Notas iniciais
Nota Inicial: Quero deixar um beijo pro meu namorado que está lendo minha história. Fofinho amo vc! Vc me dá forças pra continuar. Ps: É tão lindo saber q vc lê minha fic ♥ .................

“A habilidade de alcançar a vitória mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo é chamada de genialidade.”

Sun Tzu

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No capitulo anterior...

Alvo havia sido acordado com o flú de sua sala. Alguém havia entrado.

– Diretor – Gritou uma voz. Voz que em questão de segundos ele reconheceu. Hermione!

– Senhorita Granger! – Gritou ele de volta descendo rapidamente para sua sala.

Ela estava vestida com um vestido deslumbrante, no entanto todo brilho havia se perdido pela quantidade absurda de sangue que continha nele.
– Senhor, me perdoe! Perdoe-me! – Ela havia se jogado aos pés dele. “Meu Merlin que raios aconteceu aqui!”

– Minha filha o que aconteceu? – Questiona ele.

–Senhor, eu... eu não estava pensando... eu... eu não imaginei que... Me perdoe... Oh Circe! Me perdoe.

– Hermione, por Merlin. Criança fale de uma vez. – Disse ele tomando-a pelos braços.

– Eumetorneiumacomensalemateialguem – Disse ela apressadamente

– O que? Minha filha fala mais pausadamente – Ele havia ouvido, mas não queria crer.

– Eu tomei a marca dele, e hoje eu tive que matar.

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Alvo estava gelado. Não era possível que a menina estivesse falando o que ele achou.

– Me perdoe, me perdoe – a menina soluçava agarrada a ele. – Mas você não imagina como ele pode ser, você não faz ideia...Eu achei que ele era diferente. Ele me disse que iria me ajudar a me vingar. Disse-me que era especial, única. Que seria A Milady. Ele então fez um baile, tudo bem que era para Draco, mas era para mim também. Eu me senti tão viva...Então, ele me fez matar Dolohov na frente de todos... eu não sei o que me deu... eu só... Eu não entendo como eu pude fazer aquilo. Que tipo de Monstro eu sou?! E...e – ela começa a chorar copiosamente. Alvo estava ficando nervoso, ela não parava de chorar, e ele precisava saber exatamente o que aconteceu.

– Senhorita Granger – diz ele calmamente, mas ela continua a chorar.

– Granger – Ela ainda chorava fortemente

– HERMIONE GRANGER! – Ele brada, e finalmente ela o olha, parando de chorar – Hermione por favor, conte a história do começo, sim? – Disse ele mais calmamente, olhando nos olhos dela.

Respirando profundamente ela começa

– Eu acreditei nas mentiras dele. Ele foi tão sedutor, tão o contrário do que todos falavam... – ela abaixou a cabeça envergonhada e se ajoelhou aos pés de Alvo

– Mas é claro que ele seria... – Disse ele.

O destino havia feito novamente. Era como ver um filme antigo se passar em sua mente. Um menino magricelo, de cabelos pretos, implorava para que ele o perdoasse igual à menina a sua frente. Novamente ele teria que deixar para trás o repudio que sentia da situação e teria que aceitar para um bem maior.

– Muito bem, Hermione continue. – Disse ele.

–Diretor, desde a morte de meus pais, eu não ando mais a mesma. Eu tenho tentado manter minha mente em linha, pensar como pensava, mas não consigo. Eu senti no fundo do poço. Eu sei que meus pais morreram por conta da minha amizade com Harry. Eu me sentia com raiva, com ódio de Harry mas, principalmente, de mim. Eu me odeio, porque se não fosse por mim, se eu não fosse bruxa, eles estariam comigo. Ah Diretor! Como eu queria ter vindo para você ao invés dele! E agora eu.... – A voz dela sumiu novamente com a emoção.

– Mas ainda não entendo, como você chegou até ele? – Questiona Alvo não mostrando uma emoção sequer, a não ser frieza.

– Eu o procurei. Foi tudo tão de repente. Meus pais, a mudança de casa. Depois saber que eu sou uma... Uma aberração dentro de meu próprio mundo. – Essa frase fez com que Alvo se espantasse levemente “Então ela sabe sobre sua magia”

Diretor, eu não sei como te explicar, na verdade eu não sei como me explicar isso, porém eu descobri a uns dias que minha magia aumentou potencialmente, algo anormal. Eu pesquisei...então eu descobri que eu fui “escolhida” para uma mudança de nível magico rara. Isto me assustou muito.
Oh Circe! Quando comecei a sentir isso durante a semana eu não sabia a quem recorrer. Tudo havia desmoronado.
Em contra partida, minha atração pelo lado escuro cresceu, eu sempre tive vontade de conhecer mais. Eu não tinha mais a confiança dos meus, e eu tão pouco confiava neles. Então minha amizade com Draco aumentava cada dia mais e eu me aproveitei. Eu não via escolha. Sabia que o Lord iria me dar as informações que eu precisava, sobre o que eu era, e como poderia lidar com tudo isso. E mesmo correndo o risco de ele nunca me ouvir, era melhor que nada.
Eu pedi para que Draco entregasse ao seu pai uma carta, explicando tudo em detalhes ao Lord. E para minha surpresa ele mandou uma carta de retorno com uma chave do portal.
Eu me encontrei com ele.
Ah Diretor, eu imaginava completamente diferente. Ele é inteligente, soube me conquistar, me ludibriar. Ele me ofereceu conhecimento ilimitado.
Livros raros, aulas particulares. De início ele pediu para que eu as tivesse com o Professor Snape, mas eu não confiava nele, não para isso. Ele me ofereceu poder, conhecimento, segurança. Eu que nunca fui tratada como alguém importante, estava me sentindo uma princesa.
Ah! Ledo engano, tolo engano.
Ficou combinado de eu ir ao baile hoje. Eu iria ser apresentada a todas como aliada dele.
Então, eu coloquei sonífero que meus pais trouxas me davam sempre devido a minha hiperatividade. Assim que eles dormiram, eu encontrei com ele.
Eu estava nas nuvens, o baile estava maravilhoso. Contudo, quando deu meia noite. – ela engoliu seco. – Ele chegou com um homem, o reconheci, era Dolovoh. Eu fiquei confusa, pois me disseram que ele havia fugido.
Contudo ali estava ele, preso em minha frente. Eu sabia o que era aquilo. Ele estava me testando. Eu matar ele seria meu teste de fidelidade.
Eu o fiz. Eu o fiz por inúmeros motivos. Primeiro porque ele o merecia, ele estuprou a própria filha. Segundo porque eu sabia que era necessário para provar o meu valor. Terceiro porque algo em mim clamava por isso... Era como se minha veia pulsasse para que eu o fizesse. Quando comecei a tortura foi libertador, minha magia cantava de alegria. Eu me sentia poderosa, forte, a cada grito de dor eu me deliciava com isso... Ah Diretor que monstro eu me tornei. – ela chorava abertamente. – Quando tudo acabou, eu me sentia decepcionada, pois ainda desejava mais. E logo em seguida, minha mente funcionou novamente e... eu me sinto suja. Diretor me ajude! – ela estava a beira de um colapso nervoso.

– Porque Hermione? Porque você não veio a mim? – Disse Alvo de pé com lagrimas nos olhos. – “Tudo seria tão diferente”

– EU NÃO PODIA! – gritou ela, então se acalmou– Me desculpe...Me desculpe. Quando eu descobri sobre minha, digamos nova condição, eu não me sentia confortável procurando o senhor. Eu sabia que tudo levaria ao Harry e eu não podia.... Não ainda. Não depois de meus pais...

– Hermione, Harry não tem culpa de seus... – ela o interrompe

– Me perdoe Diretor, mas tem. Pode não ter diretamente, ou porque assim o deseja, mas tem. Se ele não fosse tão inconsequente muita coisa poderia ter sido evitada.

– Minha filha, você está extrapolando, ele é apenas um menino.

– Sim, mas eu também sou. Assim como Draco, como muitos outros são. Mas isso não impede de que nós estejamos no meio desse círculo de odeio e sangue. E mesmo assim hoje eu fiz uma tremenda imbecilidade e estou aqui pagando, ou tentando pagar, pelos meus atos.

– Hermione, não é justo compara-lo com qualquer um de vocês, afinal ele é o

– O Escolhido? – Disse ela interrompendo-o – Diretor, eu sei bem que ele nasceu com uma sentença de morte sobre os ombros. Não estou dizendo que ele não tem uma missão árdua para cumprir. Mas eu lhe pergunto, quantas vezes Harry quis de boa vontade pagar pelos atos dele? Quantas vezes eu não tive que largar meus estudos para ajudar ele em alguma coisa? Quantas vezes o senhor mesmo não teve que montar uma guarda para estar olhando Harry? Quantas vezes, mesmo após o senhor dizer para que ele fique fora do perigo, ele foi se colocou na linha de frente? Há uma linha tênue entre a Coragem e a Rebeldia.
Harry é um rapaz rebelde, irresponsável, impulsivo e teimoso. Ele pode não ter apontado a varinha para meus pais, ou até não ter desejado para que isso acontecesse, mas por sua própria imprudência, colocou a mim e a muitos em perigo.

Naquele momento Alvo viu uma verdade irrefutável: Hermione não iria perdoar Harry.

Respirando profundamente mais uma vez ela levanta a cabeça e olha nos olhos de Alvo – Diretor, eu não vim aqui pedir para que o senhor me ajudasse com Harry, pois isto é impossível. Eu não voltarei a ser amiga dele, ou até confiar nele novamente. Eu tão pouco pedi perdão pelas palavras que me dirigi a ele.

– Então porque você pediu perdão? O que você está procurando? – Disse ele seriamente

Se endireitando na cadeira ela diz:

–Eu pedi e peço perdão por ter traído ao senhor e a meus princípios. Eu não quero me tornar um monstro ou alguém insensível ao próximo. Eu farei o que for necessário para atenuar o mal que eu fiz esses dias, se necessário com minha vida. Eu vou fazer tudo para que essa guerra acabe, para que eu possa olhar para o tumulo de meus pais com a cabeça erguida.

Alvo olhava para Hermione e mal a reconhecia. Aquela a sua frente não era a mesma menina que ele conhecia. Nos olhos dela havia o peso, a maturidade, o medo, e principalmente uma força que ele não conseguia distinguir. Aqueles olhos não era olhos de uma criança, ela havia se tornado uma mulher. Uma poderosa mulher, que estava arrependida de seus atos.

– Muito bem. Hermione, não posso dizer que estou contente com seus atos. Você me decepcionou demais mocinha. No entanto olhando para a senhorita agora vejo sinceridade no seu olhar.
Eu irei lhe dar mais uma oportunidade. No entanto não será um caminho fácil. Creio que a esse ponto você já tenha entendido o papel que o Professor Snape realiza.

– Sim senhor. Ele é um espião duplo.

– Exato, e é isto que eu vou pedir para você Hermione – Ela ia falar mas ele a interrompe– Você mesma falou que faria qualquer coisa para acabar coma guerra.

– Sim senhor, mas não imaginava que o senhor fosse me colocar novamente a frente dele – Disse ela de cabeça baixa.

– Não há outra forma Granger, confie em mim. – Disse ele retirando a varinha e após um pequeno movimento a lareira se acendeu e um homem saiu de lá. Um mago negro alto com ombros largos, careca e usava um único brinco de argola de ouro

– Kingsley, me desculpe te chamar tão tarde. No entanto tenho algo de urgência.

– Sem problemas Alvo. O que posso fazer por você? – Disse ele, sua voz era profunda, mas não tão sexy como de Snape

– Preciso que você seja testemunha da posse de Hermione para a Ordem e do voto que ela irá realizar.

Kingsley levanta o olhar surpreso, mas não desacata Alvo. Apenas balança a cabeça em concordância.

– Senhorita Granger, sua varinha. – então ela retira sua varinha

Ele se posiciona a frente dela, toma a mão direita dela em sua mão direita e com a mão esquerda ambos juntam a ponta de suas varinhas. Kingsley Junta a aponta de sua varinha nas suas varinhas deles e Diz:

– Hermione você de bom grado aceita se unir a Ordem da Fênix, protegendo seus segredos?

Olhando profundamente para Alvo ela diz:

– Sim eu aceito.

Uma luz dourada sai das varinhas se uni as mãos dos dois, formando um elo dourado entre elas.

– Você de bom grado aceita coloca sua vida à disposição, nas missões que lhe forem concedidas, se necessário dá-la em troca de cumpri-las?

– Sim eu aceito.

Uma luz vermelha sai das varinhas deles e se uni as mãos novamente, formando um elo entre a anterior e a esta.

– Eu Kingsley sou testemunha da associação de Hermione Granger a Ordem, assim como este voto– Então tudo desaparece. Estava feito.

– Muito bem. A partir de agora você faz parte da Ordem. – Disse Kingsley

Ambos soltam suas mãos e guardam suas varinhas.

– Kingsley muito obrigada, eu irei lhe explicar em outro momento o que acaba de testemunhar. Por hora peço que prepare tudo para que o mais breve possível possamos empossar oficialmente ela e mais aqueles que havíamos conversado. – Diz Alvo ao homem. Que concorda e após uma breve conversa entre os dois, ele rapidamente se despede deixando Hermione e Alvo sozinhos novamente

– Hermione seu Tios tem algum elfo doméstico? – Questiona Alvo

– Sim. Uma elfa na verdade – responde ela

– Você poderia chama-la? Precisamos trazer seus tios imediatamente – Diz ele.

– Diretor será mesmo necessário? – Diz ela

– Você pode ser maior de idade para nós. No entanto ainda está sobre a supervisão de seus tios. E se não fosse pela medicação a este ponto eu já teria providenciado um berrador, minha querida.

Balançando a cabeça ela chama Lyse que imediatamente aparece

– Chamou Lyse senhorita? – Disse a elfa docemente

– Na verdade eu que pedi – responde Alvo

– Diretor “Dupreedori”, em que posso ajudar? – responde Lyse fazendo uma mesura

– Ela tem dificuldade com os nomes – diz Hermione dando um pequeno sorriso para elfa

– Você poderia acordar Morgan e Baltazar, creio que terá que usar um pouco de magia, já que a senhorita usou um medicamento trouxa. Assim que eles acordam poderia pedir para que vissem aqui? Estaremos esperando. Precisamos conversar com urgência sobre Hermione.

– Claro Senhor – Lyse rapidamente se foi deixando-os sozinho.

– Hermione, antes de seus tios chegarem tenho algo até falar. Provavelmente Tom irá te chamar amanhã para ver como você reagiu no seu primeiro dia. Não quero que ele saiba ainda sobre sua entrada na ordem, você precisa que eu bloquei sua mente?

–Não diretor eu aprendi Oclumência básica. Creio que, como ele não tem porque duvidar de minha fidelidade, ele não irá sondar mais a fundo.
– Muito bem. – Ele ia falar mais alguma coisa quando a lareira se acendeu novamente.

– HERMIONE JANE GRANGER! – Disse Morgana assim que saiu. Morgan e Baltazar estavam com caras de quem iriam cometer um assassinato.

– Como você ouça? Como você ousa nos drogar? – Disse Baltazar

– Senhor e Senhora Viperinilor – Disse Alvo tentando acalma-los.

– Me desculpe Alvo, eu... – Disse Morgan nitidamente nervosa.

– Não se preocupem, venham sentem-se. – Disse ele – Como vocês devem imaginar eu sei o que aconteceu, mas infelizmente vocês não devem saber a história toda. Hermione você faria as honras? – Disse Alvo

– Eu... eu...

– Vamos desembucha menina – Disse Baltazar

– Eu depois de dopar vocês, fui me encontrar com o Lorde das Trevas e tomei a marca dele – Disse ela rapidamente

– VOCÊ O QUE? – Brada Morgan chorando

– Mas eu me arrependi – Disse Hermione rapidamente

– Ah sim, e você vai fazer o que voltar lá e falar: “Olha eu não curti não. Tô caindo fora?” Hermione de Zeus, o que vamos fazer agora? – Diz Baltazar

– É por isso que chamei-os aqui. – Diz Alvo. – Quando ela me contou tomamos algumas providencias.
Hermione agora faz parte da Ordem da Fênix. Ela será protegida pelos nossos, no entanto, por mais que eu gostaria de poder dizer que o pensamento de Baltazar está errado, mas ele não está. Ela não pode voltar atrás agora. Ela terá que participar das reuniões de Tom.

Morgan choravam copiosamente.

– Mas ela não estaria se colocando em um risco maior ainda? – Diz Baltazar abraçando Morgan

– Se vocês estão me perguntando se não há chance de ela morrer em uma dessas visitas, minha resposta é sim. – Morgan chora mais ainda – No entanto, esconde-la seria um erro ainda pior, pois ai sim sentenciaria ela a morte. Tenho fé que Hermione será inteligente o suficiente para aguentar, eu tenho algumas pessoas na mesma posição que ela por anos e estão bem até hoje.
Meus caros ela não estará indo por conta em risco. Iremos preparar ela, dar todo apoio. – olhando para Morgan ele diz– Sei que neste momento a mente de vocês está cheia de medo. Mas quero garantir que assim como eu guardo com devoção Potter, eu farei o mesmo por Hermione. Vocês podem confiar em mim.

Ambos trocaram olhares e acenaram em concordância.

– Obrigada Alvo, por dar mais uma chance a nossa sobrinha. Será que podemos leva-la ainda durante este final de semana? – Disse Baltazar

– Sim, por minha parte eu a liberto. No entanto, conhecendo Tom, ela ainda será chamada até o final da noite de amanhã para estar perante ele, e eu espero que assim que isto ocorrer ela venha imediatamente me ver.

– Sim Senhor –Disse Hermione

Morgana então levantou seu olhar a ela – E quanto a você mocinha, Lyse irá acompanhar a senhorita até seu quarto e iremos conversar assim que chegarmos em casa.

A elfa então apareceu levando Hermione com ela.

– Alvo, tenho um pedido a fazer – Disse Morgan quando estavam a sós

– Diga minha cara – respondeu ele

– Baltazar e eu havíamos conversado sobre a escola, e estávamos decididos a não virmos dar aulas. Baltazar está com um aluno novo e não poderá vir. Todavia com os acontecimentos desta noite, eu quero pedir para que permita com que eu venha dar um pequeno curso de Magia Fundamental Magnum; ele é um curto curso; e nesse meio tempo eu posso ver se coloco algum juízo na mente de Hermione.

– Já está concedido minha querida. Seria um prazer enorme para nós. Só preciso de uns dias para organizar o cronograma – Disse ele

– O tempo que for Alvo. Obrigado – Disse ela se levantando e juntamente com Baltazar ambos forma para sua casa.

Alvo estava finalmente sozinho e pode se colocar a pensar

“Quem diria que ela iria se rebelar a tal ponto? Aliar-se a Tom? Bem, não posso negar que ela tem culhão, e nem que o pensamento dela contra Harry não tenha sua validade. O menino é realmente rebelde por natureza, igual ao seu pai. Thiago era um rebelde sem causa. Mas o rancor dessa menina foi além do que eu imaginava... Ela é muito igual ao de Severo... Por falar em Severo teremos muito a discutir quando ele voltar. Ele terá que se controlar e lidar com esta menina. Se eu puder fazer com que ele treine ela, podemos ter um trunfo imenso na mão. Uma Verum do nosso lado. E o melhor ela sabe sua filiação. Jamais imaginaria que ela iria juntar os pontos tão rapidamente, mas ela é uma sabe-tudo no final... Sim será interessante ver até onde podemos evoluir com ela. E senão... bem pelo menos assim será uma forma melhor de formular uma morte para ela.”

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Casa Viperinilor

Hermione estava na sala os esperando quando eles chegaram.

– E então? – Perguntou ela apreensiva

– Foi tudo perfeito – Responde Morgana

Todos eles riram

– Não imaginava que você fosse tão boa atriz mamãe – Disse Hermione a Morgana

– Você não viu nada, tem que ver sua tia Joana. Ela sim é mestre em atuar... ela fingiu fidedignamente estar sendo queimada viva. Como se uma fogueira pudesse nos matar – Disse ela rindo

– E agora? – Pergunta Hermione

– Bem agora entra a fase dois. Mas primeiro... Chá?

– Com toda certeza. – Disse ela

Após tomarem um chá entre sorrisos e risadas Morgana questiona

– Você está pronta?

– Sim. – responde Hermione se levantando. Então tocou sua marca e desaparatou, diretamente a porta da sala de Voldemort. As portas se abriram e ela entrou

– Boa noite Hermione, ou devo dizer bom dia? – Diz ele sorrindo

– Boa noite. Tenho o lema de que como ainda não dormi, ainda é boa noite. – Responde ela

– Vejo que está viva, então nosso plano correu bem. – Diz ele

– Vou lhe dizer pela primeira vez, mas irá ouvir muitas vezes isto de mim. Eu não sou uma mulher que decepciona. Alvo acreditou piamente, me admitiu imediatamente na Ordem. Como você imaginou pediu absoluto segredo por hora.

– Ele ainda acredita que pode esconder coisas de mim? – Disse ele rindo

– Pois é ...No entanto tive um contratempo, que no final foi bem interessante

– Que contratempo? – Questiona ele

– O diretor achou por bem chamar meus tios e contar o que eu fiz.

– E como eles reagiram? – Questiona ele interessado

– De início como imaginado, ambos ficaram em choque e choraram muito. Contudo, quando chegamos em casa, minha tia estava em fúria. Ela não conseguia entender porque Alvo ao invés de me esconder, resolveu me colocar na linha de frente. Para ela ele foi um cito: “Velho, sujo, manipulador. Que ao invés de lutar, coloca crianças inocentes para fazer o jogo dele.” Minha tia está seriamente repensando sobre ele.
Creio que estamos com a oportunidade perfeita para conquistar meus tios para nosso lado.

– Muito bem feito Hermione. Amanhã antes de sairmos para nossa missão eu gostaria de me encontrar com eles, um jantar aqui na mansão. Acho que está na hora de eles conhecerem a verdadeira face do “lado do mal”

– Missão? Que missão? – Questiona ela

– Ah sim minha querida, eu esqueci de informar. Amanhã iremos fazer uma pequena missão com você e seu grupo de ataque. Acho de bom tom te apresentar formalmente aos seus e deixar com que você aprecie um momento de festejos mais ao nosso modo.

– Ficaria honrada – Disse ela.

– Então é isto minha querida. Converse com seus tios. Amanhã espero vocês todos para jantar. – Ele Tocou o braço e após alguns minutos a porta se abriu

– Chamou meu senhor – Disse Narcisa, levemente pálida

– Narcisa, acompanhe Hermione até a saída

Ambas saíram juntas da sala, conversavam sobre quanto tempo os convidados haviam demorado para irem embora. Entretanto quando estavam próximas a sala Narcisa teve que se apoiar a parede para não cair, assustando Hermione.

– Narcisa! – Disse ela

– Não se preocupe Hermione está tudo bem. Vamos acompanho você até a porta – Disse ela, mas notoriamente se via que ela não estava bem.

Amparada por Hermione elas chegaram a sala, onde Hermione sentou a mulher no sofá.

– Narcisa o que há com você? Quer que eu chame alguém? – Disse Hermione

– Eu estou bem, só preciso de um tempo, não se preocupe – Disse ela

Hermione com um aguamenti ela conjurou um copo de água e entregou para ela.

– Desculpe minha indelicadeza, mas eu já havia reparado em sua fraqueza. O que há de errado? – disse Hermione.

Olhando para os olhos da morena Narcisa avaliou-a. “Se Draco confia nela... quem sabe?”

– Hermione eu tenho a uns meses sofrendo de um súbito mal. Por hora é o que eu posso lhe contar. Talvez, chegará o momento que eu irei lhe contar mais, mas está muito tarde.
– Está certo. Me perdoe. – Disse ela desconcertada.

– Não se preocupe, eu devo lhe agradecer pelo pronto socorro a mim dado. – Disse ela se levantando

– Narcisa – Disse ela tomando a mão da mulher a sua frente – Eu sei que não somos intimas, mas você é uma das poucas pessoas que me demonstrou um apreço imediato. Fora que é mãe do meu amigo querido. Por isso eu lhe digo com toda honestidade: Conte comigo. Eu não sei o que está passando, mas se eu puder ajudar de alguma forma, por favor não deixe de me avisar.

– Obrigado Hermione – Disse ela – Eu...

Antes que Narcisa pudesse dizer algo a mais, alguém chegou.

– Narcisa, aí está você, eu estava a sua procura–Diz Severo. Ele entra na sala mas para quando vê a jovem com Narcisa ele estaca.

– Senhorita Granger. Achei que tivesse ido embora.

– Não eu apenas tinha algo para realizar antes de voltar. Mas já estou indo. – respondeu ela

– Desculpa Severo, o Lorde pediu para que eu acompanhasse Hermione até a saída, mas eu tive uma pequena tontura.

– Estava justamente te procurando para lhe dar sua medicação – entregando a ela ele continua – Creio que seria prudente tomar em seu próprio quarto. Não se preocupe Eu garantirei que a Senhorita Granger chegue em segurança até a porta.

– Sendo assim, boa noite Hermione. – Disse ela a jovem e se foi.

Hermione e Severo ficaram em silencio o caminho até a porta. Cada um queimando por dentro, mas se controlando devido ao local que estavam. Contudo quando ela tocou a maçaneta da porta para ir, ele não aguentou. Virou-a com brutalidade jogando-a contra a porta.

– Escute aqui sua pivete, eu não sei o que raios você fez. Eu não faço a menor ideia de que ideia estupida foi essa, mas você não poder pressupor que Alvo não saberá desse teatro todo que foi realizado aqui. – Disse ele quase como sibilando.

– Me solte imediatamente – Disse ela calmamente

– Você não dá ordens, ao contrário, eu sou seu superior. Eu exijo uma resposta – Ele estava lívido.

Ela o impressiona novamente com a agilidade e força, rapidamente saindo de seu alcance. Ela o empurra para a parede ao lado da porta.

– Severo, Severo. O que eu falei? Você não manda em mim. Tudo está conforme o que eu planejei.

– Escute aqui EU sou seu superior e você vai me respeitar... – ele estava indo novamente para cima dela no entanto....

– SILENCIO! – ela disse, o deixando paralisado, magicamente– Escute-me muito bem Severo Snape EU- NÃO-VOU-ME-SUBMETER-A-VOCÊ! Eu já fui humilhada por muitos, colocada de lado por todos. Sempre fiz o papel de personagem secundário. Agora não! Essa é minha história, minha meta e minha vingança. O seu papel aqui é me ajudar, estar ao meu lado. Você não é superior a mim. Eu não sou dominada por ninguém. Eu confiei em você para ser meu aliado, pois cri em suas palavras naquele dia. Devo eu me arrepender? – Questionou ela
Sentindo uma compulsão magica ele respondeu.

– Não – “Maldita profecia!!” Pensou ele

– Pois muito bem. – Disse ela mais calmamente, o soltando do feitiço. – Agora não é o lugar nem o momento para conversarmos. A menos que você queira que ouvidos errados nos ouçam.

Aproveitando a oportunidade ela o empurra novamente contra a parede, porém dessa vez mais sensualmente e dá uma mordida na ponta da orelha dele e sussurra

– Agora quanto ao superior... hum... ainda é algo a se discutir.

Deixando-o atônito ela abre a porta e sai.

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N/A E CARTA AOS LEITORES URGENTE:

Quero pedir desculpa pela demora. Seguinte galera, estou namorando. (Oi Mozao kkk te amo), sendo assim minha inspiração está fora de sintonia com a fic que é sangue “nos ozio” pq agora eu vejo apenas passarinhos verdes cantando I LoveYou kkk
Masss a fic continua, teremos muito sangue porrada e bomba ainda. Só calma q o negócio sai.

O cap está curto eu assumo, e pode conter erros já que não foi pra betagem.

Mas achei que vocês tinham que ter uma atualização rápida. E por isso tbm não haverá carta aos leitores.
Assim que as betas betarem eu irei repostar esse cap. E se tudo der certo já posto cap novo. Kkk
ESTAMOS DE VOLTA!!!!

Quero agradecer a Leyla, a My, a Thay, a Bru, a Luh, a Ju, a pokemi, ao MOZÃO

E A TODOS OS LEITORES.

Obrigada por que se não fosse o apoio de vocês eu não estaria aqui escrevendo.

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Amores obrigada por existirem e fazerem minha vida mais colorida... ou mais cinza kkk Amo vcs

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