Família Assassina
3 Capítulo 3-Conversas e Livros
Notas iniciais
POV.Connor
Fui com Carlos até o mercado, ele estava meio calado e sempre estava com as mãos entre o estômago.
–Você está bem?-pergunto meio preocupado
–Estou bem, só estou com dor no estômago devido à briga-responde Carlos.
–Por que não me disse isso antes?
–Não queria te preocupar
–Eu sou seu pai menino, sempre tenho que ficar preocupado, nunca se sabe se algum dia os templários resolvem ir atrás de você e da Julia.
–Relaxa, eu sei me defender muito bem-responde todo orgulhoso
–Como se você não completou o treinamento?-pergunto
Ele fica calado derrepente
–Vocês acham que já sabem se defender, mas acaba não sabendo o que fazer na hora-digo um pouco indignado
–Você não pode falar nada que você também era assim
–Eu sei, mas não quero que você cometa os mesmos erros que eu cometi, por isso sou muito protetor com você.
Ele fica de cabeça baixa e logo em seguida, ele da um longo suspiro.
–Me desculpe pai, não queria ser tão ignorante com você.
–Tudo bem filho, quer levar algo antes de irmos para casa?
–Não, aqui não tem nada que eu gosto.
–Sei...
Nós dois damos uma risada sem graça
Fomos para a fila do caixa e logo em seguida ate o carro, guardamos as compras e fomos para casa. Quando chegamos em casa Julia estava lendo um livro e se assustou quando nos viu,e rapidamente escondeu o livro
–Aonde você estava criatura?-pergunta Carlos revoltado
–Eu vi para casa-responde Julia
–E nem esperou a gente
–O problema não foi comigo
–Simplesmente podia nos esperar sua burra
–O único burro que estou vendo aqui é você
–Cabrita desmamada
–Macaco albino
–Estrume
–Anão de jardim
–Parem os dois agora-ordeno-Vocês são irmãos, e um tem que cuidar do outro, Carlos vai La pegar as compras.
Carlos vai pegar as compras
–E você, devia ter esperado seu irmão.
–Mas eu... -ela tenta se explicar, mas eu acabo a interrompendo.
–Não me velha com o mas,vai lá ajudar o seu irmão
Ela se levanta e vai ajudar Carlos. Quando os dois terminam de colocar as compras nos lugares, começo a preparar o jantar. Em quanto isso, Carlos e Julia arrumam a mesa.
Quando acabei, coloco as coisas na mesa e começamos a comer, derrepente chega Edward da faculdade.
–Oi família, Boa noite-comprimenta Edward.
–Boa noite-respondemos juntos
–Como foi à faculdade irmão?-pergunto
–Foi ótima irmão, apesar de ter tido aquelas aulas chatas de sempre-sorri Edward-Como foi a escola em pirralhos?
–Carlos se envolveu em uma briga-responde Julia
–Finalmente em Carlos-Brinca Edward-Bateu muito no cara?
–Não para ser exato-responde Carlos meio envergonhado
–A Helena fez a maior parte da luta-responde Julia
–Cala a boca Julia-manda Carlos
–Vem calar-encara Julia
–Ate quando vocês vão parar com essa criancice?-pergunta Edaward
–Ate a Julia deixar de ser chata-responde Carlos
–O chato é você-responde Julia
–Calem a boca, Caralho, ate na hora da janta?-pergunto
Edward começa rir disfarçadamente
–Vocês são uma comedia-diz Edward
–Como vocês estão brigando demais hoje, vou puni-los-respondo-Vocês que vão lavar a louça durante uma semana.
Edward começa a rir alto
–Boa irmão-responde Edward
–Ah não pai, por favor, isso não-implora Julia
–Já me decidir, comece agora-peço
Julia começa a resmungar, e os dois se levantam e vão para a cozinha.
POV. Helena
Contei toda a história da briga e meu pai ria sem parar, ficava roxo de tanto rir e ficava batendo com força na mesa de jantar.
–Eu estou orgulhoso de você-diz todo alegre-Serio mesmo
–Eu nunca pensei que teria a coragem que eu tive hoje.
–Você sempre teve coragem, desde criançinha.
Ficamos calados por uns alguns minutos, e logo em seguida meu pai suspira.
–Nunca pensei que essa casa ficaria tão quieta.
–Isso que acontece quando seus filhos vão fazer faculdade em outro país.
–A gente podia comprar um cachorro-sugere meu pai
–Você que não gosta de cachorro
–Pelo menos a casa não vai ficar tão quieta e o cachorro pode ser um cão de guarda.
–Pai, você não muda nunca.
Sorrimos um para o outro. Quando acabamos de jantar, ajudei meu pai a limpar a louça e subi para fazer os deveres de casa e tentar dormi. Ultimamente não estou conseguindo dormi, sinto que algo estranho esta por vir.
POV.Ezio
Livros, grandes e grossos livros. Estou tentando entender esses livros antigos que pertencem ao credo. Mas a maioria dos livros está em latim e eu sei pouco de latim. Fico meia hora só para entender uma parte do livro, mas não consigo. De repente ouço passos e quando vejo, era Helena.
–Filha, o que faz acordada até tarde?-pergunto
–Eu não consigo dormi pai-responde Helena-Posso ficar aqui até dar sono?
–Pode-respondo-Assim você pode me ajudar com esses livros
–Ah, esses livros estão em latim?Eu entendo latim.
–Você sabe falar em latim?Como?-pergunto confuso
–O vovô Giovanni e o tio Mario me ensinaram quando nós íamos lá para florença-responde toda alegre-Você não via porque estava sempre saindo para as missões
A cada dia eu estou mais impressionado com essa menina.
Ela pega um dos livros e começa a ler, folheava as paginas com cuidado e sempre estava atenta. Olho para ela como estivesse olhando para sua mãe e de repente bate uma saudade. Ela olha para mim e da um sorriso alegre e eu também retribuo o sorriso
–O que vocês estão preocurando?-pergunta Helena-Um artefato antigo?
–Um templo antigo, que pertence aos assassinos-respondo
–E onde esse templo fica exatamente?-pergunta Helena toda curiosa
–Não sabemos exatamente, mas acreditamos que fica no norte do continente africano-respondo
Helena continua lendo os livros ate que ela se levanta e vai em direção ao mapa
–De acordo que eu li aqui no livro, o templo fica próximo a capital Cairo no Egito.
–Marque para mim no mapa, por favor-peço
Ela pega um pino vermelho e marca no mapa.
Nem percebemos que estava muito tarde, pego o celular e olho para as horas e mando uma mensagem para Altaïr e os outros para marcamos a reunião.
–Helena, já é 01h00min, já passou a hora de dormi, vá já para a cama-peço
–Bem quando já ia dormi-brinca Helena-Boa noite pai, vai dormi também
–Já to indo.
Apago as luzes do escritório e fecho a porta.
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