Fanfic Um Pomar, onde nasce uma Historia..
1 Nosso cozinheiro anda estranho..
Notas iniciais

Era mais uma tarde tranquila no navio Thousand Sunny, todos os Mugiwaras agiam normalmente. Robin lia um livro ao lado de Zoro, que dormia. Brook tocava suas musicas calmamente, alegrando o ambiente. Luffy, Usopp e Chopper aprontavam travessuras. Franky configurava o navio, conferindo se tudo ocorria certinho. Nami relaxava em uma cadeira de praia, tomando um sol. O mar estava calmo, calmo demais para o mar do Novo Mundo.
Portanto, mesmo em descanso ela estava bem alerta, e por fim, o único que parecia diferente era o próprio cozinheiro do navio, Sanji. O cozinheiro tarado que vivia feliz parecia ter se amargado de repente, saiu da cozinha e caminhou até Nami com um prato "especial", mas não o trazia com felicidade.
—Aqui está sua porção de Batatas e um suco de laranja, Nami-san! — ele se empolga um pouco na frase, mas logo se afasta voltando à cozinha, sem se quer esperar a Navegadora lhe agradecer. Isso a preocupou.
Esperou para ter algum sinal do cozinheiro. Uma hora se passou e nada, ele não viera buscar o prato e o copo de sua amada “mellorine”. Nami se levantou e foi até a cozinha e guardou a louça, o cozinheiro não se encontrava lá também. Ela resolveu que deveria procurá-lo pelo navio.
No dormitório masculino? Não. Biblioteca? Também não. Observatório? Estúdio de musica? A Oficina do Usopp? Não, não e NÃO!
Quase desistindo e indo perguntar aos demais, ela avista algo estranho perto de suas preciosas laranjeiras. Chegou ao bendito local e encontrou exatamente quem procurara. Um cozinheiro agachado, encostado a um dos pomares de laranja. Seu rosto vermelho e marcado de tanto chorar.
—Sanji-kun? — chamou a atenção dele, fazendo-o olha-la no exato momento.
—N-nami-san? – Indagou em meio aos soluços. Abraçou-se as próprias pernas e escondeu seu rosto — o que faz aqui?
—Fiquei preocupada com você.. — suspirou e se sentou ao lado do loiro — Você não está bem, verdade?
—Estou sim. Não se preocupe minha mellorine! — ele forçou um sorriso, mas nada disfarçaria seu rosto entristecido.
—Não está nada, diga logo! Eu me preocupo com você!! – Exclamou a ruiva.
—N-nami-san.. – Soltou-se de suar pernas e a fitou nos olhos. Ela o olhava fixamente em seus olhos, em busca de respostas.
—Certo, então não diga — voltou à atenção ao seu redor. Uma leve brisa chegava tão refrescante e calma, suave.
Era tão bom, o cozinheiro tinha adorado saber que sua querida mellorine se preocupava com ele. Andara o navio todo a sua procura, e ainda se sentou aguardando sua resposta. Logico que como seu dever de servi-la, iria lhe dizer o que se passava.
—É .. A Robin-tchuam.. – falou o loiro, suspirando ao final. Segurou o choro com dificuldade.
—Robin? O que ela lhe fez? — Nami ficou curiosa e retornou seus olhos aos dele.
—Nada! Robin-tchuam nunca me magoaria! É culpa daquele maldito marimo! — Cerrou os punhos e voltou a normal.
—Tsk, o que aquele idiota fez desta vez? – Indagou Nami.
—Você não está sabendo, Nami-san? – Perguntou Sanji. Novamente suspirou em um suspiro mais profundo — Eles estão namorando. Eu perdi a Robin-tchuam pra ele!
—Jura? Quando eles assumiram? – A ruiva se animou rapidamente, porém percebeu que isso não ajudava o loiro.
—Duas horas atrás, fui entregar um sorvete para Robin-tchuam e ela estava sentada em um canto do navio próxima a ele, então..
Flashback Sanji .On
—Marimo de merda! O que está fazendo com a Robin-Tchuam!? – Exclamei.
—Eu? Nada, seu sobrancelha de bigode! – Retrucou a alga verde.
—Mentiroso! Robin-tchuaaaaaamm, ele te agrediu? – Perguntei para a minha morena amada — Esta te obrigando a ficar ai? ME DIZZZZZZ! Eu o mato agora!
—Não, eu estou aqui por conta própria, Sanji — ela sorri francamente.
—Queee?! – Indago secamente. Obviamente aquele Marimo de merda estava obrigando ela a mentir.
—É.. Estamos.. – começou ele.
—Namorando – Robin-tchuan concluiu.
Fiquei incrédulo. Acabei mudando drasticamente de humor naquele dia..
Flashback Sanji .OFF
Ao terminar de contar, Sanji desabou-se em lágrimas.
—Entendi. — Nami apenas acolheu o companheiro, deitando-o em seu colo — E você está triste por que, exatamente?
—1. Minha Robin-tchuam! 2. Esse marimo de merda conquistou alguém. – Respondeu o loiro em meio aos soluços.
—Não fala assim, você ainda me tem como Mellorine, certo? — ela sorriu, e ele corou. Seus olhos ficaram em formato de coração.
—MELLORINE! EU TE AMO NAMI-SWANNNN – Abraçou-a contente.
Nami retribuiu o abraço, pareciam longos momentos ali, a brisa já havia cessado e as Laranjeiras escondiam os dois companheiros apaixonados.
—Eu também te amo, Sanji-kun — Ao ouvir tais palavras, Sanji ficou boquiaberto.
Ele estava tão feliz que se achava o homem mais sortudo do mundo! Não, do universo. Conseguira conquistar a Nami. Sua Nami, querida Mellorine eterna.
Eles se olharam nos olhos e ele a trouxe para si. Trazendo-a para um beijo, um beijo quente cheio de sentimentos. O beijo que ficaria marcado em suas vidas..
Será que era o suficiente para um homem mulherengo criar uma relação séria com ela?
Isso só o destino ira dizer-nos.
Fim.
Fale com o autor