Fanfic Hiperativa - EM HIATUS.
10 Will e Cassandra - Colheita.
Notas iniciais
- Eu sei que meu casal era o Will e a Aliss, mas eu mudei de última hora para a história ficar plausível digamos assim.
- Algumas coisas foram mudadas para se encaixar melhor também.
- e só mais uma coisa. Eu não terminei de ler todos os 11 livros kkk eu terminei ante ontem a folha de carvalho então peguem leve fans!
Pela posição do sol, já devem ser 10:00hrs. Estou em uma parte do distrito onde tem certo campo e á um ponto morto das câmeras que monitoram o distrito 24hrs por dia. Estou treinando com o arco e flechas em diferentes alvos com distancias variadas. Separo cinco flechas da minha aljava e as posiciono em meus dedos, preparo a primeiro e respiro fundo para me concentrar e então disparo todas as cinco flechas em alvos diferentes com um curto tempo de intervalo. Acerto todos os alvos no meio. Separo mais um flecha e miro no alvo que está a 500 metros de distância o mais longe deles, levanto um pouco a ponta da flecha do alvo escolhido e atiro. A flecha faz um perfeito arco e acerto o alvo em cheio.
– Muito bom – escuto uma voz atrás de mim e me viro para ver quem é. É Halt envolto em sua capa verde-acinzentada e quase invisível nas sombras que as árvores fornecem.
–Ah! Obrigado – eu agradeço e volto ao meu treino diário.
Depois de acabar com todas as 24 flechas da minha aljava recolho as flechas que estão grudadas nos alvos com cuidado e as guardo na aljava. Volto ao encontro de Halt que ainda está imóvel nas sombras.
– Que dia é essa tal colheita – Eu pergunto, eu não me lembro direito quando é, muito menos que horas.
– Hoje, duas horas da tarde. Aliás, vamos. Temos que nos preparar para a colheita – ele diz e adentra mais entre as sombras, coloco o capuz da minha capa e penduro o arco no ombro seguindo ele.
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Já vestido com uma roupa mais apresentável estou sentado em uma cadeira na pequena cabana limpa e organizada onde moro com Halt. Quando eu ainda era uma criança meu pai um cientista da capital morreu em uma catástrofe no centro de pesquisas, foi um erro de um dos cientistas e ouve uma explosão que infecionou todos os presentes no andar. Eles ficaram presos para serem desenfestados, porém o vírus foi mais rápido e meu pai morreu de uma parada respiratória. Minha mãe também faleceu e na mesma catástrofe, ela era uma das faxineiras do andar e estava impando a sala de meu pai quando tudo aconteceu.
Desde então fui criado com o meu tio Halt. Ele não trabalha, mas tem habilidades como arqueiro, às pessoas do distrito sempre acharam que ele era algum feiticeiro que mexia com magia negra que o fazia ficar invisível e andar em silêncio. Eu também achava isso e fiquei um pouco inseguro em vir morar com ele. Mas depois de um tempo descobri que tudo isso fazia parte das habilidades dos arqueiros. Depois de muita insistência ele me tornou seu aprendiz e me ensina suas habilidades e segredos. Como andar sem ser visto e em silêncio, como manusear o arco com precisão e rapidez, como atirar facas sem erra os alvos e muitas outras coisas.
Halt é meio carrancudo, mas no fundo tem um coração bom. Ele sempre me criou com muita rigidez, mas tudo isso contribuiu para o treinamento de um aprendiz de arqueiro. Sempre com treinos rigorosos e diários, alimentações saldáveis e tudo mais para poder ficar em forma. Isso também pode contribuir caso eu seja sorteado naqueles Jogos Vorazes idiotas onde eles te tiram de sua casa, sua família e todas as coisas que mais ama, para te jogarem uma arena onde você deve lutar pela sobrevivência sem comida às vezes em situações precárias de ferimentos por lutar com os outros tributos – como eles chamam os sorteados, no tal 24 tributos 12 mulheres e 12 homens – até que só um sobrevivente.
Resumindo, é como se onde você mora fosse uma loja de massas de modelar ou bonecos – ambos produtos industrializados, você é basicamente uma mercadoria para a capital – Ele modelam você, te vestem com as roupas mais incríveis (lê-se ridículas ao extremo) e desfilam você, mostrando o que tem. Depois eles te jogam em uma arena totalmente fechado com os 24 tributos. As arenas vareiam desde desertos á uma arena m ruínas onde as únicas armas são os entulhos e suprimentos os que você conseguir pegar.
Tudo isso é ridículo. E tudo porque o distrito 13 se rebelou contra a capital e a capital bombardeou todo o distrito 13 sem mais nem menos. Depois disso criaram os Jogos para mostrar que ninguém pode vencer o poder da capital. Patético.
Levanto-me da cadeira e dou uma olhada no relógio que compramos em um mercado negro aqui no distrito, já está quase na hora de ir para a praça para a colheita. Procuro Halt e encontro ele na cozinha preparando a refeição de comemoração por eu não ser sorteado. Sempre fazemos isso aqui em casa, é quase uma tradição.
– Halt, está na hora. Vou para a praça – eu digo encostado na porta.
– Tudo bem, eu já vou indo. Vou só de limpar esse peru – ele diz, dando um golpe fatal no pescoço do bicho.
– Você foi caçar hoje? – pergunto.
– Fui, enquanto você estava treinando – ele diz. Ele sabe que eu adoro ir caçar com ele e foi sozinho? – agora vá antes que se atrase, você não quer ser punido não é mesmo?
É verdade, quem não comparecia á colheita ou era preso ou punido severamente. Encaminho-me em direção a praça e encontro meus amigos lá. Horace e Cassandra.
– Will – Cassandra me chama e sorri acenando, Horace também sorri. Vou ao encontro deles.
– Oi – eu digo, não sou muito bom com conversas na frente de Cassandra. Ela é filha do prefeito do Distrito 5 e Horace é seu irmão. Eles são de alta classe e eu apenas um aprendiz de arqueiro que mora em uma cabana afastada. Mas eles sempre foram bem legais comigo, sempre me apoiaram e sabem minha história. São meus melhores amigos.
– Vamos — diz Horace — ainda temos que nos registrar.
Depois dos pacificadores recolherem nosso sangue — o que alias é doloroso para mim, eu não gosto muito daquelas agulhas da capital -, fomos para os nossos lugares.
– Bem vindos! — diz a mulher magricela mulher da Capital, cujo o nome nunca me interesei em saber. Na Capital eles tem um senço de moda meio exagerado de moda. Nesse ano a mulher está vestindo um vestido longo azul royal com pedras aplicadas no mesmo, um batom azul e uma peruca igualmente azul e se você prestar bastante atenção sua pele está com uma estranha coloração azul — Sejam todos bem vindos! Antes de começarmos a colheita temos um filme especialmente para o vocês trazido da capital! — seu voz é irritante. Ela sempre chia enquanto falo e sua voz e estridente e aguda.
O filme começa. Não tenhovontade alguma de ficar assistindo essa palhaçada toda dos dias escuros. Olho ao redor procurando Cassandra e ela está olhando atentamente para a tela. Horace que está ao meu lado olha na mesma direção.
– Como ela consegue ver isso? — eu pergunto baixo o suficiente para só ele ouvir — Quero dizer, isso tudo é ridículo! Eu acho uma perda de tempo.
– Eu também não sei — ele responde — ela sempre se interessa no trabalho de nosso pai. Ela pesquiza sobre política e toda essas parafernalhas. Eu também acho isso tudo uma palhaçada.
Assim que ele termina de falar o filme acaba e nos viramos para a mulher azul.
– Bem! Agora vamos a colheita. Como sempre damas primeiro! — ela caminha em passos curtos até a bola de vidro repleto de nomes. Seu vestido atrapalha muito nos seus movimentos de tão apretado que ele é na altura do joelho. Em um momento ela quase cai, mas recupera o equilíbrio. Sua peruca também ficou meio inclinada para á esquerda. Ela remeche os papéis e tira um cartão voltando para anunciar o nome — Cassandra Duncan — ela diz. Meu coração fica acelerado. Cassandra? Não! Não pode ser! Alguém tem que se volutariar no lugar dela. Mas ninguem o faz — Onde você está queridinha? Venha! suba ao palco! — a mulher diz tentando ser gentil. Olho na direção de Cassandra e encontro seus olhos assustados. Digo silenciosamente para ela que vai ficar tudo bem. Ele assenti e ela vai para o palco.
– Agora os meninos — a mulher caminha desajeitadamente para o palco e e revira novamente o globo de vidro com o nome dos meninos — Will flanagan (N/A: eu sei que o Will na verdade não tem um sobrenome e ele precisava de um. Então eu peguei o sobrenome do autor para não ficar só Will e pronto.)
Novamente me vejo em desespero. Caminho meio tonto para o palco, mas antes que eu podesse subir o primeiro degrau escuto uma voz com um dono muito conhecido.
– Eu me voluntario como tributo — diz horace. Me viro para ele e o repreendo com o olhar.
– Oh! vejamos só. Temos um valuntário. Will você aceita que esse rapaz se voluntarie em seu lugar? — ela pergunta.
– Não! — eu digo rispidamente para a mulher.
– Então suba no palco! — eu o faço.
– Então aqui estão os tributos do distritos 5! Palmas! — ele diz e pate palmas. Algumas pessoas também, mas muitas ficam em silêncio. Logo após isso somos encaminhados para salas diferentes para a despedida.
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