Fate
14 Capítulo 15
Notas iniciais
Espero que gostem e mil perdões!
CAPITULO 15
Rukia estava sentada na cama com os cabelos um pouco bagunçados, uma das mãos segurava o celular, a outra estava na nuca, enrolando os cabelos enquanto mordia o lábio inferior, se sentia um pervertida. Sim, a pior pervertida de todas! Imaginando aquele homem apenas de cueca e tentando definir todos os seus músculos com a força mental que exercia naquele momento, ouviu alguns murmurios mas não ligou, até que eles se tornaram um grito na orelha:
– “Tá com a cabeça aonde? To te chamando ha um tempão!”
– Eu... – Ela relmente queria dar uma resposta ainda mais pervertida do que seus pensamentos, mas não pode. – Estava conversando com meu irmão.
– “Humm... E então não vai me dar sequer uma explicação?”
– Explicar o que? – Rukia se fez de desentendida.
– “Porque me deixou no vácuo no carro?” – Não recebeu resposta – “Ok, vou ai na sua casa receber uma resposta!”
– Não você tá louco? Meu irmão te mata---
– “Não importa, você vai me responder e ainda vai me recompensar, me aquarde Ru-ki-a.” – Ela não teve tempo de impedir, o ruivo já tinha desligado o celular.
A garota entrara em desepero, se seu irmão visse ela com aquele “Moleque arrogante” não saberia se ele sairia dali no Audi ou em uma ambulância, sabia da empatia do seu irmão para com o ruivo, ele apoiava que ela fosse feliz, mas não torcia para que fosse com ele. Correu para o escritório, respirou e se arrumou antes de entrar:
–Nii-Sama?
– Sim, Rukia? – O irmão lhe sorriu levemente, mal sabia que a garota ia aprontar.
– Está tarde, vamos dormir, não quero você cansado, amanhã é domingo, dia de mimar sua irmã mimada. – Byakuya tentou negar dizendo que tinha trabalho mas não pode, a irmã o levou pela mão até o quarto e tirou o computador e o tablet do lugar – Durma.
– Não devia ser eu a fazer isso? – Disse Byakuya após dar um beijo na irmã e se cobrir com o edredom cinza
– Não, você sabe que eu durmo. – Com uma bela cara de pau fechou a porta do quarto e esperou um tempo até que seu irmão não aparentasse estar acordado.
Correu para o quarto e tirou o pijama o substituíndo por um vestido tomara que caia branquinho e curto, mal teve tempo de colocar os chinelos um ronco de motor conhecido parou a frente da casa, correu.
– Meu Deus você não tem juízo?! – Disse para o ruivo que saia do carro.
–Não quando se trata de você. – Ichigo se aproximou o bastante para colocá-la contra o muro, literalmente. – Não vai me dizer nada?
Sem obter uma resposta Ichigo colocou as mãos na cintura da garota e tocou a ponta do nariz no pescoço branco. Sentiu-a se arrepiar com o toque ousado. E murmurou:
– Dessa vez você não escapa, afinal, você não quer escapar mesmo. – Depositou um beijinho na pele macia.
Rukia não queria reagir, não queria empurrá-lo e dizer algo do tipo: “me solta seu idiota!”, ela só queria sentí-lo então murmurou devagarinho, só pra ele: “Porque não para de enrolar?”. Foi a vez de Ichigo se arrepiar, sentiu as mãos pequenas da garota lhe alcançarem os cabelos da nuca e pucharem devagar. Então seus lábios se tocaram de novo, finalmente! Ichigo pressionava os lábios e o resto do corpo no da pequena que recebia com a mesma intensidade, no momento em que o beijo se aprofundou nenhum dos dois pode evitar soltar um longo suspiro, nunca, nem que imaginassem um milhão de vezes aqueles gostos seriam tão perfeitos, mesmo que o ar faltasse eles não parariam, talvez por um ínfimo segundo, apenas para recuperar o ar, mas não parariam, não até estarem totalmente satisfeitos. O que cá entre nós leitor, sabemos que vai demorar um pouco. Muito. Rukia se soltou precisava respirar, sentia que seus joelhos não aguentariam por muito tempo, por Deus! Como aquele ruivo fazia aquilo?! Ele por outro lado tinha um sorriso matreiro e de satisfação.
– Você é incrível. – Disse sorrindo pra ela.
– Pode ir pra sua casa agora?
– E porque diabos eu faria isso? – ele deu um selinho na morena.
– Porque se for embora agora, vai deixar gostinho de ‘quero mais’. Aí vai ter pra amanhã e depois e depois e depois... – Rukia devolveu o selinho que inevitavelmente se tornou um beijo profundo.
– Até amanhã... – Disse Ichigo entrando no carro. Rukia acenou.
A garota sentia as pernas como gelatina, mas isso não a impediu de correr até o quarto e se jogar na cama, com certeza ainda ‘viajaria’ muito naquele laranjado antes de dormir.
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O ruivo tinha os olhos fixos na estrada, mas sua mente ainda estava totalmente inpregnada com aquela baixinha. Estava apaixonado, tinha certeza. Poderia finalmente exorcizar aquele fantasma do passado que tanto o perseguia? Esperava que sim, e esperava que dessa vez tudo fosse bem, agora ele só queria dormir e sonhar com uma certa moreninha.
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– Bom dia! – Disse Byakuya abrindo a grande cortina branca do quarto da irmã.
– Ah... – Rukia começou a grunhir coisas que não dava pra entender, mas dava pra perceber que ela estava xingando bastante.
– Nem venha com palavras chulas, Rukia. É dia de mimar a sua irmã mimada, e cá entre nós mal educada. Pra começar trouxe um pedaço de torta de morango, sei que você adora doses exageradas de açucar quando acorda.
– Um pedaço?! – Perguntou Rukia incrédula se levantando de imediato. – É dia de mimar a sua irmã mimada, não de matar ela de fome! – Byakuya torceu o nariz e Rukia sorriu. – Brincadeirinha.
A garota tomou o pratinho da mão do irmão e ele se deitou ao lado dela. Rukia tinha um sorriso de orelha a orelha enquanto observava o morango enorme colocado sobre a torta.
– Rukia... Da próxima vez me avise que ele vem pra cá. – Rukia teve um mini ataque cardíaco e olhou pro irmão. – Você sabe que eu odeio aquele arrogante, não é? – Rukia assentiu um pouco triste – Mas também sabe que não vou te impedir, não é?
– Vou admitir que não sabia essa última. Mas obrigado. – Rukia abraçou o irmão. – Nunca pensei que você fosse tão compreensível.
– É porque eu adoro ser frio. Que tal comer isso logo para irmos pra sua loja dos sonhos?
– Vai me dar quantos jogos? – Disse Rukia já pensando em quantos jogos conseguiria para o seu PS3.
– Não sei. Se não tiver um cara de cabelo branco como protagonista eu compro.
Os dois riram e Rukia terminou a torta, correu pro banheiro com apenas ‘Jogos!’ na cabeça.
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Ichigo ainda se remexia na cama, não tinha vontade de acordar. Se espreguiçou e bocejou cerca de trinta vezes antes de tirar o cobertor de cima do corpo, que pra deixar as leitoras malucas, só usava uma cueca. Coçou o peito nu e se levantou, andou até a cozinha e pegou um café, graças a Deus a empregada fazia café e saia cedo. Se sentou no sofá e enquanto tomava o café assistia qualquer coisa. Ligou o play e voltou para a cozinha lavou a xícara, em seguida colocou roupas, no caso uma bermuda, arrumou a cama e foi jogar.
– Killzone’s zerados, Gran Turismo já enjoei, Mortal Kombat Komplete Edition, eca. Preciso de jogos novos, e talvez passe na casa de uma baixinha depois. — Murmurou a última parte para si mesmo.
Desceu pelo elevador vestindo uma jeans qualquer e uma camiseta branca. Se jogou no banco do carro e saiu a mil, a loja que frequentava não era grande, mas era ótima. Estacionou em frente a loja e viu um Mercedes conhecido, envelopado e preto. Ignorou e entrou já procurando mil jogos que queria, foi andando descuidado até trombar em algo que grunhiu de raiva.
– Me desculpe. – Ichigo olhou a pessoa – Rukia?!
Notas finais
Kissus
Espero reviews se eu merecer!!
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