Fall
2 #2 Guerra
A reunião em New York foi acompanhada dos líderes das nações, líderes na maioria temporários de um país em crise, muitos governantes haviam sido mortos e as horas se passaram, incontáveis, fazia crescer a tensão de todos os espectadores naquele momento aos portões da sede da ONU.
É difícil descrever a emoção que foi quando aberto os portões, incontáveis seguranças saíram e inúmeros jornalistas eram atacados, desprevenidos, por brutamontes tentando, em vão, palavras de consolo para a população do planeta, mas de nada adiantou, os líderes saíram em seus carros fortes e jatos particulares em lugares desconhecidos para pensar e refletir os próximos passos.
Dias se passaram sem novas notícias, as multidões esperavam junto aos palácios governamentais por pronunciamentos; nada mais se dizia além do atentado que abalara os pilares da civilização e o que aconteceria a seguir, tudo estava parado, do trabalho às escolas que esperavam atentamente, olhando para as telas das televisões, ligadas em todos os lugares, em todas as casas.
Finalmente, diversos dias depois da primeira reunião algo foi dito, todos os canais passavam a mesma coisa pelas próximas horas do mesmo dia em todos os países do mundo, o símbolo dos respectivos países parando toda ou qualquer forma de comunicação, e mais tarde uma única figura no fundo branco se precipitou e pronunciou, claramente, em todas as línguas da Terra:
“Estamos em guerras.”
Por um momento todos respiraram aliviados, finalmente algo claro despontava no horizonte, mas a luz que veio era ofuscante e cegava e logo machucou o coração das pessoas em todo o mundo, porque todos sabiam, dos mais novos aos mais velhos que algo aconteceria e que acabaria com tudo o que conheciam e com tudo o que podiam imaginar.
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