Família Grey
68 Epílogo II
Notas iniciais
**Phoebe**
O que dizer da vida?
Ela é perfeita!
Sim. Perfeita!
Estou casada. Com o homem que amo. Tenho uma filha linda. O que mais eu poderia ter na vida?
Ah sim. Sou uma grande empresaria. Administro a editora da mamãe. Quer dizer minha.
– Mamãe. – Alice me chamou.
– Oi querida. – respondi.
– Lindo?
Observei o desenho que ela acabou de pintar. Era um pônei o sonho dela.
Alice Rose Barney de cinco anos é minha princesinha. Seu nome foi escolha do Gui, pois sua mãe se chamava Alice. E como homenagem a ela. Colocamos o nome na nossa filha. E o Rose bem. É da mamãe.
– Sim filha muito lindo. – falei. Enquanto admirava seu desenho.
– Agora não Belly. – Alice falou.
Bolinha é sua cachorrinha. Uma filhote de labrador. Que o papai deu para ela. No lugar do seu tão sonhado pônei. O nome Bolinha foi o Gui que escolheu. E a Alice concordou. Achei esse nome ridículo, mas a dona do cachorro gostou o que eu posso fazer?
Em resposta Bolinha lambeu a mão da minha menininha. O que a fez rir.
– Mamãe quero iogurte. – Alice pediu.
Levantei do tapete onde estava sentada. E fui para cozinha. Sou vizinha dos meus pais. Moro no lado esquerdo. Teddy no direito e papai e mamãe bem no meio. As duas casas foram presentes dos nossos pais. Mais tenho uma leve impressão. Que não era para a gente ir muito longe deles.
Ah também não temos cozinheira. A faxineira vem uma vez por semana. Na cozinha continuo um desastre graças a Deus moro no lado da mamãe. E ela sempre me salva.
Peguei o iogurte na geladeira. E um biscoito no armário. Coloquei no seu pratinho da doutora brinquedo. Que é o preferido dela. E fui para sala.
– Tia Bela. – Alice falou. – Vovó está em casa?
Alice estava no telefone. O que não é novidade. Desde quando ela aprendeu o numero da casa do papai. Liga em cinco em cinco minutos.
– Pode pedir para ele vim aqui, por favor?
Ela esperou a resposta com a mão na cintura. Fiquei parada observando essa menina se achando moça.
– Tá bom. Vou lanchar e vou. Te amo.
Alice voltou a se sentar na sua mesinha da doutora. Coloquei seu lanche. E sentei-me no sofá. Esperando para vê se ela ia me dizer alguma coisa.
Como ela não disse nada resolvi me pronunciar.
– Com quem você estava falando?
– Tia Bela. – ela mastigava seu biscoito como uma daminha.
– E o que ela disse?
– Nada. Vou visitar o vovô certo?
– Você não veio de lá não tem nem duas horas.
– Sim. Estou com saudades. – ela tomou um pouco do iogurte. – O papai vai demorar?
Olhei para o relógio era 17h43min. O Gui sempre chega em casa ás 18:00. Ele está trabalhando na GEH. É vice-presidente. Ele fez faculdade enquanto namorávamos. E então se tornou um empresário.
– Não daqui a pouco ele está aqui. – respondi.
– Viu.
Ela terminou de lanchar, deu-me um beijo e saiu. Pela porta levando com ela a Bolinha.
**Guilherme**
Amor quando sair da empresa. Passe na casa do papai. Alice está lá. Beijo não se atrase!
Te amo!
Guardei o celular no bolso. E abrir a porta do meu carro. Segui direto para casa. O transito estava infernal. O que é o mesmo de sempre.
Coloquei qualquer musica para tocar. Estou louco para chegar em casa e vê minhas meninas. Hoje sair cedo de casa. Tinha uma reunião e deixei-as dormindo.
Uma vez que estacionei o carro na garagem dos meus sogros desci do carro. Caminhei para entrada. Estava mexendo no meu celular e me bati com Liam que estava saindo.
– E ai. – ela me saudou com uma colisão de punhos.
– Apressado como sempre. – brinquei.
– Atrasado. Você quer dizer.
Eu rir. Ele passou por mim. E subiu na sua moto. O amor pela motocicleta veio do Theodore. Que o ensinou tudo.
Entrei na casa. E encontrei Alice e Christian brincando no tapete. Christian Grey é o maior babão. Alice o faz de gato e sapato. E ele sorri achando a coisa mais natural do mundo. Quer dizer até o dia. Que eles estavam brincando de salão. E a Alice pintou o cabelo de Christian de castanho.
– Papai. – ela gritou animada.
Abri os braços para que ela pulasse no meu colo. E assim ela fez; aspirei seu perfume e a abracei forte.
– Ei filhota. – falei.
Ela me encarou com seus olhos cor de avelã como os meus. Alisei sua franja. — que por muita insistência conseguiu fazer a mãe. Deixá-la ter uma franja.
– Temos que se arrumar. – ela disse alisando meu rosto. – Não podemos se atrasar. A tia Bela disse que é uma festa. Muitíssima importante.
– Sim. Então vamos para casa. – falei colocando a no chão. – Vá se despedir de seus avôs.
Ela correu para de despedir. E no instante que voltou. Foi com Bolinha desmaiada no seu colo.
Continua...
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