Família Grey
71 Epílogo V
Notas iniciais
**Mateus**
– Consegue andar? – perguntei a Rebeca.
– Estou gravida. Não aleijada. – ela rosnou.
– Eu sei. Meu amor.
– Vamos Mau. – Rebeca chamou.
– Não. Vou com a vovó Hanna. – Mauricio falou.
– Certo.
Ajudei a Rebeca entrar no carro. Depois fechei a porta do passageiro. Antes de entrar no carro. Fui ao carro do papai rapidinho.
– Pai. O senhor vai levar o Mau? – perguntei.
– Sim. – ele respondeu. Já ligando o carro.
Voltei para meu carro. E sai atrás do papai.
Estamos indo para uma festa na mansão Grey. Aniversario de casamento do Carrick e Grace. Não queria ir. Pois a Rebeca já está no seu oitavo mês de gravidez. E a qualquer momento minha princesinha pode nascer.
Já temos um menino. Mauricio Sawyer. De dois anos. Seus olhos são verdes e tem cabelo loiro. Como o da mamãe.
Estou pra lá de feliz. Tenho um emprego estável no hospital do Grey’s. Sim sou um médico pediátrico. Já Rebeca é uma maquiadora profissional. Trabalha em seu próprio estúdio. Mais está afastada por causa da gravidez. Descobrimos a pouco tempo que era uma menina. E a Rebeca não deixou escolher o nome. — Já que ela escolheu a do Mauricio. Disse que quando ela nascesse decidiria que nome daria a ela.
– Trouxe meu remédio de azia? – Rebeca perguntou.
– Sim. – falei tamborilando o volante.
– Gato. Não vai ficar feio chegarmos sem presente?
Quando Mia nos enviou o convite. Disse que não era para trazermos presentes. Era para envia-lo para o endereço que continha no convite. Que era para uma instituição de crianças abandonadas. Rebeca adorou a ideia. Já que ela também é adotada. Um fato que me surpreendeu bastante. Mais ela ama sua mãe adotiva como se fosse de sangue.
– Não. Amor.
Pousei minha mão em sua coxa. Enquanto paramos no semáforo.
– Tá certo. – ela olhou pela janela. – Será que o Mau está se comportando?
Mauricio. É uma pestinha. Não para quieto um segundo. Está sempre procurando o que fazer. E com os avós não é diferente. Faz o que bem quer. E eles acham bonitinho.
– Claro que sim. Ele só vai se danar quando chegar lá. – respondi.
Rebeca suspirou.
**Rebeca**
Chegamos ao nosso destino. E o Mateus me ajudou a descer do carro. Pois minha barriga está me deixando invalida.
– Obrigado. – falei.
Em resposta ele me deu um beijo completamente doce.
Seguimos pelo jardim. E pelo visto fomos os últimos a chegar. Graças a mim. Por que o vestido que comprei de manhã à noite não me serviu mais. Dai tive que conta com a minha sogra para ir à loja da Julia. E achou um lindo, vermelho rendado.
– Tia Beca. – Duda me abraçou de lado.
– Ei menina. – falei.
– Como está minha priminha?
– Bem e Louca para sair.
Ela sorriu. Levando-me para dentro da mansão. Na grande sala. Já tinha muitas mulheres da família. Mais não vi Kate, Ava, Bete, Heloise e nem a Renata. Ainda bem que não sou a única atrasada.
– Olha quem chegou Alice. – Phoebe gritou.
Sophie se afastou para que eu sentasse no sofá ao seu lado. Minha sogra Hannah entrou segurando a mão da Marcelly.
– Tia Beca. – Alice falou eufórica. – A senhora vai me maquiar? O papai comprou uma maleta grandona.
– Claro. Pega-la. – sorri.
– Eu também quero. – Marcelly falou.
– E eu também. – Ouvi a voz da Bela. Enquanto ela descia a escada.
– Certo. Deixa só eu pegar a maquininha do cartão. – falei.
Fazendo todas as mulheres do presente rir.
Continua...
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