Falling in Real

15 The best day of my life


Notas iniciais
Gente, as notas iniciais do capítulo, não estão saindo completas, então, elas estão no próprio espaço para o capítulo.

Gente, as notas iniciais do capítulo, não estão saindo, então, aqui estão:

Não pude fazer a revisão certinha da capítulo, sorry pelos erros.

Muuuuiiiito obrigada a todos os comentários, ameeeiii eles!

Novamente, mando um abraço a minhas amigas "Cupcakes"! (Suas lindas!)

Mando um abraço gigante, um beijo, um turitural e um "a quanto tempo ein?" para a minha amiga arrasadora de hearts, companheira de conversas na escada, no telefone e de conversas no telefone, cujo nome é um verbo no pretérito imperfeito do indicativo. Te amo ♥ =) Você é a pessoa que mais me encoraja a escrever e me incentiva, por isso, obrigada! ♥ =)

Continuem mandando ideias por favor!

Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero

Espero que gostem do capítulo!

COMENTEM ;3

***

P.O.V Austin

Ally realmente parecia estar estranhando a presença de seu pai no parque. Tentei tirar o assunto de sua cabeça:

– Grite.

Ela me olha estranho e digo:

–Vamos, grite!

–Você está louco ou o que?

–Por quê?

–Gritar? Aqui dentro do carro? Para que?

Aperto um botão e o teto do carro vai para trás e depois dobra. Digo:

–Agora grite.

–Por quê? – ela me pergunta enquanto faz um coque com o cabelo.

–Só grita! Não tem ninguém na estrada.

–Mas...

–Grita logo, Ally.

Ela solta um gritinho baixo, quase inaudível, por causa do barulho do vento. A olho bravo e ela diz:

–Grite você então. – Ela diz

Coloco minha cabeça onde seria o vidro do carro e grito altamente durante vários segundos. Sorrio e olho para a morena, encorajando-a. Ela levanta um pouco do banco do passageiro e grita:

–Eu estou livre!

Ela realmente gritou por muito tempo. E quando acabou gritou mais uma vez e outra. Quando ela voltou a sentar, diz sorrindo:

–Assim está bom?

Digo, também sorrindo:

–Maravilhoso!

Acelero mais um pouco. Aquilo estava sendo incrível.

P.O.V Ally

Ele gritou por um tempo e em seguida sorriu para mim, me encorajando. Levanto-me um pouco do banco e grito com todas as minhas forças:

–Eu estou livre!

Realmente eu estava. Apesar do que tinha acontecido no começo do dia, aquele momento, só meu e da Austin, eu estava sendo apenas eu. Grito mais duas vezes e volto a sentar. Viro-me para Austin e pergunto:

–Assim está bom?

Ele sorri para mim admirado e diz:

–Maravilhoso!

Ele acelera mais um pouco. Estávamos acima da velocidade, mas eu não me importava. Aquilo estava sendo incrível.

Um tempo depois Austin diz:

–Estamos chegando.

A viajem durou cerca de meia hora. Ele parou o carro a beira de uma pequena floresta para se fazer trilhas. Ele se vira para mim e diz:

–Vamos lá?

Saímos do carro e começamos a entrar na floresta. Após um tempo de caminhada, digo:

–Então esse é “o seu lugar”? A trilha?

–Não exatamente, ainda é o caminho. – Responde ele.

Em determinado momento, viramos e saímos da trilha. Quando questiono, ele diz que estamos indo para a direção certa. Avisto uma pequena ponte velha de madeira. Ele atravessa com cuidado e me chama.

– Estou com medo de isso quebrar. – Digo.

–Não vai não, Ally. – Ele me responde.

Eu não me movo. Ele estica seu braço e diz:

–Me de a sua mão. Eu não vou deixar você cair caso isso quebre.

Eu estico meu braço e ele pega minha mão. Aquele toque. Foi tão leve, calmo e eletrizante. Foi tão bom.
Atravesso a ponte sem problemas. Ele me olha e diz:

–Eu falei que isso é seguro.

–Aparentemente Austin. — Respondo

Ele revira os olhos e continuamos a caminhar.

P.O.V Austin

Quando chegamos à ponte. Ally fica com medo.

– Estou com medo de isso quebrar. – Ela diz.

–Não vai não, Ally. – Respondo.

Ela olha medrosa para ponte e depois para mim. Resolvo. Estico o meu braço e digo:

–Me de a sua mão. Eu não vou deixar você cair caso isso quebre.

Ela estica o seu braço devagar e eu pego a sua mão. Sua pequena mão. Quando toquei seus dedos. Um uma corrente elétrica pareceu corrente em minhas veias. Tão rápido e tão bom.

Ela atravessa a ponte rapidamente. Digo:

–Eu falei que isso é seguro.

–Aparentemente Austin. — Ela responde.

Reviro meus olhos e caminhamos mais alguns metros. Não demora muito para que cheguemos depois disso.

P.O.V Ally

Olho ao fundo. Eu não acredito que estou aqui. Tiro meus tênis rapidamente e pulo na areia quente. Não importava o calor, a sensação era incrível. Começo a correr e em determinado momento simplesmente deito na areia e fecho meus olhos. O sol estava já um pouco forte, já não era tão cedo. Mas isso não importava agora. Mesmo com os olhos fechados, sinto uma sombra sobre mim. Abro meus olhos lentamente e vejo Austin com o sorriso mais lindo do mundo. Os cabelos, já estavam mais bagunçados do que o normal, mas eu percebi que ele gostava disso. Ele disse, enquanto sentava ao meu lado:

– O que foi isso? Parece que nunca foi á praia.

–Nunca mesmo. – Digo me sentando.

–Como nunca? – Ele diz espantado.

–Ué, nunca. – Digo simplesmente.

–Eu exijo uma explicação.

Rio e depois começo:

–Bom, caso ainda não percebeu, minha vida é praticamente toda controlada pelo me pai e meu irmão. E por algum motivo, eles odeiam praia. Nunca me explicaram o porquê. Já pedi diversas vezes para me levarem em alguma praia, mas a resposta sempre foi não. Eles não deixam eu ir com outras pessoas, mesmo com Maria. E bem, agora estou aqui.

–Que droga. — Diz

–O que? – Questiono enquanto brincava com a areia.

–Sua vida. Você não pode fazer nada o que quer. Você não vive. Você está apenas viva. Se eu fosse você, eu deixaria a opinião deles para trás e faria tudo o que quero.

–Eu não posso fazer isso. Isso é errado.

–Errado é você ser proibida de ter a sua vida.

–Austin...

–Quer saber? Faça uma lista. De tudo, de tudo o que você sonha em fazer, mas você não pode fazer isso, ou por ordem ou por medo. Eu ajudarei você a realizar esses sonhos.

P.O.V Austin

–Quer saber? Faça uma lista. De tudo, de tudo o que você sonha em fazer, mas você não pode fazer isso, ou por ordem ou por medo. Eu ajudarei você a realizar esses sonhos. –Digo.

Ela me olha com a formação de um sorriso e os olhos brilhantes. Ela diz:

–Sério?

–Sim. – Ela sorri para mim. – É uma promessa.

Ela pula no meu pescoço e eu, despreparado, acabo tombando e caindo na areia, com ela por cima de mim. Começamos a rir. Depois paramos e ficamos nos analisando. O sorriso em nossas bocas desaparecia aos poucos. Meus olhos estavam presos em sua boca. Tão pequena e carnuda. Lembro-me de nosso beijo. Querendo ou não, ele foi incrível. Ela não demora e se levantar e se desculpar. Voltamos a sentar um ao lado do outro. O clima fica estranho durante alguns segundos, mas não demoro o quebra-lo:

–Pergunta um: uma cidade que você ama?

Ela se vira para mim e diz:

–Nova Iorque. E você?

–Las Vegas. Mas por que, você ama Nova Iorque?

–As luzes me fascinam, o ar de lá, apesar de ser bem poluído, eu gosto. E você, por que ama Vegas?

– Aquela cidade parece que não dorme.

–Pergunta dois: um medo? Por quê?

– Não poder mais cantar. Por que musica é a minha vida. E você?

–Ser apenas mais um, que vai seguir a sua rotina e não se divertir. Por que eu quero aproveitar tudo o que puder.

–Pergunta três: primeiro namorado?

Ally, que estava olhando para mim até este momento, se vira para o lado, extremamente corada. Digo:

–Diz aí, eu não vou zoar você.

Ela volta a me encarar e diz rapidamente:

–Inexistente.

–Como assim, inexistente? –Digo – Ally... Você nunca namorou?

–Não. –Ela diz envergonhada. – Eu sou estranha e chata de mais para isso e, além disso, meu pai... Bem você já sabe.

–Você não é estranha e nem chata, tá, só quando se trata de estudos, mais na maior parte do tempo, não. O único problema é o seu pai, para variar.

–Vamos para a próxima pergunta. Não quero falar disso.

–Ok, e seu primeiro beijo, quando foi?

–Ei! Não é a sua vez de perguntar.

–Tá, mas responde.

–Não. Minha vez.

–Tá, senhora seguidora de regras inexistentes. – Digo – Sua vez. Pergunte.

–Vamos molhar os pés?

–Agora? –Reclamo.

–Está na minha lista de desejos. Você prometeu.

–Então vamos. – Digo, me rendendo.

P.O.V Ally

Ele não pode saber. Ele não pode saber que meu primeiro beijo foi com ele. Nunca.

Para fugir da pergunta, pergunto se podemos ir molhar os pés. O convenço e vamos.

Quando já estávamos perto do mar, respiro fundo e caminho de olhos fechados. Sinto a água gelada me atingir. Chego a pular com o susto. Ouço a risada de Austin atrás de mim. Abro meus olhos e viro. O chamo:

–Vem!

–Não, não to afim. – Ele responde.

–Por favor! Por mim, pelos meus desejos.

Após mais algum tempo, ele sede e vem. Começo a andar na água, é tão bom. Em determinado tempo, uma onda quebra e acaba molhando minhas calças. Austin ri da minha cara surpresa. Vou até ele e o puxo pela mão. Caminhamos mais para o fundo, onde a água já batia um pouco acima de meus joelhos. O empurro dentro d’ água, em um momento quando ele estava desprevenido. Ele se desequilibra e cai, afundando na água. Começo a rir extremamente alto. Segundos depois ele aparece, com os cabelos caindo em seu olho. Ele estica o braço, para que eu possa ajuda-lo. Eu, idiota, fui ajuda-lo. Ele acaba me puxando junto a ele. Caio e me molho completamente. Quando me levanto, ele ria de mim. Jogo água nele e ele fala:

–A guerra está declarada.

Começamos uma guerrinha de água. Infelizmente ele era bem melhor do que eu. E eu me engasguei várias vezes. Todas às vezes ele falava que deveríamos parar, mas eu voltava a ataca-lo e voltávamos a brincar.

P.O.V Autora

Austin e Ally estavam tendo umas dos dias mais legais de sua vida. Sem preocupações, sem fingimentos, só a diversão. Quem não estava se divertindo muito, era Jeke, que ligava desesperadamente para a irmã, preocupado com o seu paradeiro. Ele já tinha ido à biblioteca, e esperava encontra-la lá, mas tudo o que tinha achado era um livro da biblioteca debaixo de uma árvore, orgulho e preconceito, um dos livros preferidos da irmã. Ele sabia que ela esteve lá, mas não sabia onde ela estava agora. Já havia se passado várias horas deis do término da escola quando eles perceberam que precisavam voltar.

Durante o trajeto de volta, eles ainda se divertiam. Rindo, gritando, cantando. Vivendo algo a qual não estavam acostumados, vivendo sua adolescência. Austin, por causa da fama e Ally, por causa de sua proteção.

P.O.V Ally

Pedi a Austin que me deixasse em casa. Expliquei o trajeto e ele, por precaução, tomou algumas rodas alternativas, visando não se encontrar com os paparazzi. Quando chegamos a porta de minha casa, disse:

–Obrigada por ter ido atrás de mim, e pelo melhor dia da minha vida.

Ele sorriu para mim e disse:

–Esse dia, só vai ser perfeito, se você responder a minha resposta.

Não digo nada, ainda. Saio do carro e o olho. Digo:

–Só aconteceu uma vez. — Viro-me e corro até a minha casa. Abro a porta a entro.

Eu não acredito. Eu falei.

P.O.V Austin

–Obrigada por ter ido atrás de mim, e pelo melhor dia da minha vida. – Ela diz

Sorrio para ela e digo:

–Esse dia, só vai ser perfeito, se você responder a minha resposta.

Ela sai do carro e me olha. Diz, antes de sair correndo e entrar em sua casa:

–Só aconteceu uma vez

Demoro um pouco a ligar os pontos:

Nós nos beijamos uma vez. Se ela só beijou uma vez, quer dizer que... Seu primeiro beijo foi comigo?

Dou partida e deixo a casa de Ally, mergulhado em pensamentos.

P.O.V Ally

Entro em casa e sento ao lado da porta. Vejo meu irmão vindo até mim, ele me analisa e pergunta:

– Onde você esteve?

Sorrio para ele e digo:

–Tendo o melhor dia da minha vida.

***

Notas finais que também não estão saindo:

Gente, a música é: "Drive — Imagine Dragons"

Desculpa a demora, gente!

O próximo não demorará para sair!
Espero que tenham gostado!
Não esqueçam: ideias!
Gostaria que lessem essa ShortFic minha sobre Austin e Ally: http://fanfiction.com.br/historia/516960/Hero/
COMENTEM ;3
Beijos!
Gabs!

Notas finais
Gente, assim como as notas iniciais do capítulo, as notas finais, não estão saindo completas, então, elas estão no próprio espaço para o capítulo.