Notas iniciais
povo, nem falo nd da minha demora.... Espero que gostem...

Calipso POV´s

A cena era algo indescritível. O medo começava a me tomar. Eu nunca vira nada parecido. O deus Tártaro começava a andar na direção de Annabeth, e então percebi que não podia ficar parada. Annabeth estava simplesmente paralisada. Ela tentou ir para trás, mas não conseguiu, pois o medo a dominou por completo. “Você pode fazer algo...” Meu pai disse em minha mente. Ele vinha falando coisas que me ajudavam, mas eu sabia que teria um preço à pagar. Eu sabia que poderia transmitir meus fardos para alguém, ou pegar de alguém por determinado tempo, mas ainda aprendia a fazer isso. Sabia também que poderia confundir alguém no campo de batalha, mas nunca havia tentado, e provavelmente não funcionaria com o deus, pois ele era a própria confusão. Além do mais, eu tinha certeza que precisaria treinar para não piorar a situação. Os fardos que eu podia lhe transferir não seriam suficientes para mata-lo ou mesmo machuca-lo, mas talvez pudesse tira-lo a atenção do que fazia. Eu tinha que fazer com que toda sua atenção se dirigisse a mim. Eu seria o sacrifício. A única coisa que me preocupava era Leo, o garoto magrelo que roubou meu coração e me espera do lado de fora desse inferno. Meu corpo não mudara, na minha opinião, mas eu me sentia muito mais forte e confiante. O medo que antes me tomava agora temia-me. Peguei minha espada, respirei fundo, e fiz um profundo corte no meu braço. Doía demais. Sangrava demais. Era difícil me concentrar com tal dor proporcionada, mas era necessário. Respirei fundo e quando ele menos esperava, meu fardo era dele. Meu braço ainda sangrava, ainda doía, mas nem metade do que era antes. O deus urrou e voltou ao normal, com a mão no braço, procurando um ferimento que na verdade não existia. Na casa de Damásen havíamos pegado pedaços de pele de Drakon, as quais usei para o meu ferimento. Logo não se via mais o sangue, mas eu ainda o sentia escorrer. Tentei não ligar, pois sabia que em alguns minutos se curaria. Eu havia tirado atenção suficiente do deus, então fui até annie e a ajudei.

– Como fecho o buraco? – lhe perguntei

– O que? Está louca! É minha função!

– E por um acaso sabe como fecha-lo?

– Não – respondeu ela, depois de um tempo de silencio

– Hahaha – o deus rio cruelmente – Então acharam que era só entrar, e uma se sacrifica para fechar? Hahaha, que gracinha... Nem mesmo sabem como fazer o ato, caso fosse real...

– Do que você está falando? – gritou annie

– Não seja tola, filha de Atena. É obvio que vocês não tem como fechar o portal...

– Mas... O primeiro titã...

– Crianças... Acreditam em tudo que lhes é dito... Ele foi enviado a mim para fechar o portal, assim como vocês, não sabia de nada... Eu o convenci de que Urano o havia jogado para o fim de sua vida, e assim aconteceria caso não desistisse e se unisse a mim. O titã seguiu meu conselho, e é um... sub Tártaro, digamos assim... Ele é cruel, sem dó... É uma pena que não o conhecerão... Peribéia disputou a liderança da batalha e ganhou... E vocês a mataram – rosnou ele

– Mas... Tem que ter como fechar isso... – dizia annie

– Não... não tem... Está ligado a minha força vital. A minha vontade.

– Então... — falei

– Fechei por vontade própria. Como castigo, os titãs, ainda a mando de Urano, me obrigaram a permanecer daquele modo.

– Quer dizer que você não abriu por que obedeceu aos titãs? – perguntou pipes, indignada

– Não seja tola. Fui castigado.

– Mas, o que lhe impedia de abrir? – perguntou Hazel

– O castigo. A palavra do titã se concretizou sobre minha palavra, assim me fazendo aguentar o peso de uma decisão... Mas vamos ao que interessa, o fim de vocês... – ele riu friamente, então algo me chamou atenção. Bob Pequeno, que estava no maior tamanho que eu já vira, simplesmente sumiu. Ele andava, e então... Sumiu. Observei melhor, e reparei na escuridão presente. O portal! Era nossa chance... Nossa única chance...

Jason POV’s

A angustia da falta de noticias de Piper estava me matando. Minha princesa poderia estar perdida, machucada, ou até mesmo morta. As possibilidades eram infinitas, e uma pior que a outra, por isso tentei não pensar. Fui até o convés principal, onde acontecia uma pequena batalha. Não sei exatamente o que eram, mas eram bem pequenos, com cabelo parecendo pós explosão, e usavam bermudas em trapos. Com o tempo, percebi que os cinquenta centímetros de cada um seria suficiente para causar um estrago, pois dentro do Argo III existiam uns vinte ou trinta espalhados. Tirando o fato que as pestes voavam e só queriam bagunça, não tínhamos com o que nos preocupar. Logo percebi que eles começavam a roer coisas do navio, mas eram inofensivos diretamente, portanto não queríamos mata-los. O Argo tremeu, e Leo avisou que tínhamos que para-los. Frank se transformou em leão e tentou assusta-los, mas tudo que conseguiu foram puxões na juba e na calda. Percy controlou água das piscinas até nós, fazendo desenhos e acrobacias que chamavam a atenção deles. Percy conseguiu fazer um circulo, que mais parecia uma roda de hamster devido a correnteza. Logo, todos os monstrinhos estavam na roda, e Percy cometeu a crueldade de joga-los para fora, mas então me lembrei que voavam. Controlei os ventos para mantê-los longe do navio, e assim nos afastamos.

– Ei, teremos que parar – disse Leo – ou vamos cair! Essas criaturas causaram estragos...

– Onde estamos? – perguntou Percy

– Muito próximos de Athenas... Estamos entre duas cidades para ser mais correto... Vamos procurar esse portal por toda a Grécia

– Por Annabeth eu rodo o mundo e mais um pouco – disse Percy

– Tudo bem, onde pararemos? — perguntei

– No primeiro lugar possível. Frank, venha comigo... Vamos ver a sala de maquinas. Vocês dois achem um lugar para pararmos. Me chamem quando encontrarem...

– Jason, você cuida disso... Vou ver como está Amber...

Eu quase me esquecera da garota. Ela não sabia como tinha parado lá, nem por que estava a mais de horas sem uma manifestação da maldição. Fui até os controles e observei o mapa. Logo teria um lugar onde pararíamos. A principio, não vi nenhum sinal de movimentação, somente um bosque, lugar perfeito para pouso. Bem... seria melhor um luar com água, mas era muito próximo do porto, seriamos facilmente notados. Estávamos voando a algumas horas, em todas as direções. Simplesmente não sabíamos o que fazer ou para onde ir. Eu estava prestes a chamar Leo, então ele chegou...

– Achou? Temos que parar agora. Algo está danificado na sala de maquinas, fazendo barulhos estranhos e com cheiro de queimado. Vamos cair... Ou pior... Explodir!

– Leo, se acalme – falei – Aqui é um bom lugar – mostrei no localizador.

– É... Vamos... Precisamos ir mais rápido, mas não posso acelerar por causa do motor. Consegue fazer algo com os ventos?

Fiz o máximo que consegui, e foi o suficiente para que não explodíssemos. Percy vinha correndo com Amber logo atrás. Os dois vinham a toda dos quartos, e então um barulho horrível aconteceu, e não parou mais. O Argo descia, mas não era Leo. Estávamos caindo! Leo conseguia controlar um pouco, então foi mexendo com os controles e fazendo o máximo possível, então gritou...

– Não sei o que posso fazer, vou tentar tudo que posso, mas não sei se alcançaremos o chão tranquilamente. Jason, Frank, Percy, Amber, saiam daqui o mais rápido que podem! Levem Héfia!

– Não vou te deixar aqui! – gritei – Você se sacrificou na batalha contra Gaia, não fará isso novamente.

– Não, não farei. Festus ficará e quando eu perceber que não tem como fazer um pouso, alçaremos voo. – falou Leo

– Leo...

– Por favor, vão! Eu vou voar assim que ver que não existem mais chances para o navio. Agora vão!

Ajudei Amber a subir em Héfia, então controlei os ventos e comecei a descer. Percy e Amber voavam tranquilos em Héfia, mas eu sabia que Percy não se sentia muito a vontade com ela, por causa de Annabeth. Frank virou um pássaro pequeno e voi na frante, ver qual seria o melhor lugar para nosso pouso. Eu sabia que não adiantaria ter contestado com Leo, mas eu tinha um grande medo de perde-lo. Leo é um grande amigo... Já o perdemos uma vez, não quero perde-lo novamente. O Argo III ainda caía, e confesso que isso me deixava angustiado. Eu não via Leo, pois estávamos muito baixos. Olhei para baixo e estávamos quase no chão. Assim que aterrissei, procurei Festus no ar, mas eles permaneciam no navio. Eu estava prestes a voar até lá e buscar Leo, mas então vi ele e Festus saindo. Seria o fim do Argo III, mas pelo menos só dele... Ou não... Leo prendeu uma corrente em Festus e no navio, e assim o dragão puxava o Argo. Eu queria socar Leo. Era perigoso demais. E se o navio explodisse? Não contente, ele prosseguiu com a ideia, e logo, o Argo quebrava algumas árvores para pousar. Leo correu até o Argo e foi para a sala de maquinas. Nós ainda estávamos correndo para alcança-lo. Leo trancou a porta, para que assim não pudéssemos segui-lo.

– Ele não vai se machucar? – perguntou Amber

– Não, ele é imune ao fogo! – lembrou Percy

– Ei, o que é aquilo? – perguntou Frank, então olhei e avistei

– Monstros? – perguntou Amber

– Muitos monstros – falei

– É lá! – falou Percy – Só pode ser o portal...

– Isso significa que estamos correndo sérios riscos aqui...

– Leo, abra a porta, agora! Leo! – gritávamos. Logo ele apareceu, passando a mão no rosto, espantando a fumaça

– Acho que não poderemos voar. Teremos que buscar o portal a pé... – falou ele

– Achamos o portal – Percy apontou – Será que Festus e Héfia podem nos levar?

– Creio que podem... – os dragões abaixaram para que subíssemos

– Vou voando – falei

– Consegue fazer isso por tanto tempo? – perguntou Amber

– Não sei – dei de ombros – Nunca tentei

– Vou um pouco voando para que você possa descansar – disse Frank. Não recusei

Percy e Amber montavam em Héfia e Leo e Frank em Festus. Controlei os ventos e alçamos voo. Não sei ao certo quanto tempo consegui voar, mas logo percebi que estava cansado. Mesmo assim, permaneci calado. Acho que controlar os ventos me consumia muita energia, pois logo tudo escureceu... Tempo depois, fui acordado por Leo, montado em Festus...

– Deixe de ser orgulhoso, Jason. Você podia ter avisado sobre o cansaço. Frank o salvou, pois você desmaiou no ar...

– Haha – riu Percy – Vamos, estamos quase chegando...

– A quanto tempo estou dormindo?

– Desmaiado – corrigiu Leo – uns dez minutos eu acho

– Ei, preparem-se – avisou Amber – Teremos uma longa batalha pela frente...

Olhei para o portal, e percebi que os muitos monstros que víamos lá de trás, não significavam metade... Existiam cães infernais, alguns parecidos com gigantes, só que mais feios e magricelas, uma mulher com cabelo de cobras... O que? Cabelo de cobras? Mas...

– Percy, achei que você tivesse matado a Medusa! – disse Leo

– Você matou a Medusa? – perguntou Amber

– Matei, mas ela pelo visto ressurgiu!

– Como matamos essa coisa? – perguntei

– Sem olha-las nos olhos. Não sei o que ela pode fazer em relação a Festus e Héfia. Talvez não possa petrifica-los... – explicou Percy

– Festus disse que pode ajudar – então mais códigos morse – Héfia também.

– Bom, a custo nenhum olhem ela diretamente.

– O que você quer dizer com isso?

– Podem olha-la por reflexo – explicou ele

– Gente, acho que os planos se encerram aqui – disse Amber – Olhem só! – ela apontou para baixo, onde monstros iam até o Argo III

– É claro, tínhamos que ter atraído os monstros para lá, e então teríamos passagem livre para o portal... Merda!

– Agora já foi... Teremos que arcar com a falta de planejamento...

– Festus e Héfia vão ter que cuspir todo o fogo possível. Você também Leo. Isso provavelmente reduzirá os monstros em uma quantidade considerável. Jason, você tentará controlar os ventos e jogar os monstros do penhasco. Frank, você terá que ser o dinossauro de novo... E Amber, faça o que sabe de melhor... Magía! Vou lutar com espada, pois não terá agua por perto... – disse Percy

– Para que filha de Atena quando temos o Percy – brincou Leo

– Relaxa Percy, logo Annabeth estará aqui – falei, então ficamos calados até chegar

Comecei a controlar os ventos ainda de cima de Festus. Estávamos preparados para descer. Festus, Héfia e Leo atacaram com fogo. Quando nos aproximamos, descemos já em batalha. Eu procurava a Medusa, mas não queria olha-la. Atacamos sem parar, e sim, o plano de Percy estava funcionando. Annabeth ficaria orgulhosa... Piper... Calipso... Hazel... Precisávamos vencer por elas! Joguei minha moeda para cima e ela virou espada. Eu tentava controlar os ventos, mas era atacado antes de atingir a concentração necessária. Não podíamos entrar no portal, pois não sabíamos onde iriamos parar, e seria morte certa. Monstros não paravam de sair dali, e por conta disso, a batalha não terminava. Fiz algo não muito inteligente, mas que funcionou. Pulei do penhasco, fazendo com que monstros pulassem atrás de mim. No desespero, controlei os ventos e flutuei, enquanto eles caiam. Subi o mais alto que pude, me concentrei, e invoquei um raio. O estrago foi grande, e inclusive machuquei Amber, mas de nada valeu, pois os monstros continuavam. Vi a Medusa correndo até Amber, mas então, Festus lhe arrancou a cabeça com uma mordida, deixando que o corpo caísse sobre Amber. Desci e ajudei-a a se levantar, assim voltando para a batalha. Frank confundia os monstros. Era um dinossauro, virava uma cobra, e atacava como dinossauro pelas costas. Leo se incendiava e jogava fogo com as mãos próximo a abertura do portal, acompanhado dos dragões, assim impedindo a saída de mais monstros. Logo, Percy, Amber, Frank e eu tínhamos acabado com os monstros dali, e fomos ajudar Leo. Os monstros simplesmente diminuíram, e então pararam de sair. Mortos de cansaço, sentamos no chão, feridos, sujos, porém, vivos.

Hazel POV´s

– Hazel, ali! – apontou Calipso

Demorei à perceber do que se tratava, e quando percebi, quase paralisei. Tão próximas do portal, sabendo que nenhuma precisaria ficar... Tínhamos que sair, mas se estava ligada as vontades do deus... Tenho a impressão de que ele não permitiria isso tão fácil...

– Ei! Bob ajuda vocês – disse o titã, baixinho – Bob atrapalha Tártaro e vocês fogem...

– Bob, nem pensar, você já deu sua vida uma vez... Não vai fazer isso de novo... – disse Annabeth

– Annie... Vá, por favor. Ache os garotos e diga que eu amo Leo – disse Calipso – Vou ficar com Bob!

– Eu não saio sem vocês. Não posso deixa-las aqui...

– Vamos todas sair – disse Piper – Annabeth vai primeiro, com Bob Pequeno a acobertando, em seguida, vamos todas!

– Por que eu primeiro? – perguntou annie

– Por que você precisa! Percy não é ninguém sem você, e nós sabemos que sem Percy as chances de vitória em próximas batalhas são significativamente menores. Você Não pode ficar aqui.

– Nem vocês!

– Annie, você acha que não quero ver Jason de novo? É claro que quero, então fique tranquila, por que eu não vou morrer aqui. – eu nem acreditava que Piper se tornara tão cheia de bravura

– Prometem? – perguntou annie

– Sem duvidas amiga – falei – Agora vá!

Bob Pequeno cresceu e ficou de um tamanho que esconderia Annabeth. Tártaro não nos via, pois agora discutia com Bob e Calipso. Vi que mesmo assim, seria nossa chance perfeita de escapatória.

– Piper, vamos! Eles virão logo atrás...

Fomos até o portal, e então pulamos... Ou Piper pulou, pois eu fiquei. Annabeth e Piper estavam a caminho. Virei me para voltar, mas então Bob jogou Calipso para trás. Por alguns segundos eu não entendi a selvageria, mas logo percebi que era para tira-la de lá. Bob era um sacrifício! Calipso tentou correr até Bob, mas eu a segurei firme e pulei no portal. Senti que minhas mãos soltaram as dela e torci para que estivéssemos dentro do portal. Era tudo escuro, onde nada se via, nada se ouvia, nada se passava. Bob ficara para trás. Dera a vida novamente para salvar-nos. Como alguém poderia mata-lo? Como poderia ser tão bom se já fora tão ruim? Eu gostaria de vê-lo mais uma vez. De saber que está vivo, mas eu sabia que não era possível. Fechei os olhos, pois a escuridão não me permitia ver nada de qualquer forma, mas logo senti uma sensação estranha, e percebi uma luz. Tentei correr, como se de algo adiantasse, pois eu sabia que estávamos saído. Tentei gritar por Frank, mas de nada adiantava, pois minha voz não saia. A claridade aumentou, e então fui cuspida do portal. A luz do dia machucava meus olhos, mas me forcei a abri-los. Quando o fiz, Frank me abraçou.

– Frank! – eu o abracei, e lágrimas me vieram aos olhos.

Chorar! Eu tentara ser dura enquanto no Tártaro, e agora, todas as lembranças e sofrimento me vinham a mente, e me faziam chorar. Como eu senti falta do abraço dele...

Annabeth POV´s

Annabeth – ouvir a voz de Percy me fez correr, mas por conta dos olhos fechados eu não sabia para onde – Annabeth

Percy me abraçou e me tirou do chão. Sem duvidas o abraço mais apertado que eu já havia recebido. Era bom ter seu corpo no meu. Sua respiração nos meus ouvidos. Vê-lo sujo e ferido daquele modo me fez perceber o quanto ele havia lutado para estar ali no momento em que eu saísse. Eu não sabia se Hazel, Piper, ou mesmo Calipso tinham saído. Muito menos Bob! Mas isso simplesmente não me interessava. As lágrimas diminuíam e eu começava a me acomodar em seu abraço.

– Você está vivo – falei

– Você está aqui! – ele me abraçou mais forte ainda – Me desculpe! Eu lhe prometi que estaria com você...

– Tudo bem, não foi sua culpa. Eu te amo, Percy! – eu o beijei, mas logo nos confortamos um nos braços do outro

– Ora, ora, vejam só... Saíram do inferno... – disse Hécate. Viramos para ela, mas Percy não soltou minha mão – Hazel Levesque, você matou minha melhor serva, e agora pagará por isso...

Notas finais
Gentiiiiiiiiim, agr eu terminei minha outra fic e tenho mais tempo p escrever essa... Talvez eu poste mais rápido agora... Amo vcs ;3