Família Grey
42 Bebê?
Notas iniciais
**Pov. Ana**
Caminho rapidamente para editora, Hannah vem logo atrás.
– Vamos Luke. – digo quando chego á recepção da editora.
– Vamos. – respondeu ele.
Entro no carro antes dele, que agora está ralando com Hannah.
Logo ele entra no carro, e estamos na movimentada Rua de Seattle.
Quando chegamos ao hospital Taylor está na porta. Comprimento ele e sigo para recepção.
– Christian Grey. – digo a recepcionista.
Ela olha no computador e responde.
– Quarto 13.
Assinto e sigo logo para o quarto antes que ela me faça perguntas.
Quando entro no quarto encontro Christian deitado com o pé engessado suspenso por um ferro. E o seu braço está na tipoia.
– Meu amor. – digo dando lhe um beijo.
– Oi. – responde.
– Como você está se sentindo?
– Bem, quero ir para casa. – resmungou.
– Calma, logo , logo você irá.
– Não aguento mais fica aqui.
– Christian você não está aqui nem tem 40 minutos.
– Sim. Cadê os meninos? Não conseguir falar com vocês hoje.
– Estão em casa, meio febril. Gail já deu o remédio a eles. Agora me diz oque aconteceu.
– Eles estão doentes? Por que não os trouxe para o médico?
– Calma Christian, eles estavam dormindo quando falei com Gail.
– Hum.
– Agora me diz oque aconteceu.
– Eu estava atravessando a rua, e algum filho da puta estava bêbado. E acabou me atropelando. Não se preocupe Ana já está tudo sob controle.
Sorrio, esse é meu marido Christian Grey super. Controlador.
Logo depois a porta do quarto é rompida por uma Grace nervosa.
– O meu filho, como você está? Vim assim que pude. – disse ela sentando ao lado de Christian na cama.
– Calma mãe eu estou bem não foi nada.
– Eu sei meu filho mais sou sua mãe tenho o direito de ficar preocupada.
– Tá certo mãe. – disse Christian vencido.
Meu telefone toca olho no identificador e Phoebe.
– Alô? – digo ao atender.
– Mamãe, cadê o papai; eu quero falar come ele. O Ryan não quer me levar para o hospital. – disse Phoebe.
– Calma Phoebe, seu pai está bem, ele está dormindo. – minto – passe o telefone para Ryan.
– RYAN.
Aguardo até Phoebe localizar o Ryan.
– Alô Sr.ª Grey? – perguntou Ryan.
– Oi Ryan, você poderia trazer Phoebe e Teddy aqui no hospital? – pergunto.
– Claro, em vinte minutos estou ai.
– Ok. – digo e desligo.
Caminho para perto deles novamente e Christian está me observando atentamente.
– Era Phoebe. – digo.
– Eles estão vindo? – perguntou.
– Sim.
Ficamos conversando até que Christian teve uma ideia muito idiota por sinal, mas eu concordei. Ouvi a voz de Phoebe lá fora e fui para fora do quarto.
– Mãe papai já acordou? – perguntou.
– Não filha, não sei quando ele vai acordar. – respondo fingido choro.
– Posso falar com ele? – perguntaram Teddy e Phoebe juntos.
– Um de cada vez. – respondi.
– Primeiro eu. – disse Teddy.
Assentir e abrir a porta para ele entrar.
**Pov. Christian**
Vejo a porta sendo aberta e fecho meus olhos rapidamente. Alguém se aproxima de mim e beija minha testa. Ainda não sei que é.
– Pai? – chama Teddy. Eu não respondo se não meu disfarce vai por agua abaixo.
– Pai acorda, estou com saudades o senhor não ligou para falar comigo hoje. Abri os olhos fala comigo. Tudo bem vou deixar o senhor dormir. Te amo.
Logo depois escuto a porta sendo aberta, e alguém pula em cima de mim e sinto meu braço doer.
– Phoebe cuidado. – falou Ana.
Só podia ser Phoebe desastrada como a mãe.
– Papai acorda, deixa de ser preguiçoso. – disse ela me fazendo rir.
– Papai se o senhor acordar agora eu paro de assaltar a geladeira de madrugada. Eu conto para Teddy que foi que cortei o cabelo dele. Eu devolvo o fone de ouvido dele. Paro de chamar a professora Olivia de bafo de onça. Copio todas as minhas tarefas. Ah pronto fico sem meu celular durante um mês. – disse apertando minha mão com força.
– Fechado. – murmuro abrindo os olhos.
– OQUÊ? NÃO VOCÊ ME ENGANOU. – Gritou ela com os olhos cinzentos arregalados.
A porta foi aberta e uma Anastácia sorridente e Teddy espantado.
– Pai. – disse ele e correu para meu lado da cama.
– Mamãe papai me enganou. – disse Phoebe.
– Não enganei não princesa, você pediu para me te acordar então eu acordei. – falei a ela.
– Isso não é justo. – protestou.
– É sim.
– Quando o senhor vai pra casa pai? – perguntou Teddy.
– Daqui a pouco. – respondi bagunçando seu cabelo.
– Para pai, sabe o trabalho que dá para pentear? – perguntou saindo do meu lado.
Sorrindo balancei a cabeça. Minha preciosa família ficou aqui comigo até o medico me libera para ir embora. Taylor veio para empurrar a cadeira de rodas. Anastácia foi dirigindo por causa do meu pé. O médico disse que eu poderia tirar em casa depois de uma semana e tomar regulamente o remédio.
Quando chegamos em casa estavam todos aqui, Teddy nem falou com Ava subiu para seu quarto, com certeza eles tiveram outra briga. Todos ficaram para jantar, antes de ir embora Elliot e Ethan me ajudaram a ir para meu quarto.
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Duas semanas depois...
– CHEGUEI. – gritou Anastácia. Ela tinha saído pela manhã e não disse para onde ia. Hoje é sábado e Phoebe estava lá em cima com Duda (a filha de Gabriel). E eu estava jogando vídeo game com Teddy e Gabriel.
– ESTAMOS NA SALA DE TV. – gritei.
O celular de Gabriel tocou e eu saio para ir encontrar Ana. Quando cheguei a sala ela estava subindo a escada.
– Ei. – chamei.
– Ah oi. Espere-me ai vou chamar Phoebe. – respondeu ela.
– Ok. – disse e sentei no sofá.
– Tio já vou. – disse Gabriel.
– Por que não fica para almoçar? – perguntei.
– A Sophie já chegou.
– Tudo bem, vai deixar a Duda? – perguntei.
– Sim, Taylor vai leva-la depois. – respondeu.
Assenti, Phoebe, Ana e Duda desceram as escadas.
– Duda já vou, seu avô vai te levar ok? – perguntou Gabriel.
– Sim papai. – respondeu Duda. Quando olho para essa princesinha sinto saudades de Phoebe pequena.
Ele sorriu beijou ela e saiu.
– TEDDY VENHA AQUI. – gritou Ana.
– MÃE ESTOU JOGANDO. – respondeu ele.
– VAI SER RAPIDO MEU AMOR. – gritou ela de volta.
Logo depois Theodore apareceu com uma carranca.
– Senta ai ao lado de seu pai, você também Phoebe. – disse Ana.
Eles obedeceram A Duda também sentou no sofá. Ela sentou a mesinha de centro e pegou sua bolsa tirou três caixinhas (verde azul e rosa). Deu uma para cada a minha foi a verde, Phoebe rosa e a do Teddy azul.
– Eu? – perguntou Duda estendendo as mãozinhas.
– Daqui a pouco dou o seu tá bom? – perguntou Ana.
Ela balançou a cabeça rindo.
– Abram. – instruiu Ana.
Assim fizemos, assim que abrir a caixinha meu mundo parou. Tinha um teste de farmácia. Meus olhos arderam. Olhei para Teddy na caixinha dele tinha uma foto do mais novo pontinho da família. A caixa da Phoebe Tinha um sapatinho de bebê vermelho.
– Eu vou ganhar uma irmãzinha. – disse Phoebe abraçando Ana.
Não resistir e também a abracei, e dei um beijo profundamente bom. Separamo-nos quando Phoebe me puxou. Alisei sua barriga plana e beijei.
Ana estava rígida, e estava olhando para Teddy. Segui seu olhar e vi-o apertando a foto com força e uma lagrima caiu em suas mãos.
– Teddy você está bem? – perguntou Ana.
– Sim. – ele sussurrou e subiu a escada correndo.
Ana olhou para mim assustada, e levantou rápido para ir atrás do Teddy. Segui-a; quando chegamos ao quarto de Teddy ele estava deitado na sua cama chorando.
– Teddy? – chamamos juntos.
– SAIAM DAQUI. – ele gritou.
Não dei ouvido a ele, e entrei em seu quarto sentei-me na sua cama.
– Teddy o que aconteceu? – perguntei.
– Você não vai mais me amar. – respondeu.
– Oque? Por quê? – perguntei confuso.
– A mamãe está gravida, você não vai querer mais saber de mim. Eu sei foi assim com Phoebe.
O meu Deus ele está achando que eu vou rejeita-lo? Jamais faria isso ele é sangue do meu sangue.
– Teddy você está enganado eu te amo sempre vou te amar. Essa criança que vai chegar só vai completa nossa família.
Esperei, nada de resposta ele parou de chorar. Olhei para Ana que estava com o rosto banhando de lagrimas.
– Promete que sempre vai me amar? Nunca vai me rejeitar? – perguntou ele.
– Claro eu te amo Teddy e sempre vou te amar. – disse.
Ele pulou no meu colo e enlaçou seus braços no meu pescoço. Ana se ajuntou ao abraço.
– Amo você Teddy. – sussurrou Ana.
Continua...
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