Famiglia Vargas
13 Capítulo Treze: Little bit of hope
Notas iniciais
Eu vou ser breve porque as notas finais são do tamanho do capítulo quase -qq e vocês precisam ler!
Vocês vão ter de me perdoar pelo capítulo de hoje. Por algum motivo, eu estava com um humor gay enquanto escrevia, então... Zueira. ;3 MUITA zueira. E um Gilbert. E ele é meio pequenino, desculpinhas (o capítulo, não o Gilbert).
Por outro lado, sinto romance vindo aí ;*
Até as notas finais! ♥
A segunda invasão foi muito mais simples que a primeira. Na verdade, foi quase que humilhante. O número de pessoas presentes no hall de entrada – pelo qual os rapazes simplesmente entraram, sem qualquer tipo de segurança externa – era diretamente proporcional as habilidades dos loiros.
Na verdade, resumia-se a um nerd estoniano, um lituano esquisito – que por acaso foi o maior desafio deles –, um polonês que foi completamente ignorado e um grupo de sete outros homens russos grandes e assustadores, mas facilmente derrotados.
O último resistente caiu ao chão, e provavelmente nunca saberia quem o havia abatido. O rapaz canadense retirou do bolso os óculos e devolveu-os a face delicada. Ergueu o rosto e olhou em volta, vendo que o resto do grupo já tinha terminado a “limpeza”.
O irmão, Alfred, parecia bem, apesar de ter um corte superficial no rosto e estar sem os próprios óculos. O mesmo valia para Arthur, que segurava a própria arma com a mão esquerda, já que a direita estava enfaixada com um pedaço branco de pano que parecia com o da blusa de Francis.
Ao pensar no tio, o rapaz torceu o pescoço e o procurou pela sala, vendo-o encostado numa parede, já com um cigarro apagado entre os lábios, apertando o lado da barriga com um dos braços.
Antes que pudesse fazer seu caminho até o loiro mais alto, adotando uma expressão preocupada, o inglês por si mesmo já estava lá, resmungando algo sobre como Francis não deveria nem ter entrado na briga, porque ele era péssimo naquilo, e que era culpa dele Arthur se preocupar tanto e... Bem, ele meio que parou por aí, já que foi a vez de Francis incomodá-lo com comentários maldosos.
Considerando a capacidade de Francis de irritar Arthur, Matthew deduziu que estava tudo bem com ele e seguiu para perto do irmão, que ainda estava parado no mesmo lugar, silenciosamente esquadrinhando o chão de pedras.
–... Al? Você tá bem? – Apesar do tom manso de voz do mais novo, o americano ouviu-o e ergueu o rosto.
– Do que está falando, mano? Eu sou um hero! É claro que tá tudo bem. HAHAHA!
Não foi muito difícil perceber que Alfred era um herói cegueta. Só pra começar, em uma tentativa de encarar o irmão mais novo ele fixou o olhar num ponto aleatório da parede que estava pelo menos meio metro à esquerda e acima da cabeça do canadense. E também tinha os óculos destruídos, no chão a alguns passos deles.
– Seus óculos. – Murmurou simplesmente, sabendo que seria ouvido.
– Um hero incrível como eu não precisa enxergar mesmo! Relaxa, Matt, eu me viro!
– O único realmente incrível aqui sou eu! – A voz arranhada do albino cortou o salão. Ele sorria, como era de se esperar, e vinha arrastando consigo a arma de Ludwig (que tivera a sensibilidade de descarregá-la) numa das mãos, e uma chave grande e antiga na outra.
Gilbert parou no centro da sala, jogando no chão a chave que conseguira e pisando nela com força, partindo o metal no meio.
– E... E Ivan? – Matthew perguntou, sabendo que era a pergunta que o irmão faria se estivesse enxergando propriamente.
– Trancado na própria sala.
– A chave? – Arthur perguntou, aproximando-se deles.
– Era a única forma deles saírem de lá sem que precisem de alguém destruindo aquelas portas.
– Não é assim tão difícil, nós não matamos nin-
– O escritório dele foi feito como um abrigo nuclear durante a Segunda Guerra.
Cada par de olhos no lugar fixou-se no loiro que disse aquilo. Ludwig estava parado a alguns metros do grupo, ainda meio oculto pelas sombras do corredor. Assim que terminou a frase, sua atenção voltou-se completamente para os orbes alaranjados e levemente fechados de Feliciano, que ele carregava no colo por ser mais rápido, considerando sua perna quebrada.
O italiano estava exausto, mas não pode evitar um sorriso pequenino e frágil ao ouvir a resposta do loiro.
– Ele é o italiano? – Arthur se aproximou curiosamente do outro loiro, mas foi parado por Francis.
– Nós podemos conversar sobre isso no hotel. Não vai demorar muito até que a mídia ou a polícia percebam que tem algo de errado-
– Senhor Ludwig?
Havia um menino parado nas escadas. Ele era pequenino, com talvez treze anos, e tinha os olhos azuis assustados.
– Ivan tem um filho?! – Alfred gritou, ainda incapaz de enxergar apropriadamente. Ele também fez o favor de assustar o menor, fazendo-o encolher-se contra a parede de pedras.
Ludwig soltou um suspiro e atravessou a sala, parando por um momento para entregar o italiano – já adormecido – para o irmão. O alemão agachou à frente do menino, nivelando seus olhos com os dele.
– Eu preciso que você volte lá para cima, ok?
–... Quem são eles?
– Alguns amigos meus. – O maior tentou ser sucinto.
– Aquele não é o cara de mais cedo? – Ele perguntou, apontando na direção de Feliciano com a cabeça.
– Sim, é ele.
O menino se calou por um momento, os olhos azuis encarando Ludwig com uma expressão intrigada.
– Você ‘tá indo embora.
–... Sim, Ravis, eu estou.
– E não vai voltar.
– Nunca mais, de preferência. – Ele concordou.
– Nem no meu aniversário? – Ravis fez bico, mas o alemão negou com um aceno. – E no do Ivan?
Ludwig negou novamente murmurando algo para o garoto em uma língua que poderia ser russo, ou a língua natal dele, antes de virar-se para os outros.
– Eu vou colocar Ravis de volta na cama, vão na frente.
– Nós vamos esperar por você, Lud. Anda logo.
O loiro hesitou antes de abrir um sorriso leve na direção do irmão e pegar o loirinho no colo, bloqueando a visão que ele por sorte não teve, dos dois irmãos desacordados a um canto – para onde foram arrastados por Gilbert. Quando chegou ao quarto do garoto, Ravis já tinha voltado a dormir.
Eles saíram todos juntos, seguindo até o final da rua onde dois carros – alugados naquela manhã – esperavam por eles. Francis fez questão de guiar o Porsche Cayman branco, e Gilbert saltou no banco do motorista do Aston Martin V12 – de um vermelho quase tão escandaloso quanto seus olhos.
Os últimos a se acomodarem foram Matthew e o irmão, que precisou ser guiado até o carro, e bateu duas vezes a cabeça antes de conseguir enfiar-se no banco de trás. O rádio foi ligado e sintonizado nas notícias, algo inútil, já que estavam em russo.
Os motoristas ainda fizeram o favor de apostar uma corrida pelas ruas vazias e geladas, derrapando levemente a cada curva até a entrada do hotel. Francis chegou primeiro – ao que Gilbert mais tarde declarou que fora simplesmente pela incrível bondade de sua incrível pessoa.
Já de volta ao hotel, o grupo de Francis já estava dormindo antes mesmo de Ludwig e o irmão alcançarem a porta do apartamento largo que haviam escolhido. É claro que o albino não perdeu a oportunidade, e enquanto Ludwig escolhia um quarto qualquer e procurava a chave – só por garantia – o lutador conseguiu desenhar nos rostos de todos os três loiros – ele não conseguiria fazer aquilo com Matthew dormindo tão tranquilamente – e ainda fazer um dos lados de um bigode mexicano em Alfred antes do mesmo abrir os olhos e sonolentamente perguntar-lhe o que queria.
– Ahn... Nada! Só vim te avisar que seu amigo... Fantasma mandou um oi.
O albino tratou de dar no pé, e só se lembrou que quem via coisas estranhas era Arthur, não o americano, quando já tinha trancado a porta e se enfiado embaixo das cobertas. Deu de ombros. Não é como se naquela idade o loiro fosse ter medo de algo bobo assim.
Alfred passou o resto da noite em claro.
.
Quando ele perguntou o que estava acontecendo, ninguém soube ou teve tempo de responder. Agora, sentado num dos bancos desconfortáveis de plástico da recepção, Antônio pensou que deveria ter insistido mais antes de ser arrastado a força por dois enfermeiros para fora do quarto de Lovino.
Apertou com mais força o café que Kiku trouxera com ele quando recebera a ligação alterada do espanhol. Até aquele momento, as coisas estavam bem tranquilas, então eles pensaram que não haveria problema algum no japonês ir para o hotel onde deveria estar ficando, tomar um banho e descansar um pouco. O próprio espanhol se sentia exausto.
As janelas de recepção vinham do teto ao chão da parede esquerda. Já que o hospital ficava na parte alta da cidade, dali era possível enxergar quase toda a cidade abaixo, e naquele momento ele tinha uma visão deveras privilegiada do sol nascendo no horizonte marinho, os primeiros raios da manhã alcançando a cidade. Não que Antônio estivesse observando aquele tipo de coisa. Desde o momento em que os médicos proibiram sua estadia no quarto do italiano, ele estivera rezando ou ouvindo enquanto Kiku conversava com alguma enfermeira, os olhos verdes firmemente fechados e as costas curvas.
Talvez ele estivesse simplesmente se punindo mentalmente pela própria inutilidade, ou talvez tivesse finalmente adormecido, Kiku nunca saberia. Desistiu de tentar arrancar as informações da morena sorridente e irritante com quem estivera falando, e que parecia fingir-se ignorante, agradecendo educadamente sua inutilidade e voltando para perto dos bancos.
No exato momento em que se sentou – já pensando que dormir ali não era tão ruim assim – o médico de Lovino entrou por um corredor lateral, vindo do quarto do italiano, e seguindo apressadamente na direção dos dois. Levantou-se num salto, chamando a atenção de Antônio que se remexeu, abrindo os olhos e observando a aproximação do homem de idade avançada que vinha na direção deles.
O médico tinha uma expressão ansiosa.
– Signore Honda, se puder acordar signore Carriedo por mim... Ah, já está acordado! – Kiku virou-se para ver Antônio arrumar a postura, apoiando as costas no banco e passando uma das mãos no cabelo. Seu coração batia violentamente contra o peito, numa sensação desconfortável de nervoso.
– Aconteceu algo?
– Não! Quer dizer... Bem, si. Mas não são más notícias.
O espanhol quase saltou sobre o médico, erguendo-se do banco rapidamente e ficando ao lado de Kiku em menos de dois passos.
– Ele acordou?! Lovino está acordado?!
–... Si, ele está. Mas... – Antônio já se afastava novamente, seguindo pelo mesmo corredor do qual o médico viera, ignorando completamente a próxima parte do aviso. – Eu ia dizer que ele está nos exames...
– Tudo bem, eu vou atrás dele. Obrigado.
Com uma semi curvatura, o rapaz virou-se e seguiu atrás do moreno, não correndo porque correr num hospital era rude. Encontrou Antônio parado do lado de fora do quarto, silenciosamente observando enquanto uma enfermeira retirava sangue do braço de um Lovino silencioso. Kiku aproximou-se também, virando-se para perceber que o italiano encarava o moreno de volta do outro lado do vidro.
– Eles estão checando a saúde dele.
–... Eu sei.
– Ele não deveria ter acordado tão cedo. – Kiku acrescentou.
– Aham.
– Senhor Lovino vai ficar aborrecido quando descobrir o que Feliciano fez.
Sem resposta. Antônio empalideceu consideravelmente, arregalando os olhos verdes e virando-se para Kiku com pânico no olhar.
– Ele vai me matar. – Sussurrou. – Tô morto, totalmente morto. Me salva.
O japonês sorriu.
– Boa sorte. Já que está tudo bem, eu pretendo voltar ao hotel e descansar um pouco. Até mais tarde, senhor Antônio... Provavelmente.
Em seguida, abandonou um espanhol já morto no corredor, sonhando com seu banho de banheira e com a cama macia... Seria maravilhoso poder dormir direito, principalmente agora que o líder dos Vargas estava acordado.
Bem longe dali, ainda no frio da bela cidade russa, o gêmeo mais novo de Lovino também acordava. Ele tivera um sonho estranho, no qual um príncipe loiro malhado o carregava por um campo gelado, como se ele fosse uma mulher. Franziu o cenho e abaixou o olhar, percebendo duas coisas importantes.
A primeira, sua perna estava engessada, e aparentemente alguém já fizera o favor de desenhar uma bola amarela disforme, com asinhas e bico, e escrever “awesomeness” em baixo. “Quem será?” Feliciano perguntou-se ironicamente. A segunda delas, e muito mais importante, era que ele estava em segurança.
Olhou em volta, percebendo-se num quarto pouco adornado, que ele deduziu ser de um hotel, pela quantidade de propagandas, nas roupas de cama, no cobertor, e nas almofadas da poltrona... Talvez estivessem preocupados que um cliente se esquecesse de onde deveria pagar a conta.
Seus olhos fixaram-se no último objeto observado, ou no loiro que se encontrava deitado desleixadamente sobre a referida poltrona. Era estranho vê-lo com os cabelos loiros desorganizados, e com os bigodes desenhados com a mesma canetinha amarela usada no gesso – prova de que Gilbert realmente passara por ali – ao que Feliciano não pode evitar uma risada.
Quase que automaticamente os olhos azuis sonolentos abriram-se, olhando em volta em busca de problemas para encontrar o brilho divertido nos olhos de Feliciano. Antes mesmo que o moreno pudesse dizer qualquer coisa, ele deduziu o que acontecera, recapitulando o dia até o momento.
Naquela manhã ele decidira fazer o gesso por si mesmo, e precisara sair para comprar os materiais. Provavelmente, quando voltara para o quarto se esquecera de trancar a porta e... Bem, o resultado era Gilbert.
Será que seu irmão não dormia?
Ergueu-se pensando em como o italiano era sortudo por estar machucado, o que foi maldoso. Com um suspiro, ele parou a porta, hesitando em se aproximar da cama.
– Você precisa de algo? Comida, ou ir no banheiro-
– Eu vou ficar bem.
–... – O loiro franziu o cenho, tentando processar a frase pouco específica. Por fim, avançou até o menor e puxou-o para o próprio colo, sem realmente pensar na ação. Fizera aquilo na noite anterior e não via problema algum em fazê-lo agora. – Banheiro, então.
Ele caminhou até a porta, deliberadamente ignorando a tonalidade vermelha que o rosto de Feliciano adquirira.
– Ahn... Obriga-
– ELES NASCERAM!
Um Gilbert particularmente excitado, escandaloso e alegre irrompeu pela porta do quarto, saltando sobre Ludwig e rodando todos os três pelo quarto numa cena beirando ao ridículo. O maior se desequilibrou, cambaleando enquanto tentava manter Feliciano a salvo. O moreno, percebendo o perigo, abraçou-se ao pescoço do outro e só abriu os olhos quando Gilbert finalmente os soltou e recuou alguns passos.
– Oi Feli. Bom dia.
O sorriso dele parecia ocupar todo o rosto, e seus olhos rubros brilhavam mais do que tudo. Feliciano não pode evitar sorrir de volta.
– Bom dia. De quem você estava falando?
– Kesesesesese! Meus incríveis filhos, claro!
– Seus... O que?
–... Filhos? Você não tem filhos. – Ludwig franziu o cenho, erguendo uma sobrancelha.
– É claro que tenho! Até os nomes são incríveis! É claro que se eu tivesse escolhido teria sido ainda melhor, mas eles são incríveis mesmo assim. Lily e Vash, querem ver fotos?!
– Vash? O nome do seu filho é Vash?
– Bem, como eu disse, não fui eu quem escolheu. Mas a Lily é linda!
E enquanto falava ele pegou o celular e cutucou aqui e ali, virando-o para que os outros dois pudessem ver a foto de dois bebês loiros lado a lado num berço. O menino enrolado na manta azul dormia, mas era possível enxergar tanto o sorriso infantil quanto os olhos verdes de Lily, fixos na câmera como se ela realmente soubesse que era o que deveria fazer.
– Incríveis, não?
– Eles são lindos. – Feliciano sorriu gentilmente, observando enquanto Gilbert voltava o celular para si e observava a foto mais uma vez.
– Rod parecia ótimo no telefone. Ele não parou de falar sobre o quanto eles são lindos, e como a Liz tá super orgulhosa.
–... E podemos voltar ao tópico de como você virou pai deles?
– Isso é óbvio, West! Eu serei o incrível pai deles, enquanto Rod faz papel de avô chato que ensina as coisas!
Feliciano lutou para segurar a risada. A pior parte era que servia bem ao austríaco.
– Ele vai gostar de ouvir você falando disso.
– Enganado. Ele ficou muito irritado. Nem sei porque. Ei, Francis! Eu já te mostrei a foto dos meus filhos?!
Voltaram-se para a porta, por onde um loiro sonolento passava, vestido apenas com uma calça larga de seda. Os cabelos conseguiam parecer bonitos até bagunçados como estavam. Os olhos azuis brilhavam satisfeitos com a noite bem dormida, e a resposta foi num tom bem humorado.
– Não, mas acordou todo o prédio com sua gritaria.
– Já tava na hora! O vôo é essa tarde mesmo!
– WHAT?! – Francis revirou os olhos com um suspiro. Arthur passou correndo por eles, e uma porta – provavelmente do banheiro – bateu. – Wanker! Stupid frog! Por que não me acordou mais cedo?!
O francês abriu um sorrisinho afetado e virou-se, caminhando e seguindo para o banheiro, entrando pela porta que ele sabia que estaria destrancada e trancando-a atrás dele, só por precaução.
Eles puderam ouvir mais alguns gritos, e o som abafado da voz macia do francês provocando o amante. Depois, silêncio. Gilbert deu de ombros.
– Pelo menos agora eles estão quietos. Nem sei de onde tiram tanta energia-
– Bruder, porque não vai chamar o Matthew para fazer o café? — Ludwig o interrompeu antes que soltasse alguma besteira.
– E acordar ele? Por quê?
Os olhos azuis brilharam com humor.
– Almoço de ontem.
Menos de um segundo para entender. Gilbert estremeceu violentamente com a visão da comida do inglês. Feliciano olhou de um para o outro, sem saber o quão sortudo era por não entender o que acontecia.
– MATT!
Notas finais
Outros personagens que vão estar um pouco diferentes são o Mattie, e o Gil (como vocês viram, ele é um pouco mais responsável e consegue sentir o clima k)... E eu acho que só, pelo menos por enquanto. ;-;
Bem, até a semana que vem, beijocas.
Gin-chan
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