Notas iniciais
*Espero que gostem...

**Kate**

Teclo com força os teclados do computador. Estou louca para ir embora. Estou de TPM. Briguei com Ava com Elliot com meu chefe. Hoje meu dia não está bom.

— Ei que mau humor é esse? — perguntou Camila sentando em frente a minha mesa.

— Estou estressada, cansada, quero ir embora. — respondi.

— É duas. Hoje o Patrick está um pé no saco.

— Nem me fale, ele me mandou refazer a matéria daquele caso dos roubos.

— Sério? Aquele que você me amostrou estava perfeito.

— Ele disse que não. Quer saber? Eu não vou fazer porra nenhuma.

— Essa é a Katherine que eu conheço. — disse ela rindo. — Como está ás crianças? —perguntou.

— Devem está em casa. Ava está me enlouquecendo Cami. —Respondi suspirando.

— O que a garota está aprontando?

— Ela querendo fazer ciúmes no meu afilhado. Cada dia beija um garoto. Brigo com ela Camila e ela diz que está na idade. E Elliot aquele imbecil acha engraçado. Eu não sei, mas o que fazer.

— Amiga essa fase é terrível, com a Belle foi assim também. É assim você briga ela para dois dias, depois volta a fazer tudo de novo. A única pessoa que ela obedece ou tem medo sei lá é minha irmã.

— Ava também, só escuta a mim ou ao Christian o padrinho dela.

— Sei como é amiga. O Igor não me dá esse trabalho, mas Isabelle? Vou te contar. E o traste do pai deles não me apoia em nada.

— Xande é tão diferente dela. Sabe? Ele é um garoto nota mil agora está meio enrolado com a Heloise, mas é Estudioso, esforçado, dedicado e organizado isso ele puxou do Elliot. O quarto dele é um brilho, você precisa vê o da Ava, você chega da porta você corre. No semestre passado tive que a deixa de castigo, as notas delas foram horríveis.

— Dá vontade de dá umas palmadas. Kate eu não sei aonde eu errei com essa menina.

Confirmei com a cabeça.

— É amiga, antes de sair de casa a mandei arrumar aquele chiqueiro que ela chama de quarto. Só espero que ela tenha feito. — falei.

Meu celular tocou em algum canto da mesa, procurei e não achei. Camila pega do chão rindo. Levei a orelha sem nem menos olha quem era.

Kate? — É Mia.

— Oi cunhada. — Respondi.

Estamos no hospital. Ana passou mal e ainda não temos noticias dela.

— O que? Como? Já estou indo para ir. — falei e desliguei.

— O que aconteceu?— Perguntou Camila. Enquanto eu enfiava as coisas na minha bolsa.

— Minha amiga passou mal.— respondi.

Caminhei para sala do meu chefe. Bati na porta e entrei.

—Estou saindo. — Falei.

— O expediente ainda não acabou. —Disse ele.

— Sim, mas minha amiga passou mal e eu tenho que ir ficar com ela.

— Espere seu expediente acabar.

— Vá se fuder Patrick. —disse e dei as costas para ele.

Passei correndo pela recepção e escutei a gargalhada de Camila. Peguei o elevador e fui para a garagem. Entrei no carro e fui direto para o hospital.

— Ei amor. —disse Elliot quando cheguei à garagem.

Seus olhos estavam vermelhos, ele estava chorando. Senhor que não tenha acontecido nada com Ana. Dei um selinho nele. E o abracei. Estava morrendo de saudades ele estava viajando e chegou hoje.

— O que aconteceu?— Perguntei.

Ele não respondeu pegou minha mão e me levou lá para dentro. Caminhamos em silencio e lá estava todo mundo. Teddy com a cabeça apoiada no ombro de Mia. Phoebe estava no colo de Grace toda encolhida, chorava que chegava a soluçar. Christian estava na ponta do corredor ao lado de Carrick. Não dava para saber se ele estava chorando ou não.

— Oh Kate, fica aqui com Phoebe para me vê se consigo alguma noticia de Ana. — disse Grace.

— Claro. — respondi. Corroendo-me de curiosidade.

Sentei ao seu lado e Phoebe passou para o meu colo. Ela ainda chorava muito. Afaguei seus cabelos; Elliot já estava sentado ao lado de Christian.

— Vai ficar tudo bem meu anjo. — sussurrei sem nem saber o que estava acontecendo.

— Tia eu não queria fazer isso. Eu juro. Não é culpa minha. — disse Phoebe.

— É culpa sua sim. Se a mamãe morrer eu faço da sua vida um inferno. —disse Teddy com raiva.

Phoebe chorou mais, dava para sentir minha blusa molhada.

— Chega Theodore. — ralhou Elliot.

Ele encarou Elliot com ódio, o quer que você que Phoebe tenha feito deixo Teddy puto da vida.

— Vamos beber uma água tia, daí você me diz o que aconteceu. — falei

Ela assentiu.

Caminhamos até o bebedouro mais próximo. Deixei-a sentar na cadeira e peguei água para nós duas.

— Beba depois me conte o que aconteceu. — Falei sentando ao seu lado.

Assim ela fez. Bebeu em pequenos goles.

— Está pronta para falar? — perguntei.

Ela assentiu e começou a falar.

— Eu estava falando com a Alice no celular. Dai a mamãe me mandou desligar e ir tomar banho. Só que eu pedir mais cinco minutos. Ela me deu. Tia mais eu só desobediente e fiquei mais tempo. Ela foi me chamar umas três vezes e como ela não pode fazer muito esforço. Subiu a escada varias vezes e ela cansou. E na ultima vez que ela foi me chamar, eu gritei dizendo que o celular era meu e eu falava quanto tempo eu quiser. Dai a mamãe caiu no chão e até agora não acordou. — terminou ela em lágrimas.

— Você fez raiva a sua mãe, e ela passou mal? — perguntei para vê se tinha entendido.

— Sim o papai e Teddy não estão falando comigo. Teddy diz que a culpa é minha.

Suspirei em parte ela é sim culpada, por ter feito raiva na Ana. Entendo o lado de Teddy também. Ele é bem apegado a Ana. E Christian eu não entendo Phoebe e a queridinha dele. Como ele não poderia falar com ela?

— Ele só está preocupado querida. E o Teddy também. Sua mãe vai ficar bem.

Ela assentiu. Caminhamos de volta para o corredor, justo no momento que o médico vem da notícia da Ana. Apressamos os passos até estávamos sentadas nos nossos devidos lugares.

— Bom a Sra. Grey já acordou. —Começou o médico. —Mais vamos deixá-la hoje para observação.

—O que ela teve?—perguntou Christian.

— Uma hipertensão gestacional. – respondeu o médico.

— Dá para traduzir? — Rosnou.

— A pressão dela subiu e isso causou o desmaio. Nada grave nisso. Podemos controlar com o remédio. Ela não pode sofrer nenhum estresse. Não se aborrecer. O ideal é manter a paz.

— Ela já pode receber visitas, mas será um de cada vez. – Informou o médico.

Christian foi primeiro, Phoebe voltou a chorar de novo. Todos foram, e logo chegou minha vez. Trombei com Phoebe na porta ela me abraçou forte.

— Obrigado tia a mamãe me perdoou.

Beijei sua cabeça e entrei no quarto, onde tinha uma baleia pálida deitada.

— Que me mata Steelle— Perguntei beijando sua testa.

— Oi Kate. — ela disse com um sorriso fraco.

— Que cara é essa?

— A única que eu tenho. – disse ela fazendo graça.

— Engraçadíssima.

— Estou louca para ir embora.

— Você tá ficando igual ao Christian.

— E a convivência.

— Só pode. Ana eu fugi do trabalho. Só para vim te ver.

— Você está louca Kate?

— Ah. Ana larga de ser trouxa. Fica se estressando com a Phoebe?

— Eu sou mãe dela Kate ela tem que me obedecer.

— Eu sei, se eu fosse me estressar com tudo que a Ava faz, e você sabe que não é pouco. Eu já estaria morta.

— Eu sei, mas ela disse que ia se comportar.

— Hum... Tá ok. Vou indo amanhã passo na sua casa para e ver.

— Tchau Kate.

Dei um beijo em sua testa e sair do quarto.

XXX

— Você arrumou o quarto? — perguntei para Ava assim que cheguei em casa.

— Sim mãe. — respondeu ela revirando os olhos.

— Muito bem. Cadê o Xande?

— Não sei.

— Como não sabe?

— Não estava em casa mãe.

— E você estava onde loira? — perguntou Elliot entrando na sala.

— Fui ali papai. — respondeu ela.

— Srtª Grey já terminei. — disse uma faxineira descendo a escada.

— Lascou. — sussurrou Ava.

A filha lascou mesmo.

– Quanto é? – perguntei.

_ Duzentos dólares. – respondeu a mulher.

Peguei a carteira na bolsa e paguei a mulher. Esperei a porta se fechada atrás de mim para poder falar.

_ Eu sei, estou de castigo. — disse ela.

– Sem mesada, celular, tablet, notebook, sem compras no shopping por um mês — completei.

_ Não mãe. Papai faz alguma coisa!

– Elliot continue de bico calado. — avisei. — Quero tudo em meu escritório em dez minutos. Nem nove, nem onze. Ouviu-me bem?

Ela assentiu contrariada, sei que ela está se controlando para não gritar.

Subi para meu quarto, Elliot está no meu encalço. Quando entramos ouvir ele tranca a porta.

_ Você foi muito dura com ela Kate.

Virei- me para observa-lo, sua testa estava ligeiramente franzida. Ele estava irritado.

– Fui?

Ele soltou um palavrão.

– A qual é Kate, você nunca arrumou seu quarto. Agora tem essa ideia maluca da Cidoca (ele chama a nossa Cida assim), não limpar. Mas o quarto da Ava.

É ele está completamente irritado, Ava é a princesinha dele. Ninguém toca, na belezura.

– Elliot, Ava não é mais criança. O Xande já arruma o quarto dele. Ava devia fazer o mesmo.

_ Você arrumava seu quarto na idade dela?

Caralho, o que o Elliot tem hoje que está tão irritado? Sei que peguei pesado com Ava, mas ela tem que aprender que a vida não é sós flores.

– Não. – respondi contrariada.

_ Então por que quer que a loira limpe? – perguntou ele me encarando com os braços cruzados.

Quem ele pensa que é? Para me dar lição de moral?

– Vai à puta que te pariu Elliot. – esbravejei.

Ele riu. Riu. Esse filho da puta riu. Taquei um travesseiro nele que se esquivou. E o travesseiro bateu na porta e caiu.

Argh!

Peguei outro e joguei só que esse ele agarrou. Tenho certeza que estou vermelha de raiva.

_ Está ruindo de que idiota? – rosnei.

– Eu só queria vê aonde você iria aguentar. – disse ele rindo.

Olhei para ele sem entender. Elliot foi se aproximando e parou bem na minha frente.

_ Você fica linda irritada. – disse ele e me deu um selinho.

– Você é bipolar? – perguntei.

Ele soltou uma risada estridente.

_ Gostosa. – disse ele e me beijou.

Retribui o beijo dele, beija Elliot é como está em casa, mosdiquei seu lábio inferior e chupei. Elliot me empurrou na cama. Puxei a camisa dele, que ele prontamente tirou. Quando estávamos pelados. Elliot levantou e me deu um sorriso sacana.

– Preciso beijá-la. Acho que ela sentiu minha falta. – sussurrou ele abaixando a cabeça até se instalar no meio das minhas pernas.

Pulei embaixo dele e agarrei punhados de seus cabelos, gritando seu nome enquanto ele passava a língua por mim e começava a fazer círculos ao redor do clitóris inchado.

– Está vendo? Ela sentiu minha falta – sussurrou ele, sorrindo para mim antes de deslizar dois dedos para dentro, recolhendo parte do líquido que estava fluindo livremente por causa do intenso prazer que ele estava provocando com a boca.

– Sim, muito – concordei, segurando a cabeça dele parada quando ele enfiou meu clitóris na boca e começou a chupar. Eu estava muito perto do orgasmo, mas o queria dentro de mim. – Preciso de você dentro de mim – arfei, puxando-o para cima para me penetrar.

Elliot traçou lentamente um caminho de beijos pela minha barriga, meu peito e pescoço até pairar os lábios sobre os meus. Deu vários beijos suaves em minha boca. Abri minhas pernas para que ele encaixasse sua ereção entre elas. A cabeça do pau dele estava roçando na minha boceta e me deixando louca.

Elliot se segurou acima de mim e abaixou os quadris lentamente até afundar em mim. A sensação de plenitude me deixou em êxtase.

Ele começou a mexer os quadris para dentro e para fora, flexionando os braços ao meu lado. Passei as mãos pelos braços e segurei seus bíceps fortes para senti-los se mexendo sob meu toque. Olhei para cima e fixei os olhos nos dele.

Levantei a mão e passei as unhas gentilmente em seu pescoço. Cada pedacinho dele me fascinava.

Envolvi firmemente seu corpo com as pernas, então passei os braços pelo pescoço e o trouxe para mais perto de mim. Eu não tinha necessidade de explicar a ele o que eu precisava. Ele sabia. Eu tinha certeza naquele momento de que ele também precisava.

Sorrindo, dei um beijo em seu ombro e me segurei firme com as ondas de prazer começando a explodir em meu corpo.

O corpo de Elliot ficou tenso, e então sacudiu, antes de ele soltar um gemido e me encher com seu gozo. Quando seu corpo relaxou, girou para o lado e me puxou para perto dele e sussurrou no meu ouvido.

_ Te amo tigresa.

Continua...