Fallin4u
13 Trouble
Notas iniciais
“Quem é você e por que está no meu quarto?” escutei minha mãe gritando no andar de cima. Larguei as malas na escadas e sinalizei para Sophie me acompanhar.
“Mãe.” Eu disse meio ofegante enquanto entrava no quarto. “Esta é Melissa é filha de um diretor famoso que talvez você conhecesse.
“Melissa essa é a minha mãe e minha irmã Sophie.” Introduzi uma grande parte da minha família a ela. Missy estava de robe e eu agradeço aos deuses por isso.
“Filha eu vou ficar neste quarto.” Minha mãe disse entre dentes. Quando ficamos um momento a sós enquanto minha esposa contava a minha irmã como nos conhecemos.
“Eu sei mamãe. Eu arranjo um lugar para ela ficar.” Eu disse ainda pensando ela poderia ficar no meu quarto.
“Mande a para um hotel.” Falou minha mãe dando de ombros, mal sabia que aquela era minha esposa.
“Não posso.” Digo baixo.
“Porque não.” Ela tenta me desafiar.
“Seria falta de educação.” Digo enquanto penso na ordem que recebi da justiça.
“Tudo bem contanto que eu fique com o meu quarto amanhã sairei bem cedo e voltarei tarde tem desfiles e lojas que eu quero ir.” Minha mãe parecia estar bem cansada.
“Ta bom. Tem chaves extras dentro do vaso de flores na saída você pode pegar uma se quiser.” Ofereço a ela as chaves que sempre ficavam com ela.
“Ótimo.” Ela diz e vai para o banheiro do quarto.
“Sophie você poderá ficar com o outro quarto de hospedes.” Falo atrapalhando a interação dela com Missy propositalmente.
“Esta bem. Mel, Annie as vejo amanha.” Falou minha irmã e saiu do quarto indo saltitante ao outro.
Pegamos as malas de Mel e as roupas guardadas no guarda roupa e levamos para o meu quarto.
“Você vai ficar bem?” pergunto esperando um não como resposta. Quando tudo parecia estar ficando bem entre nós minha mãe chega e estraga com tudo. Ela realmente sabia quando ser inoportuna. Mel estava levando a mala dela para o meu quarto passaria alguns dias comigo. Eu poderia dormir no sofá, mas realmente acho que não era necessário.
“Ei não tem problema nenhum em eu dormir no mesmo quarto com você a gente ta casada mesmo não é?” ela diz se aproximando de mim e depositando um beijo no meu pescoço. “Relaxa um pouco amor você esta tensa.”
“Eu te amo.” Digo sem pensar as palavras fluem naturalmente da minha boca. E um sorriso de um milhão de dólares estampa a face de Missy. “Você pode repetir o que você acabou de dizer?” pergunta.
“Eu te amo.” Beijo a boca dela. “Eu te amo.” Repito agora pegando ela e a levando para a cama. “Eu te amo.” Falo deitando ela na cama. “Eu te amo como nunca amei ninguém antes nem serei capaz de amar.” Falo com sinceridade.
“Sua mãe e sua irmã estão aqui.” Lembrou-me ela.
“E daí?” realmente neste exato momento eu a queria mais do que nunca o cheiro dela me embriagava. “Eu quero você como nunca antes desejei alguém eu preciso de você como um ser humano precisa de ar eu não consigo cogitar viver em um lugar sem você ao meu lado.”
Ela se aproximou e começou um beijo voraz. Sua língua explorava minha boca e eu adorava o sabor dela. Tirei o robe dela rapidamente o jogando no chão. Ela estava apenas de calcinha e sutiã. Missy tirava minha camisa enquanto apertava o meu seio. Eu fazia força para não gemer. Tirei minha calça rapidamente e a prensei contra a parede do quarto. Fiquei passando a mão por cima da calcinha dela. Ela grunhiu. Suprimi minha vontade de rir. Tirei a peça e penetrei um dedo na intimidade dela. Comecei movimentos de vai e vem e quando percebi que ela iria chegar ao ápice. Resolvi tentar outra coisa.
Abaixei-me e deixei minha língua explorar a intimidade, pelos gemidos baixos que vez ou outra Mel deixava escapar eu podia notar o seu contentamento. Voltei a penetrá-la com os dedos até que ela gozou. Senti prazer ao vê-la daquele jeito nua e tão vulnerável ao menor toque de meus dedos.
“Agora é a sua vez.” Ela disse sensualmente enquanto mordia minha orelha. Ela me empurrou contra a cama e eu cai ali. Ela me prensou e sem mais nem menos penetrou dois dedos. “Que apertadinha.” Ela disse. Eu estava ofegante. Ora ela me beijava, acariciava meus seios, me penetrava. Sempre zuava com Josh quando ele dizia que sentiu orgasmos múltiplos e era aquilo o que eu estava sentindo nas mãos hábeis de Melissa.
Contemos nossa vontade de gemer alto com o prazer que sentíamos não queríamos ser incomodadas com minha mãe aparecendo e perguntando o que era aquilo. Fizemos amor mais algumas vezes antes de desabarmos de tanto cansaço na cama.
“Eu quero ficar com você para sempre.” Ela sussurrou enquanto eu me aconchegava nos braços dela.
“Você pode repetir isso?” perguntei pegando a mão dela.
“Eu quero ficar com você para sempre.” Ela disse segura e percebeu que eu a fitava com uma cara intrigada. “No que você esta pensando?” perguntou curiosa.
“No que você vai ter que aturar, sabe algumas manias minhas...” eu disse um pouco insegura.
“Pensei que você fosse perfeita do tipo que consegue caminhar sobre as águas.” Ela falou e me deu um beijo.
“Serio eu não estou brincando. Só acho que você gostaria de saber no que esta se metendo se quiser continuar comigo. Eu tenho defeitos oras.” Ela pareceu achar aquilo divertido.
“Ah sim porque eu posso querer desistir de você por causa deles né?” falou brincando.
“Exatamente isso.” Eu disse fazendo um bico.
“Quer me contar um pouco sobre elas?” indagou curiosa esperando que eu começasse a contar minha lista.
“Eu escovo os dentes com a torneira aberta. É uma mania eu não consigo parar eu tentei, mas eu não consigo. E às vezes eu deixo a pasta de dente aberta.” Contei sempre observando a cara dela impassível ela me observava com tanta ternura e carinho. Nunca antes alguém me observava daquele jeito. Como se eu fosse a melhor coisa que havia acontecido na vida deles.
“Acho que posso conviver com isso.” Mel disse tentando manter o semblante sério e não rir.
“Eu fico às vezes com a porta da geladeira aberta olhando as coisas e tentando decidir o que eu vou pegar.” Falei.
“Normal.” Ela disse dando de ombros.
“Eu não como biscoitos quebrados eu os jogo fora. Mesmo sabendo que é um desperdiço. Eu não consigo comê-los.” Contei uma mania que eu tinha desde criança.
“Ok nojentinha algo a acrescentar?” falou me observando como se apreciasse algo bem exótico, mas no olhar dela havia ternura e admiração como sempre que me olhava.
“Eu não sou totalmente nojentinha eu às vezes como algo que caiu no chão se este parecer limpo...”
“Sério?” perguntou Mel agora rindo.
“Claro e agora quer desistir de mim?” perguntei.
“Nunca.” Exclamou com veemência e se aproximou para selar minha boca com um beijo carinhoso.
"E você não vê nenhum problema nestas coisas?” indaguei.
“Acho que serei obrigada a deixar passar.” Disse.
“E se eu lhe dissesse que eu corto as unhas do pé na cama.” Falei de brincadeira mesmo considerando o ato bem nojento.
“É melhor não exagerar Annie.” Disse Mel fazendo cara de nojo. Dei um beijo nela e apaguei as luzes.
O corpo dela me envolveu em um abraço apertado me esquentando naquela noite fria. Eu não poderia me sentir mais realizada.
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