranças.

– Mas para que tudo isso? Eu não posso simplesmente mostrar as minhas aulas com vocês? E porque envolver a Irma? Não será perigoso a ela?

– Não, minha querida. Aí esta... Você pode não entender agora, mas ela é uma peça chave aqui. E Não podemos mostrar a força que agimos já que é um segredo milenar. Apenas os membros da família conhecem este segredo, isto não pode ser mudado. Por isso teremos que recorrer a este subterfúgio.

– Ah e não se esqueça da Família. Creio que ele deva ver que ela esta “órfã” agora. – Disse Salazar.

– Verdade. Minha querida, sei que não gostaria de mostrar este aspecto para ele, mas você deve. Ele deve ver que o laço que mantém você unida ao lado trouxa acabou. Inclusive... Vamos colocar como se você tivesse de fato matado seus pais, que a marca que você viu foi realizada com a ajuda de Idmon, e não se preocupe ele vai ajuda-la. Isso dará mais confiabilidade... Ele terá que confiar em você minha querida, você deve ser a pupila dele... Se fizermos direito o jogo, talvez ele pense em você como sucessora dele... Ou até... Enfim... É isso – Disse Morgana.

– Muito bem. Embora eu não goste da ideia, eu aceito. Mas, preciso de ajuda.

– Para isto estamos aqui – Disse Merlin.

Fim do Flashback

Assim que Hermione saiu de seu transe Voldemort havia acabado de “ler” suas memórias.

Ele ainda estava reticente. “Ela realmente matou os pais? E Pince está a ajudando? Porque ela não foi até Alvo? Será que isto é uma armadilha? Mas estas imagens...” Ele fechou o livro e olhou para ela– Antes de tudo, ainda ficou uma dúvida. Porque a mim? Porque você não foi ate Alvo e pediu socorro? – Pergunta ele a ela.

– O Diretor não iria me ajudar. Para ele tudo se volta a Potter e para Potter... E Potter se volta para Ginevra que é irmã de Ronald. Você viu como ele abafou o fato de Ronald ter tentado me estuprar. Então seria tempo perdido. Fora que ele nunca concederia o que eu quero.

– E o que você quer? –Pergunta ele.

–Vingança– disse ela com os olhos brilhando– Como você pode ver, eles me feriram da forma mais cruel possível. Todos em quem eu confiei me magoaram. Eu os desprezo, assim como desprezei meus pais. Se eles não me querem, eu também não os quero. Porém assim como fizeram da minha vida um inferno, eu quero os apresentar ao magma do inferno! Eu quero uma vida nova. Vida que não posso ter com eles por perto de mim. Sou uma nova mulher agora. E quero que eles paguem por quer matado minha antiga eu. Quero que sofram, quero que Morram! “É agora, ou ele aceita a história, ou acaba tudo agora.”

Ele se levanta e pede para ela se levantar e diz:

– Vamos. Creio que seja o suficiente de Legilimência por hoje. “Isso, ele comprou a ideia!” “Será mais fácil que eu imaginei”.

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Idmon estava perplexo pelo que havia lido e visto. Os Verum exigiram que ele ajudasse a Aurora no que fosse. Ele teria que pagar a divida familiar se não sua vida e a vida de todos de sua família seriam ceifadas. Ele estava em uma fria. Ele andava de um lado para o outro do lado de fora da porta. Além disto, não havia barulhos, ou ele não havia sido chamado, então, aparentemente o Lord não havia matado ninguém, mas isto não quer dizer que sobraria Cruciatus. Finalmente ele parou e começou orar para todas as divindades que conhecia, de Merlin a Buda... Ele estava tão agoniado que não reparou o homem parado ao seu lado.

– Idmon Mawhick – disse uma voz atrás dele.

Levando um susto ele responde – Lucius Malfoy.

– Que foi, Mawick, está treinando para fazer parte da mobília da casa? O que faz aí parado?

– Ora, não é da sua conta Malfoy. E você, cansou de brincar de esconde-esconde e resolveu aparecer?

– Eu estava em missão para o Mestre. Inclusive, devo vê-lo imediatamente. – Disse ele se aproximando da porta.

– Creio que não será possível “Malfoyzinho”. O Mestre esta ocupado no momento.

– Tenho certeza que para você ele deve estar, mas eu sou parte do circulo interno, ele irá me receber.

– Você não entendeu Malfoy– disse puxando o outro pelo braço – Ele está ocupado, e não será interrompido.

– Não me toque, Mawick! – Disse se soltando – Como ousa?

– Ouso porque sei o que é melhor para mim. E se você me ouvisse, entenderia o que é melhor para você!

Chegando mais próximo dele, diz:

– Que foi Mawick, agora se importa com minha vida? Cuidado, ou vou começar a acreditar os murmurinhos são verdadeiros... Ou será que são? Está apaixonado por mim?

– Deixe de ser ridículo. O Mestre está com uma visita importante. E não deve ser interrompido, agora, se deseja mesmo sofrer as consequências. Por favor... Fique a vontade.

Antes que ele pudesse responder Bellatrix aparece.

– O que esta acontecendo aqui? Mawick, Lucius? Porque estão parados às portas do Mestre e... –Olhando a proximidade dos dois, completa – porque estão tão próximos assim? Xi... Atrapalho o casal? Acho que seria melhor que os dois fossem namorar nos quartos... Embora, devo dizer que minha irmã ficará chateada com isto...

– Ah, cale-se Bella. – Diz Lucius.– Eu apenas ia a sala do Mestre, quando vi Mawick parado aqui.

– E eu estou informando que o Mestre está em reunião e não deve ser interrompido. – Diz Idmon.

– Reunião? Ele não pode estar em reunião, já que ele me aguarda. E Ele não me falou que precisava de mim antes da hora– Pergunta Bella.

– Bella... Bella... Não se dê tanta importância... – Diz Idmon – Não posso dizer, se não arcarei com a ira do Mestre, mas aos dois sugiro que esperem. Não deve demorar mais...

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Enquanto isso em Hobgoblin.

– Você acha que o Mestre e ela...? Você sabe. – Disse Rebastan.

– Ora, ainda tão inocente Rebastan... Obviamente depois de todos estes anos, já deve ter reparado que o Lord tem seus prazeres – Responde Severo.

– Não estou dizendo isto, apenas achei que ele não poderia.

– Há outras formas e você sabe muito bem disso. O que me preocupa não é isto, e sim o porquê ele anda tão diferente atualmente. Menos reuniões... Saciando a compulsão de Bella... Se saciando... Algo por ai vem... E tem a marca também... Algo grande esta por vir... Devemos nos preparar.

– Sim, devemos. Mas não hoje. Hoje vamos beber... E, ah... Nossas acompanhantes chegaram. Senhorita Dupré e Senhorita Dehar, acabam de chegar.

Duas mulheres se aproximavam a mesa. Dehar era loira, de olhos azuis, media 1.67 metros de altura, com seios extremamente avantajados, trajava um vestido preto justo que realçava ainda mais suas curvas. A Dupré tinha longos cabelos marrons, lábios carnudos, olhos escuros, dona de uma “senhora curvatura”, ela aparentava ter mais idade que a outra, mais porte.

– Não sei por que você insiste na Dehar... Além do óbvio, é claro, ela é gostosa, mas é burra como uma porta.

– Bem, meu amigo, já que hoje você tirou a noite para me questionar eu serei magnânimo em explicar, eu a pago para ser uma puta hábil. Se eu quisesse conversar, eu teria um relacionamento comum, coisa que eu não tenho nem tempo, nem paciência. Aprenda Rebastan, negócios e prazer não se juntam... – Disse ele encerrando a conversa, pois as mulheres haviam chegado.

– Minhas senhoras. – Disse Rebastan.

– Rebastan, que prazer vê-lo esta noite. Severo – Disse Dupré enquanto a outra apenas acenou. – Estávamos de saída, mas veja... Esta tarde, será que poderiam nos acompanhar?

– Ora claro, não podemos deixar mulheres tão belas desacompanhadas. – Diz Rebastan se levantando e saindo com Dupré enquanto Severo saia com Dehar.

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Sala de Voldemort

Eles quebram a conexão mental, porém, seus olhos ainda estão se fitando. Voldemort que quebra conexão.

–Pode não ser tão acolhedor como em sua mente, mas, vamos nos sentar? – Convida ele.

– Claro.

Convocando outra poltrona, ambos sentam-se frente a frente.

– Então, Hermione. Creio que temos coisas a discutir.

– Sim Mes...

– Não, querida, me chama de Voldemort. Normalmente peço que me chame de Mestre, mas não creio que este será o rumo de nosso relacionamento. Seremos mais... Aliados, por assim dizer.

– Aliados? – Questiona ela “Aonde ele quer chegar com esta conversa?”

Sim Hermione, Aliados. Uma Verum não deve ser submissa a ninguém. E eu quero que saiba que terá meu total apoio. Não quero te impor, quero sua colaboração, Hermione. – Disse ele a servindo de um copo de Whisky de fogo.

– Exato. O diretor, jamais me entenderia, ele sempre vê o lado bom de tudo... Ou tenta. Se ele soubesse de minha nova posição, faria de tudo para me deter ou para eu ver um lado positivo. E, sinceramente, estou cansada de sempre ver o lado “positivo” de todos. Ninguém vê o meu lado, sou sempre colocada como um peão. E sei que você, por mais que tenhamos pontos de vista diferentes, não faria isto. Você vê o meu poder, ou pelo menos, o que eu posso chegar a ser. Não vê? “Devagar Hermione, Devagar”.

– É claro. Eu sei que você, minha jovem, é uma mulher que precisa apenas de um auxílio. Alvo e eu temos pontos de vista absurdamente diferentes. Enquanto ele permite que o pivete Potter tenha toda atenção, eu jamais permitiria que ele saísse impune. O que mais prezo é a justiça. Muitos não sabem disso, mas dentro de meu círculo não permito com que coisas injustas aconteçam, prezo pela conduta, organização e dentro do possível, familiaridade. Você, por exemplo, ao se juntar a mim, será recebida como membro da família negra. E como parte de tal, todos lhe deverão despeito, obediência e segurança. Enquanto estiver conosco, estará segura, afinal nós somos o “mal” não é?!

Rindo disse – Sim vocês supostamente são. Bem... Voldemort. Eu posso dizer que nossa parceria pode ser extremamente produtiva. Eu de fato preciso deste apoio, e, além disto, eu quero explorar o meu lado Verum. Como pode ver, aprendi poucas coisas e tenho um desejo enorme de conhecer mais este meu lado. Como sua aliada, minha fidelidade você terá. Não estarei envolvida em nada que ataque os membros desta família, e protegerei conforme os preceitos da mesma, como sabe não é de minha índole a injustiça também. Eu não me importo com o que fará com o Potter, mas os Weasley e a Brown serão meus, isto faço questão. Eu estou de mente aberta para este mundo novo. “Vamos Voldemort, faça o pedido... Vamos... Eu preciso do pedido...”

– Muito bom saber isto, Hermione, inclusive eu poderei te tutoriar em algumas técnicas, se assim desejar. Mas peço que procure a Pince para lhe ajudar. Poucos sabem, mas ela é uma de nós, a uns anos. Ela e Severo, embora a credibilidade de Severo seja abalada graças a Alvo, Irma Pince é uma das raras que ninguém jamais suspeitaria. Procure ela quando você voltar, ela pode ser bem útil.

– Obrigada – “Foi! Morgana estava certa! Mas que porra é essa que a Irma não me contou?!”

Excelente, então, podemos concluir nossa aliança? – Disse ele ficando de pé e oferecendo a mão para que ela levantasse.

– É claro. – disse ela.

– Por favor, Hermione, Retire sua varinha e coloque a em sua mão direita.

Ele se posiciona a frente dela, toma o braço esquerdo em sua mão esquerda. Com a mão direita aponta a varinha para o braço direito dela.

Sign ei tanquam par.

O braço dela começa a ferver, era como se estivessem queimando ela por dentro, ela tenta puxar o braço, mas ela estava imobilizada.

Sign ei tanquam speciales Sign

A dor aumenta, era como se o elemento fogo estivesse-a consumindo. Não havia como fugir, a dor estava a matando!

Get in enseM!

Naquele momento a pele dela rasgou... Ela sentia como se fosse desmaiar, a dor era algo insuportável... Rasgava de dentro para fora, formando um sinal. De inicio irreconhecível, mas aos poucos se tornou... Não a caveira que ela esperava... Mas um corvo extremamente realístico apareceu em seu braço.

– Está feito. Seja bem vinda a Família Negra, Hermione. – Disse ele guardando sua varinha e a ajudando a sentar novamente. – Fique um tempo sentada, sei o quanto esta magia debilita.

– Obrigada Voldemort, eu realmente preciso. Esta magia é extremamente poderosa.

– Sim. Está entre uma que um dia irei lhe ensinar. Mas, deixe-me aproveitar e já informa-la dos próximos passos... Agora, como novo membro de nossa família, terá uma festa completa em sua homenagem, que será realizada no próximo final de semana. E, como já deve ter percebido, sua marca não é igual a de meus seguidores, fiz questão de diferencia-la. Você é, para mim, uma pessoa extremamente especial, por isto fiz questão de criar um grupo de elite.

– Grupo de elite? – pergunta ela.

– Sim. São pessoas de extrema confiança minhas, meus “braços direitos”, por assim dizer, que deixarei em seu comando, é claro que eles ainda responderam ao meu comando. Mas é um grupo que sempre que precisar estará a sua disposição.

–Ora, muito obrigada Voldemort, mas quem seriam eles? – pergunta ela.

– Creio que conheça a todos, ou quase todos. Lucius Malfoy, Idmon Mawhick, Bellatrix, Rebastan e Rodolfo Lestrange e Severo Snape.

– Severo Snape? – “Por Circe, o Professor Snape subordinado a mim? Merlin, aliás, Circe... Eu havia me esquecido dele!”.

– Sim, Snape como já lhe disse é meu braço direito. Creio que saiba que ele é um espião, Alvo não é nem um pouco sutil para esconder as coisas quando quer, mas o que não sabe é que ele sempre esteve ao nosso lado. Ele é um espião duplo. Sei que ele é professor seu na escola, mas espero que isto não seja um empecilho. Veja ele como um braço amigo dentro da escola.

– Sim, eu irei analisar esta situação. Peço que ainda não anuncie minha verdadeira identidade.

– Sim, creio que no baile será o momento mais apropriado.

– Creio que acertamos tudo. – Disse ela se levantando e colocando novamente o glamour.

“Bellatrix não para de importunar nesta maldita porta! Maldita hora em que mandei ela trazer a poção... A poção... será que eu... bem não custa tentar. Ela esta tão aberta a opções.”- Espere um momento Hermione, resolvi que vou lhe dar um presente. – dizendo isto ele toca a varinha no próprio braço.

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Do lado de fora da sala...

Eu não me dou importância Idmon, eu sou importante, ao contrário de você. Que tenta sempre subir de posto, mas não consegue. O que foi, falta-lhe o que?

– Ora Bella, minha querida, para chegar ao seu nível como você bem diz, falta-me uma rachada. Já que só assim você conseguiu chegar onde está.

– Ora seu... – Diz ela arrancando sua varinha, mas para e com um sorriso jocoso ela diz- Ele está me chamando – olhando para o cunhado acrescenta – Somente a mim – e toca as portas e adentra a sala.

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Do lado de dentro da sala.

Ao entrar, Bellatrix tem uma visão que quase a mata, seu mestre estava de braços dados com uma outra mulher que ela não reconheceu a fisionomia.

– Bellatrix, se aproxime. Trouxe a encomenda?

– Aqui está meu senhor. – Disse ela entregando a caixa ao mestre, mas não deixando de encarar a estranha a sua frente.

Voldemort abre a caixa e pega uma poção que está nela se levanta e vai novamente atrás de Hermione.

– Eu havia planejado utilizar esta poção para outra finalidade, porém agora vejo que os Deuses estão à nosso favor minha querida. Por favor, levante seu cabelo. – disse ele se posicionando atrás dela. Ela então levantou seu cabelo, quase como um coque com suas mãos. E sentiu ele se aproximar, o que lhe causou um arrepio.

– Não se preocupe, eu estou aqui – Disse ele sussurrando no ouvido dela. Ele colocou uma gota da poção na nuca dela, bem próximo ao osso proeminente, e tocou sua varinha lá dizendo “auris oboedient mihi” ** “Me Obedeça!”

Naquele instante ela sentiu como se seu corpo todo estivesse pegando fogo. O braço que continha a marca começou a pegar mais fogo ainda. Mas não... Não era um sentimento ruim... Ao contrário era como se ela estivesse sendo consumida por algo. Um sentimento que ela nunca havia experimentado. Suas pernas ficaram bambas... Seu batimento cardíaco acelerou. Era como se tivesse uma bomba em seu corpo pronto a explodir, todas as suas terminações nervosas estavam atiçadas, E um ponto entre as suas pernas estava pegando fogo... Por um breve instante ela achou que fosse desmaiar. Porem os braços de Voldemort a cercaram. Então sua mente entendeu, ela estava tendo um orgasmo. Um grande Orgasmo no braço de Voldemort. CIRCE!

Quando finalmente voltou a si Voldemort a soltou. Com uma mão ele colocou aonde deveria estar sua marca, mas quando Hermione olhou já não havia. Então a mão dele subiu até a nuca dela.

– Então minha querida, é um sentimento bom não é?! Esta poção é muito especial, eu peço a Severo para manter ela em estoque porque às vezes eu preciso de certo... Afago. E como eu não queria faze-la passar pela dor da marca novamente, resolvi aproveitar a oportunidade. – Ele continuou tocando em sua nuca, quase como carinhosamente – Tenho certeza que a sua marca aqui será muito mais discreto. Afinal uma bela mulher como você não deve ser poupada de usar a roupa que quiser por conta da sua marca, já que sei que no momento você deve evitar mostrar a ela. Sempre que precisar basta tocar na marca com sua mão, que poderá me encontrar – disse ele soltando a vagarosamente e dando espaço para ela se recompor.

Bellatrix acompanhava tudo calada, pois sabia que se falasse algo iria ser pior para ela, porém seus olhos brilhavam com uma fúria contida e sua mente traçada planos de Vingança. “Vaca, vadia, puta, piranha!”

– Obrigada, Voldemort. – disse ela, arrancando um olhar de espanto de Belllatrix. “ela se atreve! Vou mata-la”– Creio de devo ir. Até breve.

– Até Breve. – Disse ele abrindo as portas para ela.

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Ao sair Hermione se depara com Idmon e Lucius. Virando-se para Idmon pede para que o mesmo a acompanhe a saída. Deixando um Lucius curioso para trás.

Assim que saíram do limite da mansão e ao ponto de apartação ela se virou para Idmon:

– Creio que a carta lhe disse um pouco, sendo assim peço que feche seus olhos e confie em mim.

Ele o fez. Então ela colocou as mãos na cabeça dele e imagens foram surgindo, memórias que ela e Merlin haviam criado. E estas memórias se misturavam com as verdadeiras memórias dele. Imagens dele pesquisando e finalmente a encontrando na casa de seus pais, com a caneta que ele entregou a ela. De ele auxiliando ela a matar seus pais, ele conjurando a marca no céu e ela incendiando o local. Logo em seguida combinando detalhes, já que ela teria que voltar a Hogwarts, e em seguida encontrando a no bar para virem verem o Lord.

– Creio que tenha entendido o que deve fazer disse ela – retirando as mãos dele.

– Sim eu entendi, mas...

– Sem, mas. Você não tem opção, Voldemort já sabe de sua ajuda. Mas não temas ele provavelmente não está com raiva neste momento. Apenas mantenha assim. Boa noite Idmon– Ela disse e aparatou para a saída de Hogsmeade. Ao chegar às portas da passagem ela respirou profundamente. Estava feito.

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N/A: Buenas! Gente seguinte como esse cap foi curtinho vou postar rápido o próximo. Espero que não tenham morrido no meio do caminho... pq o próximo só é um poco pior hahah

Só avisando hoje EU Meredith que estou por aqui, já que a nossa amada Sofia esta viajando para Miami. (Diva quero ser que nem ela) Então é isso amores e amoras. Beijinhos

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N/B: Oie gente! Como vocês tão? Então fui bem boazinha e betei esse capítulo bem rapidinho. Vergonha em dizer, mas betei durante minha aula de Ciências Aeroespaciais hahaha. Continuem acompanhando a fic e deixem Reviews. Lembrando que amo a minha autora linda, Meredith e a Sofia também ♥. Agradecimento especial ao meu gatinho, Elizeu, que ajudou na betagem dessa beta totalmente doida. Beijoooos, Mylenar.

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Léxico

Camden Town é um distrito do centro-norte de Londres, capital de Inglaterra e pertence ao borough de Camden. E Hobgoblin é um bar para publico gótico que realmente existe em Camden Town.

Victorine vem de Victorine Meurent uma conhecida prostituta da França.

Ashley Dupré e Zahia Dehar são garotas de programa existente, de alto escalão.

Sign ei tanquam par Sign ei tanquam speciales Sign Get in enseM! – significa Marque como meu igual, deixe um sinal de especial, registre-lo com minha marca.

Modus operandi (plural: modi operandi) é uma expressão em latim que significa "modo de operação". Utilizada para designar uma maneira de agir, operar ou executar uma atividade seguindo sempre os mesmos procedimentos. Esses procedimentos são como se fossem códigos. No caso dos assassinos em série, o mesmo modo é usado para matar as vítimas: este modo identifica o criminoso como o mesmo autor de vários outros crimes.

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CARTA AS LEITORAS

Liv: Oi Amoreco! Esse colar... é divo. Embora eu gostaria mais da adaga viu hahah Essa família é a minha cara. So não falo que o queria pq afinal eles estão aqui comigo sempre. Sem eles essa fic não saia hahaha Okay sou loka. Hahah
Alvo Dumbledore merece morrer. Eu sempre disse isso, mas as pessoas me julgavam hahah Agora Draco... ah esse sim será muita surpresa hahah E a Irma... bem, ela vai ser uma BOMBA! Pode crer. Ahah Sou má? Dou spoiler sem dar? Sim hahah

sakurita1544: Olá!! Acho que meio que previu o que viria não é?! Hahahha Mas calma que muita coisa vem pela frente.
Miss Evans/ Iza Evans Snape: Pode deixar que eu não irei para a fic. Pelo menos não pretendo. E por Salazar aqui esta a att. Hahahah

Saviaferreira: Ola Amore. Creio que se você esta amando agora quando finalmente tiver o SSHG vai surtar... mas antes algumas coisas ainda aconteceram... te garanto que valerá a pena. E o Sev é o Sev afinal. Meu tesudo que sempre esta comigo em toda fic. ;)

Luana Snape: Porraaaa hahaha (não desculpo o palavrão hahaha ) E cara Alvo vai sofrer relaxa, ele vai ter a dele. Ele e tds. Hahah Amiga só tenho que te agradecer por tudo. Você sempre esta apaixonada pela historia. Sempre me apoiando em tudo. Te amo amiga. #Fatum♥ Seu bordão hahah

Tina Filha de Poseidon: Oi amore. Acho que sua raiva esta so aumentando não é?! Porque a minha não para de aumentar, mas fique calma. Logo ela vai começar a se vingar. J

Tsuki: Ola moça! Seja Bem vinda! Que bom que você esta gostando da fic. Fico contente em saber que vocês leem e suas ideias. E respondendo... bem ela AINDA não pode hahha Logo vc entenderá pq do Ainda. Hahahah

AnnaRosePotter: Anna! Seja bem vinda! Que bom que esta gostando da história, e que consegui fazer você devorar a ideia hahahha Deixe me saber o que tem gostado. ;)

Izabela Aurum Snape: Mana!! Obrigada por tudo! Te adoro! E por tentar me ajudar mesmo quando sua vida é uma loucura. Acho que não poderei realizar seu pedido mana. L eu simplesmente preciso fazer mal ao Alvo e a Minnie. Sorry. L Mas ainda te amo tah?! E eu espero que vc me ame tbm hahah

Izabele Lopes: Espero que não a tenha matado do coração amore. Concordo com vc na questão do Alvo. Ele é um FDP hahahah. E espere só vc vai ver QUE vingança eles ela fara hahah

Rosemarie Johnson Rogers: Seja bem vinda a bordo! Deixe me saber o que tem gostado. ;)

BiaWritter: Primeiramente obrigada pelo imenso review. EU AMO ISSO hahah Agradeço do fundo do meu coração. Pois para uma autora nada é melhor do que ver que seus leitores estão gostando da leitura. E quanto ao sair do tradicional, bem... eu não sou nada tradicional hahah Amo inovações. Quanto a profecia, ela logo estará sendo mais explicada, na vdd, essa fic logo se encaminhará para a junção das peças. E pode crer que é uma bomba hahah Quanto a minha outra fic, OLNDG ela esta melhor escrita aqui pode crer nisso. Eu mesma estou apaixonada pela Fatum, até mais que a antiga fic. Então sim, vc não perdeu nada. Enfim fico muiiiito feliz com seu review e por favor deixe me saber o que anda pensando com o caminhar da fic. Beijinhos J

Aos que estão acompanhando ou favoritaram a fic: Lady Rosier Black Riddle/ Suh Domingues/ Tina Filha de Poseidon/Akemi Nagatani/ Ava Black /Luana Snape,/ Gabsgermano/ Bibi Swan Cullen/ Tatacarlinha/ Suzi Fanfics/ sakurita1544 /Linda Snape/ MaahZinhaah/ Liv/ Mikipetrova/ Miris FNT/ driellealves77/Lyrica Vascenchin/ Leyla Poth/Alice Liddell/Katita Malfoy/ Izabela Aurum Snape/ Carolaine Marques/ Martthaynnie Parkewacle/ Patrícia Kelly Ferreira/ Suh Domingues/ Saviaferreira / Mia Oliv / Iza Evans Snape/ Izabele Lopes/ ingridwt/ Lady Clara/ Lady Rosier Black Riddle/ Martthaynnie Parkewacle/ Queen Targaryen/ Angelique Lewis/ Tsuki/ filha do mar/ Carolaine Marques/ Patrícia Kelly Ferreira/ Suh Domingues/ Lady Clara/ PaulaSocorro/ danicxpotter/ juju black/)

A todos os que leram e não deixaram review e aqueles que estão seguindo esta fic. Os meus mais sinceros agradecimentos e meus big beijos.

Peço que se puderem deixem sim, um review ou venham falar comigo. É muito ruim escrever e não saber o que seus leitores pensam. Além do que seu nome estará na fic, e é tão bom ver seu nome em um cap. Eterniza o momento.... rsrs Mas desde já obrigado!