Família Grey

8 Capítulo 8 nascimento de Phoebe Grace Grey


Notas iniciais
Capítulo novo. desculpa a demora mais esta ai, espero que gostem. comentem.

Vinte cinco dias depois.

Mansão de Christian e Ana.

Pov. Ana

Hoje Christian levantou cedo, pois tinha uma reunião no café da manhã ele disse que era importante estou aqui no closet procurando uma roupa, que caiba em mim nessa minha gravidez eu engordei muito estou me sentindo uma baleia, mais Christian sempre diz que eu estou linda que só não prova porque esta de castigo.

Acabo optando por uma calça legging preta, blusa rosa e uma rasteirinha.

Desço a escada e vou para cozinha Teddy já está arrumado tomando seu mingau, agora ele toma mingau sozinho disse que já é um homenzinho.

– Bom dia. Gail falo sentando ao lado do Teddy.

– Bom dia Ana. Responde Gail colocando meu café na mesa.

– Bom dia meu amor. Digo dando um beijo na cabeça de Teddy.

– “Dia” mamãe. Responde ele com a boca cheia de mingau.

– Teddy vamos ou você vai se atrasar. Disse Luke da porta da cozinha.

– Já vou tio. Respondeu Teddy levantando da mesa.

– Tchau meu amor até mais tarde. Disse pra ele.

Terminei de tomar meu café, eu fui para biblioteca sentei para lê alguns livros comecei a sentir algumas contrações, mas não dei muita importância. Fiquei na biblioteca até a hora do almoço quando Gail veio me chamar para almoçar.

Depois do almoço fui descansar um pouco as contrações estavam cada vez mais forte. Acabei dormindo.

Acordei sentindo mais contrações, não estava na hora de meu bebê nascer. Quando levanto da cama vejo minha calça molhada ah não a bolsa estourou.

– GAIL. Eu grito estou sentindo muita dor.

– Ana oque foi? Perguntou-me assustada.

– Gail minha bolsa estourou. Digo para ela.

– Oh meu Deus vamos para o hospital Ana. Disse apavorada.

– Pega a minha bolsa e a da Phoebe no closet. Disse já sem fôlego.

Gail correu para o closet e voltou com as duas bolsas, graça a Deus eu já tinha deixado tudo pronto.

– LUKE. Gritou Gail.

Não demorou muito Sawyer apareceu no quarto parecendo que tinha corrido uma maratona.

– Luke pegue a Ana no colo, a bolsa dela estourou vamos para o hospital no caminho ligamos para o Sr. Grey.

Luke me pegou e me levou para garagem enquanto Ryan abria a porta do carro. Gail entrou logo em seguida e segurou minha mão. O caminho todo eu fui gritando e Luke me olhava apavorado pelo retrovisor.

Chegamos ao hospital os enfermeiros estavam me esperando com uma cadeira de rodas Luke me colocou na cadeira de rodas e me levou para um quarto visto uma camisola de hospital verde. Eu estava gritando parecia que ia derrubar o hospital. Logo a Dra.Greene entra no quarto e diz para eu não me preocupar com a chegada antecipada do meu pontinho tudo vai correr bem. Depois enfia a mão dentro de mim, dói tanto que eu chego a ver estrelas. Dra Greene retira a mão do meio das minhas penas e comenta quando remove uma luva de látex.

– Está com sete centímetros, vou chamar o anestesista para aplicar a peridural agora o bebê está com pressa de sair.

Não demorou muito ouvir uma movimentação lá fora Christian chegou. Logo rompe a porta do quarto.

– Ana meu amor como você está? Pergunta Christian.

– Com muita dor. Grito quando sinto outra contração.

Christian me olha apavorado, e faz menção de responder quando a porta se abre e entra um homem que se apresenta com Davi o anestesista. Quando vejo a agulha que está segurando fico tonta.

Onde ele vai enfiar isso?

Davi pede que eu me sentasse e me incline pra frente. Explica que eu preciso estar totalmente parada para não machucar a coluna vertebral. Fico mais aflita, mas quero colaborar totalmente e por isso quase nem respiro.

Christian me ajuda não se afasta de mim em momento algum. Depois sinto uma espetada quando menos espero, o anestesista diz:

– Pronto. Já te dei a peridural.

Eu e Christian ficamos conversando banalidades até que a dor foi sumindo.

A porta se abre e Dra. Greene entra fico agoniada quando ela retira o lençol. Merda vai meter a mão de novo dentro de mim! Que dor! Mas desta vez, como já tomei a peridural, não sinto nada. Ela me olha e diz:

– Para sala de parto! Vamos conhecer o bebê.

Eu e Christian nos olhamos. A Dra. Greene chama uns enfermeiros e quando me tiram do quarto, não quero soltar Christian. Mas me lembro de que ele tem que colocar a roupa hospitalar solto um beijo pra ele.

Quando entro na sala de cirurgia meu coração bate a mil por hora.

Colocam-me na maca da sala de cirurgia e os enfermeiros. Entram duas mulheres com máscaras, elas me ligam a vários monitores e colocam meus pés no apoio de metal.

No parto de Teddy fiz cesariana, a Phoebe teria que ser normal já que ela é bem apressadinha nasceu antes da hora.

Dra. Greene entra na sala junto com Christian. Ele usa uma roupa verde e um chapeuzinho ridículo.

Ao meu lado, Dra. Greene me explica como eu devo fazer força e empurrar. Como eu já tomei a peridural, não vou sentir as dores, e então devo fazer isso sempre que ela me pedir ou quando vê uma luz vermelha piscando no monitor, e preciso para quando ela indicar. Concordo com um gesto de cabeça.

A Dra. Greene se coloca entre minhas pernas e, quando no monitor á minha direita aparece um luz vermelha, ela me pediu para empurrar.

Empurro... Empurro... Empurro Christian me anima, me ajuda e não sai do meu lado.

Repito o movimento tantas vezes que apesar, de não sentir dor, o esforço começa a me fazer mal.

Christian surpreso diz que eu tenho uma força impressionante. Eu também acho incrível, meu dou conta de que mando muito bem empurrando.

A médica sorri e explica que o pontinho é bem grande e está em uma posição, que apesar da minha dilatação e do esforço, é difícil de sair.

A luz do monitor fica vermelha outra vez e eu continuo empurrando. O tempo passa e eu só empurro e empurro. Aguento, aguento e aguento e esgotada apoio minha cabeça na maca e a Dra. diz:

– Papai... Não perca as próximas contrações, seu bebê já está aqui.

Isso me emociona e meus olhos se enchem de lágrimas, principalmente ao ver a cara empolgada de Christian. Volto a fazer força para baixo e sinto algo saindo de mim. Christian arregala os olhos e murmura:

– Saiu à cabeça, Ana... A cabeça.

Quero vê-la mais e claro que eu não posso!

A doutora sorrir e me incentiva.

– Vamos Sra. Grey um ultimo empurrão. Vão sair os ombros e depois todo corpinho.

Ela falava como se eu fosse mãe de primeira viagem, se bem que o parto de Teddy foi muito diferente.

Exausta e emocionada, faço o que pedem quando a luz fica vermelha. Empurro... Empurro... Empurro e empurro até notar que um peso enorme abandona o meu corpo e ouvir a doutora Greene dizer:

– Já está aqui.

Não vejo o bebê, apenas Christian. Seus olhos se enchem de lágrimas e ele sorri. Emociono-me e choro de felicidade, quando de repente, o chorinho de Phoebe toma conta da sala.

Christian não cabe em si de tanta alegria e a doutora diz:

– Vamos, papai vem cá corta o cordão umbilical.

Eu choro, quero ver meu bebê. Como será que ela é?

Christian solta minha mão, vai até onde a doutora está e, depois de fazer oque ela pede, volta para meu lado, beija minha boca e diz:

– Obrigado, baby ela é linda.

Neste instante, põe em minha barriga uma coisinha maravilhosa que não para de chorar. É meu pontinho. Emocionada, olho para ela, toco em seu corpinho e nós dois choramos.

– Oi garotinha eu sou a mamãe.

Christian me beija emocionado e eu faço carinho na minha filha. É perfeita e maravilhosa. Os seus cabelos são castanhos como o meu.

Eu e Christian nos olhamos e sorrimos. Uma das enfermeiras pega meu bebê e a leva enquanto a doutora termina de me atender e retira a placenta. Eu e Christian seguimos a enfermeira om o olhar.

Vemos que ela faz vários testes na criança, depois o lava Phoebe chora. Coloca uma pulseirinha nela, diz ao pesa-la:

– Três quilos e seiscentos gramas.

Três quilos e seiscentos gramas! Minha nossa minha filha é enorme.

A médica tinha razão quando disse que ela era grande.

Quando ela termina de me atender, os enfermeiros chegam com minha maca. Colocam-me nela e põe minha Phoebe vestidinha em meus braços.

Ela abre os olhinhos quando vejo a cor dos seus olhos e me emociono, são cinza como o de Christian.

Continua...

Notas finais
Próximo capítulo em breve...