Falling in Real
21 "We're just acting, right?"
Notas iniciais
Continuação notas iniciais, que não saem completas: (Que raiva disso!)
Obrigadaaaaa a Milazinha 90, que deu ideias para esse capítulo! Tanks !♥
Muito obrigada a todos que comentaram! Muuuuitooo Obrigada! Adorei todos! ♥
Amigas Cupcakes ♥ amei seus comentários! Jade (Vovó), Jenn (irmã) Bea (Prima, eu acho)! ♥
Obrigada também a:
Gii2004, CqC, Juliana Lorena, Isa Santos, Letícia Merlo, milazinha 90, Emy0216, Mahoganny MK, Gaby. Ahhhhhhhhhhhh ♥ Comentários perfeiitoooooosss! ♥ Como não amar?!
Lua, não esqueci de você não! ♥
Novamente, mando um abraço a minhas amigas "Cupcakes"! (Suas lindas!)
Mando um abraço gigante, um beijo, um turitural, um "a quanto tempo ein?" e "Sério?! Conta mais" para a minha amiga arrasadora de hearts, companheira de conversas na escada, no telefone, conversas pensantes, conversas na madrugada ,fazedora de pão de queijo profissional, irmãzinha, minha aguentadora de dramas e minha ajudadora para estudar, cujo nome é um verbo no pretérito imperfeito do indicativo. Te amo ♥ =) Você é a pessoa que mais me encoraja a escrever e me incentiva, por isso, obrigada! ♥ =)
Continuem mandando ideias por favor!
Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero
Espero que gostem do capítulo!
COMENTEM PLEASE! ;3
***
P.O.V Austin
Cerca de uma hora depois das aulas acabarem, mando uma mensagem para Ally para que ela fosse me encontrar no teatro. Minutos depois recebo sua confirmação.
Assim que entro no teatro, sinto mãos macias sobre meus olhos. Sorrio.
–Ally... – Digo bobamente.
Sinto sua risada sobre minha nuca. Ela começa a me guiar com as mãos ainda tampando minha visão. Com sua ajuda, sento em uma poltrona. Ela rapidamente retira as mãos, deixando-me ver o palco, para colocar um pedaço de pano sobre meus olhos.
–Ally... O que você esta fazendo? Deixe-me ver! – Reclamo.
–Aus... Assim não teria graça. – Diz ela próxima de meu ouvido, me arrepiando, para em seguida rir.
Ela se afasta dizendo para esperar. A cada minuto que se passava eu ficava mais impaciente. Então, depois de minutos, quando ouvi a voz suave de Ally me pedindo para retirar o pano, foi maravilhoso. Mas mais maravilhoso, foi vê-la.
Assim que retiro o pedaço de pano, percebo que todas as luzes estão apagadas com exceção com a do palco. Estou sentado na primeira fileira, bem no meio, permitindo a visão perfeita da morena. Ela está com um vestido azul claro, esvoaçante. Uma faixa azul da mesma cor está em sua cabeça. Seus sapatos, brancos, completavam o visual.
Provavelmente, estava com a boca aberta, pois ela riu de mim, falando que eu iria babar. Acompanho sua risada, até que ela pronuncia-se de forma clara:
“-São muitos horizontes, terras, línguas, países, estrelas... Mas apenas um sonho.”
Ela se senta no palco e fecha os olhos. Continua:
“- A escrita transmite tudo o que sinto. Podem achar o que quiserem, mas para mim, nosso cérebro é pequeno demais para tanto. Sentar-me-ei sobre a criatividade e a deixarei entrar em minha alma e completar-me”.
Ela se levanta e me olha diretamente sorrindo:
“-Essa, é a minha história. A história onde meu sonho se tornou realidade ao passar dos anos.”
Ela começa a narrar e interpretar o que podia a história de uma garota chamada Anna que sempre gostara de escrever. Quando, aos onze anos ganhou um concurso de histórias, ela percebeu que sua aspiração era seguir essa carreira. Escritora. Porém, ao contar sua conclusão ao seu pai, ele humilhou a garota, mostrando que um concurso não significa nada. A garota, chateada, conta para a professora, que a consola e da o apoio que necessitava. A garota pede para a mulher e amiga para que a ajudasse dando aulas sobre literatura, redação, e português. De boa vontade, a mulher aceita. E durante vários anos, em segredo do pai, as duas tinham aulas durante os intervalos escolares e após, às vezes, as aulas extracurriculares.
Já mais velha, com dezesseis anos, a garota já escrevia diversos contos e já começara e escrever um livro. Porém, sua professora, estava doente e muito fraca, custando para tentar ajudar Anna. Certo dia, o pai, flagra as duas estudando e briga com Anna. Enquanto, a briga acontecia, a mulher, ao fundo, desmaiava. Quando perceberam, a levaram para o hospital, mas em vão. Ela morreu horas depois, de pneumonia. A garota ficou arrasada, mas não desistiu do sonho. Continuou seus esforços, agora reforçados, em memória da professora. Mesmo com a falta de incentivo, ela não parou.
E ao se tornar maior de idade, se mudou para Nova Iorque, onde, resumindo, foi descoberta por um jovem, filho do dono de uma editora. Ele publicou o livro dela, agora, já terminado, que se tornou um sucesso. Os dois acabam por se apaixonar, e se casar.
No final, Ally, vem até mim e ainda dizendo as frases finais, segura minha mão e me leva ao palco. Ela olha em meus olhos e termina, dizendo:
“-Esse é o meu sonho. Eu corri atrás dele e a alcancei. Mas continuo correndo, pois não quero perde-lo. Ele é melhor coisa que já me aconteceu.”
A última frase, carregada de paixão, foi soprada em meus ouvidos.
Bato palmas e digo:
–Foi lindo. Ally... Você é incrível.
Ela cora e olha para baixo. Ao voltar seu olhar sobre mim, diz:
–Sua vez, loiro. Interprete algo.
–Não. Sou cantor, não ator.
Ela me olha suplicante e pede, por favor. Não aguentando seu olhar pidão, concordo, mas dando a ela uma condição:
–Você terá que me ajudar.
–Mas e se eu não souber? – Fala.
–Todos sabem.
Ela assente e eu, me afasto. Digo:
– Só sei esse pedaço.
–Tudo bem.
Começo:
–Amada, sob o luar, peço-lhe uma única prova de amor. Que tu sempre guardas de mim. Um simples homem, como eu, implora a ti por um beijo de verdadeiro amor.
Ally sorri e diz:
–Amado, sobre todas minhas regras passarei? De todos meus mares de ansiedade por esse momento, vencerei? Amor, são perguntas que me atormentam desde o momento que o vi. – Aproximo-me dela. – E a resposta, será sim. Não o deixarei mais na suplica. Deixarei você ao desejo.
Sorrio e coloco as mãos sobre sua bochecha. Ainda sobre o personagem, digo:
–Minha bela princesa, amo-te.
–Amo-te mais. Muito mais. – Diz ela de forma apaixonante
A próxima cena seria a do beijo. Estávamos tão próximos. Seu cheiro me invadia. Ela diz em um sussurro:
–Estamos apenas atuando, certo?
De forma bem leve, assinto. Sem mais nada falar, colo meus lábios aos seus. Deixo o sabor de morango dela me enlouquecer. Calmo, podemos dizer. Não tínhamos pressa em interpretar. Realmente, somos bons atores.
Apesar de na peça original, o beijo é rápido e simples, nossa versão, durou um bom tempo, e de forma bem complexa. Quando nos separamos, não abri meus olhos. Tentava relembrar os últimos segundos. Quando abri, Ally me encarava séria. Digo:
–Talvez, interpretar seja bom.
Ela sorri e cora.
A abraço.
–Bravo! Vocês me surpreendem! – Diz alguém, fazendo-nos separar assustados.
Nossa professora aparece da escuridão do teatro. Vem até nós. Ally pergunta envergonhada:
– Há quanto tempo está aqui?
Ela responde calmamente:
–Tempo suficiente para ver que, além de cantarem bem juntos, atuam também.
Coramos. Ela continua ainda calma, mas com leves tons de súplica:
–Por favor, participem do musical!
–Sim, eu topo. – Digo rápido, fazendo a mulher abrir um sorriso. Ela se vira para Ally atrás de respostas. A morena suspira e diz:
–Tudo bem. Eu topo.
A mulher nos abraça freneticamente e quando nos solta, Ally diz precisar ir embora. Beijo sua bochecha e ela se vai.
A vejo sair do teatro, para só depois fazer o mesmo. A metade do caminho, a professora me chama e diz sorrindo:
–“Atuar corresponde expandir vontades e desejos abrigados dentro de todos nós.”.
Em meio à escuridão, sorrio e saio. Penso:
“Talvez...”
***
Notas finais que resolveram dar uma de notas iniciais (Tá difícil!):
Como disse anteriormente, eu não deveria estar postando um capítulo hoje. Deveria postar segunda. Por isso, considerarei essa capítulo como se tivesse sido postado segunda e por isso, talvez, não postarei outro capítulo nessa próxima semana.
Bom, essa "peça que todo mundo conhece" que o Austin interpreta, era para ser a de Romeu e Julieta, mas não rolou, por isso, eu inventei =P. E, essa frase que a professora disse no final, é de Maycon Thienga. Eu estou com criatividade hoje. =) VIVA! Espero que tenham gostado! =) ♥
Não sei quando o próximo sairá: volta às aulas e falta de criatividade! (mas vou tentar postar um por semana, ok?)
Espero que tenham gostado!
Não esqueçam: ideias!
Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero/
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Beijos!
Gabs!
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