Fallin4u
17 Reunião De Família part. 1
Notas iniciais
“Annie que saudades.” Vi Mel correndo em minha direção no meio do aeroporto de Chicago como combinamos e depois de nos encontrar aqui iríamos imediatamente alugar um carro e seguirmos para Springfield ou dormir em Chicago já que a reunião familiar só começava no sábado e hoje ainda era sexta.
Springfield era a cidade onde meus avós mantinham um sitio que estava na família há gerações, não era bem um sitio, mas sim uma fazenda com um casarão, havia um lago também e recentemente construíram um parquinho para as crianças. A confraternização começaria neste Sábado e iria até o próximo, uma semana inteira com a minha família e com a minha Mel.
Ela me envolveu em seus braços e me deu um beijo longo e meio salgado por causa das lágrimas de saudade que escorriam de seus olhos.
“Ei não chore, não é como se eu tivesse me alistado no exercito e voltado depois de uma guerra.” Brinquei e ela riu ainda chorando.
“Annie, estava com saudades.” Ela balbuciou.
“Eu também estava. Vamos?” perguntei. “Todos aqui estão nos olhando.” Anunciei olhando ao redor e constatando que todos mantinham os olhos colados na gente. Uns sorriam outros balançavam a cabeça em reprovação. Peguei a mão de
“Pronta para conhecer a família?” perguntei animada.
“Não muito.” Ela disse despreparada.
“Acho que esta meio tarde mesmo podemos ir para um hotel e aproveitar o resto da noite.” Falei a fitando maliciosamente.
“Uma ideia brilhante.” Disse ela e me deu um selinho.
Chegamos ao hotel e fiz o check in. Deixamos as malas no estacionamento, pois no dia seguinte bem cedo iríamos embora.
Mal entramos no quarto e ela começou a me beijar vorazmente. “Sabe eu senti falta desse corpinho definido.” Ela passava a mão pela minha barriga fazendo me arrepiar. Fechei a porta com o meu pé. Mordi o lábio inferior dela e dei vários beijos nela. Tirei a blusa e a joguei no chão. Desabotoei seu sutiã e massageei os seios dela arrancando vários gemidos. “Annie vai logo faz mais de meses que não fazemos.”
Ela ficou totalmente nua, após livrar-se da calça jeans e eu retirar a calcinha de renda preta. Seus olhos tinham uma tonalidade azul escura. O desejo estava explicito em nossa troca de olhares. Sim, mais uma vez eu repetia para mim mesma. Melissa era sem sombra de duvidas a mulher da minha vida.
Passei os dedos furtivamente pela intimidade dela e pude ver o quão excitada ela estava. “Excitadinha né?” rocei minha língua na intimidade dela e fiquei brincando ali de penetrar um pouco e depois voltar. “Serio Annie? Me faz sua logo.” Ela implorou e eu ri. Mas a atendi como sempre fazia, logo meus dedos fugazes deram lugar a minha língua e a velocidade das minhas estocadas aumentavam. “Vou gozar.” Anunciou Annie com a voz meio rouca e entre gemidos. Bebi todo o liquido que saiu dela. Era bom e logo a beijei. Ela me prensou contra a parede e segurou meu rosto e perguntou “Porque você ainda esta com roupa debaixo? Isso não é nada justo.” Ela literalmente rasgou minha blusa. Fiquei boquiaberta. Ela foi me conduzindo ate a cama e me deitando lá.
“Sabe eu queria brincar um pouquinho também.” Ela passando a língua por minha barriga. “Sou toda sua.” Falei o obvio. E ela me fitou curiosa. “Toda?” perguntou com diversão enquanto sentava sobre minha barriga. “Toda, inteiramente, completamente e somente sua.” Eu disse e ela me beijou arranhando toda a minha barriga ardia, doía, mas era bom, prazeroso.
Não demorou muito entre mordidas e arranhadas para ela me penetrar me dando extremo prazer. Era engraçado já tínhamos feito muitas vezes se fosse qualquer outra pessoa já teria me enjoado, mas ela não parecia uma droga para mim. Me fazia querer mais e mais. Parecia que nunca eu teria o bastante. Claro que eu teria o bastante quando me cansasse afinal eu não era nenhuma ninfomaníaca.
Depois de ‘matarmos a saudade’ eu e Annie repassamos quem era quem da minha família. Eu mostrava a foto no I-Pad e ela me dizia quem era quem. Dormimos a noite toda de conchinha ela me abraçando. Eu dormi sentindo a respiração quente dela contra o meu pescoço.
Acordamos bem tarde e tomamos banho não foi uma boa ideia tomarmos o banho juntas, pois o que era para agilizar acabou retardando ainda mais nossa partida. Perdemos o café, porem teríamos ainda um grande almoço em família.
Alugamos um carro, um mustang e eu dirigi de Chicago até Springfield. O dia estava lindo e fomos contemplando a paisagem e cantando o novo cd do Ed Sheeran (pra quem não conhece fica a dica o cara é um fofo e canta demais em minha humilde opinião).
Mel observava atentamente a paisagem enquanto eu dirigia às vezes me fazia uma pergunta ou outra. Sua mão estava pousada em minha coxa. Resolvi parar um pouco e mostrar a ela um lugar já estávamos perto da fazenda e era o topo de uma colina. Nas férias meus primos e eu íamos a este lugar montados a cavalo. Desci do carro e conduzi Mel ao cume de onde ela poderia enxergar todo o local.
“Annie isso é enorme.” Exclamou Mel.
Observávamos de uma colina a fazenda, dava para ver o casarão, o lago, a casa do caseiro, o estábulo dos cavalos, o lago lugar onde aprendi a nadar quando era pequena.
“É sim.” Disse dando de ombros. “Preparada para conhecer o pessoal?” perguntei a ela que mordeu o lábio insegura antes de puxar minha nuca para um beijo. “Acho que sim.”
Entramos em uma estrada de terra e demoraríamos em media 15 minutos para chegar à estância. Não podia esconder a insegurança e excitação que me dominavam, apresentaria minha esposa a minha família eu quase quicava no banco. Me recompus quando vi o letreiro antes de passar sob uma ponte ‘Stewart’s Farm’.
Os carros já estavam em torno do casarão. A musica estava alta, e eu podia sentir o cheiro de carne sendo assada, já tinham começado o churrasco. Descemos do carro e pegamos as malas.
Andamos um pouquinho por um trecho de pedrinhas que era o ‘estacionamento’ do lugar. Mais de 20 carros, a maioria deles alugados.
Já estávamos andando na grama, quando avistei três caras apenas de bermudas jogando vôlei, rindo, falando alto e exibindo seus perfeitos tanquinhos. Logo que me viram acenaram para mim e correram em minha direção quase me esmagando contra o chão.
“Annie pensávamos que não vinha mais.” Falou Bruno. Eles estavam suados e grudentos. Graças aos deuses eu estava morrendo de saudades daqueles encrencas senão era capaz de puxar a orelha de cada um deles.
“Eu avisei que vinha.” Reprovei ele. Os três já tinham se afastado e agora observavam atentamente a Melissa que nos olhava com divertimento.
“Esses são os meus primos Bruno, Sam, Lucca e Bradley.” Eu disse a Mel. “E esta é Mel.” Apresentei-os.
“É um prazer.” Disse Bradley apertando a mão de Mel.
“Deveria trazer mais amigas gatas.” Comentou Sam. Juro que agora senti vontade de meter um soco naquela carinha loira linda.
“Não é minha amiga.” Falei friamente. Cerrando os punhos.
“É o que então? Não vai dizer que é uma prima nossa.” Perguntou Lucca confuso.
“Acho que não tem problema, comer prima de longe não é incesto.” Brincou Sam dando seu melhor sorriso de lado para Mel, estourei de raiva. Não sabiam que eu estava casada? Não, realmente não sabiam me lembrei que não tinha contado a ninguém da família que fosse espalhar a nova ‘fofoca’.
“Desculpa abaixar a bola de vocês, mas ela é a MINHA esposa.” Falei enfatizando a palavra minha e segurando a mão de Missy.
“Não acredito que você é gay.” Comentou Lucca.
“Na boa você era a pessoa mais hetero que eu conhecia, alem de mim claro.” Falou Sam.
“Galera por este pedaço de mau caminho.” Falou Brad apontando para Mel. “Até eu virava hetero.” Nesta hora eu ri aqueles caras eram a minha vida.
“Hum conhecendo eles agora eu penso se eu escolhi ou não a Stewart certa.” Comentou Melissa brincando o que arrancou varias gargalhadas dos meus primos.
“Não escutem o que ela diz é uma palhaça, não se pode levar nada a serio do que ela fala.” Falei vermelha e ela me deu um beijo como se dissesse que era só eu que lhe interessava.
“Hey não precisam ficar se pegando na nossa frente.” Disse Bradley no meio de risadas. Parei o beijo e fitei Bruno, Sam e Lucca eu podia jurar que eles estavam excitados? Por me verem beijando uma garota. Bobinhos, pensei.
“Desculpe Brad é que não dá para me controlar quando se tem uma mulher dessas.” Eu falei dando de ombros ao acontecido. Só faltava os três patetas babarem.
“Querem jogar vôlei com a gente?” perguntou Lucca.
“Não agora não, vou falar com a Nana sabe onde posso encontrá-la.” perguntei.
“Ela esta na cozinha te esperando.” Falou Sam.
“Quer que a gente mostre o lugar para a Mel?” ofereceu Bruno.
“Não pode deixar que eu mesma mostro depois.” Falei ciumenta arrancado risadas dos meu primos. “Nos vemos mais tarde?” gritei já longe deles.
“Claro daqui a pouco vamos comer o churrasco todo.” Berrou Bruno. Era bem capaz deles comerem tudo mesmo. Continuamos nossa pequena caminhada em direção a casa.
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