Notas iniciais
Desculpa! Desculpa! Desculpa! Desculpa! Desculpa! Desculpa!!!!! Sério, me perdoem T-T Ouve vários problemas nesse intervalo que fiquei fora, mas agora voltei! ehhhh! E não vou gastar o tempo de vocês contando o que houve, só peço que entendem! Então... Boa Leitura! Espero que curtem!

Sasuke observava o rosto sereno de Sakura enquanto a mesma dormia, ela era linda. Cuidadosamente Sasuke tirou alguns fios de cabelos de seu rosto. Sorriu lembrando-se de algumas horas atrás, finalmente fizera Sakura sua novamente, e agora não a deixaria ir como da primeira vez. Sasuke não cometeria o erro duas vezes.

Queria Sarada em sua vida, sua filha, mas queria Sakura também. Agora que conseguiu irá falar para ela arrumar suas coisas, pois as duas mulheres de sua vida irá viver com ele de agora em diante.

Sasuke sentiu um chakra se aproximando, e rapidamente se levantou vestindo suas vestes de ninja, depositou um beijo na testa de Sakura antes de descer. Chegou a tempo de escutar alguém batendo na porta.

– Sr. Uchiha? — Um ninja da ANBU estava parado em sua porta. Acenou com a cabeça pedindo para que o mesmo continuasse. — O Hokage requer sua presencia imediatamente para uma missão importante. — Após deixar o recado o ninja fora embora.

Bufou, preferia ficar na cama agarrado com sua mulher, mas não podia ignorar isso, afinal, devia muito para Naruto por não lhe colocar na cadeia.

Voltando para dentro pegou seus pertences, não daria tempo de se despedir de Sakura, e muito menos escrever uma carta. Resolveria isso quando voltasse, Sasuke decidiu saindo porta a fora.

(...) (...) (...)

Sakura não escondeu a surpresa ao entrar na sala de emergência e encontrar Chouji inconsciente.

– O que aconteceu? — Perguntou se aproximando.

– Sem perguntas, Sakura. Precisaremos fazer a cirurgia imediatamente. — Tsunade disse severamente, não gostou de saber que Chouji encontrava-se entre a vida e a morte.

– Certo!

Se preparam rapidamente, mais alguns ninjas estavam ajudando a salva-lo, pelo jeito o resto do dia vai ser longo...

***

Suspirou pesadamente ao sair da sala de cirurgia, graças a Kami conseguiram estacar a hemorragia de Chouji, e agora está em estado instável, pelo menos estava fora de perigo.

– Bom trabalho, Sakura. — Olhou para a médica Tsunade. — Se não fosse por você seria tudo mais complicado.

Tentou sorrir, estava esgotada por ficar mais de quatro horas lá dentro, porem faria tudo de novo se fosse para não deixar seu amigo morrer.

– Obrigada, Tsunade-sama. — Suspirou. — Se não se importa, posso voltar para casa? Tenho uma comemoração para comemorar.

– Oh, Claro. Você pode descansar nos próximos dias, e quando se sentir melhor poderá voltar, essa semana foi muito puxada para você. — Explicou educadamente.

Sakura se despediu dizendo que logo estaria de volta, e então rumou para casa do Hokage. Chegando lá nem deu tempo para bater a porta já que a mesma fora abrida com brusquidão.

– Mamãe! — Sua menina gritou correndo para seus braços lhe dando um abraço.

Sorriu, já estava com saudade da filha, Sakura não conseguia ficar longe dela por muito tempo,e por isso nem sequer podia imaginar o que aconteceria se tirassem sua garotinha de sí.

– Se comportou, Sarada? — Perguntou apos se separarem.

– Claro! Você sabe que sempre me comporto. — A pequena sorriu.

Hinata apareceu na porta sendo acompanhada por uma miniatura de Naruto.

– Olá Hinata-chan.

– Sakura-chan. — Se cumprimentarem. — Vamos entrar.

– Oh não. — A rosada sorriu. — Irei direto para casa, tenho muitas coisas para fazer.

Hinata balançou a cabeça.

– Tudo bem então, mas qualquer dia passe por aqui para conversarmos.

– Pode deixar. Até mais, e obrigada por cuidar da Sarada. — Agradeceu gentilmente, Hinata era a única pessoa que confiava profundamente, já que Ino está em Suna com o Gaara.

– Não foi nada, Sarada é um amor de pessoa. — Hinata falou e a pequena sorriu corada.

– Tchau Sarada-chan. — Boruto pela primeira vez se pronunciou.

Sakura arqueou uma sobrancelha, desde quando Boruto chamava sua filha pelo nome e não por aquele apelido idiota, como é mesmo? Ah sim, Sarnada.

A Haruno olhava desconfiada de um para o outro, e viu que Boruto sorria um pouco corado para sua filha, e que a mesma estava com a cara emburrada o olhando feio. Hm... Descobriria o que estava acontecendo mais tarde.

Se despediu mais uma vez de Hinata antes de virar e ir embora com sua filha. Alguns minutos depois de andaram pela vila ouviu a voz de Sarada se pronunciar.

– Onde está o pai? — Sakura torceu o nariz, se pelo menos ela mesma soubesse responderia a filha.

– Não sei. — Falou a verdade, não iria ficar quebrando a cabeça por causa do idiota do Sasuke. — E você?

– O que tem eu? — Sarada perguntou confusa.

A Haruno sorriu.

– Pronta para comemorar? — Sarada abriu um enorme sorriso e respondeu:

– Já nasci pronta!

– Certo certo... Então vamos para casa nos arrumar, e logo iremos ao parque de diversão, que tal? — Sakura segurou na mão da filha.

– Ótima idéia mãe. — Sorriu e logo indagou pensativa. — Só nós duas? Não vai convidar o papai?

Sakura teve vontade de revirar os olhos, mas não fez isso na frente de sua filha, Sarada era esperta e iria perceber que algo está errado.

– Sim querida, somos só nos duas, seu pai deve ter coisas melhor pra fazer, já que sumiu. — Explicou gentilmente, mas o que Sakura queria mesmo era xingar aquela Uchiha maldito com tudo quanto é nome!

Sarada olhou desconfiada para mãe, mas logo deu de ombros.

Minutos depois chegaram em casa, cada uma foi para seu quarto se arrumarem, Sakura estava feliz por finalmente passar mais tempo com sua filha, ela não iria descansar como Tsunade pedira, gastaria seus dias de folga ao lado de sua menina.

Já Sarada estava parada no meio do quarto olhando para o nada, não conseguia tirar da cabeça o que o Uzumaki lhe disse mais cedo:

– Sarada-chan... — Boruto entrou no quarto de hospedes onde a pequena Haruno estava. Sarada o ignorou. — Sabe... Eu só quero que saiba que gosto mesmo de você, por isso te implico tanto.

Sarada não o olhava, estava de costas fitando uma mancha na parede que parecia bem mais importante. Seu coração batia acelerado, e ela não sabia o porquê. E também tinha o fato de estar se sentindo nervosa com a presença do loiro, porem fazia de tudo para esconder, e por isso respondeu friamente:

– Não me importo com nada disso, não está vendo que estou ocupada? Poderia me dar licença? — Se sentia mal por ter dito aquilo, mas não sabia como reagir. Ouviu o suspiro profundo dele atrás de si.

– Tudo bem... Mas só quero que saiba que irei fazer com que você goste de mim também, ou não me chamo Boruto Uzumaki! — Gritou a parte de seu nome e acrescentou: — DATTEBAYO!

Sarada deu um pequeno sorriso, aquele loiro... Hunf! O deixaria tentar conquista-la, mas o que ele não sabe é que já está fazendo isso antes mesmo de tentar.

Sarada?– Escutou a voz de sua mãe do outro lado da porta. — Está pronta? Jão são 19:15Hrs.

– Já estou indo! — Gritou se apressando para arrumar-se, ficara perdida em seus pensamentos que nem vira o tempo passar.

– Se apresse, estou esperando lá em baixo.

(...) (...) (...)

Andavam pelo parque de diversão de Konoha, Sakura fazia uma careta diferente quando passavam pelos brinquedos que tinham ali, já Sarada observava qual iria primeiro com uma empolgação que nunca vira antes.

– Aquele! — O grito de sua filha a despertou. — Vamos naquele primeiro mãe!

Sakura olhou para o brinquedo que Sarada apontava e arregalou os olhos.

– Tem certeza? — Perguntou para filha enquanto observava o brinquedo. Tinha dois lugarem, e quando as pessoas já estavam acomodadas o brinquedo era ligado e então soltava de uma vez, parecia até como um estilingue humano... Tremeu dos pés a cabeça ao vê a altura que aquela coisa chegava.

– Claro mamãe. — Sarada a olhou e sorriu da expressão de espanto dela. — Não me diga que a Srta. Haruno está com medo? — A provocou.

– Tsc. Claro que não. — Mentiu na maior cara dura. — É só que... Pode ser perigoso, imagina se aquilo se soltar?!

– Para de drama, mãe! — Sarada revirou os olhos. — Vamos! — Segurou a mão da rosada e saiu a arrastando, Sakura se deixou levar, não queria parecer uma fracote em frente de sua própria filha, mas já estava parecendo... Argh!

Depois de vários minutos chegaram a vez delas, e a cada passo que se aproximavam do brinquedo as pernas de Sakura fraquejam.

Sakura engoliu em seco se sentando ao lado de sua filha, e a mesma tinha um sorriso enorme de divertimento.

– Está preparada? — Perguntou uma animada Sarada. Ela estava adorando vê a cara de desespero da mãe.

– C-claro. — Nem conseguia responder direito, queria fechar os olhos e quando os abrisse aquilo tudo já teria passado.

Segurou um grito na garganta quando o estilingue disparou, Sakura sentiu o vento bater forte em seu rosto e seus cabelos voavam para todos os lados. Sarada gargalhava ao seu lado, abriu os olhos para olhara mas se arrependeu no mesmo instante.

O estilingue subia e descia em uma velocidade sobre-humana, e olhando para baixo viu o tanto que estavam altas. Dessa vez não conseguia se segurar, gritou. Sakura gritou pra valer.

Sarada ria do desespero da mãe, sabia que a mesma tinha medo de altura, e não resistiu em pregar essa peça nela. Estava se divertindo bastante, sua mãe era muito, muito engraçada quando estava com medo como agora.

Quando desceram Sarada ainda gargalhava, sua mãe estava vermelha passando para o roxo.

– E-eu... — Sentia dificuldade até para falar. — Preciso de ar.

Andaram até um banco de concreto, Sakura se sentou e Sarada fora buscar água para mãe.

– Aqui. — Sakura pegou a garrafa de água. Bebeu tudo e quando acabou respirou mais aliviada.

– Eu deveria coloca-la de castigo. — Apontou o dedo acusadamente para a filha. Sarada deu de ombros.

– Vai me colocar de castigo por nos divertir? — Arqueou uma sobrancelha.

Sakura revirou os olhos. E quando ia responder a filha fora interrompida por um voz grossa.

– Sakura? — Virou a cabeça encontrando Nobaru, ele sorria enquanto se aproximava. — Como vai?

A Haruno sorriu.

– Bem e você? — Respondeu.

Sarada olhava para o homem com o cenho franzido e um pouco desconfiada.

– Melhor agora. — Sorriu ainda mais e olhou para a pequena ao lado da mãe. Nobaru diminuiu o sorriso enquanto fala com Sarada. — Você deve ser a famosa Sarada, certo?

Ela percebeu o sorriso forçado que ele dava para si, o imitou.

– Sim, mas não posso dizer o mesmo de você. — Se referiu ao fato de não o conhecer.

Nobaru bufou disfarçadamente. Pirralha irritante.

– O que faz aqui, Nobaru? — Sakura dirigiu-se para si.

– Estava só de passada e vi vocês, resolvi passar para dar um oi.

– Já deu, então agora pode ir embora. — Sarada indagou friamente, não gostou nada desse homem a sua frente.

– Sarada! — Repreendeu a mãe ficando com vergonha com a falta de respeito da filha. — Desculpe-me por isso.

– Tudo bem. — Sorriu. — Afinal, crianças são assim mesmo. Mas é melhor eu ir indo, tenho alguns assuntos a tratar.

– Oh claro. — Respondeu Sakura com um sorriso gentil.

Sarada estava emburrada ao seu lado.

– Já ia me esquecendo. — Nobaru aproximou-se de Sakura pegando em sua mão. — Aceita um convite meu para jantarmos amanhã?

Sakura ficou sem graça pelo convite inesperado. Fitou Sarada e essa fingia que não estava prestando atenção, voltou seu olhar para Nobaru. Por que não? Nobaru era gentil, parecia ser fiel, era tudo que faltava em Sasuke, e tudo que precisava.

– Claro, por que não? — Respondeu sorrindo, e então Nobaru levou as costas de sua mão até a boca depositando um beijo ali.

– Irei buscá-la as sete. — Virou as costas e foi embora.

Sarada olhou a mãe com raiva. O que foi aquilo? Ela iria sair com outro homem? E o seu pai?

– E Sasuke?

– Como? — Sakura olhou para filha.

– Achei que amasse meu pai. — Falou e Sakura suspirou pesadamente.

– Não vamos falar dele, ok? Você ainda é uma criança ingênua que precisa aprende muitas coisas.

Sarada bufou.

– Eu não confio nesse cara. — Sakura sorriu.

– Você só está com ciúmes, vamos esquecer isso, afinal, viemos aqui para nos divertir certo? — Se levantou puxando sua filha junto.

– Certo. — E assim voltaram para o parque onde passaram várias horas da noite se divertindo-se.

(...) (...) (...)

Depois de colocar Sarada para dormi Sakura desceu para cozinha, tomou um copo de água encostada no balcão, relembrando a noite passada onde nesse momento estava com Sasuke.

Suspirou.

Amou sentir o corpo dele junto com o seu, Sasuke a amou naquela noite muito mais do que a primeira, foi maravilhoso. Sakura sentiu que Sasuke achou o mesmo, mas então por que ele saiu sem avisá-la? E até agora ele não apareceu, nem para procurá-la para tentar se explicar...

Fechou os olhos.

Ainda amava Sasuke sim, nunca o deixou de amar, mas depois do que aconteceu ela não sabia se queria continuar com isso, já estava cansada de sofrer por ele e pretendia seguir com sua vida. Por isso tentaria o esquecer, e Nobaru parecia disposto a ajuda-la.

Saiu de seus pensamentos ao ouvir batidas na porta. Fitou o relógio pendurado na parede ao lado da geladeira, já eram quase meia noite, quem será?

Caminhou até a porta sentindo um chakra já conhecido. A abriu.

– O que devo a sua visita... — Sorriu sapeca. — Hokage?

– O que eu já falei sobre isso, Sakura-chan?! — Indignou-se o loiro.

Sakura riu.

– Entre.

Sentaram-se no sofá, um de frente para o outro.

– Sabe que horas são, Naruto? — Perguntou arqueando uma sobrancelha.

– Claro que sei, mas o assunto que quero tratar com você é sério. — Respondeu e Sakura o escutou com atenção. — Soube dos ataques que estão acontecendo ao redor da vila?

– Como? — Sakura arregalou os olhos. Ela não fora informada sobre isso.

– Pelo jeito não... — Naruto sorriu. — Já tem algumas semanas que está acontecendo, e alguns de nossos ninjas voltam gravemente feridos, ainda não sabemos a causa.

Sakura parou para pensar um pouco.

– O que aconteceu com Chouji... Foi por causas dos ataques?

Naruto suspirou.

– Infelizmente sim... — A olhou sério. — Quero que a partir de agora tenha mais cuidado, desconfio que possa ter um intruso na vila.

– Mas quem poderia ser? — Perguntou já ficando assustada com a segurança de sua filha.

– É só uma hipótese, não tenho certeza, mas peço que não abaixe sua guarda. — Avisou Naruto, ele não gostaria que nada de ruim acontecesse com sua melhor amiga e afilhada.

– Pode deixar. — Sakura sorriu tentando descontrair. Sua língua estava coçando para perguntar a ele se sabia onde Sasuke poderia estar, mas por fim resolveu deixar quieto.

– Já vou indo Sakura-chan. — Falou se levantando. — Deixei Hinata sozinha com as crianças, então é melhor eu voltar.

– Claro, obrigada. — Agradeceu por ele ter lhe avisado sobre os ataques.

Caminharam até a porta de entrada.

– Ja ne. — Se despediu de Sakura.

A rosada fechou a porta, passou pela sala subindo as escadas, estava esgotada, se divertiu muito com Sarada hoje, mesmo que quase morresse de medo ao subir em alguns brinquedos malucos que sua filha sugeria.

Sorriu sozinha entrando em seu aposento, se jogou na cama e fechou os olhos, tendo como a última visão a imagem de Sasuke.

Notas finais
Gostaram? Alguma critica? Sugestão? Desculpe se tiver algum erro, e não sei quando o próximo saíra, mais não demora tanto hehe, afinal, ele já está sendo escrito ^^ Bjss
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.