Fashion And Diamonds.
12 Capítulo 11 - Back to America...
Notas iniciais
Tem tanta coisa pra falar aqui que até me atrapalho, mas pro favor leiam tudo!
Primeiro, obrigado pelos reviews, fiquei muito feliz como sempre, e amei. Obrigada!
Agora, tenho uma surpresa pra vocês (além da postagem repentina):
Decidi postar uma nova história no nyah, e fiz isso mesmo, alguns daqui até já descobriram (Thatyane Santana e Mililika, suas lindinhas). É bem diferente de F&D, um estilo e temática totalmente novos, mas que eu estou me esforçando para deixar o melhor possível.
Por favor, leiam! Me deixaria muito feliz! Deixem suas opiniões, elas sempre me fortalecem. Está no primeiro capítulo ainda, postei ontem, e espero que possa contar com todos vocês.
Se chama "As Treze Relíquias" e está no meu perfil. Adoraria que lessem.
Enfim, obrigada por tudo, e pelo apoio. Amo vocês.
Boa leitura!
Eu beijava Edmure de forma quente quando percebi que estava sonhando.
Tinha de ser um sonho, porque ele estava vestindo uma camisa da nova coleção de outono da Carmim, e ele nunca usaria nada tão elegante, nem por todas as preces aos deuses da moda. Também, porque estávamos numa passarela iluminada, que por algum motivo eu sabia ser a do desfile da Victoria’s Secret Fashion Show.
“Ah subconsciente, você só pode estar brincando” eu pensei, enquanto sentia todas as sensações do beijo com uma intensidade alucinante. Os lábios dele eram quentes sobre os meus, e suas mãos seguravam minha cintura com firmeza. Por alguma razão, no maldito sonho, eu subi a minha mão pelo tórax dele, sentindo cada músculo com firmeza, e caramba, aquilo era excitante. Minha mão acabou em sua nuca, afagando os cabelos escuros e curtos com delicadeza, enquanto ele descia uma mão, próxima das minhas nádegas.
— Ah, Cotter, você não sabe o quanto eu esperei por isso. — O grandão sussurrou, liberando meus lábios em busca de ar, partindo pro meu pescoço em seguida, me fazendo estremecer e arrepiar, como acontecia sempre que ele mexia naquela região. Apertei seus cabelos na minha mão, e levai a outra para um de seus braços fortes, agarrando o músculo. Eu queria muito aquilo, percebi. Naquele sonho, eu estava louco pelo homem.
— Idiota, é só um sonho... — Eu murmurei com dificuldade, e percebi que estávamos sendo observados por toda uma plateia, enquanto modelos desfilavam a volta de nós, as famosas Angels.
Edmure subiu seu rosto novamente, encostando seus lábios nos meus com uma delicadeza controlada.
— É disso que eu estou falando pequeno, eu esperei que você sonhasse com isso também. — Ele deu aquele maldito sorriso dele, e eu estremeci em seus braços quando ele me beijou novamente, dessa vez com um pouco mais de selvageria. Envolvi seu pescoço com os braços e ele apertou minha bunda com força, me fazendo soltar um pequeno gemido cheio de excitação.
Foi nessa hora que eu acordei, com um leve susto.
Estava nos braços de Edmure, preso num abraço confortável e muito agradável. Minha cabeça estava apoiada num dos braços fortes, e o outro repousava em minha cintura de forma natural. O encarei assustado, pensando naquele maldito sonho, e meu rosto ferveu como de costume. Droga, o que estava acontecendo comigo? Encarei o maior, mas ele continuava dormindo calmamente, seus cabelos levemente bagunçados, e a expressão tão tranquila que nem parecia ele. Percebi que eu estava sorrindo, e me repreendi por aquilo.
E também percebi que minhas mãos estavam presas em seu peitoral. Ah, caramba, ele tinha dormido usando uma das poucas camisas decentes dele, que droga ele tinha na cabeça?
Fechei meus olhos, esperando dormir novamente, e me vi pensando naquele sonho novamente. Aquilo tinha sido uma babaquice inventada pela minha mente, porque eu dormi pensando naquele dia em que nos beijamos. E ah, droga, porque eu tinha pensado logo naquilo? Fora um beijo tão... Tão... Diferente. Tenho de admitir que fora bom, Edmure beijava bem, era de se esperar de um pegador como ele. Pensando bem, eu nunca tinha parado para pensar bem naquele dia, mesmo nos dias estranhos que se seguiram à ele, eu apenas pensara no que Edmure pensava, e não no que eu pensava exatamente.
E bem, eu percebi que eu não queria me envolver com ele, mas não achei motivos do porque na minha mente por um longo instante. Sem perceber, eu voltei a encará-lo dormindo, e meu peito estava quente novamente, aquela sensação boa e letárgica, que me deixava levemente sem ação, e meio fora de mim.
Nem percebi, mas eu me aproximei mais dele, sentindo sua respiração suave que saia por seus lábios entreabertos. Era quente e bem gostosa de sentir sobre meus lábios. De repente, me tornei ciente de seus músculos rígidos sobre minhas mãos, e num movimento quase instintivo, me aproximei mais e colei nossos lábios, sem me atrever à mais.
“Mas que merda que eu tô fazendo...” pensei, mas não encontrei em mim vontade para me afastar naquele momento.
Até que eu percebi algo que estava comigo desde a hora que eu acordara, animado entre as minhas pernas, pulsando e latejando levemente.
Ah, puta merda, eu estava excitado.
Num movimento repentino, eu me afastei, e pulei da cama, correndo pro banheiro velozmente, apenas ouvindo os resmungos de Edmure que certamente estava acordando.
Eu estava perdendo o controle das minhas ações. Ah, mas que grande merda.
Me encostei contra a porta e olhei para baixo, para a minha... animação. Droga, era ridiculamente visível através do shorts de dormir que eu usava. Me repreendi mentalmente, mas não funcionou, ela continuou ali, latejando. Senti meu rosto enrubescer. Na mesma hora, ouvi alguém tentar abrir a porta.
Ah, cacete.
— Cotter, você tá aí? — A voz grave dele me atingiu de surpresa, e meu rosto entrou em chamas.
— Tô sim, já vou sair. — Respondi alto demais, meu tom mais histérico do que eu pretendia.
— Tá tudo bem? — Ele perguntou, enquanto eu analisava minha ereção.
— Tá, tá tudo bem, pode voltar a dormir. Vou só tomar um banho e já saio. — Respondi meio desesperado.
— Tudo bem... — Ele respondeu num tom meio desconfiado, e eu ouvi ele se afastar.
O que não se afastava era aquela maldita ereção.
Eu ia precisar de um banho gelado.
—
Me deitei novamente, suspirando. Estava com medo de Cotter ter passado mal ou algo assim, porque acordei com ele se levantando repentinamente da cama. Mas agora eu ouviu o chuveiro da saíte funcionar, então ele devia estar bem. Era doido aquele maldito.
Quando percebi na noite anterior que Cotter cochilava, liguei em casa pra avisar que ia dormir ali. Era segunda e eu perdi a aula, mas não tinha muito problema, eu não queria deixar ele sozinho ali, doente e isolado como se estivesse com uma doença desconhecida, e não uma simples catapora.
O cheiro dele infestava o quarto, e eu respirei fundo, apreciando. Era um perfume muito agradável, e meu peito esquentou quando pensei nele. Cotter dormira tão quietinho em meus braços, que foi como dormir com um travesseiro, mas eu tinha de admitir, até mais agradável.
Quando pensei nisso, me lembrei de um fato: eu nunca conseguia dormir confortável com uma menina, pelo menos não abraçado, de “conchinha” e etc. Nunca mesmo. Era desconfortável, sempre me deixava dolorido, e no fim eu acabava sem conseguir dormir direito. Por mais que tentasse, não era uma boa experiência.
Mas com Cotter fora diferente. Fora... bom. Gostoso.
Sultei um suspiro exasperado e me virei na cama, encarando o teto de forma vazia. Eu tinha prometido não pensar mais naquilo, mas mesmo assim me incomodava muito. Por alguma razão, manter contato com Cotter estava sendo uma tentação pra mim.
— Dio Santo... — Resmunguei como meu avô e meu pai costumavam quando estavam preocupados com algo.
Pouco tempo se passou até eu ouvir o chuveiro ser desligado. Me sentei na cama, coçando os olhos, e esperei a mocinha sair.
Quando a porta se abriu, eu me voltei para ela, dando de cara com uma visão inesperada. Cotter estava enrolado numa toalha branca enorme, com o peito todo exposto. Percebi que nunca tinha reparado em seu corpo muito bem, ele não era bem musculoso, mas também não era magrelo. Ele tinha um corpo liso e levemente feminino, mas de alguma forma, bonito. A pele tinha as típicas marcas vermelhas da catapora, mas não estragavam a visão. Ele me encarou com os olhos cinzentos, vermelho como uma pimenta, e parecendo mais sem jeito do que um peixe fora da água.
— Bom dia. — Ele murmurou para mim, sem me encarar nos olhos. Sem perceber, eu abri um sorriso para ele.
— E aí, princesa. — Disse num tom debochado, piscando. Ele me encarou de cara fechada, parecendo mais com ele mesmo, mas ainda vermelho como nunca.
— Cala a boca. — Respondeu grosseiro, e atravessou o quarto rapidamente, indo pro seu armário. Aliás, que tipo de maníaco tinha um closet e um armário? Não era possível que tivesse tantas roupas assim.
Fiquei observando com um sorriso bobo enquanto ele procurava apressadamente alguma roupa. Me levantei lentamente, e pensei numa coisa.
Ah droga, eu ia fazer aquilo. Foda-se.
Caminhei até ele de forma silenciosa, sem segurar um sorriso nos meus lábios. Enquanto ele analisava uma cueca pera boxer, eu parei exatamente atrás dele.
— Não me lembrava dessa... Deve ser nova...— Ele resmungava consigo mesmo, e eu abri mais meu sorriso. Não devia estar tão animado com isso, mas queria ver.
Me inclinei rapidamente e envolvi sua cintura em meus braços. Ele era tão pequeno que era fácil fazer aquilo. Ri quando ele soltou uma exclamação surpresa, e enfiei meu rosto em sua nuca, que eu sabia que era um lugar bem sensível.
— Edmure! — Ele exclamou quando eu ri em sua nuca, estremecendo. Colocou suas mãos osbre meus braços e fez força para se soltar, meu eu era mais forte. Podia apanhar dele por falta de técnica, mas não por falta de força. — Edmure, me solta! — Ele insistiu, e eu sorri.
— Você é uma mocinha muito esquecida... esquecer a roupa no banheiro? — Murmurei em seus cabelos e senti ele estremecer.
— Edmure! — Ele exclamou irritado, se debatendo fracamente.
Sem pensar muito, subi minha mão por seu peito numa carícia e beijei seu pescoço. Não foi um beijo muito sério, só um selinho no pescoço. Ele soltou uma exclamação, se encolhendo.
— Pára com isso Prey, por favor. — Seu tom era sério, e eu percebi que ele ia me matar quando eu o soltasse, mas não me intimidei. Dei uma risada e beijei novamente seu pescoço, dessa vez um beijo de verdade, passando a língua na pele branca e sentindo aquele cheiro bom dele.
Cotter se encolheu arrepiado com o movimento, e apertou mais as mãos nos meus braços, e droga, aquilo me excitou. Intensifiquei o beijo, ignorando alguém que se erguia na minha calça, e Cotter soltou um gemido contido.
— Já pedi pra não fazer isso... — Ele resmungou fracamente, e eu me separei de seu pescoço. — Edmure... Por favor...
Ouvir ele gemer meu nome daquele jeito me deu ainda mais vontade de provocar aquela miniatura de pessoa. Dei uma mordida leve no seu lóbulo. Ah, que saudade da minha barba, ia deixar ele louco.
— Pára com isso Edmure! — Ele gritou alto, escapando da minha mordida. — É sacanagem, eu tô doente!
Acabei por soltá-lo naquele momento. Não pelo comentário, mas por perceber o que estava fazendo, e o que aquele ato estava fazendo comigo. Eu não podia deixar ele ver que eu estava meio duro.
Cotter se virou na minha direção no momento que eu o soltei. Pude ver seu rosto extremamente vermelho, os olhos cinzentos de puro ódio. Ofegava levemente, e eu tive de me conter para não avançar nele novamente. Ele gemia de um jeito tão...
Porra, eu tô virando gay mesmo, vai se fuder.
— Você... — Ele disse, respirando fundo. — É um filho de uma puta.
Não consegui evitar de dar uma risada. Ver ele daquele jeito era divertido.
Mal pude ver o momento que ele avançou contra mim, as mãos altas de uma forma descontrolada. Percebi que ele não estava na postura de luta, pelo jeito, no meio de todo seu ódio, esquecera das técnicas de luta que o faziam um lutador exímio.
— Eu vou te matar! — Ele gritou, e eu só tive tempo de reagir segurando suas mãos no ar. Percebi o quanto era fácil controlar ele quando ele não estava usando suas habilidades marciais.
Eu o parei, segurando seus braços esticados. Num movimento quase automático, o aproximei de mim, praticamente colando nossos corpos. Ele me encarou com olhos assustados, e eu percebi que meu sorriso desaparecera. Droga, eu estava mesmo fazendo aquilo?
Inclinando a cabeça para encará-lo nos olhos, eu vi que ele parecia muito surpreso. Ofegava com os lábios entreabertos, e ainda estava vermelho.
— Você é mais fraco que eu. — Comentei num tom baixo, o mesmo tom que usava quando dava em cima de mulheres. Mas não pude evitar sussurra, com ele tão próximo. — Como consegue me vencer sempre?
Ele respirou de forma alterada, sem descolar seus olhos dos meus. Eram olhos muito bonitos, cinzentos e profundos, cheios de um brilho todo especial.
— Controle. — Ele respondeu num sussurro. Seu hálito bateu no meu rosto. — Eu sou seu maior ponto fraco.
Meu peito esquentou quando ele disse isso, mas ele continuou, me encarando de uma forma que eu não soube interpretar.
— O Tai Chi prega vencer com táticas contrárias. Força com fraqueza. Velocidade com lentidão. Grande com fraco. Raiva com compaixão. — Ele se interrompeu, me encarando. — Somos exatamente opostos Edmure. É por isso que você é fraco contra mim.
Ouví-lo dizer meu nome naquele tom me fez sentir quente. Continuamos a nos encarar, naquele silêncio tenso.
— E eu sou fraco contra você também. — Ele sussurrou por fim, ainda me encarando. — Só que você não percebeu ainda. — Soltando suas mãos das minhas, ele não se afastou. Lentamente, deixei meus braços penderem ao lado do corpo. Meu lado racional queria sair dali, eu sabia o que estava acontecendo, e não podia fazer aquilo. Porém, era como se alguma força me prendesse no lugar. Não conseguia raciocinar direito.
Sem nenhuma palavra, Cotter colocou suas mãos em meu peito e subiu lentamente, até envolver meu pescoço. Me puxou para baixo e se esticou nas pontas dos pés descalços, aproximando nossos rostos lentamente. Não reagi, e ele parou nossos rostos na distância de um sopro. Sua respiração quente e alterada batia no meu rosto, e seus olhos me encaravam, profundos.
— E ódio? — Eu perguntei por fim, num sussurro baixo, me referindo ainda ao Tai Chi.
— O ódio com amor. — Ele me respondeu por fim, e num movimento repentino, mas delicado, colou nossos lábios.
Foi como se uma corrente elétrica cortasse meu corpo. Fechei minhas mãos em sai cintura pequena, colando seu peito nu no meu corpo. Cotter abriu os lábios e eu invadi sua boca quente sem pensar, beijando-o de forma lenta e profunda. Meu peito parecia em chamas, e todo meu corpo parecia quente. Ele apertou meus cabelos entre seus dedos, e aprofundou mais o beijo.
Droga, mil vezes droga. Dessa vez, não tinha nenhum álcool para levar a culpa.
Num movimento automático, subi minha mão para sua nuca, e envolvi meus dedos em seus cabelos negros e úmidos pelo banho recente. Ele separou nossos lábios por um segundo, soltando um suspiro, e quando encontrou os meus novamente, o beijo estava mais intenso, mais quente e mais excitante.
Meu corpo fervia, e minha ereção começou a despontar quando ele desceu uma mão para as minhas costas, apertando com força, me causando um pequeno arrepio prazeroso. Involuntariamente, desci minhas mãos por suas costas, visando suas nádegas, mas ele a subiu antes que eu as alcançasse.
— Devagar, idiota. — Ele suspirou, separando nossos lábios por um instante, e voltando a colá-los com o desejo dobrado. Sua língua se esfregava na minha de maneira prazerosa, e eu sentia seu gosto de pasta de dente. Só então lembrei que não tinha escovado os dentes ainda, mas ele não parecia se importar. Apertei sua cintura e o puxei em direção a cama, mas ele me parou antes que chegássemos lá, e só então eu percebi o que estava fazendo. — Edmure, calma. — Ele disse, colocando uma mão no meu peito, e nos separando. Parei de investir contra ele, mas mantive nossos corpos próximos, um braço em sua cintura, e deixei o outro pender ao lado de nossos corpos.
Esperei ele interromper novamente o beijo, como fizera da primeira vez, e fugir assustado. Mas, para minha surpresa, ele me encarou de forma séria.
— Eu preciso vestir uma roupa. — Ele disse em tom firme. O encarei de forma curiosa, e ele soltou um suspiro. Só pude sonhar com o que se passava na cabeça dele. Cotter se afastou delicadamente de mim, e eu o encarei. Droga, mil vezes droga.
Ao contrário do que eu esperava, ele deu um pequeno sorriso sem jeito para mim, as faces ruborizadas, e a respiração ofegante. Percebi que eu também ofegava.
— Precisamos conversar. — Ele disse por fim, partindo para pegar sua cueca, que acabara no chão. O observei atônito enquanto ele fazia isso, sem encontrar minha voz. Ele a pegou e seguiu em direção ao banheiro, mas antes que abrisse a porta, consegui encontrar minha fala.
— Cotter... — Eu o chamei de forma fraca, e ele me encarou novamente, agora sério. Tentei encontrar palavras, mas nem mesmo eu entendia o que estava passando na minha mente. Percebendo minha confusão, ele deu um sorriso de lado leve, e eu senti meu peito esquentar novamente. Ele se aproximou de mim.
— Eu também tô confuso. — Ele confessou em minha frente, e eu continuei olhando para ele com cara de idiota. — Só... pensa bem ok? — Ele disse e eu assenti. Ele sorriu em resposta, sem jeito, e se virou para retornar ao banheiro. Antes que ele desse um passo, eu agarrei sua mão, fazendo-o se voltar para mim e me encarar com um olhar de curiosidade.
— Você também. — Disse simplesmente, sem encontrar palavras melhores, e soltei sua mão. Ele deu um sorriso de compreensão pra mim e de forma tímida e rápida, se aproximou de mim e deu um beijo no meu rosto.
— Vou pensar. — Disse por fim, e foi pro banheiro, parou ao abrir a porta e se voltou para mim. — E Edmure. — Chamou, eu o encarei. — Eu não te amo, idiota. — Sorriu pra mim, e entrou no banheiro.
Sem perceber, um sorriso brotou nos meus lábios.
Ah caramba. Eu estou me apaixonando pelo Cotter.
Notas finais
Deixem reviews, e leiam "As Treze Relíquias"! Vai me deixar muito animada, espero ver reviews de vocês dizendo se gostaram ou não.
Prometo que nenhuma fic vai intervir no andamento da outra.
Obrigada por tudo!
Beijão!
(Próximo cap, no fds!)
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