Família Assassina
2 Capítulo 2-Escola=Briga
Notas iniciais
POV.Helena
Chego na escola cedo,isso foi por causa do meu pai que teve que chegar cedo no trabalho.
Fui para a sala,e me sentei na segunda mesa da fileira do meio,logo em seguida chegou Carlos e Julia.Carlos se sentou na minha frente e Julia se sentou atrás de mim,e ficamos conversando ate o sinal tocar.
O sinal tocou,todos entraram na sala e estava uma barulheira só,mas quando o professor chegou todos se calaram.Logo em seguida veio eles,os garotos mais populares da escola,todos com cara de sono.
Eu não entendo nada desses negocios de popularidade,acho isso desnecessário,apesar de Carlos ser conhecido pela a maioria do pessoal da escola,eu não acho ele popular.
Quando eu olhava para o lado,sempre tinha um dos garotos populares me encarando,e aquilo me deixava encomodada
–Hey,o que foi?-pergunta Carlos preocupado
–O garoto popular não para de me encarar-respondo
–É assim mesmo,eles sempre são uns babacas-diz Carlos
E aquilo aconteçeu durante toda aula
***
Na hora do intervalo,estava eu e Julia,sentadas em uma das mesas do patio,esperando o Carlos chegar.
Carlos estava passando entre as mesas com a bandeja,quando uns dos garotos coloca o pé na frente de Carlos e ele acaba caindo.Ele se levanta e da um soco no garoto,e o garoto soca a barriga de Carlos,que acaba caindo.Nós acabamos vendo.
Me levanto e vou na direção deles,cutuco a costa do garoto,quando ele se vira,eu acabo dando um soco na cara dele.Ele fica revoltado e tenta me dar um soco,mas eu desviei,Carlos se levanta e poe o pé atras do garoto e eu empurro ele,ele cai no chão e quando ia dar outro soco,o coordenardor da escola chega e nos leva a diretoria
O diretor nos chama e pede para nos sentarmos,ele anda de um lado para o outro
–Porque vocês bateram no garoto?-pergunta o diretor
–Ele bateu no Carlos primeiro-respondo-E eu revidei como uma defesa
–Não foi isso que ele falou-responde o diretor se sentando na cadeira-Ele disse que vocês bateram nele sem motivo
–E você acabou acreditando nisso
–A senhorita está me chamando de trouxa!?-pergunta o diretor aumentando o tom da voz
–Se o senhor entendeu assim...-respondo
–Não abuse da minha paciência!-grita o diretor
–Não estou abusando da sua paciência
Carlos tenta se controlar para não rir
–Chega,vou chamar seus pais,para fora da minha sala!-ordena o diretor
–Como quiser chefia-diz Carlos
Nós saimos da sala e ficamos la sentados esperando nossos pais.O primeiro que chegou foi Connor e nos olhou com uma cara que parecia:"oque vocês aprontaram agora?".Logo em seguida chegou meu pai que nem olhou para nossa cara e ja chego entrando na diretoria sem nem dar um "bom dia" para a secretária.Eles ficaram meia hora na sala do diretor,uma vez ou outra,ouviamos aumentos nos tom de voz.
Depois que eles sairam,olhamos para o diretor que estava bufando de raiva
–Relaxem,ele não vai punir vocês-diz Connor-Vamos sair daqui,pois quando chegarmos em casa teremos uma longa conversa
Saimos da escola,e derrepente meu pai e Connor começaram a rir
–Você viu a cara do diretor?-pergunta Connor ao meu pai-Aquele baixinho quase sempre ficava vermelho de raiva
–Aquele baixinho,é um baixinho da peste-responde meu pai
E os dois continuaram a rir,e eu e Carlos não entendiamos nada
–O que foi?-pergunto a eles
–Aquele diretor de vocês ficava jogando a culpa em vocês e nós estavamos sempre jogando a culpa pra ele também-responde Connor-No fim,a culpa foi pra ele
–Por isso que ele estava bufando de raiva-responde meu pai-Se bem que vocês estavam certos em ter dando uma surra nele,ensinamos direitinho a vocês
–Vamos sair logo daqui-avisa Connor-Vai que o mini Stalin aparece ali na frente
Fui com o meu pai ate seu carro e saimos de la
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