Far too young to die.

2 Padfoot. - O Príncipe.


Notas iniciais
Eu estava sem computador e, portanto, demorei, mas como eu adorei o capítulo passado e tive QUATRO comentários, não pude deixar de regressar das cinzas com cem palavras dissertando sobre Sirius Órion Black. Lembrando que comentários são a força que me move para continuar escrevendo isso - e meu amor pela escrita, também.

Sirius era a realeza humilhada e jogada ao relento, mesmo que fosse possível pensar nele como um galante cavaleiro de sorriso fácil e charme inegável. A coroa caía de sua cabeça e aturdia seus pensamentos; vagar com os plebeus era muito mais interessante do que tudo mais. Era sufocante andar por aí com a peça de metal chamada sobrenome o seguindo, mas era gratificante a atenção que recebia ainda que não passasse da sombra bastarda da real grandeza que se misturava com a imundice, imundice que adotara para si próprio em rebeldia.

Eu nunca vou ser o filho mais amado.

Notas finais
Podem pedir o próximo Maroto nos comentários, mesmo que eu tenha certeza que vai ser nosso querido e amado Remus John Lupin e não o rato nojento do Peter. Sim, eu odeio aquela praga traidora com toda a minha alma Comentem críticas, sugestões, correções e tudo mais. Só comentem!