Fantasia

19 Capítulo 13 - Ressaca


Notas iniciais
Tadaimaaaa! Como vocês estão, meus fofuxos? Queria que vocês soubessem que vocês têm me feito muito feliz com todos os comentários! Por causa de vocês, encontro ânimo para continuar escrevendo. Se não fossem as palavras de incentivo, eu jamais teria terminado a fic. Obrigada!!!
Bom, o capítulo ficou pronto em cima da hora, mas deu certo! Hehehe Só não consegui editar o ajuste dos parágrafos (centralizar, colocar à direita, etc...). Mas dá pra conviver com isso... rsrsrs Espero realmente que gostem. =) Um graaaaaande beijo e até sábado que vem!
E não se esqueçam: O mangá/anime Naruto e seus personagens não me pertencem! Peguei emprestado de Kishimoto Masashi-sensei. *reverência* Mas a Keiko e a Aki são minhas e ninguém tasca! U.u

Capítulo 13 – Ressaca

Não me olhe assim! Você é o motivo da minha ressaca.

(Matheus Chaves)

Os raios de sol atingiram seus olhos como navalhas afiadas, e ela voltou a fechá-los. Sua cabeça latejava na área das têmporas, seguindo o ritmo do seu coração ainda sonolento. Pegou o travesseiro, protegeu o rosto da luz, e arriscou uma olhadela para o relógio de cabeceira. Já passava das nove da manhã. O costume fez com que ela pulasse da cama, assustada, acreditando estar atrasada para o trabalho. Já estava recuperando seus tênis de debaixo da cama, quando lembrou-se que Aki havia lhe prometido conseguir uns dias de folga.

Atirou-se de volta na cama, resmungando aborrecida, e aninhou-se mais uma vez embaixo do lençol. Fechou os olhos e sua mente foi inundada pelas lembranças da noite anterior. Seu rosto ficou corado. Com que cara iria olhar para Kakashi depois de toda aquela cena?

Deixou escapar um grunhido e apertou o travesseiro de encontro ao rosto, como se aquilo fosse eliminar a vergonha que estava sentindo. Não podia acreditar que tinha se oferecido para ele daquela forma. E, para piorar, ele tinha se comportado como um bom cavalheiro, deixando a culpa toda só para ela.

Esticou o braço e tateou em busca do celular na mesinha de cabeceira. Conselhos. Ela precisava de conselhos, e só havia uma pessoa a quem poderia recorrer.

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De: Watanabe Keiko

Para: Hiroki Aki

Eu fiquei bêbada com o sakê de ontem e quase agarrei o Kakashi. Estou morrendo de vergonha de olhar para ele, o que faço agora?

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A resposta de Aki chegou 2 minutos depois.

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De: Hiroki Aki

Para: Watanabe Keiko

BEBA MAIS SAKÊ. AGORA!!! \\o/

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Keiko revirou os olhos. Não era esse tipo de conselho que ela estava esperando.

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De: Watanabe Keiko

Para: Hiroki Aki

Estou falando sério! O que eu faço?

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De: Hiroki Aki

Para: Watanabe Keiko

Eu também estou falando sério, mas já que você não quer me ouvir, pelo menos lava essa cara de sono e vai conversar com ele. Não tem outra solução.

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De: Watanabe Keiko

Para: Hiroki Aki

Ok... Vou ver o que posso fazer. =( Eu não pretendo ir ao trabalho hoje.

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De: Hiroki Aki

Para: Watanabe Keiko

É óbvio que não pretende. Já disse para você ficar relaxada. Vou falar com meus contatos e logo te mando uma resposta. Agora eu tenho que trabalhar, e você tem que agarrar o Kakashi. Beijos!

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Um minuto depois, o celular de Keiko vibrou novamente.

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De: Hiroki Aki

Para: Watanabe Keiko

Corrigindo a mensagem anterior: você tem que CONVERSAR com o Kakashi e depois AGARRAR o Kakashi. Beijos!

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Keiko suspirou. Não havia para onde correr. Reuniu forças e levantou-se da cama. Foi até o guarda-roupa e olhou para as pilhas de tecidos amontoados nas prateleiras.

Já que precisava de coragem, achou melhor vestir sua “roupa de guerra”, aquela que usava sempre que precisava se sentir poderosa. A roupa que lhe deixava confortável e segura. Vasculhou suas roupas até localizar um short jeans surrado e desfiado — que já havia sido uma calça um dia – e sua velha camiseta do Kiss. Jogou o cabelo para trás e o prendeu num rabo-de-cavalo. Fechou os olhos, puxou o ar com força umas três vezes, reunindo toda coragem que tinha, e saiu do quarto.

O apartamento estava silencioso. Shippo dormia tranquilamente no sofá e a porta do quarto de Kakashi estava entreaberta. Keiko esticou o pescoço e deu uma espiadinha, mas o ninja não estava lá.

Ela entrou no banheiro, lavou o rosto e escovou os dentes. Foi até a cozinha, mas o aposento também estava vazio. Porém, como da outra vez, a porta para a área de serviço estava aberta e, instintivamente, ela soube que Kakashi estava lá. Abriu a porta com cuidado, olhou para o pequeno espaço anexo à cozinha e não deu outra. Kakashi estava sentado num banco, segurando um pacote de arroz de 5 quilos – com uma mão só – exercitando os bíceps.

- Ohayoo, Aka. – Ele disse com seu bom humor habitual. Mas havia alguma coisa diferente em seu olhar, que Keiko não conseguiu decifrar. Seria divertimento?

- Ohayoo. – Ela respondeu, envergonhada. – Eu queria pedir desculpas por ontem. – Disse, olhando para os próprios pés.

- Você não precisa se desculpar por nada. – Ele disse com um tom profundo, e Keiko sentiu os pelos de sua nuca se arrepiarem.

Kakashi parou os exercícios e colocou o saco de arroz no chão, dizendo:

- Eu é que devo pedir desculpas por fuçar os seus armários. – Ele apontou para o saco de arroz. — Não encontrei nenhum equipamento para fazer exercícios no seu apartamento, então tive que improvisar.

Keiko olhou de relance para o pacote de arroz.

- 5 quilos? – Perguntou perplexa, se dando conta, pela primeira vez, do peso que ele estivera levantando.

- É pouco, eu sei. – Ele disse com seu sorriso maroto, passando uma mão pelos cabelos. – Mas não achei nada melhor.

Keiko ficou encarando-o com a boca entreaberta, querendo replicar que ela nem de longe considerava pouco, mas resolveu ficar quieta, e o silêncio, aos poucos, tornou-se denso, carregado de sentimentos reprimidos.

Kakashi levantou-se do banco em que estivera sentado e encurtou a distância entre ele e Keiko.

- Eu acho que nossa conversa de ontem ficou inacabada. – Ele disse.

Keiko sentiu um tremor repentino nas pernas. Kakashi estava irresistível em sua camiseta regata colada no tórax, com alguns fios de cabelos desalinhados caindo sobre o rosto, e pequenas gotículas de suor se formando na testa, o que fez com que Keiko começasse a considerar o conselho de Aki sobre beber mais sakê.

- Ah... Eu não me lembro de muita coisa da nossa conversa antes de eu ir para o quarto. – Ela conseguiu dizer, se desculpando com os olhos.

Kakashi deu um sorriso torto.

- E se lembra do que aconteceu depois que foi para lá?

O rosto de Keiko pegou fogo.

- Eu já devia imaginar que você ia pegar no meu pé. – Ela murmurou.

O sorriso de Kakashi se alargou por debaixo da máscara.

- Estava sentindo falta do seu senso de humor.

Keiko percebeu que o clima tenso que estivera se formando entre eles desde o dia anterior havia se dissipado. Ela deixou-se sorrir, ainda que de maneira tímida, e depois apontou um dedo acusador em direção ao shinobi.

- Não vá achando que pode fazer piadinhas só porque estou de bom humor.

Ele ergueu os dois braços, em sinal de defesa.

- Nem passou pela minha cabeça.

Keiko sorriu, mas logo em seguida fez uma careta.

- Falando em cabeça, a minha está me matando. – Ela disse, sentindo a ressaca falar mais alto em suas têmporas, que latejavam. Então ela apontou para a cozinha e completou: – Preciso de um café bem forte.

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Estavam sentados no sofá da sala, Keiko segurando uma caneca de café, e Kakashi acariciando distraidamente os pelos de Shippo, que ronronava, sonolento, em seu colo.

- Você disse que não se lembra da nossa conversa de ontem à noite – Kakashi começou, — então acho que devo dizer, novamente, que pretendo começar a investigar um modo de voltar para o meu mundo.

A possibilidade de Kakashi descobrir alguma coisa sobre a Sacerdotisa fez o coração de Keiko falhar uma batida.

- Como... Como você pretende fazer essa investigação? – Ela gaguejou.

- Estive observando os livros de Naruto que você possui e encontrei o nome do autor nas capas. Acredito que ele possa me dizer algo a respeito. Então o primeiro passo vai ser procura-lo para fazer algumas perguntas.

Keiko quase cuspiu o café que estava bebendo, de volta para a caneca. Seus olhos voaram para o rosto de Kakashi, tentando encontrar algum sinal de humor, mas ele não estava brincando. Ela não podia deixar que Kakashi fosse atrás do criador de Naruto! Mas, pensando por outro lado, essa linha de raciocínio o desviava da verdadeira pessoa responsável por tudo. De repente, sua dor de cabeça ficou duas vezes mais forte.

- Você tem certeza de que quer fazer isso? – Ela perguntou, incerta das próprias opiniões.

- Tenho. – Ele foi lacônico.

Keiko massageou as têmporas, tentando aliviar as pontadas que lhe incomodavam.

- Você não me parece muito bem. – Kakashi constatou.

- Eu não costumo beber muito. – Ela se justificou. – Então quando eu exagero um pouquinho, acabo com uma dor de cabeça.

Kakashi botou Shippo no chão. Depois pegou uma almofada, e colocou em seu colo.

- Deite-se. – Ele disse.

Keiko ficou encarando-o sem ação. Ele estava fazendo o que ela achava que ele estava fazendo?

Kakashi revirou os olhos.

- Vamos, deite-se. Não sei se você se lembra, mas ontem eu lhe disse que não me aproveito de garotas. – E ele deu seu sorrisinho torto mais uma vez. — Eu conheço uma massagem que pode aliviar sua dor de cabeça.

Um pouco relutante, Keiko deitou-se com a cabeça em seu colo.

- Feche os olhos.

Ela obedeceu. Pouco depois, sentiu as mãos dele repousarem em sua cabeça. Seus dedos ágeis começaram a massagear seu couro cabeludo suavemente, parando em alguns pontos e fazendo uma leve pressão. A sensação era maravilhosa e, em pouco tempo, a pulsação dolorosa em sua cabeça foi diminuindo.

- Uau. – Keiko murmurou, surpresa com a eficácia daquela técnica. – Eles ensinam essas coisas na academia de ninjas?

- Não. Eu aprendi com uma ninja médica que conheço.

Aquele comentário despertou uma pontada de ciúmes em Keiko.

- Ficou chateada?

Ela abriu os olhos e o encarou, surpresa. Como ele descobriu?

Como que lendo os seus pensamentos, Kakashi respondeu:

- Você franziu as sobrancelhas e apertou os lábios. — Ele deu um sorrisinho. – E sim, eles ensinam leitura de expressões faciais na academia ninja.

Keiko desviou o olhar e, apesar de ter tentado, não conseguiu disfarçar a raiva que estava sentindo da médica que havia ensinado Kakashi a fazer aquela massagem. Ela se pegou imaginando os dois juntos, num momento íntimo, trocando carícias e massagens.

Percebendo que Keiko ainda estava aborrecida, Kakashi inclinou-se sobre ela e sussurrou em seu ouvido:

- A médica que me ensinou essa massagem foi a Sakura, minha aluna. Não pense besteiras.

Keiko sentiu-se tola e aliviada ao mesmo tempo. Como pôde deixar suas emoções ficarem assim, tão estampadas em seu rosto? Ela buscou, outra vez, os olhos de Kakashi, que ainda estava com o rosto bem próximo do seu, procurando identificar o que ele estava sentindo ou pensando. O seu olhar, porém, era um mistério.

- Você fica bem divertida quando está bêbada. – Ele disse.

Por que ele tinha que tocar nesse assunto? Keiko corou diante daquele comentário inesperado.

- Ah, que ótimo. Então quer dizer que sou uma garota muito chata quando estou sóbria. – Disse, esperando que o seu tom brincalhão amenizasse a vergonha por trás das suas palavras.

- Não foi isso o que eu disse.

- Então seja mais claro. – Agora ela estava curiosa.

- Você fica sincera, convencida e... – Kakashi deixou a frase incompleta de propósito.

- E...? – A curiosidade de Keiko estava esmagando seu peito.

- Carente. – Ele disse, como que medindo apalavra.

- Carente? – Ela repetiu, mecanicamente; mas Keiko sabia o que ele queria dizer. Seu coração pulsava rápido, diante do rumo que a conversa estava tomando.

- Sim. Carente. E você consegue ser incrivelmente tentadora.

Keiko teve a sensação de que as maçãs do seu rosto estavam prestes a entrar em combustão.

- Por que está me dizendo isso agora? – Ela arfou.

- Eu disse isso ontem, mas você estava bêbada e eu não sei se você se lembra. Mas agora...

- Agora eu estou sóbria.

- Exatamente. E vai se lembrar de cada palavra que eu disser, do mesmo modo que eu vou me lembrar de cada palavra que você me disse ontem.

Keiko agradeceu a Kami Sama por estar deitada no sofá, pois não tinha certeza de que suas pernas teriam conseguido mantê-la de pé.

- Isso é uma vingança? – Ela perguntou, perplexa.

- Podemos dizer que sim. – Ele deu um sorrisinho malicioso.

- Ok. Pode parar. Eu me lembro de tudo o que aconteceu ontem.- Ela confessou, olhando para as próprias mãos, envergonhada demais para sustentar o olhar dele. – Não precisa continuar com sua encenação maliciosa para me desestabilizar emocionalmente.

- Eu não estou encenando.

- Kami Sama... – Ela disse, com a expressão de quem acaba de descobrir algo importante. – Você é um sádico pervertido.

Kakashi riu.

- Por que você acha que eu leio a série “Icha Icha”?

Keiko sabia muito bem qual era o teor das histórias dos livrinhos da série “Icha Icha”. E podia dizer, sem a menor dúvida, que todos eram classificados para maiores de dezoito anos.

- Ah... – Ela não conseguiu responder. Todos os poros do seu corpo se arrepiaram. No que ele estava pensando? O que estava pretendendo fazer? De repente, ela se sentiu vulnerável deitada ali, no colo dele. Então a guerra entre o seu coração e a sua razão recomeçou, e ela ficou atônita, perdida no meio do tiroteio.

- Não se preocupe, — ele disse, erguendo o corpo – eu me lembro do que você falou sobre a razão vencer quando você está sóbria.

Maldita leitura de expressão facial. Keiko sentia-se como se houvesse um letreiro luminoso em sua testa, anunciando todas as suas emoções.

- Está se sentindo melhor? – Ele perguntou, tirando-a dos seus pensamentos e deixando-a desorientada.

- Sim... – Ela conseguiu murmurar em meio à sua desorientação. — Obrigada.

- Acho que agora é melhor você se deitar um pouco em sua cama.

Keiko deixou escapar um murmúrio de tristeza. Apesar de tudo, ela não queria sair dali. O colo dele era tão aconchegante... Mesmo assim, ela se levantou.

- O que você pretende fazer? – Perguntou temerosa, lembrando-se que ele havia dito que começaria sua investigação.

- Eu vou para o meu quarto, ler um pouco.

Ok. A leitura facial tinha seus limites. Ela precisava ser mais específica.

- Eu quero dizer o que você pretende fazer com relação à sua investigação.

- Hm... – Kakashi murmurou. — Pretendo descobrir onde mora o Kishimoto Masashi.

Droga. Keiko precisava pensar rápido.

- Não! Quero dizer... Eu vou te ajudar. Se você puder esperar até eu me recuperar...

Kakashi ficou em silêncio, ponderando aquela opção. Por fim, disse:

- Tudo bem. Vou estar no quarto. Caso se sinta mal, me chame.

Keiko agradeceu, correu para o seu quarto e fechou a porta. Pegou o celular e digitou uma mensagem apressada.

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De: Watanabe Keiko

Para: Hiroki Aki

O Kakashi quer procurar o Kishimoto!!

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Ela esperou, ansiosa, até que o seu celular vibrou.

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De: Hiroki Aki

Para: Watanabe Keiko

O que é o Kushimoto?

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De: Watanabe Keiko

Para: Hiroki Aki

K I shimoto. E ele não é o quê, é quem. Kishimoto é o autor do Naruto.

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De: Hiroki Aki

Para: Watanabe Keiko

Oh, oh. Você disse o quê para ele?

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De: Watanabe Keiko

Para: Hiroki Aki

Eu não disse nada pra o Kishimoto!!! Eu nem o conheço!

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De: Hiroki Aki

Para: Watanabe Keiko

Para o Kishimoto não, Baka! Para o Kakashi! Que confusão!

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De: Watanabe Keiko

Para: Hiroki Aki

Nada! Eu não sei o que dizer! Só sei que ele não pode ir atrás do Kishimoto! Seria um caos se eles se encontrassem!!!!

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De: Hiroki Aki

Para: Watanabe Keiko

CALMA! Não entre em pânico. Dá um jeito de distrair ele pra ganhar um tempo. Eu vou pensar em algo e te escrevo depois.

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De: Watanabe Keiko

Para: Hiroki Aki

O que eu vou fazer para distraí-lo?

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De: Hiroki Aki

Para: Watanabe Keiko

Sei lá! Canta uma música, tira a roupa, leva ele pra cama... Isso aí é com você. Se vira! Eu preciso bolar um plano aqui. Beijos!

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“Merda!” – Keiko pensou. O que ela poderia fazer para ganhar um tempo? Ficou caminhando de um lado para o outro dentro do quarto, até que parou na janela e olhou para a rua movimentada lá embaixo. Uma moto passou apressada, “costurando” os carros, e uma idéia lhe surgiu.

Kakashi não havia demonstrado interesse por motos? Então havia chegado a hora de dar a ele a chance de experimentar uma delas.

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~~Glossário dos Termos Japoneses~~

Baka: Idiota, tolo(a).

Icha Icha: Venha Venha.

Kami Sama: Deus

Ohayoo: Bom dia.

Notas finais
Por favor, não deixe de comentar, ok? Eu fico aqui, ansiosa, do outro lado, esperando para saber o que vocês acharam! Então não decepcione a Tia aqui, e clica ali na caixinha do comentário! Um beijão e até a semana que vem!