Família Grey

28 Primeira vez


Notas iniciais
Ninguém me esperava aqui né? Pois estava sem fazer nada, e resolvi postar um capítulo. Espero que goste. Irá acontecer uma coisa. depois desse capítulo, creio que vocês logo irá perceber.

Mansão Grey

**Pov. Sophie**

Minha vida mudou praticamente, antes eu vivia com medo do Sr. Grey já hoje o vejo como um tio.

Não que eu vá chama-lo de tio ou coisa assim, ainda tenho um pouco de medo dele.

Estou namorando oficialmente com o Biel há cinco meses, não tenho duvidas que o amo.

– Anjo, os meninos já chegaram. Disse Biel sentando ao meu lado. Hoje como é sábado todas ás crianças vem para cá.

– Minha Sophie. Disse um dos gêmeos que eu não sei quem é.

– Sua não Christopher. Disse Biel.

– Oque vamos assistir hoje garotos? Perguntou Ana.

– Alvin os esquilos. Disse Nicolas com um DVD.

– Ok, vamos assistir. Disse Ana colocando o DVD e saindo da sala. Ás vezes acho que Ana é meio maluca.

– Phoe pede pro papai comprar pizza. Pediu Teddy.

Phoebe levantou do tapete e saiu com certeza deve ter ido pedir ao pai.

Instantes depois o Sr. Grey apareceu na sala de TV com o celular na mão.

– De que sabor vocês querem? Perguntou ele.

Todos começaram a falar ao mesmo tempo, o Sr. Grey balançou a cabeça e saiu rindo.

Começamos a assistir o filme, Gabriel sempre passava o rosto pelo meu pescoço me fazendo ficar arrepiada.

O Sr. Grey depois chegou com cinco pizzas. Nossa como ele é exagerado.

Comemos todos em silencio, a pizza está deliciosa.

– Olha o Teddy. Falou um Xande apontando para TV.

– Não sou eu nada. Disse Teddy emburrado. Nossa ele muda rápido de humor.

– É sim o esquilo é Theodore. Respondeu Xande.

– NÃO SOU EU NADA. Gritou Theodore.

– Teddy é um esquilo. Cantou todos juntos. Gabriel não aguentou e se acabou de rir.

Teddy levantou irritado, com certeza foi falar com pai.

– Alexandre o Teddy não é um esquilo. Digo.

– É sim. Diz ele convicto.

– Não, não é. Falou uma voz grave autoritária com certeza é o Sr. Grey.

– Desculpa Teddy, você não é um esquilo. Disse Xande arrependido.

Continuamos assistindo os filmes, até que deu 22h00min horário de dormir regra da casa.

Vou para o meu quarto, papai viajou com o Gail sinal eu não estou sozinha algum segurança vai ficar me vigiado a noite toda com certeza o Ryan.

O Sr. Grey decidiu dar para o papai o fim de semana para ele viajar.

– Boa noite meu anjo. Disse Biel na ponta da escada onde vai para o meu quarto.

– Boa, amor. Digo e lhe dou um selinho, que logo virá um beijo urgente.

– Senhorita Taylor, vá para seu quarto. Disse uma voz masculina com certeza e Ryan.

Bufo e reviro os olhos, e subo para meu quarto. Com Ryan me acompanhando.

Entro no quarto e bato a porta na cara dele, deito na cama e fico olhando para o teto não estou com a mínima vontade de trocar de roupa.

Pego meu notebook em cima da escrevinha e entro no meu facebook por um milagre Gabriel não está online logico escondido do tio dele.

Passo oque parece umas duas horas conversando com minhas amigas do colégio.

Escuto alguém batendo na porta não estou afim de atender ninguém. Digo um ‘entra’.

Escuto a porta se abrir e olho para porta e lá esta Gabriel com uma bermuda marrom e uma camisa rosa parado da porta do meu quarto.

– Oi. Disse ele.

– Oi. Respondi.

Ele se aproximou de mim e sentou na cama, fechei o notebook e também me sentei, estou tão nervosa com muito medo de Ryan encontra ele aqui.

– Não se preocupe ninguém me viu vindo aqui. Disse ele lendo meus pensamentos.

– Ah o que você veio fazer aqui? Perguntei.

– Só quero dizer que te amo.

Joguei os braços em volta dele, que fez o mesmo.

– Também te amo.

E nos beijamos com brincadeira, logo depois foi ficando intenso como sempre. Me afastei e olhei fixamente em seus olhos que estavam muito vivos concentrados.

Gabriel me abraçou forte e pude sentir seu coração acelerar contra o meu peito.

Levada por um desejo profundo e comecei a arrancar sua camisa e ele me ajudou como pôde, sem me soltar.

Sem interromper nosso beijo, ele me ergueu e me colocou no meio da cama. Ele me beijava delicadamente meu pescoço enquanto eu tirava sua bermuda.

– Você está correndo muitos riscos, Sophie.

– Posso dizer o mesmo de você.

Ele abriu um sorriso malicioso e beijou de novo meu pescoço, minha orelha, minha bochecha.

Corri os dedos por seu abdômen impressionada com sua força. Sabia que ás vezes ele ia treinar com Sr. Grey.

Ele se aproximou cheio de vontade e, sob o meu vestido, deslizou a mão pela minha perna, parando confortavelmente em minha coxa.

Ele parou de me beijar e me olhou no fundo dos meus olhos.

– Te amo.

– Também.

Ele me beijou novamente, suas mãos estavam nas minhas costas e sentir seus dedos brincarem com a parte de trás do meu vestido.

– Quantos malditos botões essa coisa tem? Reclamou.

– É não...

Gabriel sentou e com um puxão firme, rasgou a parte da frente do vestido deixando meu sutiã á mostra.

Houve um silencio carregado enquanto Gabriel comtemplava a visão.

Minutos depois já estávamos pelados e Gabriel deslizou para dentro de mim.

Gritei quando sentir uma coisa me rasgando por dentro.

Gabriel continuou mexendo devagar até me acostumar com a sensação.

Aos poucos, foi ficando confortável e logo depois gozamos juntos.

Depois que meu corpo parou de tremer e tomamos banho juntos vestir minha camisola e ele sua cueca deitei e me aconcheguei em seu peito.

Ficamos assim um bom tempo.

– Gabriel?

– Sim?

– Passa a noite comigo? Pedi.

– Durmo, mas precisarei sair bem cedo.

– Ok.

Dormir tranquilamente em seus abraços.

Acordei sentindo Gabriel me envolver com o braço.

– Podíamos acordar assim todos os dias. Ele murmurou.

Achei graça.

– Concordo. Sorri.

Suas mãos deslizavam pela minha pele, até encontrar uma parte sensível no meu pescoço.

– Não. Eu disse fugindo das cocegas.

Ele deu um sorriso triunfante.

– Você sente cócegas.

Apesar dos meus protestos ele começou a fazer cócegas no meu corpo inteiro, me fazendo gritar a cada toque brincadeira.

Mal tinha começado a gritar e tive que parar. Ryan entrou no quarto com a arma em punho.

Naquele momento, dei um grito de verdade e puxei o lençol para cobrir o corpo.

O olhar de Ryan foi para Gabriel de cueca e pra mim que cobria a camisola com o lençol.

– Garanto Ryan, que ela está perfeitamente segura. Disse Gabriel com largo sorriso como se estivesse orgulhoso por te sido flagrado.

Ryan limpou a garganta.

– Claro. E saiu pela porta.

– Não fique tão envergonhada. Não estávamos nus. E é provável que volte acontecer no futuro. Disse Gabriel me abraçando.

Continua...