Notas iniciais
Oi, pessoal! Aqui está o quarto capítulo! Espero que gostem! Ah! E eu quero agradecer pelos comentários! E Yui Schiffer que sempre me deixa feliz quando comenta! Obrigada mesmo todas!
Boa Leitura!

No quarto de Orihime...

Inoue estava pensativa. Como contaria para seu amado Espada que está esperando um filho dele? Então ouviu a porta abrir. Era Ulquiorra.

- Estou entrando, mulher.

– Ulquiorra! – A ruiva andou até ele e o beijou com todo amor que sentia por ele.

- Está feliz, mulher? – Ele perguntou.

– Sim. Tem uma coisa que eu quero te contar. – Disse ela.

- E o que é?

Mal sabiam eles que Aizen, Ken, Szayel, Grimmjow e Nnoitra estavam outra vez escutando a conversa.

- Szayel, sai da minha frente! – Reclamou Ken em um sussurro.

- Só se o Nnoitra resolver se afastar! – Sussurrou Szayel.

- É o Aizen que está empurrando! – Sussurrou Nnoitra.

- Eu?! O Grimmjow pisou no meu pé! Se não querem que eu grite, então eu empurro! – Sussurrou Aizen.

– Não fui eu! Foi a Ken! – Sussurrou Grimmjow.

- Mas a Ken está...

- Bem embaixo de você! – Sussurrou Ken que estava entre as pernas de Aizen para conseguir passagem para escutar a conversa.

- Não precisa ter medo. Pode dizer. – Disse Ulquiorra, que apesar da voz séria, Orihime sabia que ele estava sendo carinhoso.

– É que eu estou... Estou... Estou feliz por está vivendo em Las Noches. Você pode não acreditar, mas eu quero ficar. Posso não ter o sol ou outras coisas que eu tanto falei para você, mas eu aprendi a gostar daqui. E eu não posso voltar. – Orihime tentava enrolar, mas ao mesmo tempo queria ir direto ao assunto principal.

- E por que você não pode voltar? – Perguntou Ulquiorra.

– Eu...

Ken sentiu a paciência no limite.

- FALA LOGO DE UMA VEZ! – Gritou Ken, que teve a boca tampada pelas mãos de seus amigos em volta.

Ulquiorra usou o sonido e apareceu bem próximo da porta. Abriu-a sem dó nem piedade e fez com que seus companheiros caíssem no chão.

– Eu sugiro uma corrida daqui até o meu quarto! – Disse Grimmjow. Todos saíram correndo, mas Ulquiorra conseguiu segurar Ken pelo braço e puxá-la para dentro do quarto de Orihime.

- Se meu braço ficar roxo, eu transformo sua cara branca em uma cara colorida. Vermelho e roxo é uma perfeita combinação, não acha? – Ken provocou.

– Quem é você? – Perguntou Orihime.

- Meu nome é Ken. Você deve ser a gráv... – Quando Ken percebeu que quase falou o que não devia, pensou rápido. – A gravíssima beleza do Mundo Hueco, Inoue Orihime.

– Você é gentil. – Disse Orihime docemente.

- O que eu tenho que fazer para vocês aprenderem a respeitar a privacidade dos outros? – Perguntou Ulquiorra irritado.

– A idéia foi do lagartixa do Nnoitra e a culpa vai pra mim?! Pessoal de Las Noches é injusto, hein! – Respondeu Ken.

Então chegou um serviçal que entregava a comida de Orihime. Deixou a comida na mesa e saiu.

– Ah! Finalmente! Comida! – Ken se aproximou da bandeja. Quando abriu, era algo com uma aparência estranha. Aproximou o rosto da comida para sentir o cheiro, mas não tinha cheiro nenhum. – Que grude é esse que vocês estão dando para essa mulher?!

- É com isso que a gente se alimenta. E que a alimentamos também. – Respondeu Ulquiorra.

Ken pegou uma colher e provou o alimentou. Colocou a mão na boca para evitar botar pra fora e forçou-se a engolir.

– Vocês estão brincando com a minha cara, não é? Não acredito que você, que eu sei que você a ama com todo o seu coração, a alimenta com isso. Essa coisa devia ser para alimentar os hollows perdidos no deserto. Enquanto eu estiver aqui, ninguém come essa coisa! – Disse Ken, que usou um sonido e voltou rapidamente com uma bandeja. Dava para sentir o delicioso cheiro da comida. Havia sopa, pão e diversas frutas. Orihime comeu tudo com vontade. Para Ken, que sabia da gravidez, entendeu o porquê que ela comia sem desperdiçar. Já Ulquiorra, se surpreendeu ao vê-la comer tudo que havia na bandeja. Depois de comer, Orihime sorriu como se dissesse ‘’estou satisfeita’’.

– Obrigada, Ken. – Disse Orihime.

– De nada! Bem, meu trabalho aqui terminou e eu não quero ficar olhando para a cara do perigo. – Disse Ken se referindo ao Ulquiorra.

Depois que Ken saiu, Ulquiorra e Orihime ficaram sozinhos.

– E — eu estou com sono. Vou dormir. – Disse Orihime, timidamente, enquanto deitava-se em sua cama.

- Eu permanecerei aqui. – Disse Ulquiorra. Ele sentou-se na cama ao lado dela. Quando Orihime dormiu, Ulquiorra levantou e ia sair, mas parou no caminho ao escutá-la chorando. Aproximou-se dela para acordá-la, mas ela já havia acordado assim que sentiu as mãos geladas de Ulquiorra no seu braço. – O que aconteceu?

– Eu... Tive um pesadelo! – Disse ela enquanto chorava. Havia sonhado que Ulquiorra a deixaria se dissesse que estava grávida.

– E como era? – Perguntou o arrankar curioso.

– Não importa. Eu tentarei dormir de novo.

Depois de algumas horas, Orihime estava sozinha. Aizen, Grimmjow, Szayel, Nnoitra e Ken aproveitaram a ausência de Ulquiorra para entrar no quarto. Orihime ficou feliz com a visita.

– Ficamos sabendo do seu pesadelo através da baixinha. – Disse Grimmjow.

– Foi idéia do Nnoitra para que eu fosse espiã do casal! Eu sei que você teve um pesadelo com o Ulquiorra sobre a criança aí! Mas não se preocupe! O Ulquiorra é ingênuo, mas de burro não tem nada! Ele não vai deixar você! E se deixar... – Disse Ken, que pegou sua espada ao falar a última frase.

- Mas agora eu estou curioso, Orihime. O que você vai dizer quando a barriga estiver grande? – Perguntou Aizen enquanto sentava-se em um sofá.

– Esse é um dos meus piores problemas! Se eu não falar, o que eu vou dizer depois? Espere! Aizen?! – Perguntou-se Orihime.

- Eu mesmo! Como terceiro Espada.

– E com a minha ajuda e da bomba que explodi na Soul Society, está aqui! E sobre seus problemas, faça como eu! Mate o problema! – Disse Ken.

– Eu não vou fazer isso! – Disse a ruiva.

Eles escutaram a porta sendo aberta. Iam se preparar para correr, mas era só a Neliel e o Tesla.

- O que vocês estão fazendo aqui com a Inoue? – Perguntou Neliel.

– Eu contei a eles sobre o meu segredo, Nell. – Disse Orihime.

- É sobre a gravidez dela? – Perguntou Tesla.

- Como você sabe?! – Pergunto Szayel.

- O mestre Nnoitra me contou.

– DEPOIS É A NELIEL QUE TEM BOCA ABERTA, NÃO É, JIRUGA?! – Gritou Grimmjow.

- ORA ESSA! TODOS PRECISAM DE AJUDA E É CLARO QUE EU PEDIRIA PARA ALGUÉM FIEL E CONFIÁVEL! – Gritou Nnoitra.

– Eu dei um jeito para alimentá-la direito! Não se preocupem! – Ken tentava mudar de assunto. – Tudo estará calmo durante a gravidez... – Antes de Ken concluir sua frase, Ulquiorra já estava entrando no quarto não gostando da visita que Orihime havia recebido e não deixando de escutar a conversa.

– Antes de mandar cada um de vocês pra fora desse quarto, me respondam quem é que está grávida? – Perguntou Ulquiorra.

– É a... A... A Harribel! Estávamos falando... Do filho que ela... Perdeu! – Mentiu Ken.

– Difícil de acreditar. E quem seria o pai dessa criança? – Perguntou Ulquiorra enquanto caminhava para ficar perto de Orihime.

– É claro que a pessoa é... Jajáquez aqui! – Disse Ken se referindo ao Grimmjow.

– Que Jajáquez, garota! É Jaegerjaquez! E como assim?! Acha eu ia ter um filho?! Com a rainha do Mundo Hueco?! – Desesperava-se Grimmjow.

– Que é isso, Grimmjow?! É supernormal! Se um arrankar pode se apaixonar por uma humana, por que seria diferente com um arrankar que se apaixona pela rainha do Mundo Hueco?! – Disse Ken se fazendo de esperta.

– Você me paga, sua...

– Chega. Saiam ou eu mesmo coloco vocês pra fora desse quarto. - Ordenou Ulquiorra impaciente e todos saíram, menos Ken, que se escondeu atrás do sofá sem ser vista por Ulquiorra.

– Bem, Ulquiorra... Já que estamos a sós, eu queria muito lhe contar algo... – Disse Orihime, se esforçando para não demonstrar o nervosismo.

Notas finais
Até o próximo capítulo!
Beijos!