Notas iniciais
*Espero que gostem. *Desculpe os erros.

Um ano depois...

**Pov. Phoebe**

– Phoe levanta tá na hora. Disse mamãe da porta do quarto.

– Sim. Respondo ainda deitada.

Mamãe sai, e eu continuo deitada, desde ontem que estou sentido uma dor estranha na barriga. Não falei nada para ninguém, pois se ao iam querer me levar para o hospital, e eu tenho um medo terrível de injeção.

Uma vez comi bastante no Mcdonalds, à noite passei mal, vomitei tato que o precisei ir para o hospital, passei o resto da noite lá. Quando voltei para casa tive que ficar de repouso. Essa parte eu adorei, fiquei sem ir para escola dois dias.

Continuei deitada, uma dorzinha fininha começou no pé da barriga, deitei de bruços com o travesseiro debaixo da barriga, fiquei assim acho que por meia hora.

– Phoebe não vai para á escola? Perguntou papai.

– Hoje não pai. Respondi.

Ele caminhou até a minha cama e sentou-se na mesma.

Colocou a mão na minha testa, para vê a minha temperatura, como sempre preocupado.

– Está sentindo alguma coisa?

– Não. Menti

– Phoe fale a verdade.

Eu não podia contar a verdade, então assenti e coloquei um sorriso nervoso no rosto.

– Tudo bem, pelo menos vamos tomar café.

– Não estou com fome.

– Phoebe oque você tem? Fale a verdade eu te conheço sei que está sentindo alguma coisa.

Meu pai sempre sabe tudo que acontece comigo, também gosto de conversar mais com ele do que com a mamãe. Papai me entende melhor.

– Não é nada pai. Daqui a pouco vou tomar café.

– Ok, te espero lá embaixo.

Assenti e ele saiu, quando pensei em levantar a dorzinha fina voltou.

Continuei deitada, por um longo tempo.

Mamãe veio me vê, e pediu pra tia Gail trazer meu café, ela veio acompanhada de Duda que ficou aqui na cama comigo assistindo as princesas no meu tablet. Ela depois do casamento do Biel sempre usa uma coroa de princesas.

– Pirralha. Disse Teddy ao entrar no quarto com o uniforme do colégio.

– Oi Teddy. Respondi.

– Está sentindo oque maninha?

Ele deu um beijo em minha testa, e sentou ao meu lado na cama.

Depois daquela situação na escola que joguei tinta nele, ele me perdoo e ficamos mais próximos.

– Nada.

– ‘Edy’ ô cindelela’. Disse Duda mostrando o tablet a ele.

– Estou vendo princesa. Disse Teddy bagunçando os cabelos dela.

– Phoe o papai, está preocupado com você, tem certeza que não tem nada?

– Sim. Vou tomar um banho e descer. Digo.

– Tudo bem, não vou para á escola hoje vou ficar com você.

Sorri e levantei.

– PHOEBE. Gritou Teddy.

Olhei pra trás e vir ele, olhando para o colchão depois pra mim.

– PAI, MÃE, PHOEBE TÁ MORRENDO. Gritou de novo.

– Teddy eu não estou morrendo. Disse assustada.

Será que aquela dor de barriga, foi um aviso que vou morrer? Ai não, não pode ser.

– TÁ SIM OLHA VOCÊ ESTÁ SANGRANDO. MÃE. Gritou ele assustado.

– ‘Sangue’. Disse Duda com uma careta.

Olhei para o meu bumbum e está mesmo manchado de vermelho.

– Teddy, o que foi? Perguntou papai rompendo a porta do quarto com mamãe atrás dele.

– A Phoe, tá morrendo pai. Disse Teddy ainda assustado.

E eu em pé sem saber oque fazer.

– Morrendo? Phoebe o que você tem? Perguntou Papai calmo.

– Nada? Perguntei.

– Nada, oque Phoebe, papai ela está sangrando. Disse Teddy mostrando o colchão sujo de sangue.

– Teddy, menino quer me matar? Ela ficou menstruada isso não é caso de morte bobo. Disse mamãe.

Ai eu fiquei menstruada, vou ter que usar aquele negocio que nojo.

– Agora dê licença você e seu pai. Disse mamãe.

Eles saíram, e levaram Duda com eles.

– Filha porque não me contou logo? Perguntou mamãe.

– Eu não sabia, só estava sentindo uma dorzinha no pé da barriga.

– Aqui õ no seu armário tem absorvente. Vou marcar uma consulta com a filha da Dra. Greene.

– Não mãe tá doida? Falei com os olhos arregalados.

– Porque filha? Perguntou minha mãe prendendo o riso.

– Oxé mamãe, vou ficar de pernas abertas pra mulher ficar olhando. Sai fora.

Minha mãe cai na gargalhada. Fecho a cara.

– Mãe licença, preciso tomar banho. Digo irritada.

– Tá bom filha. Vou pedir para seu pai comprar um remédio pra você.

Mamãe saiu, e me deixou sozinha, comecei a tomar banho. Lavei-me com nojo.

Que merda, isso é muito nojento.

Terminei meu banho, e me enrolei na toalha. Mamãe deixou um absorvente um short vermelho e uma regata preta.

Peguei minha calcinha, e o absorvente, mas como é que coloca?

– MÃE. Gritei.

Demoraram uns dois minutos ela apareceu.

– Oi. Disse ela.

– Como coloca isso? Perguntei.

Mamãe sorriu e me ensinou até que não é complicado.

– Ana, aqui o remédio. Disse papai entrando o quarto.

– Obrigado. Disse mamãe dando um selinho nele.

– Eca, parem com isso. Digo fazendo cara de nojo.

Eles riram.

– Como você está filha? Pergunta papai.

– Bem, isso é bem nojento. Respondo com uma careta.

Papai cai na gargalhada.

– Família, já tenho a programação de hoje. Disse Teddy entrando no quarto.

– Programação? Perguntei sem entender.

– Sim, filha Teddy não vai para á escola e nós não vamos trabalhar. Respondeu mamãe vou com um sorriso.

Hum... legal.

– Então qual vai ser a programação? Perguntei.

– Vamos ficar na cama do papai, assistindo vários filmes e jogando vídeo game. Respondeu Teddy.

– Na minha cama? Perguntou papai com uma careta.

– Isso mesmo. Respondeu Teddy.

Caminhamos para o quarto, do papai e deitamos nos quatro na cama.

Eu e Teddy entre mamãe e papai.

Logo depois Gail trouxe alguns sequilhos. E como sempre Duda veio.

Ficou assistindo com agente os vingadores.

– ô vovô. Disse Duda apontando para TV quando apareceu o Huck.

Todos nós gargalhamos. Depois Sophie chegou com o Gustavo o bebezinho dela é uma gracinha está com quatro meses. Tem os olhos castanho-claros como o de Sophie.

Ela me disse que a menstruação dela veio quando ela tinha 12 anos. A da mamãe veio quando ela tinha 16 anos. E a minha veio com 11.

Sophie também disse que eu já estou ficando com o corpo de mulher, papai não gostou de ouvir essa parte.

A babuína da Amanda foi embora, a vó dela estava doente, e a mãe dela precisou ir pra lá graças á Deus.

Mas sinto muita falta do Josh ele é um ótimo amigo. De vez em quando conversarmos por e-mail.

– AÍ GUSTAVO. Grito quando ele puxa meu cabelo.

Ele olha pra mim com a cara assustada, e depois começa a gargalha. Nossa como essas crianças são loucas.

Continua..