Farplane

7 Capitulo VI – Teste


Ano de 1500, na grande cidade da Daath, as pessoas a sair da grande Catedral. Milhares de pessoas não paravam de entrar e sair do local, os que saiam era porque tinham acabado seu teste escrito e os que entravam estavam indo o fazer. O sol já ia se pondo quanto todas os participantes do teste para servirem a Catedral, principalmente como guardião da grande sacerdotisa, a qual seu rosto ainda não fora mostrado para ninguém fora da catedral.

– Boa noite a todos – Dizia o Bispo, este tinha cabelos curto de cor negra, porém, já com alguns traços brancos no mesmo, ele usava uma batina branca com detalhes vermelhos com o símbolo de Daath – Amanha, vocês terão que encontrar um artefato como parte do teste, então durmam bem e boa sorte.

Era noite em Daath e três carroças passavam pelas ruas da cidade, o conteúdo se mantinha oculto por uma grande lona, conforme as carroças iam em direção a catedral alguns vultos passavam rapidamente entre elas fazendo as balançarem levemente. O sol nasce por detrás da catedral e já podia ser visto a multidão de pessoas esperando que o bispo se pronunciasse.

– Bom dia a todos, espero que tenham tido uma boa noite de sono. Bom, vamos ao que interessa. O teste de hoje é mais uma caçada ao tesouro – O bispo levantara para o publico uma estatua de sessenta centímetros com o formato de um Nu Mou dourado – Nós espalhamos pela cidade um numero determinado dessas estatuas, aqueles que acharem a tragam para a catedral, vocês tem 24 horas, boa sorte.

No momento em que o bispo terminara de falar todos começaram a correr em direções diferentes, apenas alguns permaneceram imóveis, inclusive duas pessoas que estavam conversando, eles usavam longas capas negras com capuz que cobriam seus rostos, um tinha um escudo azul nas costas e uma espada por detrás do escudo e o outro tinha uma grande espada de um metro e noventa de comprimento com vinte e cinco cm de largura de lamina.

– Ei, vocês ai, não vão procurar a estatua? – Perguntava uma pessoa, ele tinha dois metros de altura e era bem musculoso, ele usava uma calça negra e se via cercado por um grupo de dez pessoas, todos carregando uma estatua, incluindo a pessoa que falara.

– Para que? Simplesmente podemos pegar a de vocês – Dizia a pessoa com a espada nas costas.

– Há, acha mesmo que pode pegar nossas estatuas? – Perguntava o musculoso.

– Não acho, tenho certeza que posso – Respondia o rapaz com o escudo em suas costas.

Ao ouvirem as palavras vindas do rapaz com o escudo os outros se unem ao seu amigo se armando para brigar com os dois rapazes. Logo eles se posicionavam para brigar quando uma foice aparecera e cravara no chão em frente aos guerreiros.

– Da onde isso veio? – Perguntava o musculoso.

– Daqui – Era uma voz feminina, ela vinha de cima de um muro de uma casa próxima, a moça esta vestindo uma saia azul enquanto usava uma camisa branca, seu rosto era oculto pelo capuz de seu casaco azul.

– Sabe, você não deveria tirar os olhos de seu adversário – Falava o rapaz da espada correndo em direção ao musculoso lhe desferindo um soco na cara o que o faz recuar um pouco.

Antes que o musculoso pudesse fazer qualquer coisa, uma lança cairá em frente a ele obrigando os dois a pularem para trás para não serem atingidos. Ao lado da moça que havia tacado a foice se encontrava um rapaz ao seu lado, este estava usando uma capa negra com capuz o que impossibilitava a visão de seu rosto.

– Mas que diabos é isso – Dizia o musculoso enquanto olhava para o muro.

Antes que alguém pudesse fazer alguma coisa todos olhavam para um dos companheiros do músculo ele acabara de cair desacordado no chão, havia um rapaz usando uma capa vermelha com capuz, ele tinha um nunchaku em cada mão e um pouco ao lado deste havia um outro com uma capa azul com capuz nocauteando outro ajudante com a bainha de sua espada.

– Parece que temos companhia – Dizia o rapaz do escudo.

– Não tem problema nenhum para mim, eu vou acabar com um problema de músculos primeiro – Falava o ser da espada bastarda.

Ao terminar a frase o rapaz começara a desferir uma série de golpes no rosto e no abdômen do musculoso, em pouco tempo o musculoso desmaiara com o golpe, enquanto isso os outros tratavam de desacordar o resto do grupo. Cada um pegara uma estatua. Os dois que lançaram as armas pegaram suas armas de volta, eles iam andando calmamente até a catedral.

Os testes continuaram por mais três dias, até que os seis guardiões fossem escolhidos e os mil soldados da catedral. A parte da manha fora usado para condecorar os mil soldados, deixando assim a parte da tarde para os seis guardiões. Toda a cidade de Daath se encontrava em frente a catedral esperando ver aqueles que iriam proteger a luz da prosperidade.

Seis pessoas começavam a subir no palco posto em frente a catedral, o grupo que a alguns dias haviam derrotado o musculoso, agora sub-líder dos soldados de Daath, estavam ali, logo o bispo se colocara na frente dos seis e começara a pronunciar.

– Boa tarde, agora vou dizer os nomes dos guardiões, vocês darão um passo a frente para que eu coloque esses colares em vocês. – Dizia o bispo enquanto mostrava um colar de prata com uma bola dourada com o símbolo de Daath cravada nela.

– Rass – O rapaz com a espada bastarda dera um passo a frente, este puxara o capuz para trás, o rapaz tinha olhos vermelhos, cabelo um pouco compridos negros como a escuridão o rapaz tinha um metro e oitenta e cinco de altura e dezoito anos, logo o bispo colocara o colar em volta do pescoço dele.

– Laharl – O rapaz que batera com a bainha em um dos membros do grupo do musculoso dera um passo a frente, este puxara o capuz para trás, o rapaz tinha olhos vermelhos, cabelos compridos prateados seus cabelo eram tão claros que pareciam até a neve, o rapaz tinha um metro e setenta e cinco de altura e dezoito anos, logo o bispo colocara o colar em volta do pescoço dele.

– Matt – O rapaz que tacara a lança entre o musculoso e o Rass dera um passo a frente, este puxara o capuz para trás, o rapaz tinha olhos e cabelo comprido de cor azul claro o rapaz tinha um metro e setenta e cinco de altura e dezoito anos, logo o bispo colocara o colar em volta do pescoço dele.

– Shiori – A moça que tacara a foice em frente de Rass e do musculoso dera um passo a frente, esta puxara o capuz para trás, a moça tinha olhos azuis, cabelo comprido de cor azul marinho a moça tinha um metro e setenta de altura e dezoito anos, logo o bispo colocara o colar em volta do pescoço dela.

– Uriel – O rapaz com o escudo e a espada nas costas dera um passo a frente, este puxara o capuz para trás, o rapaz tinha olhos azuis, cabelo bem curto de cor loira o rapaz tinha um metro e oitenta de altura e vinte e um anos, logo o bispo colocara o colar em volta do pescoço dele.

– Yuki – O rapaz com os nunchakus dera um passo a frente, este puxara o capuz para trás, o rapaz tinha olhos azuis, cabelo um pouco compridos de cor mel o rapaz tinha um metro e setenta e dois de altura e dezoito anos, logo o bispo colocara o colar em volta do pescoço dele.

Após a cerimônia todos os seis, junto ao bispo, iam em direção a sala de reza onde iriam encontrar finalmente a sacerdotisa, ao chegarem ao local podia ser visto duas pessoas, uma a frente vestindo uma batina inteiramente branca com detalhes douradas e um véu no rosto escondendo sua face, a outra vestia uma calça e uma blusa branca e também usava um véu ocultando o seu rosto.

– Ai está, eu apresento a vocês a Sacerdotisa – O bispo apontava para mulher vestindo a batina.