Falling In Love
3 Oh, Damn. - capítulo 2
Notas iniciais
– Beckett? — chamou Esposito, meio "chocado" com a cena.
– Eu... Er... — gaguejou ela.
– Eu devo tê-la assustado. — disse Castle envergonhado.
– Claro. Onde estão as cartas? — perguntou Esposito. Ryan se manteve calado.
– Senhor Castle, um minuto? — pediu Kate se levantando.
– Ok... Se precisarem de mim, estou no escritório. — disse apontando para o mesmo, mas sem se mover.
– Castle. — disse Ryan, que não queria se envolver.
– Ah... Ok. — sorriu Castle, indo, de verdade, para o escritório.
Kate foi até o balcão da cozinha e mostrou as cartas para os dois.
– Então... Esse X, me pareceu, de primeira, ser uma mulher, mas quando li a segunda carta, me pareceu um homem. Não só pelo jeito de escrita, mas sobre o que ele disse, sobre mim e etc. — disse Kate, concretizando tudo.
– Concordo. — disse Esposito lendo a segunda carta, cujo papel era mais amarelado.
– Obrigada. — sorriu Kate.
– Não! Eu concordo sobre o que ele disse sobre você. — disse Javi. Kate arqueou uma sobrancelha e Ryan gargalhou.
– Ok, levem as cartas para o laboratório e me liguem depois. — disse Kate empurrando os dois.
– Ui, ok, mas nada de diversão com o menino ali. — disse Ryan. Kate lhe deu um tapa no ombro e depois fechou a porta.
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Depois de horas e horas, de Castle falando as baboseiras que ela nunca imaginara em gostar de escutar, Kate recebeu uma ligação de Ryan.
– Ahh, desculpe-me. — sorriu ela tímida.
– É do laboratório? — perguntou ele olhando para o visor do celular.
– Abusado, você, não é? — perguntou ela atendendo. — Beckett.
Castle sorriu e foi até o escritório novamente.
– Sim... Ah... Nada? Nem mesmo digitais? — perguntou ela.
– Nadinha. – respondeu Ryan.
– Ah... Obrigada. — disse ela desligando.
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– Alguma coisa? — perguntou Castle pulando ao seu lado.
– Oh! — gritou ela assustada. Novamente.– Sabe, você tem que parar de me assustar assim.
– Mas é legal.
– Claro. Mas não achamos nada, não que eu tenha que dividir informações do meu caso, com a vítima.
Castle ia se preparar para dar uma resposta super elaborada, como as que ele dava para não ter que ir à coletivas de imprensa, ou coisas assim, mas a campainha tocou e Kate o impediu de abrir, indo na direção da porta, abrindo-a com a arma em mãos.
Nada. Ninguém. Outra carta. Mais uma parte do pesadelo.
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