Fall Out

2 Deuses, reis e..., rainhas?


Notas iniciais
Olá gente! Whos here! -obviously kkkkk
Bem, eu tinha algo totalmente perfeito em minha mente, algo totalmente bizarro, tão assustador que iria fazer *você* ai que está lendo isso, ou não -q, ficar arrepiado! Mas...

Espero que curtam o capítulo, é o primeiro e espero que se eu tenha errado algo, eu precise melhorar, só é me dizerem nos reviews, okay?!

Personagens:
Menina esquisita.
Velha estranha. -q
Julie Katerina..., outra estranha. -q

Enfim, boa leitura para todos vocês, não se esqueçam de comentar, por favor!

Trecho do jornal Notícias de Manchetes diárias,

20 de março de 1994


O restaurante Groove continua interditado devido ao massacre ocorrido na noite anterior. "Os investigadores estão trabalhando arduamente para que o assassino seja encontrado", afirmou a chefe de polícia Sam Collins. "Famílias desamparadas. Um verdadeiro banho de sangue. Uma tragédia".

O tiroteio começou quando um dos clientes reclamou do atendimento e satirizou o estabelecimento e o próprio garçom, momentos depois um homem saiu dos fundos do restaurante armado, dirigiu-se até o cliente que reclamara do atendimento, pôs-se de pé diante do homem e atirou em sua boca. Todos ficaram mortificados, com medo de que ele atirasse em mais alguém, mas infelizmente, foi o que acontecera. Atirou no restante dos cliente e nos funcionários ali presentes.

Os relatos de testemunhas presentes na cena diferem. Alguns dizem que o atirador era o garçom envolvido numa confusão ocorrida na semana que antecedera o tiroteio, semelhante em sí ao que aconteceu. "Um dos clientes reclamou do atendimento de um dos garçons e excedeu-se demasiadamente jogando o copo da bebida que segurava no rapaz. O garçom profanou ameaças para o cliente e saiu do restaurante. Soube que foi demitido 2 dias depois." — disse uma das testemunhas, o jovem cozinheiro Robert Mirty". "Com certeza foi ele" — acrescentou. "Tenho certeza de que o atirador era o cliente da semana passada, estava furioso, bramindo ofensas a todos os funcionários e ao próprio lugar" — afirmou uma frequentadora do restaurante, Elizabeth Tucson.


*****


Estava dormindo, presa no mesmo sonho outra vez mas, o fim deste sonho foi diferente. Eu não morria como das outras vezes, eu era arrastada para fora da caverna como sempre mas, desta vez os homens saiam, deixando-me sozinha sob a chuva e quando me dava conta percebia que eu não estava sozinha, haviam pessoas. "Tire-me daqui". "Socorro!". "Ele é perigoso, não achávamos que fosse capaz de fazer o que fez, mas ele fez! Aquele menino...!" -Sussurravam agonizantemente.

-Q-quem são vocês? -perguntei.

"Tire-me daqui". "Socorro!". "Ele é perigoso, não achávamos que fosse capaz de fazer o que fez, mas ele fez! Aquele menino...!" -repetiam.

Eles pareciam estar andando em círculos não dava para vê-los realmente pois a densa neblina os encobria, o que estariam fazendo?

-Você não os entende, não é Julie? -suspirou a garota em meu ouvido.

Paralisei-me.

-Vamos, vamos, está com medo de mim? Você está patética Katerina! -disse levando suas mãos ao meu ombro direito. — Não consigo vê-la assim, venha comigo, irei te mostrar uma coisa.

Assenti balançando a cabeça, não sei se fiz isso por medo ou por curiosidade, afinal, a temia tanto quanto queria saber o significado dos sonhos, o deste sonho em especial, quem seriam aquelas pessoas? Senti meu corpo perder seu peso, me sentia mais leve que uma mera folha de papel. Abri meu olhos, eu não estava mais naquele lugar sombrio e úmido, estava agora diante de homens e mulheres trajados à gala, parecia-me ser um baile, mas não um qualquer.

-Onde estamos? — Perguntei quando percebi que a garota estava ao meu lado.

-Não se deu conta ainda? Mas como é len...

-Estamos em um baile, mas não um qualquer. Os trajes, a dança, parece-me um baile real. Minha pergunta não foi nesse sentido, não se faça de tola. -interrompi.

-Ora, ora, acalme-se! Estamos no século XVIII, em um baile real inglês.

-Porque estamos aqui?

-A princesa Elizabeth II está logo acima, acompanhada por aqueles dois homens, os reconhece? -disse a menina apontando para o

-Não. Deveria? — disse-lhe revirando os olhos.

-Eles são os reis Odin e Zeus. Ou melhor, os deuses Odin e Zeus. Este baile é a comemoração do tratado de Belkish — tratado de paz realizado entre os reinos humano, nórdico e grego -, estamos presenciando o dia em que o tratado fora assinado por eles.

-C-como? Odin e Zeus? Está pensando que sou idiota? -bufei.

-Pensar até penso, mas não seria apropriado sequer inteligente perder meu tempo só para me divertir as suas custas.-disse a garota agora em tom sério. -A rainha é a deusa da terra, deusa dos humanos. Há 1300 anos atrás sua avó liderou os humanos e os levou à vitória, eles dominam a terra, dominam o céu e o mar. Estão na base da árvore da vida, seus corpos são fracos mas eles tem uma coisa que os demais deuses não possuem: emoções. Como disse, os humanos estão na base da árvore, são as raízes enquanto os deuses gregos estão no meio, o caule, e os nórdicos no topo, as folhas. O tratado de paz é como se fosse as flores e frutos provenientes da união de todos.

-Por que estou aqui? -pressionei.

-Julie...

A garota foi interrompida por uma nota alta, por uma voz maravilhosa, por uma mulher que cantava no meio do salão — morena de vívidos olhos azuis e pele levemente bronzeada, realçando seus lindos olhos. Rosto quadrado de traços delicados e boca carnuda -. "Que voz!" -pensei. Ficamos observando-a durante todo o concerto, foi lindo.

-Quem é? -perguntei. Sem resposta. -Menina? Menina! -gritei em desespero revirando a cabeça procurando o seu corpo, sua presença, mas não a encontrava!

Queria acordar, levantar-me e fazer coisas que pessoas normais fazem, mas não conseguia pensar em mais nada além da música que acabara de ouvir:


Enquanto você continua ai, agindo contra sí mesmo

Condenando o seu passado, presente, o seu futuro.

Enquanto continua brigando com o mundo

Tentando recuperar o tempo perdido

Já é tarde demais e o que restava em suas mãos

Simplesmente solta-se voando para longe

Mas você não deve cair, tem de tentar até conseguir.


Olhei a minha volta, todos estavam concentrados no buffet enquanto eu permanecia em um canto escuro do salão. Não me viam sequer falavam comigo, parecia ser expectadora do baile até que uma elegante senhora veio em minha direção, tremi.

-Katerina! Como está graciosa minha querida! -disse a mulher com um enorme sorriso estampado em seu rosto ovalado. — Pensei que não viria, o que a fez mudar de ideia?

"Quem é essa mulher? Ela me conhece? Por que ela consegue me ver, até falar comigo?" -perguntava-me assustada percebendo que minha vestimenta havia mudado para algo completamente diferente, um longo vestido negro bordado em creme, era lindo! Meu longo cabelo preso em crispinettes.

-O-obrigada! disse-lhe. — Nem eu mesma sei por que mudei de ideia, mas aqui estou eu, não é?! -acrescentei estampando um sorriso extremamente sínico em meu rosto.

-Por que não se junta a todos? Estamos logo ali. -disse apontando a mesa com quatro, não, cinco pessoas sentadas nela olhando em minha direção.

-Estou bem aqui, mas obrigada pelo convite. -disse-lhe tentando controlar a voz, estava nervosa demais e não queria que a senhora percebesse.

-Deixe de bobagem Katerina! -disse-me dando gargalhadas. -Venha, venha, Rufus guardou sua cadeira, acho que aquele garoto tem sentimentos por você! -disse soltando outra gargalhada e pegando meu punho puxando-me em direção à mesa.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Por favor, sua opinião é superimportante então..., se puder postar review eu agradeceria profundamente!

Até o próximo capítulo filhos de Elizabeth!
See ya! ;-)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.