Família Grey

10 Capítulo 10 aniversário de Samantha Rodrigues


Notas iniciais
Quero pedir desculpas por não ter postado, no domingo não deu para postar e ontem bom fiz exame de vista e não dava para escrever nada com a vista embassada.

Aqui está a idade das crianças.

Theodore Grey. 2 anos

Mateus Sawyer. 1 ano

Samantha Rodrigues. 1 ano

Ava Grey. 6 meses

Melissa Kavanagh. 3 meses

Phoebe Grey. 2 meses

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Dois meses depois...

Casa de José e Elisabete...

Pov. Elisabete

Hoje minha princesinha Samantha faz um aninho, planejei uma festa será aqui em Portland no jardim da minha casa, Ana, Mia e Kate me ajudaram bastante, elas já devem está chegando com as nossas fantasias, tenho que admitir Mia é uma ótima organizadora de festa.

Sou casada á oito meses com José Rodrigues conheci ele em uma exposição de fotos, juro que foi amor á primeira vista, começamos a sair ele dizia que era apaixonado por outra mulher, mas não sou daquelas que desiste fácil. Conseguir o seu amor namoramos, noivamos, engravidei e casamos. Hoje posso dizer que sou a mulher mais feliz do mundo.

– Mama? Escuto a vozinha de Sami me chamando.

– Oi meu amor, vem pra mamãe. Digo e Samantha vem andando com suas perninhas gorduchinhas, minha princesinha tem os olhos castanhos claros como o meu e o cabelo preto do José.

Ela vem até a mim gargalhando, tem mais ou menos uma semana que ela aprendeu andar.

– Parabéns meu amor, já esta ficando uma mocinha. Sami não fala quase nada só mama e Papa.

– Papa? Ela pergunta. José tinha saído para buscar o seu pai.

– Vou buscar o vovô. Digo a ela que esta com dedo na boca, agora que está nascendo dente não tira, mas seus dedinhos da boca.

Vou ao jardim para vê como está tudo a decoração é da Minnie, Kate, Mia, Ana, Samantha e eu vamos nos vestir da personagem.

Está tudo lindo como eu planejei, fico mais um pouco observando as pessoas se movimentarem no meu jardim.

– Cadê a princesinha do vovô? Escuto a voz do Sr. Rodrigues Samantha que estava distraída com suas mãozinhas se agitou quando ouviu a voz do avô virou e quando viu o avô começou a gargalha.

– Tudo bem Bete? Perguntou o Sr. Rodrigues pegando Samantha no colo.

– Bem Sr. Rodrigues. Respondo.

– A princesinha do vovô já está andando? Pergunta Sr. Rodrigues colocando Sami no chão.

Vou para dentro de casa, e encontro José com sua Nikon, ele me fez prometer que não haveria nenhum fotografo a não ser ele.

– Amor. Digo me aproximando dele sento no sofá e ele também.

– Oi. Responde sem tirar os olhos da Nikon. Reviro os olhos José e suas paixões.

– Já está quase tudo pronto. Digo e ele me dar o seu melhor sorriso.

– Meu bebê está crescendo. Diz ele me dado um beijo casto.

– É sim amor daqui a pouco a pouco ela está namorando. Digo e logo vejo José me olhar atravessado.

– Namorando, seus pais já estão vindo? Pergunta José, meus pais moram no México.

– Sim, me ligaram agora a pouco já estavam indo para o aeroporto pega o jatinho. Digo meu pai e dono de uma empresa de turismo.

– Ok, meu pai está com a Sami? Pergunta ele com um sorriso malicioso. Puxou minha mão em direção á escada quando entramos no quarto me jogou na cama. Subiu em cima de mim não podemos fazer isso, daqui a pouco Sami vem atrás de nós. Abrir a boca para protestar, mas José logo calou com um beijo molhado e luxurioso. Sua língua se movia devagar fazendo com que eu desejasse que ele fizesse o mesmo entre minhas pernas. Minhas mãos foram diretamente para seus cabelos passeando por eles. Ele retirou meu vestido e minha calcinha me deixando pelada. Ele agarrava meus seios explorando-os com apertões suaves e ritmados.

– José...

– Shh. Ele sugou meu lábio inferior, enquanto seus dedos beliscavam meus mamilos sensíveis, ele abocanhou um dos meus seios, produzindo uma onda de calor que fez minha pele transpirar. Uma de suas mãos abriu caminho até o meio das minhas pernas. Elas se abriram sem o menor pudor. Meu corpo estava todo excitado, eu estava toda vermelha, quase febril. Sua outra mão continuou massageando os meus seios deixando-os insuportavelmente sensíveis ao toque.

– Você está toda molhadinha pra mim. Ele sussurrou, seguindo com os olhos até onde estavam seus dedos.

– Você é linda aqui também. Macia e rosadinha. Ele enfiou um dedo cuidadosamente em mim.

– Você é tão gostosinha. O dedo de José entrava e saia suavemente de mim. Minhas costas se curvaram.

Ele tirou o dedo de mim e voltou com dois, não consegui segurar um gemido de prazer.

– José. Eu estava ofegante. Girando os quadris sem nenhuma vergonha ao ritmo dos dedos dele. Sentir que ia explodir se José não me fizesse gozar. A mão que estava no meu seio passou pelo meu rosto. Agarrei com meus seios para aplacar a fúria dos meus mamilos endurecidos.

– José, por favor.

– Shh... Pode deixar comigo. Ele começou a esfregar meu clitóris com o dedão, em movimentos circulares.

– Olhe nos meus olhos quando você gozar pra mim. Eu estava prestes a explodir, a tensão só aumentava enquanto ele massageava meu clitóris e enfiava os dedos em mim em ritmo constante sem a menor pressa.

– Goze pra mim, Bete. Ele ordenou. – Agora.

Cheguei ao orgasmo com um grito abafado, agarrando o lençol até meus dedos ficarem sem cor, remexendo os quadris nas mãos dele. Meus olhos estavam grudados nos dele incapazes de se desviar. Um prazer avassalador tomava conta de mim com o sangue pulsando nas minhas orelhas, ouvir sua voz rouca dizer alguma coisa, não conseguir identificar as palavras quando ele cobriu meu sexo com a boca.

– Não. Eu empurrei sua cabeça com as mãos. – Eu não aguento.

Eu estava inchada demais, sensível demais. Mas, quando sua língua tocou meu clitóris e começou a passear por ele, a vontade voltou com toda a força. Com mais intensidade do que antes. Ele percorreu tudo, me provocando, me tentando com a promessa de outro orgasmo que eu não sabia que não conseguiria tão cedo.

Foi quando sua língua entrou em mim, e eu tive que morder os lábios para não gritar. Gozei pela segunda vez, e meu corpo sacudiu violentamente, com os músculos mais tenros se enrijecendo desesperadamente ao toque de sua língua. O urro que ele soltou reverberou através de mim. Não tive forças para afasta-lo quando ele voltou ao meu clitóris e chupou suavemente... Incansavelmente até eu gemer de novo, sussurrando seu nome. Eu estava me sentindo toda mole, ele começou a beijar minha barriga e meus seios. Ele lambeu meus mamilos, permaneci imóvel submissa ao seu toque enquanto ele beijava minha boca com violência. Então quando ele tirava suas calças o meu celular tocou.

– Porra. Esbravejou José. Levantou pegou meu celular e me deu, atendi sem olhar quem era.

– Alô?

Onde você esta Elisabete? Era a voz de Mia.

– Hum... Em casa. Respondo temendo a resposta.

Pois, bem estamos de esperando aqui no shopping venha nos buscar. Merda tinha esquecido que as meninas já estavam vindo.

– Ok já estou saindo de casa. Digo me levantando.

Vou para o banheiro correndo, tomo um banho rápido e vou para o closet visto um vestido básico preto e sapatilha preta prendo meu cabelo em um rabo de cavalo pego minha bolsa e estou pronta.

– Vamos José. Digo saindo do closet, e encontro José deitado na cama.

– Vamos. Diz ele levantando da cama, saímos sem a Samantha nos ver.

Entramos no carro e fomos em direção ao shopping, quando José entrou na garagem subterrânea do shopping o meu celular tocou era Mia.

– Oi.

Onde você está? Pergunta Mia.

– Na garagem do shopping. Respondo.

Ok espere ai, estamos em uma loja de criança não vamos demorar. Diz ela. Sei bem quando Mia diz que vai fazer compras parece que vai morar no shopping.

– Tudo bem. Digo e desligo.

Jose pegou minha mão e começou a percorrê-la com os dedos, e esse simples toque despertou em mim a luxuria furiosa.

– Bete. Jose travou as portas da BMW, em um instante depois eu estava no colo dele, e sua boca grudada na minha, beijando-me furiosamente. Lambi sua boca, mordi de leve seu lábio inferior acariciei sua língua com a minha.

Procurei a barriguinha da sua calça, abrindo os dois botões que escondia o zíper, quando eu o peguei nas mãos ele gemeu m ruído de dor e prazer. Eu apertei de levinho, usando um toque deliberadamente suave enquanto eu media com as mãos. Estava duro feito pedra e quente. Deslizei minhas duas mãos fechadas em torno dele, da base até a ponta.

Jose agarrou meus quadris e suas mãos ultrapassaram os limites do meu vestido até que seus dedos polegares encontrassem a minha calcinha.

– Sua bocetinha é tão doce. Ele murmurou com a boca colada na minha.

– Quero abrir suas pernas e te lamber até você implorar pelo meu pau.

– Eu imploro agora mesmo se você quiser. Eu o masturbava com uma das mãos enquanto com a outra tentava abrir minha bolsa para pegar uma camisinha.

Um de seus polegares deslizou para dentro da minha calcinha, sentindo a intensidade do meu desejo úmido.

– Mal toquei em você. Ele sussurrou com os olhos brilhando. – E você já está prontinha pra mim.

– Não da pra evitar.

– Não é para evitar. Ele enfiou o polegar e mim, mordendo o lábio inferior enquanto eu me contorcia ao seu toque.

Abrir a embalagem do preservativo com os dentes e entreguei a ele com a camisinha já quase fora do invólucro.

– Não sei pôr essas coisas. Ele desenrolava com habilidade o preservativo.

Apoiando as mãos em seus ombros para me equilibrar, apoiei-me em um dos joelhos para chegar à altura necessária para me posicionar acima de seu pau grosso e duro. Suas mãos agarraram meus quadris, e eu ouvir um som de um estalo quando ele rasgou minha calcinha. O ruído abrupto e a violência daquele gesto transformaram meu desejo em algum febril.

– Vá devagar. Ele ordenou com a voz rouca, erguendo os quadris para poder abaixar mais a calça.

Senti sua ereção entre minhas coxas enquanto ele se mexia soltei um gemido tomou-o com os dedos e posicionei, ajustando seu membro grosso a minha entrada setenda. Com a palma da mão aberta sobre o meu ventre, ele tocou meu clitóris pulsante com o dedão começou a massageá-lo com movimentos circulares lentos e precisos.

– Nossa vou gozar muito. Ele soltou através dos dentes.

Eu estava tão molhada que deslizei por toda extensão do pau dele até envolvê-lo quase completamente. Deixei escapar um grito abafado quando ele entrou em mim. Continue cavalgando em seu membro até que chegamos ao clímax juntos.

Estava com a cabeça apoiada no seu ombro, quando ouvimos batidas na janela do quarto. Droga são as meninas será que elas viram alguma coisa?

Desci rápido do colo de Jose e sentei no banco enquanto Jose levantava a calça eu destravei o carro com o rosto queimando de vergonha. As meninas entraram eu nem conseguir encara elas Jose sorria de lado.

– O negocio estava bom aqui né? Perguntou Kate.

– KATE. Ralhou Ana.

– Oque Ana todo mundo já transou no carro. Disse ela sorrindo.

Todos nós demos risada o caminho de casa foi assim cheio de brincadeiras.

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Aniversário...

Estou aqui terminando de arrumar Samantha, eu, Kate, Ana e Mia já estamos fantasiadas só falta minha filhota.

Termino de arrumar ela, e desço todos os convidados já chegaram foi para o jardim e encontro José com o Teddy no colo. Samantha quando viu o amiguinho e o pai se agitou e pediu para descer.

Coloquei-a no chão e fui segurando sua mãozinha, quando chego perto deles Samantha abre um sorriso lindo com seus quatros dentinhos.

– Sami. Diz Teddy dando um beijinho em sua bochecha. Minha boneca só fazia sorrir.

– Teddy já achou uma namorada. Disse Ana se aproximando com Christian e Phoebe.

– Minha filha só vai namorar com trinta anos. Disse Jose olhando para Ana com cara feia.

– Edy. Disse Samantha batendo palminhas e surpreendendo agente.

– Vish José sua filha não vai esperar até os trinta. Digo rindo.

– Teddy já está traindo Ava? Pergunta Kate se aproximando do circulo.

– Meu filho não em idade pra namorar, e não o quero sendo genro de Jose. Diz Christian pegando o filho no colo.

Eu ainda me pergunto oque será que aconteceu entre José e Christian. Ainda vou descobrir.

– Nem minha filha vai ser sua nora. Diz José pegando Sami no colo.

– Cuidado o mundo da volta. Digo rindo José e Christian fecha a cara.

Todos caem na gargalhada, e eu vou falar com os convidados.

Continua...

Notas finais
Talvez poste outro capítulo hoje ainda...