Notas iniciais
*Olha eu de novo. * Não me julguem esse capítulo foi muito dificil de escrever. * Comentem. * Desculpa os erros não revisei. * Fic de Sophie e Gabriel.http://fanfiction.com.br/historia/609017/Sophie_e_Gabriel/

Três anos depois

Mansão Grey

Sexta-feira 10h00min

**Pov. Theodore**

– Pai pra onde o senhor vai? Pergunto quando vejo descendo á escada com a pirralha.

– Ao shopping. Responde caminhando para porta.

Levanto em um pulo do sofá que quase derrubava o tablet.

– Posso ir também?

– Não. Responde a pirralha.

– Pai? Chamo.

Ele olha pra Phoebe que faz aquele bendito beicinho, que o papai não resisti ela está com 10 anos e eu com 12.

– Não Teddy só vai Phoebe hoje sua mãe já deve tá chegando. Respondeu meu pai.

Sinto meus olhos arder, mas não vou chorar na frente dele. Sento no sofá de novo.

– Tudo bem. Digo.

Em seguida sai pela porta com sua filhinha.

E sempre assim, ele sempre escolhe Phoebe invés de mim, se não fosse minha mãe eu não sei oque seria de mim.

Hoje não teve aula, e eu nem sei por quê. Minha mãe saiu foi à editora fazer alguma coisa queria ir com ela só que acordei tarde.

Sinto falta do meu pai aquele que brincava comigo todos os dias, mas quando Phoebe nasceu mudou tudo.

Ele não brinca mais comigo, não falta um dia de trabalho por mim, antes eu tinha meu parceiro Biel, mas agora ele é casado e se mudou daqui.

Tio Elliot ás vezes vem aqui para jogarmos vídeo game, todo final de semana vou pra casa de alguém. Não consigo ficar dois minutos perto do meu pai. Cada dia passa eu sinto mais ódio dele.

No mês passado eu pedi um tablet pra ele, ele disse que não se eu passasse nas provas ganharia um.

Esforcei-me passei nas provas, pedi o tablet ele disse que não me daria.

Fui para meu quarto revoltado, na hora do jantar vou a hora de mostrar o boletim, o meu não tinha nada vermelho, mamãe me deu parabéns já ele disse que era minha obrigação tirar notas boas.

O de Phoebe tinha vários vermelhos, mamãe disse que Phoebe precisava estudar e meu pai disse que ela era criança.

Levantei completamente irritado da mesa, nem toquei na comida.

Christian veio atrás de mim, e como sempre me colocou de castigo.

Oque mais me surpreendeu foi que Phoebe ganhou um tablet e eu nada.

Depois de uma semana de castigo escutei minha mãe conversando com ele. Que ele deveria me dar um tablet. No outro dia ele chegou do trabalho com o tablet me sentir um idiota por ter ficado feliz.

Quando eu tinha nove anos briguei com ele, só aceitei a desculpa dele por causa da minha mãe. Odeio vê-la chorar.

Gail me chama para almoçar, levanto e como um pouquinho aproveito que o cara não está aqui e deixo comida no prato.

Volto a deitar no sofá novamente, escuto algumas musicas, depois de algumas horas vejo a porta se abrir, e Christian entrar cheio de sacolas tudo com logotipo de loja de brinquedos.

Abaixo o volume da musica deixo em zero e fecho os olhos.

– Phoebe vá guardar seus brinquedos. Diz ele.

– Nestante papai, coloca aqui pra mim vê. Diz a nojenta.

Abro os olhos e vejo ela sentada com um monte de brinquedos, e o cara não trouxe um pra mim, não que eu queira brinquedo, mas qualquer coisa que simbolizasse que ele lembrou de mim. Fecho o olho novamente

– Teddy olha que o papai comprou pra mim. Diz Phoebe.

Eu não respondo.

– Teddy, olha.

– Teddy olha essa boneca fala.

Ela continua falando, mas eu não respondo.

Passa um tempo, depois eu sinto uma coisa gelada no meu rosto e na minha camisa.

Quando abro os olhos vejo que ela está com um copo na mão é um sorriso triunfante.

Levanto com todo ódio que estou, e dou um murro em seu braço que com certeza vai ficar muito roxo.

– PAI. Ela grita chorando.

Nem me mexo estou com tanto ódio que nem consigo respirar direito.

– Oque foi Phoebe? Pergunta ele.

– O Teddy me bateu. Diz soluçando.

Ele dirigiu seu olhar raivoso pra mim, serro os punhos e o encaro.

– Porque você bateu nela?

– Olhe oque sua filha fez. Respondi no mesmo tom não vou me intimidar.

– Como você pode bater na sua irmã?

– Isso nem doeu, garanto que a dor que eu estou sentindo a dela não é nada.

– TÁ DOENDO SIM. Ela gritou.

– Que dor você está sentindo Theodore?

Sinto um nó na minha garganta mais eu vou falar.

– A dor de um filho, que precisa de um pai. Disse com lágrimas nos olhos pisco para elas caírem.

– Você tem pai. Disse como se fosse simples.

– Não eu não tenho me diz qual foi o único dia que você leu uma historia pra eu dormir? Qual foi o dia que você brincou comigo? O ultimo dia que me abraçou, que me disse que me amava? Levou-me pra sair? O ultimo presente que você me deu? Diz Christian.

– Eu te dei um tablet mês passado.

Pego o tablet e jogo no chão com força que ele espedaça.

– Faça um bom aproveito do seu tablet Christian.

– Theodore eu sou seu pai.

– Você pode ser de sangue, mas eu não considero saber por quê? Meu amor por você acabou.

– Eu não vou aceita que você fale assim comigo.

– Hilário, eu aceitei esses anos todos ser ignorado pelo homem que se diz meu pai.

– Eu nunca te ignorei.

– Nunca? Você deve estar louco, você passa a maior parte do tempo me ignorado.

– Eu não te ignoro é muita coisa na minha cabeça Phoebe, Ana, a GEH, você.

Começo a bater palma.

– Bravo Christian até sua empresa fica antes de mim. Digo sarcástico.

– Theodore me respeite.

– Meu respeito por você acabou há muito tempo Christian.

– Ora seu moleque.

Ele avança em minha direção e segura meu braço com tanta força que está doendo. Sinto meu corpo tremer pelo olhar que ele me dar.

– Você está me forçando a fazer uma coisa que eu prometi que nunca faria com meus filhos.

– VAI BATE, PODE BATER ESCOLHER UM CHICOTE, VARA OU A CINTA, MAS BATE COMO VOCÊ BATEU EM MINHA MÃE. Grito.

Ele me olhou com os olhos arregalados e me jogou no sofá.

Tira a cinta e se prepara para me bater.

Fecho os olhos esperando.

Mas não sinto a cinta em meu corpo.

– Não Sr. Grey. É a voz de Gail.

Abro os olhos, e vejo Gail entre mim e ele.

– Gail saia daqui. Diz entre dentes.

Gail assustada sai, e quando eu menos espero sinto a cinta na pele do meu braço.

Gritei de susto, ele deu outra na minha perna. Quando esperei a outra escutei Phoebe gritando.

– PAPAI NÃO.

Mas ele não ligou e continuou me batendo e eu gritando de dor e raiva por está chorando daquilo que pedi, até que vejo Taylor empurra-lo para o lado.

– Saia Taylor. Ele rosnou.

– Sr. Grey olha oque você está fazendo. Diz Taylor.

Ele olha pra mim que estou soluçando, olha pra as mãos depois pra mim de novo depois deixa a cinta cair no chão.

– Teddy me perdoe. Diz tentado se aproxima de mim.

Levanto rápido do sofá, meu corpo está doendo e vermelho.

– EU TE ODEIO. Grito e subo a escada correndo.

Entro no meu quarto deito na cama e choro até dormir.

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Acordo e vejo minha mãe ao meu lado olhando em volta e vejo Christian sentando em uma cadeira distante da cama.

Percebo que não estou no meu quarto e sim no deles. Alguém deve ter me colocado lá, agora quem?

Olho pros meus braços e estão feridos coloco a mão quando arde tiro rapidamente.

– Filho vá tomar um banho, sua avó está lá embaixo ela vai cuidar dos seus machucados.

Olho para minhas feridas e depois pra Christian que está com um copo de uísque nas mãos.

– Tudo bem. Sussurro.

Minha mãe me ajuda a levantar da cama, caminhamos para o banheiro, tiro minha roupa e fico só de cueca, minha mãe liga o chuveiro.

– AI. Grito quando a água cai em meus ferimentos.

– Calma filho devagar. Diz minha com os olhos vermelho com certeza estava chorando.

Minha mãe me ajudou com o banho, mas toda vez que a água cai eu gritava.

Terminei meu banho e minha mãe me envolveu na toalha.

Quando entramos no quarto papai não está mais lá.

Minha mãe foi ao meu quarto pegar uma roupa pra mim.

Assim que ela saiu vó Grace entrou no quarto.

– O meu bebê. Disse ele me abraçando quando estremeci ela me soltou.

– Desculpa querido, deixa a vovó vê os ferimentos.

Mostrei tudinho pra ela, minha mãe chegou e vestiu minha cueca e meu short de olhos fechados. Só minha mãe pra me fazer rir.

Vovó cuidou dos meus machucados, depois todos vieram me ver.

Quando todos foram jantar e tia Kate ficou comigo para que minha mãe pudesse buscar minha janta.

– Teddy eu odeio o seu pai, desde quando ele namorava com Ana. Disse ela.

– Eu entendo. Respondi.

– Olha essa chave aqui é do meu antigo apartamento se quiser fugir um pouco pode ir pra lá.

Mas me ligue antes viu? Perguntou me entregando a chave que logo guardei no bolso.

Assenti sorrindo.

– Ligar pra que? Perguntou minha mãe ao entrar no quarto.

– Se o senhor valentão fazer alguma coisa com ele. Eu venho e arranco ás bolas do seu marido. Respondeu tia Kate fazendo graça.

Comi minha janta toda por incrível que pareça, antes de todos irem embora vieram me dar um beijo.

Fiquei deitado na cama no meio entre Phoebe que alisava meu cabelo com semblante triste e minha mãe assistindo os vingadores.

Depois de um tempo decidi ir para meu quarto minha mãe logico não aceito mais convenci ela.

Quando cheguei ao meu quarto tranquei a porta mexi no bolso e peguei a chave e pense por longos minutos.

Peguei minha mochila, coloquei algumas peças de roupa e coisas essenciais.

Peguei o resto da mesada que a minha mãe me deu e coloquei dentro da mochila.

Liguei pra tia Kate, e falei que iria para o seu apartamento.

Marcamos de nós encontrarmos daqui a meia hora perto da minha casa.

Deixei um bilhete para minha mãe, e sai do quarto aproveitei que a casa estava escura e desci á escada voando, difícil será fugir dos seguranças.

Vou pelo canto do jardim, e vejo Reynolds no portão de entrada.

Procuro alguma coisa pelo chão e encontro uma pedra. Jogo em um lugar que ele possa vê.

Enquanto ele caminha em direção a pedra saiu correndo, caminho um pouquinho e encontro o carro da tia Kate, entro e ela sorri pra mim.

– Esse é meu garoto. Diz ela.

Quando estávamos longe da casa grande joguei meu celular pela janela.

Continua...